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Guia rápido para usuário de GIT – By Eduardo Namba

Eduardo Namba, arquiteto de Soluções Sênior na Via Varejo Online, públicou um guia rápido com os principais comandos do Git lá no Linkedin. Eu perguntei pra ele se eu podia gerar um guia visual em tamanho A3, aqui está minha pequena contribuição para iniciantes só possível pela grande contribuição dele … Quem está iniciando com o Git agradece!

Principais comandos no git – Folha imprimível em A3

O artigo original está em https://www.linkedin.com/pulse/guia-r%C3%A1pido-para-usu%C3%A1rio-de-git-eduardo-namba

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Crazy Eight (oito ideias em oito minutos em uma A4)

Me lembra vários jogos postados lá no http://jogos360graus.wordpress.com com o objetivo de nos fazer sair fora da caixa, podendo ser usado como proposto, como uma técnica de ideação e brainstorming ou como incentivo a criatividade e adaptabilidade, como é o charetting e outras.

Crazy 8 é uma proposta de ideação do Design Sprint que pode ser utilizada como um jogo, desafiando cada um dos participantes a ter até oito ideias em oito minutos, usando para isso uma folha A4 dobrada ao meio três vezes. Em cada um dos oito espaço marcados entre as dobras, desenhe ou registre graficamente a seu modo uma ideia, tentando evitar mais do mesmo, sem preconceito, mesmo que pareça maluca.

Desenho é o modo mais primário de comunicação, uma criança antes de falar ou escrever já registra suas emoções e percepções através de desenhos, então não intimide-se por técnica ou beleza, foque em registros livres, cada um a sua maneira … depois você terá a oportunidade de explicar seus desenhos, foque nas ideias e provocações.

Crazy Eights pode ser um passo de quatro, um roteiro iniciando pela troca de informações, registro de insights, ideação de oito ideias registradas graficamente através de desenhos e rabiscos em oito quadrantes de uma folha A4 em um tempo de oito minutos (Crazi 8’s), para então juntos trabalharmos a(s) melhor(es) opção(ões).

A referência que recomendo e chamo a atenção é o site https://designsprintkit.withgoogle.com/methods/sketch/crazy-8s/

Minha maior curiosidade ao ler sobre a técnica é que usualmente trabalhamos o coletivo, potencializando brainstormings em pequenos grupos, aproveitando ao máximo diferentes expertises e conhecimentos, que somados geramos sinergia (2 + 2 = 5). No caso do Crazy Eight, mesmo criando pequenos grupos, o primeiro passo é individual, cada qual registrando seus pensamentos.

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Vida saudável não é uma revolução, está em cada pequena oportunidade

Uma vez a cada ano, compartilho um único post sobre outra de minhas paixões … cozinhar! Meu blog é sobre Agile, sobre trabalho em equipe, sobre Human Thinking, então vez em quando falo de saúde e diversão, porque trabalho faz parte da nossa vida:

20/07/12 – Pedrinhas de maça
17/03/13 – Pudim de maçã com pão
07/07/13 – Grostoli da colônia tem gosto de infância
23/05/15 – Granola feita em casa é tudo de bom
07/08/16 – Comidinha de gato
11/01/17 – Bruschettas vegetarianas

Neste final de 2017 vou compartilhar uma dica para fazer todos os dias uma saladinha saudável. Vá na feirinha horti-fruti de Sábado e compre a 1,50 os molhos fresquinhos de alfaces, rúcula, agrião, … o que gostar, nós colocamos cenoura, cebola, lave bem e corte a gosto em separado, tire o máximo de água, use uma dessas centrifugas manuais criadas para isso mesmo.

Pegue saquinhos e coloque um pouco de cada, pressione para tirar todo o ar e feche … Durante a semana temos garatido todos os dias uma super-saladinha fresquinha, já lavada, é só colocar na hora mais uns pedacinhos de tomate, talvez pepino, um pouco de sal, aceto balsâmico e azeite de oliva … Nos vemos na próxima feirinha \o/

A tempo, não coloque no saquinho nada molhado, tipo tomate, pepino, etc … Porque a umidade vai estragar as folhas rapidamente.

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Keep Talking and Nobody Explodes

Nesta sexta, dia 24 as 19:00 tem Oficina de Retrospectiva com Keep Talking and Nobody Explodes. Ana Carolina Hermann e a Isa Giongo esperam vocês com uma dinâmica de retrospectiva muito disruptiva, utilizando Keep Talking and Nobody Explodes. Um jogo cooperativo em que a equipe precisa desarmar uma bomba. É um jogo pedagógico para todos, em qualquer contexto e o objetivo é aprendizado conjunto.

24/11 – 19h as 20h – Pr 99A (Tecnopuc), 5° andar, DBServer, vagas limitadas

Inscrições: https://goo.gl/bAiKZs

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Toolbox Wall – Pode ser um guia, mapa, jogo, técnica, método ou até decoração

Aquilo que começou como um livro, desenvolveu-se como um jogo de tabuleiro, está transformando-se em uma poderosa técnica de brainstorming, aprendizado, planejamento e decoração que estou chamando de ToolBox Wall.

Das páginas do livro, mais de 70 técnicas e boas práticas começaram a serem convertidas em um mural de folhas A5, que crescem assiduamente com novas dinâmicas e artefatos que vou aprendendo ou desenvolvendo em meu trabalho.

Na minha opinião, toda empresa deveria ter o seu Toolbox Wall, um mural com suas técnicas preferidas, sugeridas e desejadas, em frente ao qual a galera poderia debater alternativas, escolher, caso-a-caso, quer para ampliar horizontes, quer para encontrar soluções.

Trata-se de um mural A5 e cartas que estão sendo usados para planejar quais as técnicas desejadas, de diferentes frentes, inspiradas em Design Thinking, Lean Startup, Lean UX, métodos Ágeis, Art Of Hosting e outras fontes de inspiração.

Após o lançamento do jogo no Trends 2017, empresas me reportaram seu uso em dinâmicas onde o próprio time propõe um desafio real, para então seguindo as regras do jogo Desafio Toolbox 360° encontrarem a sequência que melhor lhes atende.

Vou começar a fazer workshops em noites da semana e Sábados de dia, onde a inscrição será para levar consigo um destes kits, prometo uma experiência única de Toolbox através do próprio jogo, apresentação e vivências.

Minhas fonte de inspiração são muitas, décadas de estudos, não só as que hoje são modinha, mas também resgato outras paixões, como em meus outros livros, o de Jogos 360° seguindo princípios de gamefication, o Scrum 360° e no ebook Sobre os Ombros de Gigantes.

O Toolbox Wall é a materialização sui generis de 10 anos de aprendizados em métodos ágeis, outros 20 anos de experiência em TI antes de descer para a coordenação de desenvolvimento da área de produtos digitais em 2008, quando já editava a newsletter “Marolas de Agilidade”.

A anos divulgo a técnica de Agile Subway Map, a anos dissemino minha abordagem sobre a necessidade de cada um de nós possuir uma grande ToolBox, pois quem se limita a um martelo, qualquer desafio será tratado como um prego, limitado a falta de alternativas.

Em 2015 propus um conceito que chamei de Multi-Convergência Metodológica (04/05/15), sempre defendi a existência do duplo diamante, MVP e Pivot desde o pré-game, inception e no fluxo iterativo-incremental-articulado existente a cada sprint.

O que define o quanto aprofundaremos e aproveitaremos isso depende da cultura e pressão em prazo/orçamento. Mas essa é a base do livro ToolBox 360°, do jogo Desafio Toolbox e do Toolbox Wall, um mural inquieto de boas práticas, oportunidades e inspiração.

Um ciclo PDCL implícito na dualidade temporal entre DoR e DoD, a cada sprint modelando e prototipando o próximo (DoR), enquanto construímos assertivamente o atual e validamos com o cliente (DoD): Onde está o duplo diamante no Agile? (21/08/2016)

A partir desta abordagem, debatemos o problema, opções e a best choice no pré-game, para então em um projeto trabalhar a ideia-modela-prototipa-valida-aprende (DoR), ao mesmo tempo que analisa-constrói-testa-valida-aprende (DoD).

multiplos diamantes

Do duplo diamante do Design Thinking, somado ao Lean Startup com princípios análogos de empatia e validação incrementais, criei uma representação SCRUM com inception e duplos diamantes representados como séries concorrentes de DoR e DoD.

Após blitzkriegs de planejamento utilizando-se algumas de dezenas de técnicas de design thinking e lean startup, prosseguimos com estas e outras tantas em menor escala, mas mesmo propósito, dia-a-dia, em baby-steps, aferindo, ajustando, prosseguindo, entregando valor:

scrum

Por exemplo, um time com um desafio, um projeto onde a galera pode ter um mural para inspirar-se e pinçar dentre múltiplas técnicas algo para pesquisa, brainstorming, modelagem, validação, planejamento, execução iterativo-incremental-articulada, auto-organização, aprendizado, gestão do conhecimento … pode inclusive incorporar nossos mapas de tecnologia ou pelo menos ter exemplos para diferentes plataformas.

Outro exemplo é a busca por uma dinâmica impactante, que os instigue a aprender de forma divertida, mas com foco em conversão, em práticas de interesse. Um brainstorming com regras onde podemos discutir dezenas de possíveis técnicas para resolução de problemas, escolhendo aquelas que querem experimentar, experienciar, aprender fazendo, divertindo-se no percurso, com responsabilidade.

tabuleiro

Esta estrada não teria acontecido sem a inspiração e o apoio de alguns amigos, que em meio a correria do dia-a-dia cederam uma hora para me ajudar a percorrer esta estrada editorial e vivencial. Representativamente, em algumas fotos, agradeço reiteradamente a minha maneira:

darth-vader-virada-agil-2016-ufpr-ii

Sem esquecer de agradecer aos parceiros Darth (George Lucas), Pikachú (Satoshi Tajiri) e ao Super Mário (Nintendo).

 

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Um TecnoTalks antológico: People Analytics – By Andreza Deza

O link para inscrição ao próximo TTalks, idealizado pela Andreza Deza, sobre People Analytics é – https://lnkd.in/dTV2n-X

“O people analytics é a expansão da fronteira da ciência e tecnologia para a área de gestão de pessoas” – Deli Matsuo, CEO Appus.

“As organizações que estão abandonando seus programas de talentos tradicionais para abraçar a gestão estratégica de pessoas não só estão se tornando líderes, como também muito desejadas pelos grandes talentos no mercado” – Todd Randolph e David Costar – KPMG.

“Quando usamos dados para entender os comportamentos dentro do ambiente de trabalho que tornam as pessoas eficientes, felizes, criativas, especialistas, líderes, seguidores, enfim, estamos usando People Analytics” – Ben Waber – CEO Humanyze.

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Aproprie-se do modelo GROW

O modelo GROW é uma ferramenta de coaching, mas pode ser entendido e usado por qualquer um de nós. Minha crença, desafiar um time a assumir as rédeas de sua vida e carreira é uma forma intensa de melhorar a satisfação, o engajamento, o propósito.

A anos me empenho em compartilhar boas práticas para planejamento de vida e carreira a amigos e parceiros. Não pratico coaching, nem como coachee, menos ainda como coach, porque acredito que junto a parceiros dessa viagem temos as rédeas na mão.

A técnica GROW (John Whitmore) é assim chamada por ser o acrônimo de Gol, Realidade, Opções, plano de ação (Will), em essência, precisamos saber o que queremos, onde estamos hoje, quais as opções possíveis e qual o seu plano para atingir a melhor delas.

Uma técnica muito instigante, podendo ser trabalhado tanto a nível pessoal, como entre integrantes de uma equipe, lembra muito o canvas do managing dojo do Manoel Pimentel para resolução de problemas – desafio, idéias, opções, plano de ação e métricas:

Goal – Estabeleça o Objetivo

Tudo começa quando estabeleça um objetivo SMART (específico, mensurável, factível, realista e temporal), uma mudança de comportamento ou atitude, um desafio, uma mudança necessária.

Reality – Examine a realidade atual

Qual é a situação atual, aquilo que chamamos de AS IS, uma espécie de um 5w2h da situação atual, incluindo tentativas e contingências já tentadas e resultados, na tentativa de aprender com experimentos ou experiências anteriores.

Options – Explore as opções

Quais as alternativas, quais as opções percebidas, julgando caso a caso, para cada alternativa fazemos uma espécie de SWOT, identificando se há e quais são os seus pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças.

Will – Estabeleça um plano de ação

Após as reflexões e brainstormings, baseado sempre em muita reflexão, pesquisa, com grandes doses de realismo e transparência, está na hora de propôr um plano de ação, algo sobre o qual haverá ciclos como em um PDCA.

Fica ligado em mais esta ferramenta coringa, criada para coaching, mas iterativo-incrementais que somos, mantendo motivação e foco, ajustando se preciso, uma técnica especialmente eficiente quando contamos uns com os outros para entender, experimentar e ajustar.