0

Matriz de ganhos e perdas

Uma ferramenta de coaching, útil como aquece para embasar uma tomada de decisão através da análise de perdas e ganhos, orientação a objetivos e propósito. Tanto quanto outras ferramentas, pode ser usada em decisões frente a cenários opcionais.

No âmbito pessoal, a busca é pelo esclarecimento de sabotadores e motivadores de nossas dores e ganhos, frente a postergação ou tomada de decisão. Em projetos e empresas, equipes podem se utilizar desta ferramenta para decidir uma ação ou reação.

Matriz muito utilizada por coachs no apoio a contextualização a ser feita pelos seus coachees orientada a tomada de decisão. Útil para se diagnosticar uma situação com um olhar isento, facilitando a tomada de decisão.

1. Se der certo e o objetivo for atingido: O que ganho se o objetivo for atingido? e O que perco se for atingido?

2. Se der errado e o objetivo não for atingido: O que ganho ao não ser atingido? e O que perco se não for atingido?

ganhos e perdas

0

Brainstorming com Painstorming

Encontrei no site https://www.leapfrogging.com/2013/06/20/painstorming-for-innovation/ mais uma técnica de brainstorming que propõe um raciocínio diferente – Person > Activities > Insights > Needs.

Cada uma das técnicas de brainstorming, quer uma matriz 5w2h, matriz CSD, learning canvas, managing dojo, talvez um ishikawa para análise efeito-causa, cada um oferece um raciocínio que nos leva a soluções. Painstorming parte de um conceito de análise dos “pontos de dor”, de onde e porque eles acontecem, para só depois encontrar sua solução:

  1. Person – empatia com quem estamos ajudando;
  2. Activities – qual a sua rotina, qual a sua missão;
  3. Insights – quais as dores percebidas, desperdícios, gargalos;
  4. Needs – análise causal, origem, momento, especificidade.

Algumas das técnicas de braisntorming geram empatia como o storytelling com HMW, clarificam horizontes como o 5w2h com matriz CSD, navegam do efeito a solução como no Learning Canvas ou no Managing Dojo, etc.

Com o Painstorming, temos como aquecimento a empatia pelos principais pontos de dor de quem queremos ajudar, entender ao máximo o problema antes da ideação e empreendedorismo na solução deles.

Diria que é a materialização da máxima do Design Thinking: “Apaixone-se pelo problema e não pela solução!”.

0

Maratona de 12Hrs de jogos e seus aprendizados

Um workshop no Sábado dos dias das crianças para debater e experienciar dezenas de jogos para icebreakers, warm ups, agile games e pedagógicos, iniciando as 09AM e indo até as 19PM, parando apenas para o almoço.

Uma imersão passando por todas as páginas do livro Jogos 360° e a partir dele usando diferentes canvas para mapear, selecionar e criar novos jogos, um baseado no banco imobiliário para educação financeira infanto-juvenil, um outro mixando Grok para comunicação não violenta e Trocaletra, mais um outro discutindo emoções usando acordes de um piano.

Cada jogovivenciado, suscitando uma discussão sobre seu objetivos, oportunidades, mediadores, facilitação e conversão, executados no Café Coworking do prédio Global, na área interna e uma tentativa na área externa (tava calor pra xuxu).

Um mix maravilhoso como sempre, profissionais de variadas áreas de atuação e empresas, inclusive professores, a convite vieram alunos de alguns dos MBA’s deste semestre nos quais sou professor, gerando uma energia e debates sensacionais.

Quando trabalhávamos agile games ou jogos pedagógicos, nos dividíamos em três times e cada um jogava um diferente ou uma variação, uma forma de mostrar o potencial e vivenciar maior amplitude de jogos e aprendizado vicariante.

Do alinhamento logo de inicio em vivenciarmos uma maratona de conceitos e jogos até os feedbacks finais, foram mais de dez horas de práticas, sem ppt’s, apenas algumas telas de apoio vez em quando, deu tudo certo e todos saíram felizes.

“Team Building, um presente a minha criança, que mantém a adulta que sou feliz, realizada e certa de suas escolhas… Uma maratona vivencial com muita diversão, pessoas legais e aprendizado. A todos que querem desenvolver suas relações em grupo, eu recomendo, é mais do que levar novos olhares ao ambiente de trabalho (isso certamente encontraram) mas muitos outros ganhos acontecem contatos que proporcionam conversar e insights incríveis, oportunidades únicas…” – Mariane Braga – Especialista em Gestão de Pessoas, Desenvolvimento Pessoal e Organizacional, Apaixonada por T&D e Gestão de Carreira

“Dia agitado e tudo valeu a pena! Grande oportunidade para aprender novas técnicas de engajamento, motivação, quebra gelo, aquecimento e muito mais! Crescimento pessoal e profissional, melhoria continua sempre. Mais uma vez, superou todas minhas expectativas. Recomendo!” – Luis Fernando Moraes – Agilista | Facilitador | CSM | CSPO | ICP-ACC | CLF

“A nossa vida é um jogo ou podemos jogar ela com projetos, planejamento, brainstorming, trocas de experiências, comunicação, reflexão com muita persistência e resiliência? Depende do quanto você está disposto a ser protagonista do seu eu inovando de forma simples rompendo pragmatismos complexos! ” – Alexandre Silveira – Ph.D Candidate in Business Management, Professor e Palestrante

Um workshop que iniciou com duração de 4Hrs com o objetivo de exercitar duas ou três dezenas de jogos, mas que a cada edição foi evoluindo, sofisticando-se com exercícios de embasamento, seleção, criação e facilitação, hoje com 12Hrs.

Discutimos o planejamento de jogos, sobre a estrutura de aulas com jogos, de jogos como contingências, experimentamos alguns canvas criados para modelagem de jogos e para gamification, inclusive o meu para mapeamento e seleção.

Até a próxima, em breve pretendo fazer uma edição especial para filmarmos cada jogo e compartilhá-los …

2

Éfeso tinha razão, ninguém é o mesmo duas vezes

Eu não só acredito nos fundamentos e conceitos que compartilho sobre Toolbox, como o vivencio a cada edição dos workshops, a cada semana no trabalho ou no dia-a-dia em casa ou na rua … a mudança é a única certeza!

Segundo Éfeso – Ninguém entra no mesmo rio uma segunda vez, pois as águas já serão outras. Assim também é o ser humano, que não pode ser o mesmo por duas vezes, porque ele já não será o mesmo!

Heráclito de Éfeso (500 AC), filósofo grego pré-socrático pai da dialética, propôs a ideia de que o mundo esta em permanente movimento, chamando isso de Panta Rei (~ tudo flui, nada persiste).

O workshop Toolbox 360º é um eterno mutante, não só porque ele muda de uma edição para a outra a partir das vivências anteriores, mas porque a cada grupo tem-se uma egrégora (*) diferente, que o conduz por outros caminhos.

(*) Egrégora: sempre que pessoas do bem se reúnem, 2 ou 1000, a soma de suas energias em sinergia é única, singular, muito maior que a soma de suas individualidades.

Nos últimos 2 anos, o workshop surgiu como um MVP com 4 Horas em equipes sobre fundamentos, desafios, o jogo Desafio Toolbox e debates de diferentes técnicas para empatia, estratégia, brainstorming, proposta de valor e planos.

Passou a ter 6 Horas com uma proposta mais estrutura e ludificada para os debates, o que em um terceiro passo subiu para 8 Horas navegando sobre design thinking, managing 3.0, modelagem de carreira e negócio, resolução de problemas.

Logo em seguida propus uma estrutura composta por 10 disciplinas ou prismas, quatro essenciais e seis pragmáticos, oferecendo algumas técnicas e exercitando uma delas para cada, sempre usando desafios escolhidos por cada equipe.

Já com 12 Horas, entre 09AM e 19AM, mas mudou novamente, sempre com o objetivo de gerar o maior número de insights a serem depois aprofundados, no último 1/4 entrei com um City Building Game sobre estratégia, projeto e operação:

  • Fundamentos
  • Pareto + Cynefin
  • Desafio Toolbox 360°
  • Disciplinas essenciais:
    • Pessoas + Carreira
    • Equipe + Team Building
    • Liderança + Estrutura
    • Conexões + CoP’s
  • Toolbox Wall 360°
  • City Building Game:
    • Estratégia
    • Projetos
    • Operações

Sinceramente, desde a primeira edição sempre tive ótimos feedbacks, muito aprendizado experiencial, fruto de ludificação, mas mesmo assim, sempre na ânsia de experimentar e oferecer a melhor experiência, com efetividade e valor.

“Um sábado inteiro repleto de ensinamentos no Workshop Toolbox 360 ministrado pelo Mario Bros., digo, professor Jorge Audy. Momento de aprender dezenas de técnicas, desde estratégia, modelagem, validação, planejamento, execução e melhoria contínua. Parabéns pela excelente didática!” – Murilo Correa, CSM – IT PM Dell

“Ontem tive a oportunidade de participar deste evento maravilhoso. Um sábado inteiro falando e praticando técnicas de planejamento de carreira, projetos, gestão de pessoas, liderança, estratégia e equipes. Valeu muito!” – Eduarda Vieira – Banrisul

“Aconteceu, desejei muito participar deste super encontro. Foi incrível! Admiração é a palavra que mais define meu sentimento, uma imersão em conhecimento, trocas, diversão, networking, que fizeram meus pensamentos borbulhantes! Tenho a certeza de que o Desafio apenas começou.” – Mariane Braga – Especialista em Gestão de Pessoas, Desenvolvimento Pessoal e Organizacional, Apaixonada por T&D e Gestão de Carreira.

“Foi demais, sai de lá com vários insights e todos nós saímos com a certeza de que o Desafio apenas começou. Que esse batalhão transformador se multiplique cada vez mais e possamos ajudar as todos em nossos meios, seja qual for o segmento a termos melhores resultados e nos sentirmos felizes pelo que fazemos!” – Marcelo Lira – Safeweb

“Dia de Toolbox 360, com 115 novas ferramentas e Gamefication. Métodos Ágeis, Liderança, Pessoas e muita exposição de Idéias. Com um público muito eclético de Administradores, Engenheiros, Matemáticos, professores de ensino médio. Gratidão!” – Ramon Peres Luiz – Diretor de Transformação Humana do I2DH

This Saturday Jorge Audy facilitated the Toolbox 360° Workshop and I was able to attend it and learn about different techniques, from strategy, modeling, validation, until planning, execution, and continuous improvement.” – Carlos Henrique Hughini | e-Core

“Sábado para descobrir novas técnicas e aprofundar conhecimentos. Legal demais! Aprendizagem + criatividade = insights!” – Laís Witt Paim – Grupo A

Uma galera muito querida, que por saberem antecipadamente pelas redes que era meu aniversário no dia anterior, trouxeram um bolo para ser cortado enquanto cantavam parabéns … fiquei muito emocionado pelo carinho o/

“JOVENS, façam esse workshop! Esse trabalho é tão agregador em todas as áreas que dá vontade de fazer todas as adições. Se vc é professor, recomendo ainda mais!” – Taila Becker – SENAC

Diversas

0

Vivenciando o início de mais uma CoP

Tive a oportunidade de iniciar dezenas delas desde 2013, quem não sabe o que é uma Comunidade de Prática, da uma olhada no post anterior sobre balizas razoáveis para iniciar uma, independente do tema e objetivos singulares. A tempo, tive um artigo no mestrado sobre a relação entre CoP’s inter-organizacionais e intra-organizacionais.

As CoP são grupos que interagem periodicamente com foco em uma área de interesse, campo de conhecimento ou profissão, termo cunhado por Jean Lave e Etienne Wenger nos anos 90. Uma CoP pode ser no mundo real ou virtual, quando diferentes profissionais compartilham sua expertise, debatem e gerenciam conhecimento.

A seguir a programação e relato da primeira reunião de uma nova CoP, com product owners, analistas de sistemas e UX (user experiences), um fórum escolhido para maior sinergia no trabalho de construção do DoR, mas que apontou algumas oportunidades desde a concepção de negócio, integração destes papéis de ponta-a-ponta, estratégia, tática e tecnologia.

A primeira reunião sempre é especial, é preciso estabelecer conexões, vínculos, convergências, muito especialmente é preciso alinhar crenças e grau de empenho para que dê certo, cientes do desafio de criar o hábito, sempre olhando para possibilidades de aprendizados e melhorias, capacidade absortiva e ambidestria:

15″ – Boas-vindas e briefing dos organizadores;
20″ – Q-G da comunicação dos Origamis;
20″ – Programa e Check-In (quadrante mágico);
30″ – Overview metodológico e P&R;
45″ – Personas e SWOT (PO, AS e UX) – 5/10/15:
– 6 grupos > apresentações > consolidação
45″ – Temas propostos para discussão – 2/13/30;
–  3 grupos > apresentações > votação/ranking;
15″ – 5w2h da CoP e plano da próxima edição
       – Alinhamento de técnicas > exemplo 3 temas do kanban
10″ – Check out (feedback)

Os exercícios principais demandaram entre 30 e 50 minutos cada, gerando a percepção de evolução e ganhos, neste caso de alinhamento e percepções, culminando com a votação e ranking de temas a discutir, sujeitos a evolução.

A densidade interativa e discussões em pequenos grupos garantiram adrenalina a cada 30 minutos para manter o nível de participação, confiança e engajamento em níveis muito bons até o último minuto.

A facilitação estará atenta em manter boas práticas de aceleração como 1-2-4-all e 5-10-15, art of hosting, mapas visuais, de forma a garantir efetividade a cada reunião, afinal, feito é melhor que perfeito!

As conclusões finais foram de:

  1. Contar com a facilitação de um dos SM’s dos times;
  2. Periodicidade mensal;
  3. Tempo de 120 minutos, mas baixará para 90 minutos;
  4. Ter uma pauta clara e espaço para assuntos gerais;
  5. Convidados mediante aceite do grupo;
  6. CAFÉ!

Para o próximo, daqui a mais ou menos 30 dias, já temos um facilitador voluntário para a organização, também criará um kanban com os temas ranqueados e disponibilizará as fotos de todos os artefatos criados nesta primeira reunião.

A expectativa, percepção de valor e nível de confiança foram muito altos, aguardemos as próximas!  \o/

1

Iniciando uma CoP

A seguir uma proposta para o início e realização de uma CoP, com alguns links de técnicas úteis a cada passo. Pensando em formação de grupos, teremos a FORMAÇÃO, mais a coragem de permitir a ENTROPIA inicial da auto-organização, seguido de um período significativo de SINERGIA, eventualmente enfrentando momentos de QUESTIONAMENTO.

1. FORMAÇÃO

A formação exige empenho de um ou mais early adopters, que se empenharão em identificar as pessoas, energizá-las, propor um primeiro formato baseado em boas práticas e eventualmente conduzirão a(s) primeira(s) experiência(s).

É preciso providenciar canais de comunicação simples, assíncrona e aberta (Slack, Rocket, GDrive, grupos em redes sociais, etc), bem como um espaço físico para a(s) primeira(s) agenda(s).

É legal formalizar um convite formal à participação, apresentando o conceito e valor de CoPs, auto-organização, aprendizado vicariante, foco em gestão do conhecimento, não só compartilhar, mas também gerar novos.

Sugerir a primeira pauta e promover uma primeira pesquisa junto aos convidados, alinhando expectativas, estabelecendo os principais temas que cada um pode contribuir e que cada um gostaria de desenvolver colaborativamente.

Propôr um formato simples de quebra-gelo para integração e check-in, diferenciado na primeira reunião e variado nas seguintes. Um pitch inicial pode ser Nome de guerra, hobby/paixão, área/valor/business envolvido, domínio do papel, expectativa na CoP ou nível de confiança. Variados quebra-gelos podem incentivar a inovação, a colaboração, etc.

Reiterar a importância deste canal de forma assíncrona, colaborativa, auto-organizada, muito além das reuniões, mas diariamente como forma de tirar dúvidas, sugestões, dicas, empoderamento do papel e o valor que agrega.

2. ENTROPIA

Evite decidir pautas, conteúdos, material, necessidades, … de forma unilateral. Faça a pesquisa sugerida no tópico de formação acima e monte as pautas de forma colaborativa. A primeira terá uma sugestão e provavelmente será seguida, mas auto-organização exige confiar nas pessoas e na sua capacidade de propôr e debater o que mais agrega valor.

Desmistifique desde o início a busca por reuniões perfeitas, formais, organizadas e assertivas, pois a auto-organização pressupõe “deixar que um grupo co-crie e co-gestione seus interesses em comum, experimentando e melhorando conforme suas características únicas, singulares”. Pressupomos que isso gera maior engajamento e senso de pertença.

O conceito de Ba (Takeushi & Nonaka) é a percepção que a geração de conhecimentos se dá em espaços físicos e virtuais que ofereçam as condições para que isso aconteça. Evite focar mais na reunião presencial que nos fundamentos, técnicas e condições para que a pauta, compartilhamento, debates e co-criação aconteça.

Bah

3. SINERGIA

Uma CoP não é um grupo criado para tirar dúvidas e aliviar as “dores” sobre um assunto ou papel, muito mais que isso, ela existe para desenvolvimento pessoal, coletivo, para o compartilhamento e geração de conhecimento.

Desta forma, podemos inicialmente debater aqueles temas de maior dor, temas que estão prejudicando sua atuação e que colegas já resolveram (aprendizado vicário – A Bandura), a seguir aperfeiçoar aquilo que fazemos a bom termo mas descobrimos haver formas melhores de fazer, mas rapidamente passamos a experimentar, criar, ousar.

Há CoP’s que ao perceberem um esvaziamento de problemas explícitos a resolver, aproveitam seu fórum para promover o estudo, a leitura de livros, novas tecnologias, trazer profissionais de referência, assistir webinars e estudos de casos com o intuito de debate em grupo sobre entendimento e aproveitamento.

Na linha da Antroposofia, uma CoP não é só para aprender “o que sei que não sei”, possui missão mais ambiciosa em debater “o que sei”, “o que sei que não sei”, “o que não sei que não sei” e até mesmo “o que não sei que sei”. Muitas vezes é preciso fazer CoP de CoP’s, trazer diferentes visões, o que a IDEO chama de desfocar o grupo.

Scrum_of_Scrums-2

4. QUESTIONAMENTO

O dia-a-dia é um vortex que em determinados períodos nos consome, é previsível que haja momentos de questionamento se uma CoP continua sendo útil … há quatro abordagens que respondem a esta pergunta:

1. Realmente não é mais necessária, simples assim, já cumpriu seu papel, agregou, mas há outros mecanismos que suprem esta necessidade de aproximação e sinergia, é o que Tuckman chamou de fase de Adjourning no seu estudo conhecido como a curva de Tuckman;

2. Talvez a CoP esteja focada demais no passado, em retrospectivas, tentando apenas resolver problemas ao invés de olhar o que queremos ser, em futurespectivas. Este momento é ultrapassado pela tomada de consciência de conceitos de ambidestria, de capacidade absortiva, de conceitos de carreira em perfil Pí e Comb Shape;

3. Muitas vezes é porque o dia-a-dia esta consumindo todo o tempo, nestes casos é preciso refletir o que Cristopher Argyris diferenciou entre single loop e double loop, talvez estejamos focados em resolver os efeitos e não as causas … está na hora de gerar tempo a partir de debates sobre análises causais e melhoria da origem dos problemas;

singlee double

4. É preciso sempre que seja algo auto-organizado, com apoio, mas com protagonismo e pertencimento distribuído, se alguém assume a propriedade e protagonismo centralizado da CoP, é uma questão de tempo para as pessoas não se verem como parte, mas como recurso, negando inconscientemente os motivos de sua participação.

LINKS ÚTEIS

Para embasar, sugiro a leitura de um post de 2014 sobre este tema – https://jorgeaudy.com/2014/10/27/agile-e-cop-como-queijo-e-goiabada/

Outra leitura sugerida é uma pesquisa publicada sobre inter x intra – https://jorgeaudy.com/2015/05/29/cop-capacidade-absortiva-e-desempenho-organizacional/

Modelo SECI e Conceito de Ba (Takeushi & Nonaka) – https://jorgeaudy.com/2014/10/11/seci-papeis-do-scrum-e-grupos-de-pratica/ e https://jorgeaudy.com/2013/07/11/a-teoria-do-ba-e-nao-e-piada-de-gaucho/

0

Tangran para criatividade e inovação

O Tangram permite milhares de combinações usando todas as peças sem sobrepô-las. Faça ele em escala grande com EVA, a dimensão torna o jogo mais fácil de manipular entre os vários integrantes de um time.

É milenar e muito divertido, um quebra-cabeças chinês de 7 peças, chamadas tans: são 2 triângulos grandes, 2 pequenos, 1 médio, 1 quadrado e 1 paralelogramo.

Tenha mais de um TANGRAN em EVA, desta forma é possível montar duas ou três equipes que deverão fazer o maior número de montagens, uma após a outra, em 3 minutos. O facilitador pode pedir um peixe, cão, ave, …

A dica para novatos é começar pelas duas maiores peças para depois encaixar as menores. Se procurar na internet, há centenas de formas sugeridas e apps para jogar.