A sensação de MEDO tanto pode nos paralisar quanto nos deixar hiperalertas, depende da pessoa que o enfrenta, que pode transformar este sentimento em pavor, fobia ou converter a descarga de adrenalina por ele desencadeada em um estado sensorial de alerta que pode até mesmo nos ser útil.
A partir de nossas vivências, passamos a reagir antecipadamente a aquilo que tememos, a isto a psicologia chama de ANSIEDADE e por isto, com o tempo, de forma consciente ou inconscientemente, por autodefesa, passamos a evitar as situações em que ficaríamos com medo.
O medo da mudança
As vezes preferimos a segurança aos riscos, na vida profissional chamamos isto de “ZONA DE CONFORTO“, não se ofenda se alguém disser que voce esta nela, pessoas normais buscam-na instintivamente, entretanto, se ficar muito tempo nela estará abrindo mão de oportunidades, tempo de menos pode gerar stress.
Ponto, cuidado para não deixar-se levar pela ansiedade, não diga não para tudo, faça pilotos, experimente, aprender sempre comporta assumir riscos, mas os passos que damos fora de nossa zona de conforto fazem irremediavelmente com que ela se expanda, não é obrigatório, mas cuidado para não perder o “timing”.
“O porto é um lugar seguro para os navios, mas não foi para isto que os navios foram construídos!”
Grace Murray Hopper
Mais do mesmo ou fazer diferente
Vamos combinar uma coisa, a mudança só é relevante e merece ser discutida quando ela agrega, resolve ou mitiga algo, se voce não quer mudar e acha que esta tudo bem, não tem desperdício, a galera esta satisfeita, inclusive clientes e fornecedores, então não fique se debatendo e se justificando, toque o barco!
Se voce é empreendedor ou tem obstáculos para crescer, é difícil cumprir os prazos, a galera esta descontente, falta sinergia, turnover alto, problemas com qualidade, tem que dar descontos aos clientes para não perdê-los, afinal, qual a discussão mesmo ? A solução é uma só, tentar fazer diferente.
Métodos iterativos-incrementais
O mais importante é não idealizar, mudança sempre é difícil e alguns dos melhores métodos disponíveis exigem mudanças de mindset, quebras de paradigmas seculares, garantido que não será mole não, é trabalho duro, tem que ter consciência do desafio e encará-lo um passo de cada vez.
Métodos ágeis são adaptativos, iniciar é fácil, o difícil é mudar a cultura, o mindset, os princípios e valores comuns, é iniciar com a consciência de que melhoria contínua não tem fim, vamos ajustando o método na medida em que mudamos, afinal, a única certeza é de que as coisas mudam.




Ótimo post Jorge!
Obrigado!
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Grande Marcelo, obrigado pelo incentivo, semana passada este tema foi recorrente e tentei escrever algo que nos forçasse uma reflexão sobre o porque dos medos que nos paralisam. Abração!
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Olá Jorge!
Estava precisando ler algo como este teu post…
Parabésn, ele está ótimo!!!
Abração!
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E ai Anderson, obrigado pelo comentário e incentivo o/
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Graaaaande Caliel, puro privilégio meu o de teres compartilhado, obrigado!
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