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Mais um workshop Toolbox 360º com Desafio e Wall

Apesar de ter mais de 120 técnicas e boas práticas de mercado, o workshop é 100% autoral, logo de largada lastreado no jogo Desafio Toolbox 360°, lançado em 2017 no Agile Trends SP, Agile Trends Gov e TDC Floripa … uma dinâmica que evoluiu muito desde sua primeira versão.

Na sequência o estopim é um grande mural batizado de Toolbox Wall 360°, uma ferramenta de gestão do conhecimento ativa que criei para descentralizar a construção e desconstrução de links e redes internas, proporcionando uma entropia positiva, que gera sinergia  \o/

Inscrições em http://bit.ly/toolbox-180818

A seguir algumas fotos de edições anteriores, do jogo e do mural, além de depoimentos de três edições:

Algumas fotos e depoimentos:

“Trabalho na área de Marketing Digital, e é incrível aprender coisas novas e poder adaptar para o meu contexto. O Workshop proporcionou conhecimentos e reflexões não só sobre processos de trabalhos, mas também sobre carreira. É incrível ver como todos os problemas e desafios se tornam mais leves e simples de se resolverem quando pensamos de forma sistemática, organizada e com propósito, entregando valor.” – Carolina Ullian – Analista de Marketing Digital na RedeHost (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“O workshop Toolbox 360° possibilitou ter contato com dezenas de ferramentas que muito úteis em minha atividade profissional. Recomendo, em especial para quem trabalha com grupos e deseja conhecer formas disruptivas de conduzir e engajar equipes.” – Barbara Silva Costa – Sistemica desenvolmento educacional (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Percebi que projetos que estava desenvolvendo poderiam ser muito mais colaborativos e com mais sentido para as minhas equipes de trabalho. Alterei uma metodologia de um projeto já na segunda-feira e obtivemos um resultado com um propósito muito mais alinhado com a missão deste projeto. A forma apenas começou a ser mudada e já vemos um horizonte muito mais eficiente. Acho que está é a forma de criarmos algo realmente novo no mundo corporativo.” – Alexandre Ascal – Consultor e Coaching Executivo. (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Vivenciar esse momento no sábado foi muito gratificante, além de todo o conhecimento absorvido com foco em desenvolvimento de projetos, o professor Jorge nos auxilia no planejamento da nossa carreira, eu que de certa forma me sentia “perdida” nessa jornada profissional saí de lá cheia de respostas. Só tenho a agradecer pela tarde de valor imensurável.” – Pamela Moraes da Rosa – analista de Suprimentos Gerdau (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Eu pessoalmente já tenho em mente utilizar a Janela de Johari no meu ambiente pessoal para me tornar uma pessoa melhor com meus familiares, amigos, enfim, pessoas próximas.” – Vinicius Bittencourt Ramos – Analista de testes (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Participar do workshop para mim foi muito mais que aprender e discutir ferramentas, conheci novas pessoas e pude ver a aplicação das técnicas através de outros olhos. Excelente experiência!” – Camila da Silva Capellão – Analista de Negócios CWI (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Tirou minhas ideias do lugar e me pôs a pensar…” – Mara Lúcia Barbosa da Silva – Educadora Escola Convexo (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Foi útil, divertido e traduziu o sentido da aprendizagem 3.0, que valoriza o conhecimento dos indivíduos e constrói novos conhecimentos a partir da troca de experiências. A condução foi consistente e fluída, combinou jogos, teoria e exemplos práticos de aplicação. Além disso, a conexão das pessoas potencializou a criatividade, a visão crítica e a flexibilidade cognitiva, características relevantes na sociedade do século XXI.” – Fabiane Castro – Inteligência Competitiva e de Mercado | Escola de Negócios da PUCRS (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“A experiência foi sensacional. Tive inúmeros insights de erros que costumamos cometer sem nos darmos conta e consegui pensar em inúmeras aplicações de jogos em ambientes de sala de aula visando a maximização do processo de aprendizagem. ” – Barbara Silva Costa – Professora Unisinos (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“Foi uma tarde maravilhosa, muito aprendizado, troca e carinho! Por mais dias como este! Gratidão imensa por estar con vc e os outros amigos!” – Déborah Zavistanavicius Zapata – Agile Think Consultoria (Edição SP)

“Aprendemos de forma bem prática sobre o uso das técnicas, como encaixá-las nos diversos cenários e como adaptar. Adaptar sempre!” – Gabriela Corrêa – BRQ IT Services (Edição SP)

“Sábado de mais aprendizado! Tollbox 360° Wall … Foi show!” – Edilaine Miguel – Vagas.com (Edição SP)

“Foi um grande prazer participar desse workshop, simplesmente sensacional!” – Camila Fonseca – Santander (Edição SP)

ESTRATÉGIA

  • Opportunity Canvas
  • ROI, Capex & Opex
  • OKR
  • Lean Project Canvas (Portfólio)
  • Café Kaizen
  • SWOT
  • Matriz Ansoff
  • Benchmark
  • Dragon Dreaming
  • XP
  • Kanban
  • Briefing

EQUIPE / PESSOAS

  • Feedback Canvas
  • Pomodoro
  • Toolbox Wall
  • Roda da Vida
  • 7 Minutos
  • Design Ops Canvas
  • Janela de Johari
  • GROW (auto-coaching)
  • Mapa de Competências
  • Reuniões
  • Mapas Conceituais
  • Quadrantes Mágicos
  • Team Alignment Map

IDEAÇÃO / INOVAÇÃO

  • Google Design Sprint
  • Observação (Sombra)
  • Grupos Desfocados
  • How Might We?
  • IDEO Collage
  • IDEO Deep Dive
  • Crazy Eight
  • Oficina de Futuro
  • Charetting
  • Matriz CSD
  • MVP x Pivots
  • MVP Canvas

RESOLUÇÃO DE PROBLEMA

  • Ishikawa
  • Managing Dojo
  • A3 Report
  • Learning Canvas

MODELAGEM

  • Lean UX Canvas
  • Game Model Canvas
  • Game Design Canvas
  • Gamification Canvas
  • User Story Mapping
  • Lean Nonprofit Canvas
  • SIPOC
  • Personas
  • Empathy Canvas
  • Lean Canvas
  • Customer Journey Map
  • Strategy Proposal
  • UX Value Proposition
  • Impact Mapping
  • Product Box
  • Business Model Canvas
  • Pretotyping
  • Prototyping
  • UX Dojo
  • Canvas Governamental

VALIDAÇÃO / DEBATE

  • Focus Group
  • Open Space
  • Comunidades
  • Validation Board
  • Validated Learning Board
  • Wizard Of Oz

PLANEJAMENTO

  • POC & Spike
  • Mapa Stakeholders
  • Project Model Canvas
  • Elevator Statement
  • Scrum Setup Canvas
  • Doc Journey Map
  • Matriz RAB
  • Matriz GUT
  • Card Sorting

EXECUÇÃO

  • User Story
  • Daily (Stand Up Meeting)
  • Métricas
  • Quadro de Tarefas (kanban)
  • Sprint Review
  • Retrospectiva
  • Peer Review
  • Débito Técnico (Dívida)
  • Dashboards
  • Burndown
  • BDD
  • TDD
  • Mapa Autonomia
  • Status Report
  • Diário de Bordo
  • Mapa de Riscos
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Webinar King Host sobre Carreira

Um spot que passou longe do lugar comum e testes vocacionais, uma visão muito peculiar daquilo que acredito sobre Carreira, sem idealizações ou simplificações … exige auto-conhecimento, constante reflexão, construção e acionamento de networking ativo, usando (ou não) ferramentas de forma iterativo-incrementais-articuladas.

Interagir com a King Host sempre uma experiência divertida e instigante, já participei de uma conexão King Host a alguns anos, vem aí mais uma edição em Outubro/2018, interagindo com um público bem variado, conheci dois dentistas que lá compareceram para assistir e bater um papo.

A seguir algumas fotinhos desta aventura, com os parceiros desta viagem, eu curti e tive alguns feedbacks bem legais … tinha uma hora para pontuar alguns dos tópicos que considero mais relevantes nesta parada … mundo, mercado, século XXI, auto-conhecimento, parceiros de viagem, PDCL, …

Também alguns artefatos que podem ajudar e dicas que devem ser lidas com critério, porque em uma horinha de webinar assumi o papel de cozinheiro, apontei ingredientes, disse que podem usar outros, alguns cuidados e uma receita … que aplicada por cada um vai gerar um resultado diferente, depende de nós.

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Jogo do Círculo Quadrado

Faça um grande círculo com todos os integrantes do time, coloque uma corda com mais ou menos um metro por participante, amarrada nas pontas passando pelas mãos de todos, vende os olhos da galera e peça para, sem soltarem a corda ou retirar a venda, fazerem um quadrado perfeito.

PRINCÍPIOS: Auto-organização não é falta de coordenação e liderança, este jogo exige que todos se entendam e se posicionem, mas é quase impossível não emergir uma ou duas lideranças. O estilo destas lideranças irão determinar a participação e sucesso ou não.

DICA: Este mesmo jogo, com mais tempo, desafia os participantes a fazerem outras formas geométricas, como um triângulo.

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Jogo – Origami comunicativo

Um jogo para discutir o valor de interação frequente, continua durante todo o projeto, distinguindo rodadas sem avisão um do outro, visualizando mas com restrição e uma completamente colaborativa.

Um jogo rápido, jogado em duplas com garantia de um bom debate sobre o quanto há necessidade do uso de tecnologia para evitar comunicação fragmentada, estamos no século XXI e muita gente ainda acredita que email ou documentação são suficientes.

1ª rodada: Peça para que cada dupla fique de costas um para o outro, um recebe uma folha com as instruções para a confecção de um origami, como o bicudo por exemplo, o outro recebe uma folha em branco e uma caneta colorida. Aquele que recebeu as orientações começa a ditar para o colega que está costas-a-costas consigo como deve fazer para confeccionar o Origami pretendido até que fique pronto. Eles não podem se virar, podem falar, perguntar responder, mas não podem se ver ou passar a folha de instruções um para o outro;

2ª rodada: Agora eles se sentam de frente um para o outro, mas ainda somente um deles poderá ver as instruções com o modelo, entretanto, desta vez eles estão de frente e podendo se ver, é possível eles conversarem olho-no-olho e também gesticularem um para o outro … até que o Origami fique pronto. Só não pode mostrar as instruções nem desenhar, apenas conversar e gesticular. Se a primeira rodada simboliza uma comunicação baseada em barreiras, texto, silos, formalização, nesta temos uma aproximação significativa, mas pode ser melhor;

3ª rodada: Finalmente, frente a frente e ambos podendo ler as instruções, conversar e se ajudar, até que concluam o Origami, simbolizando finalmente uma abordagem Agile, com cliente presente, com pareamento, interação contínua, trabalho coletivo, cooperativo e colaborativo, afinal, o resultado final é um só e é de todos.

PRINCÍPIOS: Um bom jogo para falar de cliente presente, de equipes distribuídas, sobre o valor de ferramentas de comunicação com vídeo quando necessário.

DICA: Use três origamis diferentes, um para cada rodada, de igual complexidade média.

 

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$howbiz e auto-promoção estão deturpando eventos e princípios ágeis

Muitos agilistas brasileiros estão preocupados demais com o ego e em vender “novos” treinamentos, modelos, certificações, criar bordões, vender coaching, palestrar muito em todos os eventos, com muita pirotecnia e muito show de ilusionismo. Sempre pensando na próxima palestra com conteúdo espetaculoso ao invés de contribuir.

Isso já aconteceu na praia do universo startup, que aos poucos virou uma enganação, o negócio não é ajudar a gerar resultados, o negócio é showbiz, onde ir palestrar, gerar factóides e gerar gurus virou um objetivo muito lucrativo, para muitos o business está nos eventos, palestras, seu negócio é o Startup Showbiz.

Também já aconteceu no universo do coaching, essa praia deturpou tanto que até eu sou sondado a cada semana, pois para ser um coach é só certificar-se em um curso PNL de final de semana para então começar a usar isso a seu favor, … desculpa, mas no século XX o nome disso era charlatanismo.

Eu palestro cada vez menos, quando o faço eu sou quase rabugento, inicio alertando que sou ácido contra esse grande negócio Agile, Startup, Coach, que ao invés de acelerar está empatando. Até entendo, pois é a lei da oferta e procura, apontar culpados e receitas mágicas é o que a maioria quer, então tem cada vez mais quem venda.

Quem assiste acaba achando que está fazendo algo muito errado, porque ele não é como palestram, logo, tem que contratar um coach ou consultor para melhorar (sic) … se ele soubesse que a palestra conta 25% e omite os 75% daquilo igual ao que ele chama de carência por um coach … daria um processo de propaganda enganosa!  😦

um-bom-negocio

Agile showbiz paradoxal

Entrada triunfal, apontando erros e criticando o que está posto, oferecendo as únicas receitas que funcionam, minando iniciativas anteriores com frases de efeito e muita auto-ajuda, ironicamente fazendo isso após falar de PDCL, Kaizen, Gemba, baby steps, Karasek e Tuckman.

Tem muito agilista que palestra sobre um monte de coisas legais, descoladas, divertidas, criativas, mas na maior parte das vezes tudo isso ele faz em 25% do seu tempo, nos outros 75% não é mais que um bom e velho GQA de processo, porque agilidade tem que ser do jeito dele.

É fácil de reconhecer, eles tem convicção de que o que eles sabem e orientam é a melhor solução, as outras não, consequentemente geram um paradoxo esdrúxulo, pois eles defendem a auto-organização, desde que da forma deles, o resto é ilógico, ruim e incongruente.

Ok, entendo, é um bom negócio!

O MiMiMi do Scrum, Kanban, ScrumBan, XP, Lean, SAFe, S@S, Less, Mng 3, DT, não tem fim e gera milhões de receita, cada um de seus defen$ore$ fazendo de conta que só o seu resolve … eu sempre ofereci escolherem um como base, pinçando boas práticas e opções dos outros não oferecidas pela base escolhida.

A maioria omite os pontos de contato porque o seu curso, certificação, coach, palestras e outras fontes de receita e ribalta são Scrum, Kanban, XP, SAFe, … Tem que fazer de conta que é único, singular e mágico … a discussão entre Scrum, Kanban e XP seria engraçada se o ônus não fosse tão alto para o mercado e empresas.

Se é um ou outro, se não pode experimentar, se após acertar não pode mais errar, se todas as equipes possuem pautas e métricas extrínsecas comparativas, se apontamos “culpados”, se errar é inaceitável, qual foi a aula sobre Agile que eu faltei?

Uma das estratégias mais incríveis é negar aprendizados, ao invés de continuar evoluindo é preciso negar, se não conseguir, mudar os nomes das coisas, via de regra eu fico com a impressão de que o objetivo é preparar a próxima palestra no próximo evento, permanente gerando o próximo “case” … business em segundo plano.

Os eventos de Agile a muito tempo se tornaram iguais aos de Startup, grandes cifras e muito showbiz, muitos dos que estão lá palestrando estão mais preocupados com seu enorme ego e seu business do que passar conhecimento realista, verdadeiro, vicariante útil.

Paradoxo do coach indispensavel substitui o paradoxo de controle e o do super-heroi

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Mais uma turma de GP na SI da Politécnica PUCRS

Na ementa da disciplina consta fundamentos sobre estrutura organizacional, sobre a arte do gerenciamento de projetos, sobre os diferentes ciclos de vida em projetos e o núcleo duro do corpo de conhecimento sobre este tema mantido pelo PMI – o PMBOK.

Mas como o assunto é GP e o método ágil mais usado no mundo para gerenciamento de projetos é o Scrum, para cada uma das 10 áreas eu explico adicionalmente diferentes técnicas praticadas por equipes Scrum,

Ao final de um semestre o que temos são trabalhos incrementais em que grupos vão desenvolvendo e discutindo e experimentando diferentes canvas, mapas, kanbans, matrizes, que vão de gestão de funil de ideias e portfólio, termos de abertura, wbs, tanto quanto oficina de futuro, personas, jornadas e user story mappings.

Aos poucos vamos passando por integração, stakeholders, comunicação, escopo, risco, qualidade, tempo, aquisição, recursos e custos, sempre convergindo os 5 grupos de processos do PMBOK e também o framework Scrum e dezenas de técnicas usadas por seus times.

No início do semestre após duas aulas introdutórias, experimentamos o Banco Intergaláctico, com direito a fundo de cena, mascotes e tudo o mais. Fazemos tudo em uma note, quatro créditos, desde a inception, estimativas em TShirt e fibonacci, passando por sprints, construindo e entregando as primeiras telas do nosso MVP.

Logo no início, logo após o embasamento teórico, mas não é um treinamento, é como colocar o bode na sala, em uma aula poder gerar o incômodo pela necessidade de conhecimento, organização, planejamento, senão pressão, problemas, dificuldades na entrega é uma roleta russa 🙂

Depois disso entramos em uma espiral e a cada aula revemos conceitos cada vez com mais detalhes, perto do final trago alguns profissionais de referência em PMO, GP e Agile, ano passado foi o Vladson, Paula e Patrícia, este ano foi o Jonatan, Denize e Tanara, para discutir o que são estes papéis na prática e como é o mercado.

Mais que isso, durante o debate eu convido profissionais de diferentes empresas da minha rede para participarem do debate, assim acaba gerando ainda mais valor.

Seguindo minha crença de que o valor não é despejar conteúdo, mas tentar garantir a melhor absorção possível, lanço mão de dinâmicas, alternando teoria e prática, iniciando sempre com uma revisão dos tópicos mais importantes vistos até então.

Outra opção é ir trabalhando em layers, em camadas, ao invés de apresentar um tópico em profundidade, vou alternando PMBOK e SCRUM em overviews superficiais e descendo mais e mais até termos tudo detalhados, sempre usando exercícios e vivências.

A cada aula chego uma ou duas horas antes, reorganizo a disposição da sala 314 do 32 em ilhas, assim como na de tópicos é em U, quer para trabalho em grupos ou para incentivar a interação e conquistar assim aliados para uma maior atenção e foco na aula.

Via de regra o quadro repete-se evoluindo em densidade, estrutura organizacional, ciclo de vida, SCRUM e seus fundamentos e uma enorme matriz com 10 zonas, uma para cada área de planejamento do PMBOK, dentro de cada uma as técnicas tradicionais e ágeis utilizadas para planejamento e gerenciamento.

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Shadowing para levantamento de mais informações

É análogo ao conceito de sombra do Design Thinking, é sentar ao lado de alguém, no dia-a-dia de uma equipe e registrar fatos e percepções. Fotografe, grave, filme, peça depoimentos, abstraia roteiros, registre pensamentos, insights, cenários principais e alternativos.

Há uma possibilidade em que terceirizamos esse trabalho, quer por motivos geográficos, volume, velocidade, então um diário pode ser confeccionado e entregue a quem fará o registro, sugerindo as mais diferentes técnicas, para ser preenchido e mantido pela própria pessoa estudada (*) ou por um observador próximo.

(*) Há uma técnica chamada diário, em que pedimos que a própria pessoa registre e mantenha tudo o que acontece durante um certo período de horas ou dia, pois ao ter que registrar provavelmente ele próprio perceberá fatos que lhe passam desapercebido em meio a rotina.

Um super-artigo sobre shadowing em pesquisa é https://www.interaction-design.org/literature/article/shadowing-in-user-research-do-you-see-what-they-see