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Seleção e ranking like “Bolsa de Valores”

Uma vez constituido um painel com todas as ideias ou projetos, é possível usar uma técnica chamada “bolsa de valores” para priorização, com lances investidos em cada ideias, ítens de um portfólio, desafios, gerando nosso índice “Dow Jones”.

A técnica é muito simples, prepare bloquinhos de postits com valores monetários, número compatível ao número de ítens, eu já rodei com 15 “notas” (postits), de forma que totalizavam R$40.000,00 seguindo fibonacci em centenas (1, 2, 3, 5 e 8 x 1000).

A tempo, podem ser notas de 1, 2, 3, 5 e 8, mas aí quebra a mágica do fundo de cena com valores finais de milhares de reais investidos. Outra observação relevante, é chamar a atenção de que o número de notas deve ser compatível ao número de ítens, se forem 5 ou 6, pode ser apenas uma nota de cada valor por pessoa 🙂

Eu, para facilitar a visualização e controle pessoal de seus investimentos, uso uma cor para cada investidor, uso uma letra/símbolo diferente para cada 15 notas de cada participante e uma só cor para cada valor de nota. O motivo é que cada um precisa se achar onde investiu e as vezes remanejar.

Qtde Notas Total
5 $1,000.00 $5,000.00
4 $2,000.00 $8,000.00
3 $3,000.00 $9,000.00
2 $5,000.00 $10,000.00
1 $8,000.00 $8,000.00
15 $40,000.00

A dinâmica é cada empreendedor social, stakeholders, colegas, amigos, alunos ou executivos, recebam 15 postits pequenos, cada um com um valor estampado de R$1000, R$2000, R$3000, R$5000 e R$8000, podendo investir seu dinheiro a seu critério entre os ítens em discussão.

Na parede, uso uma folha A5 ou A4 para cada ítem, detalhando informações ou critérios comparativos, pessoalmente eu prefiro a seleção de campos do Lean Project Canvas, aqueles que mais nos ajudam na comparação, mas tem GUT, RAB, ANSOFF, etc.

A parede fica com várias folhas, cada uma com uma ideia ou ítem, mais informações adicionais, como solução atual, tendência, grandeza para valor e custo, volume ou comparativo, benefício, mercado, … cada participante colará postits (seu dinheiro) nas folhas.

Após concluir a rodada de distribuição de investimentos, montamos o nosso índice “Dow Jones” somando os investimentos em cada um e gerando assim o ranking daqueles que mais os participantes investiriam, seguido de um debate sobre o resultado (ranking) gerado.

  1. Prepare antecipadamento os valores em postits pequenos;
  2. São 15 postits por pessoa – 5×100, 4×200, 3×300, 2×500 e 1×800;
  3. Pode ser uma cor para cada valor ou cor/símbolo por participante;
  4. Os ítens disponíveis para investimento devem estar na parede;
  5. Cada integrante distribui seus postits (valores) a seu critério;
  6. Após 15 minutos (*) todos ajudam a totalizar os valores de ítens;
  7. Após totalizados é possível movimentá-los e materializar o ranking.
  8. Estabeleça um breve debate para confirmar o ranking.

Um overview inicial caso os ítens já venham estabelecidos, mas com frequência o ranking é uma etapa sequencial após um processo de ideação, design thinking, onde todos participaram da construção do mural de ideias, desafios ou ítens a serem priorizados.

Um debate final é importante porque por mais provável que a técnica estabelecerá um ranking bastante consistente, é muito comum que algumas alterações de posições sejam acordadas entre os presentes e isso está previsto, a matemática não pode ser absoluta frente à riqueza de argumentos e debate coletivo.

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Ranking com apenas 7 pontos … por vez

No curso PSPO com o Alexandre Mac Fadden rodou uma técnica de priorização em duplas, ítem a ítem, onde cada discussão entre dois ítens distribuia 7 (sete) pontos de valor. Sendo um número ímpar a ser distribuido entre dois ítens, um deles sempre receberá mais pontos que o outro.

Se fossem 4 ítens a serem priorizados – ideias, projetos, produtos ou serviços – com 4 pessoas participantes, cada um receberia um ítem e a cada 2 minutos trocariam de par, a cada par formado eles debatem e decidem como distribuir 7 pontos de valor entre os dois ítens.

Vamos supor que após 6 minutos com os participantes circulando pela sala e falando com quem ainda não falou, a cada par distribuindo 7 pontos entre eles, … ao final é possível somar quantos pontos cada ítem ganhou e assim gerar um ranking de forma muito descontraída.

Por exemplo, sendo apenas 4 pessoas e 4 ítens pode ter acontecido o relatado abaixo:

  1. O Jorge tem o ítem A e o Mário o ítem B e distribuem 5 para o A e 2 para o B;
  2. O Xavier tem o C e a Renata o D, distribuindo 6 para o C e 1 para o D;
  3. O Jorge agora faz dupla com Renata e decidem 3 pontos para A e 4 para D;
  4. O Mário agora faz dupla com o Xavier, distribuindo 2 para o B e 5 para o C;
  5. A Renata agora faz dupla com o Mário e distribuem 5 para o D e 2 para o B;
  6. O Jorge forma uma dupla com o Xavier, distribuindo 3 para o A e 4 para o C.

Ao final o A tem 11, o B tem 6, o C tem 15 e o D tem 10, ordenando C > A > D > B. A partir deste ranking, construindo um-a-um de forma descentralizada em duplas, é possível debater e ajustar conforme argumentação pontual, mas após várias interações entre várias pessoas o ranking tende a ser bem consistente.

Contorno: É possível se utilizar desta técnica entre vários integrantes e uma lista bem maior de ítens, pressupondo que o ranking seja apenas com o objetivo de ter-se rapidamente uma primeira versão para discussão, não é preciso cruzar todos com todos, o que seria o ideal mas em grande número pode ficar cansativo.

Desafio: É possível númerar todos e a cada dupla os ítens troquem de mãos, evitando que cada um tenha o “seu” ítem, se trocar de mãos a cada rodada este risco é eliminado. Entretanto, é preciso anotar no postit ou folha com quais já cruzou para não repetir a mesma dupla de ítens. É mais caótico, mas divertido e eficiente.

 

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Empreendedorismo Nutella ou raiz

Hoje a noite, dia 21/11/18, estarei em Caxias do Sul para bater um papo, provocar e botar a mão na massa com uma galera de empresas de todos os portes para discutir inovação e empreendedorismo por um viés bem prático em velocidade Warp 10 …

Vamos nessa! Vai ter provocações e mapeamento de auto-conhecimento, vai ter exercício de Conecte-me entre os participantes, depois vai rolar Desafio Toolbox e uma provocação de um Toolbox Wall … compartilhando o conceito de Toolbox by DBserver.

O empreendedorismo de palco é um canto das sereias, uma arapuca se não houver discernimento para aproveitar o pouco que é aproveitável em meio a tantos eventos e glamour … que é um grande negócio para alguns. É preciso entender que tem muita gente que ganha muito dinheiro e visibilidade, que transformou o empreendedorismo de palco um grande negócio (para eles). É preciso usar com parcimônia, porque no meio de algumas coisas boas, muitas repetitivas, muita PNL e técnicas de marketing baseadas em frases de efeito comuns em livros de auto-ajuda de rodoviária.

O empreendedorismo raiz é conhecido, tipo ratinhos de laboratório, aquela galera que curte mais a adrenalina de construir a solução que o mercado. Já conheci muitas startups e pessoas que passam meses, anos trabalhando em algo que acaba sendo tecnicamente ótimo e comercialmente desinteressante. Quando escutam um não, deduzem que é porque ainda falta fazer mais e mais para ficar tão bom que aí vai rolar. Me lembra o Pink & o Cérebro, dentro de uma jaulinha no laboratório da ACME achando que na próxima tentativa vão conquistar o mundo.

Os dois – Nutella e Raiz – lêem e fazem cursos, workshops e eventos sobre os quatro passos para a Epifania, a startup enxuta, diferentes livros de Design Thinking e Design Sprint, participam de Startups Dojos, mas um e outro ficam na superfície, na casca, mais no show ou na tecnologia, enquanto o único caminho é buscar o equilíbrio com muita antecipação e validação. As vezes já temos tudo o que precisamos, mas o vício no palco nos leva a revisitar conceitos que já sabemos para Ahá cíclicos, dejavús redundantes, sem nunca colocá-los realmente em prática.

Já fui Agile Coach de uma aceleradora e meu papel era toda sexta-feira pela manhã me reunir rapidamente com a galera de cada startup, fechar mais um PDCL, para começar outro. Cada startup estava em um momento, alguns ainda ideando-modelando-validando, outros desenvolvendo MVP’s e validando, outros pivotando algo que o mercado apontava para outro segmento/personas, negando hipóteses, revendo tecnologia, aproximando parcerias, … a cada semana era um fio terra, obrigando a todos sairem de fluxo e se darem conta que “Tempus Fugit” … e não volta.

Na parede uma série de provocações, com certeza é de conhecimento da maioria ou de todos, com nossa propositiva Toolbox by DBServer contendo mais que boas práticas e técnicas, mas também 10 disciplinas essênciais – Pessoas, Equipes, Lideranças, Conexões/GC, Estratégia, Modelagem, Validação, Planejamento, Engenharia e Desafios. Como sempre, não sou de mandar dizer, será uma noite intensa e muito provocativa, normalmente incômoda, porque a ideia sempre é botar o dedo na moleira, fazer o papel de desfibrilador, Nutella ou Raiz.

Depois compartilho mais informações e o material, ok …  \o/

Cada um com suas opiniões (julgamento pessoal; parecer, pensamento), mas está na hora da meninada saber que startup se constrói com prática, com PDCL semanal, com evolução diária baseada em baby steps, MVT (Mínimo Viável Tudo) – produto, tecnologia, processo, eventos, etc. É preciso conhecer Lean Startup, mas mais importante é praticar. É preciso ser ágil, agilizando hipóteses, validações, pivots, tudo em equilíbrio, porque não tem receita de bolo, então é preciso aprender rápido de todas as formas possíveis …

1/3 – Provocações, reflexões e auto-conhecimento (preparatório para um exercício de iniciativa entre diferentes participantes ~ balcão);

1/3 – Fontes e fundamentos essenciais, um exercício de apresentação e balcão, com propostas de iniciativas entre  os integrantes (Conecte.me);

1/3 – Usaremos o jogo Desafio Toolbox 360° para selecionar algumas técnicas para os próximos passos para validar UMA das iniciativas.

mapa empreendedorismo nutella e raiz

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BrainWriting (co-criação individual e colaborativa)

Imagine 5 pessoas na sala, cada uma com uma folha grande, um desafio ou problema em comum, individualmente desenhariam três ideias ou abordagens para solução, 5 a 15 min, em seguida passariam sua folha adiante e receberiam a de outro, podendo alterar e evoluir a ideia iniciada, assim prosseguindo até a hora do debate coletivo.

Há um incentivo ao registro e evolução de ideias de forma visual, por desenhos, mas eu sempre flexibilizo para que cada um se sinta a vontade para complemntar com observações na forma de balões ou de qualquer outra forma criativa … exigir que todos só utilizem desenhos pode inibir ou desperdiçar insights.

Uma técnica que neutraliza a influência dos mais enfáticos, extrovertidos, quer pela função ou hierarquia, incentivando que todos tenham a oportunidade de propôr qualquer sugestão ou ideia, tanto quanto evoluir a ideias de outros. Ao final dos ciclos individuais são apresentadas as ideias, debatidas e selecionadas as melhores.

Podemos dizer que há quatro momentos:

  1. Briefing – Apresentação de um problema ou desafio;
  2. Ideação – N ciclos de tempo para registro visual e evolução de ideias;
  3. Apresentação – Compartilhamento do status final de cada ideias registrada;
  4. Seleção – Debate, escolha das melhores proposições e próximos passos.

Possui basicamente três regras:

  • Desenhar – O meio de expressão é essencialmente visual, através de desenhos de diferentes tipos, modelando ideias com lápis e papel;
  • No Filter – evitar falar, pedir explicações, debater, justificar ou criticar as ideias desenhadas até que todos tenham contribuido, folha-a-folha;
  • Evolutivo – O objetivo é evoluir os desenhos, cada um agregando suas percepções, logo, podem alterar, incluir e excluir sem preocupações.

Em termos de tempo, se forem 5 pessoas, podem ser cinco ciclos de 10 minutos, totalizando 50 minutos, mas a técnica prevê ciclos de 5 até 15 minutos conforme a predisposição de todos e tempo disponível. Lembrando que ao final, após os ciclos de ideações há uma apresentação, debate e seleção das melhores ideias.

Os tempos e a dinâmica podem ser adaptados conforme o perfil do grupo participante, mais importante que seguir a risca a técnica proposta é obter bons resultados. Cabe ao facilitador ajustar tempos às possibilidades e percepção de potencial disponível.

BrainWriting DOJO

Havendo um número maior e par de integrante, é possível aplicar um sistema de DOJO, com um piloto e outro co-piloto. Por exemplo, se tivermos 12 pessoas, divida em duplas, cada dupla com uma folha A3 e um lápis, ofereça um ciclo de 5 a 15 minutos, em cada dupla apenas um terá o lápis e poderá fazer os registros.

Ao final de cada ciclo, o piloto passa o lápis e o papel para o co-piloto de outra dupla e passa a ser o co-piloto desta pessoa, assim a cada ciclo a dupla muda e alterna piloto e co-piloto. Também é possível ser mais provocativo de forma que o piloto passe a um co-piloto a folha e caneta, mas faça dupla com outro para evitar sua influência.

Há vantagens e desvantagens em ir mudando, mais ou menos, mantendo as duplas, alternando piloto e co-piloto, quem era piloto montar nova dupla mas passando a ser co-piloto ou optar por uma dupla completamente nova a cada rodada. Lembrando que podemos usar como icebreaker, warm up ou como dinâmica principal da reunião.

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Uma visita ao Pelotas Parque Tecnológico

Em Outubro/2018 estive em Pelotas com a Tatiana Ximenes para interagir com a galera do Parque Tecnológico Pelotas em um dia especial, pois no saguão ao lado acontecia uma feira de ciências estudantil com stands de projetos e iniciativas de professores e alunos com quem pudemos interagir e trocar conhecimentos.

O prédio é uma preciosidade arquitetônica, reformado de forma a oferecer grandes espaços comuns, um saguão ímpar, espaço de coworking, murais de tirar o fôlego e tudo o mais esperado para um lugar que inspira a interação, sinergia e criatividade, HWang curtiria o ecossistema formado  \o/

A edição de Toolbox 360° by DBServer foi a maior até então, contando com 10 mesas e mais de 50 pessoas presentes. Profissionais, professores, alunos, integrantes das startups do parque, tudo isso pareando com profissionais da equipe do próprio parque, com a Tati e com a colega Luciane Zamban Schilling.

Ao chegarmos fomos recebidos pela equipe do parque – Leandro Gausmann, Rosani Boeira Ribeir, Milena Rota Sena e o Felipe. Durante toda nossa estada nos acompanharam na interação com os diferentes players e espaços, dentro do possível, porque para conhecer tudo e todos precisaríamos mais que um dia e uma noite.

http://pelotasparquetecnologico.com.br – “O Pelotas Parque Tecnológico tem como foco principal o desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras para nós e para o mundo.Para que isso seja possível, foram escolhidas três grandes áreas de atuação nas quais o município já se destaca como polo: tecnologia da informação e comunicação; tecnologia em saúde e indústria criativa”

“O Pelotas Parque Tecnológico é o ambiente para convergência de interesses comuns. Local onde a sinergia entre os players consolidará o ecossistema de inovação e cooperação da cidade e da região, onde instituições públicas e privadas trabalharão em conjunto para o desenvolvimento. Nosso foco principal é o desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras para nós e para o mundo.”

Há um grupo no Facebook exclusivo do Pelotas Parque Tecnológico em https://www.facebook.com/groups/183711252024683/

Av. Domingos de Almeida, 1785 – Areal – CEP 96085470 – Fone (53)32257755 – contato@pelotasparquetecnologico.com.br

 

 

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Repaginando – Criatividade e Inovação

Peça a cada membro da equipe que tragam algo que utilizem com certa frequência e que esteja sobre a sua mesa de trabalho. Apenas diga que farão um exercício em que precisarão de algo útil do cotidiano de cada um.

Ao iniciarem o jogo, explique que estes objetos são as oportunidades de mercado e eles próprios serão os clientes a serem entrevistados. O objetivo é usar de seus conhecimentos sobre os itens para escolher aquele que maior potencial tem para desenvolver um produto inovador que o substitua.

Devem analisar as deficiências e pontos fortes, suas oportunidades e restrições, para então fazer um brainstorming focado em definirem um novo nome, logotipo, slogan e abordagem para marketing do novo produto.  Dado um tempo de 15 minutos, ofereça 2 minutos de apresentação de seu planejamento, ao final propondo que todos votem nos melhores produtos e planos.

PRINCÍPIOS: Uma oportunidade de exercitar a ideação, criatividade, inovação, no desafio de ver produtos reais em seu potencial de aprimoramento ou revolução.

DICA: Não é incomum cada equipe escolher um problema real, eventualmente boas ideais surgem, que merecem ser consideradas em um contexto prático de mercado.

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Benchmark

É mais que analisar a concorrência, é tirar o máximo de proveito dos dados, informações e conhecimentos disponíveis sobre qualquer fonte, física ou virtual, primária ou secundária. No Design Thinking é a Pesquisa Desk, o Gartner oferece uma ideia de quadrante mágico, um eixo de inovação e execução, mas com frequência usamos planilhas comparativas de features, pontos fortes e fracos, valores e recursos necessários.

Ludicamente, é como um arquiteto ou estilistas que busca inspiração nas artes, nas ruas, revistas, hoje em dia a web é ponto de partida para tudo, mas com o cuidado de não se limitar, porque o mundo real desperta outros sentidos e percepções … eles chamam de repertorizar. Benchmark é evitar tentar reinventar a roda.

Se você teve uma ideia, o primeiro passo é pesquisar e ver quem mais a teve, a quanto tempo, quantos produtos semelhantes já estão no mercado, quais seus pontos fortes e fracos, características e estratégia adotada por suas empresas, matriz de funcionalidades, comercialização, …

Significado: “Benchmarking é um processo de comparação de produtos, serviços e práticas empresariais, e é um importante instrumento de gestão das empresas. O benchmarking é realizado através de pesquisas para comparar as ações de cada empresa. Tem o objetivo de melhorar as funções e processos de uma determinada empresa, importante aliado para vencer a concorrência, uma vez que analisa as estratégias e possibilita criar e ter ideias novas em cima do que já é realizado.”

Sempre que já existem opções, como sistema atual, alternativas, concorrentes, é preciso conhecê-los e compará-los, quer seja para não cometer erros conhecidos, como para inspirar-se naquilo que o mercado já confirmou ou rejeitou. Abaixo algumas matrizes comparativas para efeito de ilustração, entretanto benchmark pode vir na forma de um relatório ou fichas descritivas: