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Em uma hora, como gerar um início consistente = 5-10-15-30

Criei esta técnica com o objetivo de ajudar aqueles grupos que debatem muito desde o início e acabam esgotando o tempo antes de ter uma massa desejada de proposições, porque ao gastar muito tempo no primeiro, segundo, acaba não sobrando tempo pros demais.

Em reuniões propositivas, quer sejam possibilidades para um tema, direcionadores, ideias, projetos, etc, é possível gerar um mapeamento inicial bem consistente em uma hora usando uma técnica de brainstorming que eu chamei de 5-10-15-30.

O utilizei em várias facilitações, sempre que a discussão é sobre um tema ou contexto razoavelmente conhecido, mas com diferentes visões ou necessidades pelos diferentes players, recentemente em um planejamento estratégico 2019.

Os números representam minutos, que somados totalizam 60 minutos, a primeira meia hora garante a criação de uma lista consolidada, a segunda meia hora é suficiente para um rápido debate para manutenção, exclusão e eventuais novos.

É claro que depende de uma acordo inicial e engajamento, mas a técnica ajuda a direcionar de uma forma muito eficiente, operacionalmente falando. Faça o acordo e mantenha os participantes cientes do tempo que transcorre.

Os primeiros 15 minutos não tem debate e visa garantir a maior massa de proposições:

5 minutos – Os primeiros 5 minutos são para descarregar o buffer, cada um gera uma lista em uma folha, alguns já trouxeram listas e lembretes, cinco minutos são suficientes para lembrarem ou organizarem suas necessidades e proposições;

10 minutos – Nos 10 minutos seguintes eles criam os postits, de forma que um primeiro integrante dita a sua lista e um ou mais contribuem redigindo os postits, a cada ítem, os outros vão riscando da sua lista se coincidir. É possível imediatamente colocar palitinhos ou brotoejas para representar quantos propuseram. Assim que o primeiro acabar de ditar sua lista, os outros ditam o que não foi dito nas listas dos outros;

Os 45 seguintes há dois momentos para debate contido e o seguinte com maior tempo aberto:

15 minutos – O grupo debate o entendimento do que ali está, pode ser que algum dos itens lembrou de outro que não foi proposto, se discordam da manutenção de outro, se dois deveriam ser fundidos, um dividido, etc;

30 minutos – em apenas 30 minutos temos uma lista geral organizada, com algum entendimento, agora temos 30 minutos para perguntas e respostas, discutindo ideias e validade, mas já partindo de uma lista consistente;

Para ideias do zero há técnicas variadas como o crazy eight ou o uso da combinação inicial com um 5w2h e depois respostas, um storytelling com How Might We seguido de brainstorming cadenciando respostas, há canvas e direcionadores, mas o 5-10-15-30 é muito efetivo e produtivo em situações mais conhecidas.

Lembre-se que é muito importante quando do convite de participação gerar as provocações necessárias, elas gerarão um start de trabalhos aquecidos por reflexões, pesquisa, debates e talvez materializações prévias …

Recentemente usei em uma facilitação e a técnica foi usada para mapear direcionadores no início da manhã e inicativas no início da tarde, após cada uma delas usamos técnicas diferentes para geração de rankings e alinhar informações complementares.

Na prática o 5-10-15-30 é uma técnica de aceleração, como é o Crazy Eight para ideias, tenho conseguido bons resultados esporadicamente quando a uso  o/

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Princípios e regras do jogo DESAFIO TOOLBOX 360°

O jogo tem como missão compartilhar mais de uma centena de técnicas, boas práticas e abordagens em um viés reflexivo e pedagógico, fazendo seus jogadores se questionarem sobre a “sua” própria Toolbox, quer pela riqueza das técnicas e boas práticas que conhece e pratica, quer pelo valor que agrega em diferentes contextos.

Tabuleiro e baralho com 115 cartas, variadas opções de boas práticas em estratégia, ideação, modelagem, validação, planejamento, trabalho em equipe, entendimento, construção e entrega, lições aprendidas e gestão do conhecimento. A variedade oportuniza a percepção de que há diferentes formas e opções para cada desafio.

Para a galera que tem as versões anteriores do Desafio Toolbox, as mesmas regras da edição atual podem ser utilizadas, evoluiram a partir de Play Tests e observações em empresas e pessoas que utilizam o jogo. A nova regra pode ser utilizada nas 4 versões, desde a 1ª em lona resinada, dado e fichas individuais, a 2ª com regras tipo Master e fichas individuais e a terceira já simplificada, uma só ficha e mais clean. A quarta versão tem o objetivo de ficar 100% direcionada ao objetivo pedagógico do jogo …

tabuleiros

O jogo tem regras simples voltadas a instigar debate e negociação em torno do atendimento de um cenário real ou fictício a ser resolvido, oferece 6 (seis) cartas com exemplos, mas os jogadores podem propor cenários com desafios reais de projetos, equipes, mercado, produtos, problemas, empreendedorismo, etc.

A seguir apresento as regras e sugestões para o uso do jogo: INICIAÇÃO > CENÁRIO > CARTAS > NEGOCIAÇÃO > ENCERRAMENTO > DICAS & VARIAÇÃO.

O custo para mandar imprimir o tabuleiro e 115 cartas avulsas em gramatura 300, colorido frente e verso e recortes é quase o valor de venda do jogo (R$100 entregue em casa), para receber é só mandar email para toolbox.audy.360@gmail.com dizendo que quer o jogo e informando o seu endereço completo.

INICIAÇÃO

1. As equipes devem ser de 5 jogadores, um ponto de equilíbrio para gerar e permitir o debate e argumentação;
2. Cada equipe escolhe um mestre, ele terá a responsabilidade de resolver impasses e fazer fluir o jogo;
3. O mestre também joga, como os outros jogadores, ele se diferencia apenas quando o jogo não estiver avançando;

CENÁRIO

4. A equipe sorteia ou escolhe uma das seis cartas-exemplo de cenários, mas pode propor um cenário real;
5. O objetivo de todos, como um time, é escolher as melhores cartas para atender o melhor possível o cenário;

CARTAS

6. O mestre mistura o baralho de cartas de técnicas e depois distribui cinco cartas aleatórias a cada jogador;
7. Os jogadores analisam suas cinco cartas e o mão (primeiro a esquerda do mestre) inicia com a sua melhor carta;
8. O jogador ao propor uma carta, a justifica brevemente e indica qual acha que é a sua posição (de 1 a 6) no tabuleiro. Por exemplo, provavelmente uma carta de planejamento é mais para o início e lições aprendidas é mais para o fim.
9. Em sentido horário, a partir do primeiro, um jogador por vez propõe uma carta ou passa a vez se não tiver mais nenhuma carta útil;

NEGOCIAÇÃO

10. Após as seis posições do tabuleiro ocupadas, a cada nova jogada é possível propor trocas (retirar uma das já propostas por uma melhor), pode-se propor a retirada de uma das cartas justificando porque aquela carta não é útil e/ou propor trocas de posições entre as 6 cartas para que a sequência faça melhor sentido para execução;
11. Um a um, em sequência jogam novas cartas, propondo mudanças ou passando a vez;
12. Assim que concordarem que as cartas no tabuleiro são as melhores jogadas até o momento com o objetivo de atender o melhor possível o cenário proposto no início, encerra-se a jogada;

ENCERRAMENTO

13. Somente após encerrada a jogada é que todos mostram as cartas restantes em mãos, é uma oportunidade de aprender um pouco mais ao perceberem que haviam boas cartas que poderiam ter sido usadas;
14. Encerrado o breve debate que pode acontecer ao terem sido definidas as 6 melhores cartas para atender o cenário e terem sido apresentadas todas as cartas em mão, recolhem-se todas as 25 cartas da rodada e as colocam bem embaixo do baralho para que o jogo seguinte se utilize de novas cartas;
15. Reiniciar o jogo com a definição de um cenário em comum acordo e distribuição de novas cartas.

DICAS & VARIAÇÕES

A. O objetivo do jogo, em sua origem, é pedagógico e busca proporcionar e instigar o debate sobre técnicas e abordagens. A existência do mestre é para evitar que o foco se perca e acabem gastando mais tempo discutindo opiniões detalhes ou sutilezas, ao invés de oportunidades e abstração;

B. É importante perceber que muitas técnicas possuem grande versatilidade, podendo serem utilizadas em diferentes momentos e contextos, mas podem ser adaptadas, utilizadas, por isso é de bom tom instigar a reinterpretação do uso de suas boas práticas, desde que façam sentido e aparentemente gerem valor no uso.

C. O baralho pode ser usado para montar um primeiro mural de boas práticas, pode ser usado de forma versátil como fonte de consulta e organização, principalmente como uma técnica de gestão do conhecimento, a galera cola postits verdes naquilo que pode ajudar, amarelos naquilo que quer aprender ou precisa de ajuda.

D. É possível fazer mais de uma rodada com o mesmo cenário, buscando provocar o debate sobre o melhor atendimento com diferentes cartas, contando com 25 cartas novas a cada vez e assim abrindo diferentes percepções de uso e aprendizados sobre a existência de variadas opções para cada fim;

E. É possível distribuir até 3 notas ou moedas fictícias de R$100 para cada jogador, que na sua vez de jogar pode se utilizar delas para comprar ao custo de R$100 uma nova carta por vez. Esta variação permite ao final da rodada a reflexão se era realmente necessário ter gasto dinheiro atrás de outras técnicas ou não;

F. É possível retirar do baralho aquelas cartas de técnicas fora de contexto, bem como incluir novas cartas que podem ser impressas e recortadas em uma gráfica expressa, reorganizando o baralho e utilizando-o como uma técnica de planejamento, distribuindo todas as cartas com o objetivo de encontrar a melhor composição possível.

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Mais uma semana e vem aí mais um ano, tô De Boas!

Essa semana (10/09/2018) vou estar na ilha mais querida do Sul do país, local onde passei quase todos os finais de semana de verão da minha juventude – Joaquina, Lagoa da Conceição, Praia Mole, Canasvieiras, Jurerê, Armação, Pantano do Sul, Praia da Barra, Ponta das Canas, … ainda “ontem” era com a galera pra pegar onda, wind e caiaque, o tempo passa, mas a diversão e paixão pela ilha ainda são as mesmas, só mudou o meio …

http://www.noticenter.com.br/n.php?CATEGORIA=&ID=20009&TITULO=eventos-discutem-a-transforma-o-digital-em-florian-polis

Ao aproximar-se o niver dos meus 57 anos, sinto-me abençoado, a cada semana participo como facilitador, aprendiz, professor, amigo, marido e pai frente a oportunidades fantásticas de interações que muito aprendo e fazem sempre me questionar e me reinventar – um Focus Group com mais de 20 lideranças estaduais em seus órgãos, duas facilitações de transformação de times de alta performance (arquitetura e Techops), alguns debates e workshops Toolbox, um open space com mais de 50 pessoas, poder assistir um treinamento com uma das melhores profissionais da área, facilitar um planejamento de projeto com um time de referência e um outro para start de parâmetros de um catálogo de serviços que vai fazer história, um banco intergaláctico com alunos e deliciar-se com nossa pequena se reinventando no Canadá o/ Que venham os sessenta.

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Coach – Se a solução é só dele, provavelmente ela vai embora com ele

Em determinado momento de 2018, uma PO que muito admiro me disse algo que me deixou surpreso, ela esperava maior energia e protagonismo meu junto a equipe, que em workshops e treinamento eu era enfático ao argumentar técnicas e boas práticas, mas junto ao time no dia-a-dia eu passava quase desapercebido.

A questão é que eu acredito em tudo o que eu digo, senão não compartilharia, acredito em PDCL, em auto-organização, no coach como um irmão mais velho, não como um pai sargentão, o papel é aportar expertise e possibilidades, ajudar que as pessoas do time ou grupo se apropriem, decidam e melhorem a cada retrospectiva.

Quer seja consultores, facilitadores, Scrum Masters, Coachs, Agile Coachs, Enterprise Agile Coach, Supercalifragilisticexpialidoce Coach (by Mary Poppins), se a solução não é fruto do debate colaborativo sobre o desafio, contexto e alternativas, provavelmente vai chegar com o Coach e depois vai embora com ele.

Ahhhhh, elas podem errar, mas podem errar com ou sem imposições cotidianas, se não conseguimos lidar com isso é porque falta confiança na capacidade dos profissionais, porque dado os fundamentos, argumentos e modelos, a experimentação e aprendizados irá seguir o seu caminho em ciclos curtos a cada retrospectiva.

Em Maio eu postei um entre tantos posts sobre o papel, mindset e missão de um Agile Coach, refletindo sobre a abordagem de Len Lagestee em que afirma que um Agile Coach não deveria trabalhar para perpetuar-se, mas para tornar-se dispensável.

Ele NÃO deve ser O protagonista, se ELE aparece mais que as equipes tem algo muito errado, se está lá para apontar erros ele é um gerentão old school, se exerce a nobre arte de distribuir e cobrar resultados ele é GP, se impõe regras e normas ele é da governança, se fica cobrando processo é porque é GQA.

Eu costumo dizer em treinamentos que se o Scrum Master ou Agile Coach são do MIB, mas gostam da ribalta, reconhecimento e fama, esse é um péssimo papel. Conheço muitos que parecem papagaio de pirata, estão sempre na foto, sempre em destaque, chamando a atenção para si mesmo, salvadores da pátria, porque será?

Tem quem seja especialista em tudo, tem resposta para tudo, quase um herói clássico de quadrinhos, que ao final sempre resolve o problema e fica com a mocinha. Tem quem palestre sobre tudo, sempre divulgando seus feitos e protagonismo, muitos ainda se arvoram a criticar e reclamar de quem tenta fazer diferente dele.

Muitos se empenham primordialmente a garantir sua perpetuação, seu crescimento, sua visibilidade, as vezes internamento, mas frequentemente para fora, junto ao mercado, gerando permanentemente factóides e contando apenas a parte mais dourada, obscurecendo os inevitáveis dilemas, erros e aprendizados.

Isso tudo explica bem porque iniciativas muito boas morrem após algum tempo da saída do consultor, coach, facilitador ou Supercalifragilisticexpialidoce alguma coisa. Pode acontecer de qualquer forma, mas inconscientemente as pessoas levantam barreiras frente a imposições, falta de autonomia mínima e estrelismo exacerbado.

Em 2018 e ainda o paradoxo do Super-Herói, asseguro que qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência!

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Mais um workshop Toolbox 360º com Desafio e Wall

Apesar de ter mais de 120 técnicas e boas práticas de mercado, o workshop é 100% autoral, logo de largada lastreado no jogo Desafio Toolbox 360°, lançado em 2017 no Agile Trends SP, Agile Trends Gov e TDC Floripa … uma dinâmica que evoluiu muito desde sua primeira versão.

Na sequência o estopim é um grande mural batizado de Toolbox Wall 360°, uma ferramenta de gestão do conhecimento ativa que criei para descentralizar a construção e desconstrução de links e redes internas, proporcionando uma entropia positiva, que gera sinergia  \o/

A seguir algumas fotos de edições anteriores, do jogo e do mural, além de depoimentos de três edições:

Algumas fotos e depoimentos:

“Trabalho na área de Marketing Digital, e é incrível aprender coisas novas e poder adaptar para o meu contexto. O Workshop proporcionou conhecimentos e reflexões não só sobre processos de trabalhos, mas também sobre carreira. É incrível ver como todos os problemas e desafios se tornam mais leves e simples de se resolverem quando pensamos de forma sistemática, organizada e com propósito, entregando valor.” – Carolina Ullian – Analista de Marketing Digital na RedeHost (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“O workshop Toolbox 360° possibilitou ter contato com dezenas de ferramentas que muito úteis em minha atividade profissional. Recomendo, em especial para quem trabalha com grupos e deseja conhecer formas disruptivas de conduzir e engajar equipes.” – Barbara Silva Costa – Sistemica desenvolmento educacional (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Percebi que projetos que estava desenvolvendo poderiam ser muito mais colaborativos e com mais sentido para as minhas equipes de trabalho. Alterei uma metodologia de um projeto já na segunda-feira e obtivemos um resultado com um propósito muito mais alinhado com a missão deste projeto. A forma apenas começou a ser mudada e já vemos um horizonte muito mais eficiente. Acho que está é a forma de criarmos algo realmente novo no mundo corporativo.” – Alexandre Ascal – Consultor e Coaching Executivo. (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Vivenciar esse momento no sábado foi muito gratificante, além de todo o conhecimento absorvido com foco em desenvolvimento de projetos, o professor Jorge nos auxilia no planejamento da nossa carreira, eu que de certa forma me sentia “perdida” nessa jornada profissional saí de lá cheia de respostas. Só tenho a agradecer pela tarde de valor imensurável.” – Pamela Moraes da Rosa – analista de Suprimentos Gerdau (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Eu pessoalmente já tenho em mente utilizar a Janela de Johari no meu ambiente pessoal para me tornar uma pessoa melhor com meus familiares, amigos, enfim, pessoas próximas.” – Vinicius Bittencourt Ramos – Analista de testes (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Participar do workshop para mim foi muito mais que aprender e discutir ferramentas, conheci novas pessoas e pude ver a aplicação das técnicas através de outros olhos. Excelente experiência!” – Camila da Silva Capellão – Analista de Negócios CWI (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Tirou minhas ideias do lugar e me pôs a pensar…” – Mara Lúcia Barbosa da Silva – Educadora Escola Convexo (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Foi útil, divertido e traduziu o sentido da aprendizagem 3.0, que valoriza o conhecimento dos indivíduos e constrói novos conhecimentos a partir da troca de experiências. A condução foi consistente e fluída, combinou jogos, teoria e exemplos práticos de aplicação. Além disso, a conexão das pessoas potencializou a criatividade, a visão crítica e a flexibilidade cognitiva, características relevantes na sociedade do século XXI.” – Fabiane Castro – Inteligência Competitiva e de Mercado | Escola de Negócios da PUCRS (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“A experiência foi sensacional. Tive inúmeros insights de erros que costumamos cometer sem nos darmos conta e consegui pensar em inúmeras aplicações de jogos em ambientes de sala de aula visando a maximização do processo de aprendizagem. ” – Barbara Silva Costa – Professora Unisinos (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“Foi uma tarde maravilhosa, muito aprendizado, troca e carinho! Por mais dias como este! Gratidão imensa por estar con vc e os outros amigos!” – Déborah Zavistanavicius Zapata – Agile Think Consultoria (Edição SP)

“Aprendemos de forma bem prática sobre o uso das técnicas, como encaixá-las nos diversos cenários e como adaptar. Adaptar sempre!” – Gabriela Corrêa – BRQ IT Services (Edição SP)

“Sábado de mais aprendizado! Tollbox 360° Wall … Foi show!” – Edilaine Miguel – Vagas.com (Edição SP)

“Foi um grande prazer participar desse workshop, simplesmente sensacional!” – Camila Fonseca – Santander (Edição SP)

ESTRATÉGIA

  • Opportunity Canvas
  • ROI, Capex & Opex
  • OKR
  • Lean Project Canvas (Portfólio)
  • Café Kaizen
  • SWOT
  • Matriz Ansoff
  • Benchmark
  • Dragon Dreaming
  • XP
  • Kanban
  • Briefing

EQUIPE / PESSOAS

  • Feedback Canvas
  • Pomodoro
  • Toolbox Wall
  • Roda da Vida
  • 7 Minutos
  • Design Ops Canvas
  • Janela de Johari
  • GROW (auto-coaching)
  • Mapa de Competências
  • Reuniões
  • Mapas Conceituais
  • Quadrantes Mágicos
  • Team Alignment Map

IDEAÇÃO / INOVAÇÃO

  • Google Design Sprint
  • Observação (Sombra)
  • Grupos Desfocados
  • How Might We?
  • IDEO Collage
  • IDEO Deep Dive
  • Crazy Eight
  • Oficina de Futuro
  • Charetting
  • Matriz CSD
  • MVP x Pivots
  • MVP Canvas

RESOLUÇÃO DE PROBLEMA

  • Ishikawa
  • Managing Dojo
  • A3 Report
  • Learning Canvas

MODELAGEM

  • Lean UX Canvas
  • Game Model Canvas
  • Game Design Canvas
  • Gamification Canvas
  • User Story Mapping
  • Lean Nonprofit Canvas
  • SIPOC
  • Personas
  • Empathy Canvas
  • Lean Canvas
  • Customer Journey Map
  • Strategy Proposal
  • UX Value Proposition
  • Impact Mapping
  • Product Box
  • Business Model Canvas
  • Pretotyping
  • Prototyping
  • UX Dojo
  • Canvas Governamental

VALIDAÇÃO / DEBATE

  • Focus Group
  • Open Space
  • Comunidades
  • Validation Board
  • Validated Learning Board
  • Wizard Of Oz

PLANEJAMENTO

  • POC & Spike
  • Mapa Stakeholders
  • Project Model Canvas
  • Elevator Statement
  • Scrum Setup Canvas
  • Doc Journey Map
  • Matriz RAB
  • Matriz GUT
  • Card Sorting

EXECUÇÃO

  • User Story
  • Daily (Stand Up Meeting)
  • Métricas
  • Quadro de Tarefas (kanban)
  • Sprint Review
  • Retrospectiva
  • Peer Review
  • Débito Técnico (Dívida)
  • Dashboards
  • Burndown
  • BDD
  • TDD
  • Mapa Autonomia
  • Status Report
  • Diário de Bordo
  • Mapa de Riscos
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Webinar King Host sobre Carreira

Um spot que passou longe do lugar comum e testes vocacionais, uma visão muito peculiar daquilo que acredito sobre Carreira, sem idealizações ou simplificações … exige auto-conhecimento, constante reflexão, construção e acionamento de networking ativo, usando (ou não) ferramentas de forma iterativo-incrementais-articuladas.

Interagir com a King Host sempre uma experiência divertida e instigante, já participei de uma conexão King Host a alguns anos, vem aí mais uma edição em Outubro/2018, interagindo com um público bem variado, conheci dois dentistas que lá compareceram para assistir e bater um papo.

A seguir algumas fotinhos desta aventura, com os parceiros desta viagem, eu curti e tive alguns feedbacks bem legais … tinha uma hora para pontuar alguns dos tópicos que considero mais relevantes nesta parada … mundo, mercado, século XXI, auto-conhecimento, parceiros de viagem, PDCL, …

Também alguns artefatos que podem ajudar e dicas que devem ser lidas com critério, porque em uma horinha de webinar assumi o papel de cozinheiro, apontei ingredientes, disse que podem usar outros, alguns cuidados e uma receita … que aplicada por cada um vai gerar um resultado diferente, depende de nós.

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Jogo do Círculo Quadrado

Faça um grande círculo com todos os integrantes do time, coloque uma corda com mais ou menos um metro por participante, amarrada nas pontas passando pelas mãos de todos, vende os olhos da galera e peça para, sem soltarem a corda ou retirar a venda, fazerem um quadrado perfeito.

PRINCÍPIOS: Auto-organização não é falta de coordenação e liderança, este jogo exige que todos se entendam e se posicionem, mas é quase impossível não emergir uma ou duas lideranças. O estilo destas lideranças irão determinar a participação e sucesso ou não.

DICA: Este mesmo jogo, com mais tempo, desafia os participantes a fazerem outras formas geométricas, como um triângulo.