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Personas é meio para empatia, entendimento e atendimento

Podemos e devemos entender que PERSONA é a chave, pela relevância de criarmos empatia e reamente compreendermos os clientes, stakeholders, público-alvo, em seus diferentes segmentos e perfis, tanto quanto nossos key-users, usuários, parceiros e operadores.

Para que um produto tenha sucesso, o substrato são as pessoas, quanto mais estabelecermos uma conexão com as pessoas envolvidas, em todos os sentidos, é fundamental. Aquelas que compram, mas também aquelas que vendem, operam, viabilizam, influenciam, …

Para cada produto, serviço ou processo, é preciso debater, pesquisar e mapear suas personas, cada qual com seu peso e equilíbrio em relação às demais, entender a relação entre elas, o peso de suas ações e decisões, como envolvê-las, torná-las parceiras.

Nem sempre as técnicas são explicitas, é uma questão de escolha, algumas serão construídas colaborativamente, algumas as vezes são materializações mais simples, as vezes reaproveitamos mapas já materializados e confirmados, cada caso é um caso.

Ao imaginarmos uma startup ou um novo time de produto, é possível imaginar alguns passos iniciais de grande valor agregado e que sustentarão nossa estratégias a execução – mapas de empatia, mapas de rede, mapas de mercado e a identificação de amostragens:

A) Canvas de empatia possuem variadas abordagens e campos, todos mapeiam personas, com o objetivo de entender, monitorar e cada vez mais buscar o maior nível de conexão e satisfação, através de produto, serviço ou processo.

B) Mapas de rede oferecem amplitude de visão, representando o relacionamento entre diferentes perfis e o que estes relacionamentos nos dizem, um zoom out, informações que enriquecem o processo de empatia em uma visão mais ampla. Os nodos

C) Estatísticas diversas, dados de 1° e 2° nível, pesquisas, especialistas, tendem a gerar visões significativas, com frequência subsidiando projeções e volumetria, curvas normais com medias e extremos, por adesão, por quantidade, por necessidade, etc.

D) Amostragem, porque um dos maiores ganhos do método de mapeamento de personas é a identificação de amostragens assertivas que serão usadas para direcionar pesquisas, eventos de validação, promoções, relacionamento e experiências.

Técnicas de levantamento, validação, elicitação, debates, estudos, … que podem ser usadas a qualquer momento em meio a ciclos iterativo-incrementais, permanentemente buscando entender e validar nossos pressupostos, sua evolução e (re)posicionamento.

Em se tratando de Toolbox, as quatro técnicas acima e as doze abaixo, nos ajudam a dar start em um processo iterativo virtuoso, pois ajudará na visão de personas, proposta de valor, MVP’s, validações, desenvolvimento do cliente e pivots de diferentes níveis.

1. Entrevistas sempre serão úteis, a preferência é por técnicas mais coletivas, posto que registrar opções pessoais é anos luz atrás de reunir pessoas e gerar informações percebidas como convergentes ou divergentes;

2. Pesquisa Desk é a técnica de se utilizar de seu computador conectado a grande rede e rastrear o que ela tem a nos oferecer sobre mercado, clientes, concorrentes, fornecedores, … tudo isso ao alcance de um click;

3. Surveys são pesquisas online, dedicando-se o tempo necessário para formulá-la, antecipando possibilidades e cenários. É importante fazer um piloto, que pode inclusive ser analisado em um grupo de especialistas;

4. Análise de conteúdo é uma técnica tão antiga quanto as entrevistas, pois os documentos e material citados em algum momento podem ser requisitados, agrupados, para serem analisados, entendidos;

5. Experimentos são consultas a partir da realização de uma sequência de passos previamente preparados de forma a reproduzir condições para diferentes grupos e assim analisá-los de forma comparativo em suas semelhanças e diferenças;

6. Shadowing é uma técnica de observação, muito utilizado por times de variados produtos e serviços, providenciando horas, turnos ou dias acompanhando clientes, key-users, parceiros, para melhor entendê-los;

7. Diário é uma técnica em que pedimos para alguém registrar tudo o que acontece em certo período de tempo, usado por exemplo, quando o shadowing não é possível, quando pedimos para o próprio cliente fazer os registros;

8. Pesquisa aqui tem uma abordagem abrangente, podendo utilizar-se de questionários, quantitativa ou qualitativa, seguindo métodos mais científicos e a partir dele levantando hipóteses ou conclusões;

9. A técnica Delphi é uma consulta a especialistas, de forma que cada um se posicione sob seu ponto de vista, expertise e know how, informações que são cruzadas para buscar suas variações e coincidências;

10. O uso de debates possui dezenas de formatos, desde painéis, fishbowls, open spaces, world café, técnicas mais abertas ou fechadas, formais ou informais, com coordenação centralizada ou auto-organizados;

11. Focus Group é quando reunimos um grupo de pessoas representativo de uma de nossa personas para validação de informações, que são submetidos garantindo evitar-se influenciar suas percepções;

12. Unfocus Group é uma proposta que segue uma boa prática de debates da IDEO, onde em um grupo de discussão inclui-se propositalmente perfis desconexos, como um psicólogo, sociólogo, alguém completamente fora do tema que será debatido.

Um case de personas, quem elas são, o que comem, onde moram?

Imagine Travis Kalanick imaginando em 2009 o Uber como um serviço de taxis executivos, as personas a serem mapeadas eram os clientes preferenciais (executivos) e a rede no seu entorno, não executivos, motoristas, taxis, ônibus, parceiros, oficinas, postos, …

Aproximar-se destas personas, entendê-las, gerar e induzir empatia em ambos os sentidos, cada uma delas poderia e teve um papel fundamental na história da Uber … Para o founder, business owner, product owner e envolvidos, mapear as suas personas de forma ampla é crucial.

Se não quiser chamar de persona quando não é o cliente final, batize de outro nome, chame-os de bruxos, mas conhecer seu perfil, comportamento e necessidades é tão importante quanto conhecer seu cliente. Porque são engrenagens de uma mesma máquina.

 

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O valor na facilitação de storytelling, encenação, jornadas e storyboards

Para exercer empatia, entender e atender outras pessoas, no trabalho e no dia-a-dia, precisamos nos apropriar de sua história, fluxo de ações e eventos. O valor não está na técnica de modelagem, mas na interação, sinergia e colaboração, narrada pelos próprios protagonistas ou seus representantes, para, colaborativamente, mapearmos passado e presente, projetarmos o futuro.

Nada melhor que histórias, encenações e imagens, quando queremos gerar uma boa egrégora para nos conectarmos a pessoas e objetivos, quer olhando para o passado, presente ou futuro. A chave é o aspeto humano e coletivo de storytellings, jornadas, encenação e storyboards, com facilitações visuais, sketchs, drafts e muitos postits.

Tenho vários posts com detalhamento, relatos e depoimento sobre estes temas e técnicas, o uso em projetos, planejamento, concepções, roadmaps, inceptions, retrospectivas e futurespectivas. O uso em pesquisa, entrevistas, shadowing, focus group, treinamentos, representação em improviso com seus próprios protagonistas e outras oportunidades.

Em 2017 organizei Tecntalks para debater storytelling, Jornada do Herói, psico-drama, oficinas de flipbook, storytelling e storyboard. Além disso, debatemos nossas técnicas de jornada, ideação e enriquecimento com how might we, 5w2h, crazy eight, csd, … Dica importante? Só se aprende fazendo, sempre coletivo, colaborativo, com tentativas, erros e aprendizados.

Storytelling é mais que uma mera narrativa, é a arte de contar histórias envolventes para transmitir uma mensagem de forma inesquecível.

Storytelling é a transmissão de narrativas usando palavras e imagens, pré-elaboradas ou de improviso, para gerar empatia ou fomentar a atenção, debate e enriquecimento de informações que o grupo julgue pertinente. Instigando engajamento, sinergia, originando o mapeamento de jornadas, a facilitação visual, a confecção de cenários passados, presentes ou prospectivos sobre o futuro.

Por enriquecimento, entendemos o debate e a agregação de informações úteis, esclarecimentos, modelagem, sugestões, inovação, disrupção, relacionadas a cada passo da história. Oportunidade para questionar, debater, idear, de forma que co-criemos um bom entendimento e contextualização, mas identifiquemos oportunidades de mudanças, melhorias e soluções.

storytelling

Encenar vai além dos palcos, há diversas formas de comunicação e arte envolvidas, expressão corporal, vocal, artes visuais, música e textos, proporcionando inúmeros benefícios interpessoais.

Encenar, enquanto prática teatral desperta a criatividade e a iniciativa, aprimora a percepção sensorial e desenvolve capacidades como coordenação motora, raciocínio lógico e concentração. Apresenta ferramentas que potencializam a comunicação verbal e não verbal, criatividade, desinibição, improviso, o poder de persuasão, o contato com as pessoas.

A linguagem teatral é uma metodologia que nos conecta ao lúdico para nos comunicarmos sem barreiras, através do lúdico transparecemos o individual e o social em nós, pela encenação é possível materializar um maior e melhor entendimento de um negócio, processo, situação. Eu uso a encenação previamente elaborada e ainda mais inspirada no programa “É tudo improviso” do Ballas na Band.

Jornada é uma visualização do processo que uma pessoa atravessa para atingir um objetivo, usada para entender e atender suas necessidades.

Jornadas são como filmes com extras do diretor, podemos consultar dados sobre atores, evidencias, backstage, dispositivos, ideação, satisfação, etc. Um passo-a-passo onde na primeira linha tem a jornada, contando abaixo com diferentes linhas de informações adicionais, acrescendo dados, para que na soma deles possamos compreender sua complexidade ou real potencial.

Conceitos e técnicas fundamentais para qualquer profissional da era do conhecimento, ambidestro, T shaped. Experiências mapeando jornadas são uma garantia de imersão na co-criação, empatia, compreensão coletiva sobre a experiência de quem queremos melhor conhecer e atender, desde clientes, colaboradores, cidadãos a perfis mais específicos e singulares.

Storyboard são organizadores visuais, com uma série de ilustrações ou imagens em sequência com o propósito de visualização de uma narrativa.

Comece com uma história, identifique os personagens, suas motivações, cenário e contexto, em seguida, escolha cenas (passo-a-passo) que mostrem o enredo em desenvolvimento, do início ao fim. Ilustre sua história, como uma história em quadrinhos, sem stress, esboços rápidos com balões de fala e pensamento, ação e narração feitos em papel ou meio digital, usar postits sempre é uma boa ideia.

Não se apegue ao storyboard enquanto arte, mas como um meio, garanto que qualquer pessoa pode desenhar e se fazer entender. Evite a síndrome do impostor, que na psicologia é uma linha de pensamento onde a pessoa não consegue aceitar que é capaz, sendo levada a procrastinar ou não fazer, postergando desenvolver-se como profissional, achando que somente os outros é que conseguem.

Vídeos

Compartilho um de muitos vídeos explicativos sobre Jornadas em suas diferentes composições, disponíveis no youtube:

A seguir um tutorial para criação de um journey map usando recursos básicos do Miro que acho bem interessante:

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Hora de desapegar para (re)pensar, (re)significar, (re)agir, se (re)inventar

Em 2019 fiz uma palestra no TEDxLaçador convidando as pessoas a se apropriarem de tudo o que de melhor a indústria e organizações desenvolveram em técnicas para auto-conhecimento, ideação, planejamento, inovação e empreendedorismo … Agora, o covid-19 impôs!

Com minha amiga e colega Tatiana Ximenes, temos conversado sobre ser imperativo sair do choque inicial da pandemia e iniciar um processo criativo sobre cenários e ações de curto, médio e longo prazo, tanto no aspecto profissional, familiar, equipes, empresas, para autônomos.

Importante visualizar o modelo de Elisabeth Kübler Ross sobre reação à tragédia, luto ou perda, isso pode nos ajudar a acelerar a recuperação, diminuindo a depressão do choque e inércia causado por uma crise singular como covid-19.

Proponho três passos – passado, presente e futuro – (1) relembrar onde estávamos e o que almejávamos, (2) onde estamos e possibilidades, (3) planos sobre como trabalhar para criar cenários alternativos, daí em diante é tentar, aprender, fazer de novo.

Psicologia positiva é uma coisa, negação é outra

1. A maioria dos planos e estratégias comprometidos, não importa se temos reservas, porque o mercado e o contexto que conhecíamos não existe mais, e temos que aceitar que uma nova normalidade vai demorar pelo menos um ano;

2. Pequenas empresas fechando, profissionais desempregados, vai piorar antes de melhorar, falta de dinheiro nas ruas, endividamento estatal, aumento da inflação. Por melhor que um ou outro esteja, a maioria é que definirá o padrão;

3. Isso não é pessimismo, é realismo, não é futuro, é presente, se acha que não, talvez viva em uma redoma de vidro, porque pessoas são demitidas, pequenas zeram seus quadros, grandes empresas nas mídias doando, mas apertando o cinto.

Os maiores aprendizados não são novos

Nos últimos 20 anos muitos não fizeram o dever de casa, estão ainda no século XX: Tem uma empresa e não usa a tecnologia; Não convertem clientes em networking; Estão empregados mas o foco é o salário e as férias; Alguns tocam um dia de cada vez, sem estratégia;

Muitos acham que Design Thinking é para privilegiados, Lean Startup é para jovens empreendedores, o uso profissional da internet e redes não é necessário, é difícil gerenciar networking, imagem e pegada digital. Está na hora de se reinventar, pedir ajuda se preciso;

Não sou a Maria Antonieta, sei que muitos não tem pão nem brioches, mas todos pode ter aliados, associações, instituições, grupos, ONG. A sociedade tem uma pirâmide e na base é mais difícil, mas quem tem acesso é indesculpável não tentar para si e disseminar, compartilhar.

Vamos lá, três passos: Passado, presente e futuro

É preciso desapegar e colocar antigas verdades e posições em cheque, temporária ou definitivamente, por isso partiremos de uma análise do passado, dupla avaliação do presente, racional e criativa, para então sermos ambidestros em relação a um futuro ainda não escrito.

PPF

1. PASSADO: AUTO-CONHECIMENTO

Resgatar informações essenciais de quem somos até aqui, estratégia, objetivos, mercado, produtos, serviços, pessoas. Um exercício de empatia consigo mesmo, um mapa de nossas expectativas, planos e fatos antes disso tudo começar. Um exercício que tem tudo para ajudar a relembrar e estabelecer a consciência de quem somos e do que somos capazes.Foco na construção de um mapa de rede contendo tudo de útil sobre nós mesmos, parceiros, fornecedores, clientes, negócios, mercados, aquilo que temos a nossa disposição ou acesso.

Identidade > Estratégia > Objetivos > Iniciativas >>> Mapa expandido de rede

2. PRESENTE: DESAPEGO

A partir do mapa criado sobre nós mesmos, entender nossa situação atual, impacto, estrutura, portfólio, SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) em categorias selecionadas, como mercado, ambiente, ferramental, processos, pessoas, talvez estoque, matéria-prima, o objetivo é listar toda e qualquer oportunidade, produtos, serviços, competências, o que temos a nossa disposição, sem filtros ou preconceitos. A ideação é o uso de técnicas de ideação e co-criação de possibilidades a partir dos mapas construídos até aqui.

Estrutura > Portfólio > SWOT expandido >>> Banco de ideias

3. FUTURO: PLANOS DE AÇÃO

A partir daqui o foco é materializar cenários prospectivos, entendê-los, como podem ser e o que podemos fazer em curto, médio e longo prazo, utilizando tudo que estiver ao nosso alcance ou que possa ser ativado, aquilo que está em nosso rede (1st, 2nd, 3rd), influência direta ou indireta, de forma que possamos montar planos, experimentar, aprender, seguir em frente. Com coragem para (re)criar, mudar, temporária ou permanentemente, mais que sobreviver à crise covid-19, reinventar-se pelo tempo necessário para seguir em frente.

Cenários > Oportunidades >>> Plano(s) iterativo-incremental

Só se aprende fazendo, mãos à obra!

Um exercício em três tempos que pode se circunscrever em algumas horas ou faseado em dias, pode ocupar uma folha ou um mural, tudo depende da amplitude e profundidade, do prazer e curtição em fazer este mapeamento, não fazê-lo por obrigação. Até mesmo porue fazer não é receita de solução, não há garantias, só garante maior auto-conhecimento, melhor compreensõ e a percepção de ideias para um plano de ação. Com sorte, gerará maior sinergia e cumplicidade entre os envolvidos.

Exemplo – PASSADO: AUTO-CONHECIMENTO – Quem somos, planos e pretensões, qual a área de atuação, fluxo de caixa, o que temos, o que somos. Mapear uma rede expandida de nós mesmos – o que pode ajudar, empresas atuais e anteriores, parceiros atuais e anteriores, talentos, negócios, hobbies, “amigos de amigos”. Já modelei vários para amigos e alunos, sempre há surpresas, informações antes escondidas em uma rede mal entendida. PRESENTE: DESAPEGO – Analisar a grana, entradas e saídas, para então debruçar-se no mapa de rede construído, gerando insights, questionamentos, oportunidades. Amplie, reflita, registre forças, fraquezas, oportunidades, ameaças, pois tudo o que fizemos e mapeamos até aqui serão insumos para novas opções, gere o máximo de insights. FUTURO: PLANEJAMENTO – Chegou a hora de desenhar cenários, com a soma de nosso banco de ideias e riscos. Os cenários trazem debates sobre causas e efeitos, impacto e probabilidade, custo x benefício. Para cada cenário ou ideia, cada reflexão, cada projeção, são insumos para nosso plano de ações.

Conclusão

Na minha opinião, a abordagem e condução não é muito diferente para pessoas, famílias, autônomos, desempregados, MEI, profissionais, equipes, áreas, negócios, produtos, grupos, ONG’s, … iniciamos relembrando quem somos e de onde viemos, continuamos no mapeamento de situação e possibilidades, terminamos com ideação para cenários e iniciativas. Tudo isso focados em definir os próximos passos.

Ajudei nessa modelagem um jovem que queria pivotar a carreira e encontrou algumas alternativas de contatos que ainda não tinha percebido, um amigo autônomo que está sem rendimentos e que mapeamos possibilidades de parcerias, com amigos que confirmaram a oportunidade de cursos online, um deles a opção por buscar um coaching.

Não pode e não é rígido, a medida que vamos conversando, percebemos que cada caso é um caso, pode durar horas ou dias, o ideal é termos mais pessoas participando, familiares, parceiros, colegas, … é legal a busca por reinvenção, de si mesmo, produtos, serviços, mercado.

Tenho 1300 post publicados, centenas de técnicas e boas práticas, relatos e depoimentos, posso citar alguns:

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Conhecer o modelo de Kübler-Ross pode ajudar na reação à covid-19

Resposta emocional à mudança, esta teoria de meados do século XX nunca foi tão razoável, o Brasil precisa usar mais argumentos científicos, balizados, racionais, modelos e teorias robustas que há décadas envolvem milhares de pesquisadores mundo afora.

Este modelo, amplamente estudado pela academia pode ser percebido na morte de um ente querido, quando exposto a um incidente imprevisto,  mudanças intensas e repentinas, o que nos exige um tempo para assimilar, reagir e superar.

O site da fundação Elisabeth Kübler-Roos no Brasil é https://ekrbrasil.com/, uma instituição focada na tanatologia, no compartilhamento de teorias e estudos científicos sobre a morte, suas causas e fenômenos a ela relacionados.

A ciência não nos ajuda só a fazer modelos gráficos ou definir estratégias, mas também nos apoia na argumentação, entendimento de contextos, especificidades. Quanto melhor entendido, menor a profundidade e amplitude da curva. O objetivo não é eliminar a negação, mas acelerar as etapas iniciais e o quanto antes partir para a reação!

Um estudo coerente quando nos vemos em frente a uma pandemia global que desde seu marco zero tem poucos meses. Já passamos pelo choque, pela descrença, frustração, pela angústia do desconforto, quatro passos prévios a reação e reposicionamento.

Temos negação, raiva, barganha, depressão e aceitação, aspectos emocionais de resposta a uma mudança repentina. Pensando em termos de reação positiva a mudança, é complementar à modelos de estratégia e tomada de decisão para gestão de crises.

RESPOSTA À COVID-19

Todos os modelos médicos e científicos mostram que ainda temos o pior pela frente, continuar negando ou resistindo a estes estudos e projeções é desperdício de tempo, profissionais, famílias, empresas e sociedade precisam montar planos de resposta de curto, médio e longos prazos.

Passada a negação e estado de choque, não é só cortar gastos, é mapear nosso 5w2h até aqui e desafiar-se a mudar o necessário para uma nova realidade, debater ideias, parcerias, inovação, empreendedorismo em seus diferentes extratos e possibilidades … procurar gerenciar a mudança a seu favor.

  • Está em casa e não pode sair;
  • Seus planos se inviabilizaram;
  • Você ou conjuge foi demitido;
  • Suas reservas são finitas;
  • A empresa fechou;
  • Um familiar contaminado;
  • Está sem clientes;
  • etc.

A curva de Kübler Ross pode materializar este Gerenciamento de Mudanças, acelerar sua evolução, antecipar a reação, gerar melhores respostas e resultados práticos no curto prazo. Conscientes, é possível antecipar-se a curva e gerar iniciativas para mitigá-la ou acelerá-la.

Shock, denial, frustration & depression – Acelere ao máximo estas etapas, busque informações e parta para a reação;

Experiment – Engajar-se na mudança, dedicar-se a entender, mapear, idear, contribuir com a visão da situação;

Decision – A partir de cenários, debater e escolher alternativas a serem definidas e planejadas de forma ágil;

Integration – É a vivência, experimentação, validação, inconformar-se e ir a luta. Tentativa e erro, aprendizado e adaptação.

Há variadas interpretações e variações deste modelo, como por exemplo:

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Ferramentas aliadas contra os efeitos do covid-19

Uma coisa é certa, lição antiga, o negócio não é vender, é relacionamento. Compartilho algumas dicas, links e possibilidades reais que podem ajudar, de olhos no pós-covid-19, para então seguirmos em frente em uma nova realidade que ainda desconhecemos. Se alguém quiser compartilhar algum link acessível de interesse, comenta aqui que irei também incorporá-las ao post para registro.

O maior aprendizado é o valor do nosso networking, redes sociais e comunidades, reais ou virtuais, seus clientes não podem ser anônimos, é preciso gerar experiência e latência, não é só vender. Por exemplo, uma barbearia não pode apenas existir, precisa uma fanpage, um grupo de interesse entre seus clientes, com vínculo, empatia, com informações relevante sobre produtos, serviços, etc.

Cabe, em relação a si mesmo (carreira e emprego), família, empreendimento (empresa ou atuação) e comunidade (grupo social, ONG), reunir-se virtualmente e realizar análises e braisntormings sobre passado (realidade até Março), presente (status atual, contexto e atividades) e futuro (cenários, o que podemos fazer, pró-atividade). Não é possível só aguardar a pandemia passar, cortar custos, precisamos reagir, em cada casa há ideias ocultas para renda, para ajudar familiares e amigos, para colaborar no seu entorno.

Provocação: Cada pessoa que mantém seu salário e emprego pode manter também alguns de seus “fornecedores”, ajudar a sua diarista, o seu barbeiro, através de compras antecipadas ou ajudando com a força de sua rede social, é hora de quem pode mais ajudar quem não teve a mesma sorte nesta crise maluca. Juntos somos mais fortes, porque de nada adianta sair incólume pós-covid em uma sociedade e mercado falidos.

1. Freelancer, direto ou intermediado, qualquer profissional pode avaliar se o que faz pode ser oferecido em aplicativos de frilas ou serviços gerais, conheço alguns sites, é só oferecer ou se cadastrar, mas devem haver outros com certeza:

2. Uma solução muito interessante que surgiu logo no início é vender vouchers antecipados para quando tudo passar, com cupons ou cartões tipo vale-presente, é uma ligar clientes e comunidade a apoiarem para receberem no futuro:

3. Divulgação a baixo custo levando em consideração o que as pessoas estão procurando, quais os termos e região. É possível investir alguns reais e ir refinando a parametrização das campanhas no Google ou Facebook:

4. Crie grupos de interesse, apoio e comunidades entorno de suas ofertas e ideias. Podem ser doações, mas assim como a ideia dos vouchers antecipados, é possível organizar eventos, festas, buscar patrocínio para uma ideia:

5. Se ainda não faz, comece já a gerar networking, inbound marketing, redes, comunidade. Isso, de fato, já era imperativo, mas antes cada um tinha seu tempo … o covid-19 de repente jogou todos no século XXI, a internet, as redes sociais são uma imposição.

  • Redes e conteúdo – Linkedin, instagram, facebook, twitter, tik tok, youtube, medium, wordpress, blogger, Whatsapp, Telegram, …
  • Eventos, Grupos e quadros – Zoom, Skype, whereby, streamyard, Discord, miro, mural, gdrive, canvanizer, sketchboard, xmind, …

6. Gere eventos, eles podem ser o negócio ou através deles divulgue e faça negócios:

7. Venda online, shopping virtual, delivery:

8. Shoppings para artesãos e artesanato, um serviço de ecommerce, o Elo7 por exemplo não tem custo fixo, somente comissionamento pós-vendas, já conheci artesãos que oferecem alguns poucos ítens ou variedade deles:

9. Eu uso o paypal para vários frilas, especialmente quando através de outro país, mas tem outras opções, qualquer um paga no seu usuário e você gerencia o uso ou baixa do valor para sua conta:

10. Criar sites, blogs, lojas virtuais, … é tudo bem simples hoje em dia, com vários players e opções, a seguir alguns bem conhecidos. Há outras, mas quis mostrar alguns que rapidamente sua loja está no ar, mas pesquise antes de assinar:

11. Ferramentas para pesquisa, que podem ser distribuidas por email mkt, utilizando ferramentas para localizar emails de empresas de interesse:

12. Dá uma olhada nestas páginas com listas confiáveis de ONG’s que se empenham em fazer o bem, na página da RISÜ tem um mecanismo sem precedentes para contribuição espontânea e tem até cupons de desconto, na época tem os links de 100 :

Posts recentes com foco em reuniões remotas e quadros/mapas/diagramas virtuais em ferramentas colaborativas que com o covid-19 saíram da periferia para o centro dos debates como meio para aproximar e criar novas soluções:

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Cada empresa ainda em operação pode mitigar os efeitos econômicos da covid-19

Criar pirâmides do bem hoje é a garantia de um pós-covid menos profundo e mais curto, melhora acada empresa que favorecer os seus e quem está no seu entorno, estes repassarão adiante, garantindo empregos que gerarão a subsistência de milhões. Um exemplo é o manifesto NãoDemita, que garante milhões de empregos até o final de Maio, estes salários são o primeiro elo de uma corrente do bem, uma pirâmide, que beneficia milhões de famílias e seus compromissos, que não serão sustados, que assim garantem milhões de outros compromissos e além.

Todos perderão se no futuro tivermos milhares de empresas falidas, milhões de profissionais desempregados, tecido social tenso e desestruturado. Se as empresas que podem, dedicarem alguma energia ao seu ecossistema, estarão garantindo um mercado mais forte e sustentável pós-covid. Cada uma delas pode desenvolver uma pirâmide do bem, mantendo, equacionando, contingencializando, usando de criatividade e responsabilidade para manter minimamente ativo o mercado no seu entorno, um mínimo possível e necessário.

Exemplo, a DBServer aderiu ao manifesto, são 600 famílias que poderão manter o valor pago sem execução da diarista, da creche do filho que está fechada, cabeleireiro, academia e faculdade. Porque seria pouco ético neste momento ser privilegiado na manutenção de seu emprego e salário e ao mesmo tempo não manter seus compromissos, que manterão os seus e assim por diante. Uma só empresa como a DB está criando uma pirâmide de resistência verdadeira para o pós-covid-19, são 600 famílias diretas, mais milhares indiretas … uma corrente do bem!

Não é fácil, mas em meio a uma crise destas proporções é preciso deixar um pouco de lado a lei da selva, ou a lei de mercado se preferir chamar assim, porque inexiste sucesso para alguém se todo o seu ecossistema estiver metido em uma crise épica . Inexiste mercado somente com oferta, o mercado depende de oferta e demanda, lembrando que demanda sem recursos não resolve mercado algum, é preciso que este mesmo mercado tenha recursos para comprar produtos e serviços, senão é como um jogo de dominó, um empurrando o outro para baixo.

Com ideação e co-criação de alternativas viáveis e contingências, pode mudar a visão que muitas empresas tem do mercado e de si mesmas, que poderão lembrar Dee Hock, fundador e presidente emérito da VISA Internacional em “Birth of the chaordic age” ao desafiar o status quo do dinheiro-papel e bancos para a criação do cartão de crédito. Poderá lembrar também a Economia Donut de Kate Raworth, em busca de um equilíbrio sustentável entre TODOS os cidadãos e seu ecossistema, político, social, econômico e ecológico.

Para isso, algumas empresas estão em posição de gerar novas pirâmides do bem:

exemplo 1: Super-mercados com certeza estão com atribulações, mas milhares de famílias que comiam fora estão fazendo grandes ranchos para cozinhar em casa e manter o distanciamento social. São candidatos ao topo de grandes pirâmides do bem neste momento, funcionários, parceiros, fornecedores e, mais que importante, em apoio a lojas menores do seu entorno que poderiam usar os supermercados para reduzir seu estoque. Qualquer lojinha poderia dispor ítens em consignação, negociando diretamente com o gerente da unidade, que teria uma boa quota ou verba para fazê-lo com autonomia. Atenção a ítens perecíveis, uma solução para os pequenos não acabarem jogando muita coisa fora;

exemplo 2: Redes de farmácias, com certeza as pessoas continuam comprando remédios, talvez tenham reduzido cosméticos, mas com certeza não são o segmento mais afetado pela crise, estão abertos e com criatividade podem ser grandes pontos de resistência e disseminação de boas ideias e soluções, empreendendo em rede, focado no seu entorno, como revendendo máscaras de tecido por exemplo, jalecos, tocas de pano, talvez consignados, ajudando também pessoas que possuem algum estoque e vendiam porta-em-porta ítens de beleza e cosméticos conhecidos. A ideia é contribuir para que mais pessoas possam contribuir em sequência, em pirâmide;

exemplo 3: Postos de combustível tem um grande potencial de distribuição tipo drive-thru, que geraria um mínimo contato para distribuição de itens, poderia até mesmo criar um modelo em que as pessoas pedem pela internet ou telefone e agendam um dia e hora para recolher no posto mais próximo de sua casa. Iniciativas poderiam ter raios de 500 metros aos postos, de forma que pequenos mercadinhos e comércio montasse as sacolas os kits e deixasse estocado em um posto, que entregaria em formato drive-thrue;

exemplo 4: E se condomínios com mais de N apartamentos tivessem grandes armários de auto-atendimento, com pequeno estoque variado e diversificado de ítens dos mercadinhos e lojinhas ao redor, onde os moradores poderiam ir ao térreo, pegar os ítens e pagar através de um aplicativo, há dezenas deles disponíveis, basta um QRCode na porta do armário que remeta ao PagSeguro, PayPal, etc … O risco seria menor em condomínios com portaria e segurança 24H, ainda mais se o armário tivesse uma câmera, etc. Isso já existe em coworkings e empresas.

exemplo 5, 6, 7, 8, 9, … Basta reunir virtualmente algumas pessoas, que com certeza surgirão dezenas de boas ideias …

Nestas horas é impossível não lembrar das famosas hélices – governo, academia, empresas e população – e de que forma unem-se para criar ou neste caso gerenciar uma crise que é de todos, pois todos se beneficiam de um ecossistema o mais forte possível.

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Home Office exige disciplina e indisciplina na medida certa

Listei alguns tópicos relevantes para quem nesses dias de covid-19 está atipicamente em casa fazendo um home office forçado, marquei de forma despretensiosa com (+) aqueles que exigem um tanto de maior disciplina e com (-) aqueles que inevitavelmente, por bem ou por mal, exigirá abrir um pouco a mão da disciplina e controle:

Antes de mais nada, carinho com quem tem menos compreensão: Tenha empatia, alerte e combine com os colegas e chefe para todos terem um pouco de paciência com eventuais deslizes dos filhos. Mas, pense bem, ter o papai ou a mamãe em casa, mostrando para eles como é legal o seu trabalho, pedindo uma “ajudinha”, brincando vez em quando no vídeo com os colegas, … Assim ficará mais fácil eles colaborarem. Lembre-se que seus filhos (gatos e cachorros também) estão acostumados a ter toda sua atenção quando você está em casa, precisarão de tempo para se acostumar que você está em casa, mas não a disposição, tenha paciência com eles e se necessário alerte e peça que o chefe, o cliente e os colegas também tenham.

AMBIENTE (+): Estabeleça uma mesa para ser o seu “home office”, preferencialmente uma mesa para que tenhas uma postura ergonômica, isso vai ajudar a seu cérebro começar a se adaptar caso essa parada de covid-19 demore um pouco mais que o esperado, sem stress, mas essa definição ajuda também a conjuge, filhos, outras pessoas a lembrarem que estás trabalhando.

CHURRASCARIA (+): Divirta-se, faça uma placa tipo churrascaria, vermelha de um lado e verde do outro. Assim como o garçom, se estiver no vermelho não é para atrapalhar (vídeo, áudio ou tentando achar uma solução), só não deixe sempre no vermelho nem brigue se alguém esquecer … é uma forma de tornar esse puxa e solta com a família mais inusitado, diferente;

START (+): Eu recomendo o mindset da técnica dos 7 minutos no início de cada dia ou jornada, garanta alguns minutinhos com uma folha em branco, <1> liste as pendências do dia anterior, <2> liste os compromissos do dia, <3> seja criativo, pense o que vai rolar, ordene, priorize, veja e avise a quem está aguardando se algo não vai rolar. Um brainstorming individual e singular no início de cada dia ajuda a ter maior clareza nas prioridades, entregas, comunicações de status e é um excelente motor de arranque;

AGENDA (+): É importante manter uma agenda clara de reuniões, mesmo aquelas que antes não precisava agendar. No escritório é só cutucar o ombro do colega e bater um papo, mas lá percebemos o contexto, se o momento é apropriado, agora estamos todos distantes uns dos outros, então é preciso um pouco mais de disciplina e se possível combinar os melhores horários e agendá-los;

HORÁRIO (+/-): Por um lado, é muito positivo manter a rotina, acordar, tomar um bom banho, colocar uma roupa (**) confortável, mas por outro é preciso relaxar com os pequenos imprevistos previsíveis por estar em casa, o interfone, o vizinho, o conjuge, a filha (*), o contexto doméstico exige que não tornemos o dia “duro” demais para não tornar a experiência tensa … aproveite;

(*) FILHOS (-): Cara, relaxa, tenha uma visão de produtividade e entrega para o seu dia, mas não tente fazer de conta que está no escritório, seus filhos ou crianças não conseguirão entender isso. É preciso ser estratégico, ter papel e lápis, ir administrando e fazendo combinações de boas, sem stress, a parada tem que ser equilibrada e diplomática, senão vai ser o inferno. Em alguns casos, sua produtividade provavelmente será menor e a galera, inclusive o chefe tem que entender isso;

(**) DRESS CODE (-): Pessoalmente acho ruim trabalhar em casa de pijama e pantufa, melhor manter um mínimo de indicadores ao cérebro que você está perto do sofá, da TV, da geladeira, mas que não é final de semana e temos trabalho a fazer. Manter o habito de “ir para o trabalho” é significativo para o seu cérebro. Outra coisa, evite iniciar um vídeo sem camiseta, de cueca, etc, achando que ninguém vai perceber, daqui a pouco o celular cai, você passa na frente do espelho, o note fecha e aí vira folclore;

SW VÍDEO (+): Mantenha o(s) SW de video sempre aberto(s) e disponível(is) para chamadas (***), combine entre a galera o meio e mantenha-o aberto, porque cada um deles tem seu tempo para abrir e conectar, o Zoom usa uma chave, Teams, Whatsapp web, Skype, Hangout, Whereby, etc, cada um demora um tanto para abrir e fechar a conexão, senão terão que chamar mandar email ou Whats pedindo para abrir o vídeo ou áudio.

(***) OLHO-NO-OLHO (-): Uma coisa que aprendi com algumas equipes remotas é que podemos manter a chamada de vídeo o tempo que quisermos, mesmo sem falar, focados no trabalho, com todos em MUTE, para alguns ver os rostinhos dos colegas ali na tela ao lado ou em background torna tudo mais confortável e focado. Dá para fazer uma brincadeira, mostrar um recado, aproximar descontraindo;

GELADEIRA (+): Você vai ter que ter mais disciplina com a geladeira, no final de semana assaltar a geladeira faz parte, mas assaltar sete dias por semana não vai dar … policie-se, senão quando o covid-19 passar, você vai ter que passar uma temporada numa clínica de emagrecimento ou spa. Mantenha os mesmos hábitos do trabalho, um chimarrão, talvez um lanchinho no horário de sempre. Uma opção legal é ter frutas a mão e comprar menos bugigangas, isso tira a ansiedade gerada pela proximidade da geladeira;

Relaxe e aproveite, quem sabe é uma experiência forçada que nos autorizará a praticá-la com mais frequência por opção no futuro próximo.

A tempo, covid-19 não é o apocalipse Zumbi, então não consuma mais que o necessário, não compre mais que o necessário, seja racional em tudo, é só seguir as orientações … sem corridas aos supermercados, ok! Com calma, cuidados, consumo inteligente e usando a tecnologia a nosso favor, logo passa e dentro do possível aos poucos voltamos ao normal.

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