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TEDx Laçador, uma experiência desafiadora

O Sábado do dia 18/05/19 entrou para minha biografia como o dia em que fui palestrante em um TEDx Laçador no CESMAR a convite da Ana Goelzer e Claudia Sander, contando com a mentoria da Cris Lavratti.

Um time de palestrantes incrível, uma energia mais que vibrante, contestadora, valorizando pequenas conquistas e questionando a velocidade da mudança de um Status Quo secular debatendo a sociedade que gostariamos para nós, mas que provavelmente será para nossos filhos e netos.

Há uma década o TEDx Laçador é organizado pela Ana Goelzer e Cláudia Sander. TEDx, x =evento organizado de forma independente, tem o espírito “ideias que merecem ser espalhadas”, o TEDx é um programa de eventos locais, auto-organizados, que reúne pessoas para compartilhar uma experiência semelhante ao TED.

O TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover “iIdeias que merecem ser espalhadas”, geralmente na forma de palestras curtas e muito interessantes (18 minutos ou menos) apresentadas pelos principais pensadores e realizadores de hoje.

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Novos conhecimentos: Objetividade com ou sem parênteses?

Vale a pena conhecer a autopoiese de Humberto Maturana, biólogo chileno que deixou sua marca no século XX, retroalimentando conceitos pelos quais tenho apreço, onde o conhecimento é construido internamente. Em resumo, incentivos externos são gatilhos que proporcionam um conhecimento autoconstruído.

A autopoiese proposta por Maturana caracteriza um sistema cognitivo que se autoconstrói a partir de si mesmo. Lembra Sócrates, Piaget, os subsunçores de Ausubel, pois estímulos e informações são elementos externos que dependem de relações internas para a autoconstrução do conhecimento.

Socrates propôs a Maiêutica, questionadora, a cada resposta novas perguntas, até chegarmos ao melhor entendimento, limitada pelo nosso intelecto;

Ausubel na aprendizagem significativa temos subsunçores, conhecimentos prévios que serão utilizados para que o processo de aprendizado aconteça;

Piaget debruçou-se sobre o protagonismo da criança no seu aprendizado, na autoconstrução do conhecimento ao invés de escuta e repetição imposta.

Maturana reflete sobre diferentes abordagens, mas especialmente valoriza cada indivíduo e seu sistema cognitivo para a construção de cada novo saber. O agente externo geraria provocações, transformando-se em gatilhos ou incentivos à autopoiese, a autoconstrução da “explicação”.

Explicação ou Objetividade, com ou sem parênteses

A explicação entre parênteses é quando a realidade depende do observador questioná-la e construir seu entendimento, assimilando-a, estabelece-se uma negociação, teórica ou experiencial, que agregará o substrato de cada observador ao questionar-se em seu processo cognitivo interno.

A explicação sem parênteses é quando a realidade é imposta ao observador, independente de sua capacidade em questionr e assimilar como conhecimento, a realidade é posta por um agente, independe do observador, logo, há a tentativa de imposição de uma realidade creditada.

A pirâmide do aprendizado de William Glasser

William Glasser nasceu em 1925, americano, psicólogo, propôs uma teoria que nega o valor do aprendizado baseado na memorização pela repetição, a imposição tende a garantir apenas temporariamente a memorização.

Glasser chamou-a de Teoria da Escolha (1998)! A partir desta premissa, Glasser propôs um grau de aprendizagem decorrente da técnica utilizada neste processo:

Facilitadores, professores, coachs

Em nosso papel como agentes externos ou provocadores da autopoiese, não cabe impôr verdades, mas instigar e proporcionar um processo de maiêutica, para autoconstrução de cada realidade. Nós professores há muito buscamos em múltiplas técnicas de inversão de aula uma foma mais efetiva de ensino e aprendizado.

Memorização não é conhecimento, alguém com um mínimo de atenção e estudo é capaz de certificar-se em qualquer assunto ao qual dedique tempo o suficiente de preparação, desde que seja avaliado na sequência. Mas, sem prática e experimentação, trata-se de informação, de repetição, espelhamento, não é conhecimento.

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Dois dias em SP – Desmistificando, Toolbox e Liderança

Com a parceria com a Maressa, Daniel, Marcelo e Elias, colegas da DBSP, percorremos um roteiro agitado nos dias 25 e 26 de Março, segunda e terça-feira, visitando prospects multinacionais, participando de um MeetUp e de um Lean Coffee … aproveitando cada momento para interagir e curtir novas conexões.

O primeiro dia começou com um evento interno na Sanofi falando de Desmisticando Agile envoltos por muita tecnologia para gravação e transmissão do papo para toda a galera da empresa. Sede incrível, cheia de energia em cada espaço com ênfase em sinergia e interação.

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MEETUP em SP debatendo Toolbox na sala grande do 25° do WeWork Berrini, de frente para a ponte estaiada. Os feedbacks foram muito bons, mas na próxima vez que tiver pouco tempo, melhor usar os desafios hipotéticos do próprio jogo, a tentativa de cada grupo propôr seu próprio desafio da vida real para resolução tomou muito tempo.

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O segundo dia começou com um Lean Coffee lá na DBSP, espaço e oportunidade para falar muito de inovação, empreendedorismo, transformação cultura e muitas oportunidades sobre estratégia para a construção de um laboratório de inovação.

Logo após o Lean Coffee, uma conversa deliciosa com uma jornalista da ComputerWorld muito querida e curiosa sobre o que é e o que não é essa parada de Agile e Toolbox, previsto 45 minutos, mas falamos 90 minutos e só encerramos porque tinhamos outras agendas.

Liderança ágil na DASA, uma sede incrível e uma galera muito legal que começou cabreira mas terminou cheia de perguntas, só encerramos porque tinhamos que estar na Restoque em menos de uma hora. O papel do líder e dos liderados na era do conhecimento.

Na Restoque, o papo foi sobre Desmistificando e gerou muita empatia. Falar sobre fundamentos, mediadores e moderadores do Ágil em grandes empresas durante a adoção de métodos ágeis foi super bem recebido, gerando uma nova agenda para entrar mais no detalhe. A tempo, sede agitada e muito bacana, na chegada aproveitamos um pouco do lado de fora da recepção. \o/

Dali “voei” para o aeroporto em mais uma correria paulistana para chegar encima da hora e embarcar … no final tudo dá certo!

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Evento com jovens administradores CRA-RS

Nesta nova edição repaginada do Troca de Cartões tivemos duas lightning talks, uma com o Alexandre Ascal e outra comigo, ele falando de liderança ágil e eu falando do profissional do século XXI, tangenciando conceitos do meu Toolbox 360°.

A técnica não foi aquela que criei para o primeiro Troca de Cartões aqui no TecnoTalks, mas uma bem mais caótica, ao invés de grandes grupos montando na parede uma rede de conexões possíveis, pequenos grupos aleatórios debatendo identidades e oportunidades.

Ao invés de um painel, duas pequenas talks de 15 minutos, seguido de mais de 30 minutos de interação descentralizada, auto-organizada, fechando com um feedback e compartilhamento de insights. O resultado foi muito legal, com muitas trocas e depoimentos.

https://jorgeaudy.com/2015/11/25/conecte-me-uma-nova-dinamica-de-networking/

A dinâmica de Troca foi sob a provocação de “Compro Ouro”, uma folha A4 pendurada no pescoço de cada um com uma apresentação, onde a galera colou postits com as oportunidades surgidas durante as conversas em grupos. Alguns sairam com vários potits, outros sem nenhum … mas os que começaram tímidos, acabaram se envolvendo.

Este é um exercício que provoca quebra das zonas de conforto, um treinamento de desinibição e propósito, de início mais de 50% fica cabreiro, parece que quer se esconder embaixo da cadeira, tem receio de sair falando com estranhos, aos poucos este freezing inicial vai-se quebrando.

É fascinante estar no meio da sala observando, o quanto a tensão e introspecção vai abrindo espaço à conversas e trocas de opiniões, o prazer em ver que alguns percebem a dificuldade de outros e propositalmente tentam ajudar com uma aproximação divertida, descontraída ou cadenciada.

Esta no sangue de muita gente esta doação de energia e tempo para ajudar, para quem está observando é algo mágico observar os rostinhos, o distensionamento, a descontração e entrega posterior. No início resistência, a oportunidade e no final a alegria.

Esta turma em especial era mais contida, nos feedbacks finais poucos falaram, compartilharam, mas era perceptível que o exercício tinha mexido positivamente em todos. Alguns ao final vieram agradecem a experiência, outros acenam com a cabeça e desejam sorte, o objetivo desde o início é fazer (re)pensar, refletir, se questionar.

Que venha o próximo!

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Toolbox 360° – Edição SP Março 2019

A parceria e organização foi da Egrégora Inteligência, puxado pela amiga Renate Land, na DoMore Training da Av Paulista a uma quadra da FIESP, a sala preparada para um dia de muita interação, compartilhamentos, debates e insights … do jeito que eu gosto, com fundo de cena e provocações implícitas e explícitas a cada minuto.

O workshop oferece fundamentação, histórico e mediadores da mudança ou quebra de paradigmas do século XX para a nova era do conhecimento proposta pelo século XXI, seguida de vários trabalhos em grupos, dinâmicas autorais como o jogo Desafio Toolbox, Toolbox Wall e técnicas variadas.

Todo o fundo de cena, desenhos e personagens são obra da Luisa Audy, hoje estudante na VFS no curso de animação, o vídeo animado dos personagens é trabalho da Anima Pocket da Adri Germani … eu fico emocionado sempre que olho o vídeo do jogo Desafio Toolbox 360°, é muito FO-FO!

Contei com a presença de muita gente querida, parceiros de viagem, alguns com quem já muito interagi, alguns que só conhecia virtualmente pelo linkedin e facebook – a Claudia Montagnoli, Monique Padilha, Camila Teixeira, Robson Sanchez, Frederico Oliveira, Karen Medina, Laura Fontana, com uma variedade de empresas presentes, algumas já parceiras de outras edições como a TOTVS, Everis, BRQ e Itaú, além de novos parceiros nas redes sociais a partir de agora  o/

Ao final, hora do feedback em relação a nossos temas e metas, primeiro sobre fundamentos e oportunidades de mercado e técnicas, segundo com a prática do jogo para resolução de desafios propostos pelos próprios grupos, terceiro a proposta prática de GC com o Toolbox Wall e por fim o core deste workshop através das 10 disciplinas organizacionais – quatro essenciais, humanas, que oferecem substrato para a constituição de um ecossistema ágil, além das outras seis pragmáticas com prismas e técnicas específicos para um trabalho eficaz e eficiente.

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Sempre bons feedbacks, desde a estrutura, organização, conteúdo e especialmente a interação N x M, formato que descentraliza e deixa muito mais rico os exercícios práticos, quer seja o jogo com suas cartas, o mural com sua técnica colaborativa ou os 10 exercícios realizados a cada disciplina organizacional apresentada.

Nada é por acaso, cada peça neste xadrez tem provocações por tráz do título, mediadores e moderadores em seus 360°, mas o cerne sempre é gerar valor, converter para resultados em equidade, desde organizações exponenciais, MUndo.VUCA, Digital Transformation, Design Thinking, óbviamente Agile, mas cada um e outros prismas sob aspectos que usualmente não são debatidos, não estão nas palestras e treinamentos certificados usuais que só falam da parte glamourosa.

Muita, mas muita mesmo, interação com um resultado invertido, interações em técnicas em que através do debate com outros nos conhecemos mais e mais. Debatemos o tempo todo custo-benefício, oportunidade-conversão, mitos-verdades, o quanto o mercado vende a casquinha mais por motivações financeiras que valorosas ao cliente, distorcendo teorias e fatos, em um mercado que movimenta bilhões em cursos, certificações e consultorias.

O ponto não é discutir o Agile Business, mas o discernimento e isenção pessoal, profissional e organizacional em buscar o que é melhor para si sem se deixar influenciar mais pela retórica publicitária, palestras e eventos que por fatos, sempre baseados não pelo método, técnica e condição inicial, mas pelo PDCL, apredizados e evolução que nos permite evoluir além de qualquer destes métodos e certificações para aquilo que mais gera transparência, colaboração, equidade e valor.

Para encerrar de forma descontraída … o vídeo do jogo Desafio Toolbox 360° pra vocês:

 

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TED e TEDx – disseminando o pensamento crítico e livre

O TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada a disseminar idéias desde 1984, inicialmente na forma de conferências sobre Tecnologia, Entretenimento e Design, mas com o tempo passou a debater questões globais em mais de 100 idiomas através de eventos locais mundo afora, os TEDx.

Criado por Richard Saul Wurman e Harry Marks sem a pretenção de tornar-se uma comunidade de dimensões globais, multi-disciplinar, multi-cultural e descentralizado, muito além de eventos presenciais ou online, mas um grande ecossistema, inquieto e questionador.

A Ana Goelzer criou o TEDxLaçador em 2010, com o papel de disseminar ideias e ideais de otimismo, compartilhando exemplos, conhecimentos e boas iniciativas. Uma tarefa continuada, milhares de eventos pelo mundo instigando o pensamento livre, independente, questionador e construtivo.

Não sei bem se sou digno desta honraria, por ideal sou um outlier, me orgulho disto, tento fazer coisas que outros não fazem … se outros já fazem eu ajudo a compartilhar ou disseminar, mas me dedico a algo que preencha lacunas, espaços faltantes.

Enquanto escotista praticava conceitos alinhados aos princípios ágeis, menos hierarquia, mais autonomia, grupos devem dialogar e encontrar a melhor maneira de fazer o que é o melhor, uma arquitetura social invertida onde o grupo delibera democraticamente norteado por valores morais e sociais.

Não me considero um exemplo, o que faço é compulsivo, mas cheio de defeitos, não me preocupa mídia, dinheiro, hipocrisia ou oportunismo. Quero uma vida digna, para mim, minha família e com quem mais puder haver empatia. Sempre outlier, fora do sistema, com erros e acertos!  🙂

O mundo tem zilhões de necessidades, se posso contribuir, foco no nosso entorno, ao nosso redor. É muito fácil ajudar a Asia ou Africa Central, porque o fazemos no computador, difícil é o olho-no-olho na vizinhança de nossa casa, na periferia de nossa cidade, junto a jovens questionadores.

Nós somos o que nos tornamos pela nossa história

Fui concursado na Procempa nos anos 80, empresário nos anos 90, coordenador de desenvolvimento de SW na ADP Brasil e no Grupo RBS nos anos 2000 e desde o início desta década sou consultor na DB e professor na politécnica da PUCRS.

Enquanto escoteiro e maçon, descobri que a disputa por poder e controle é sempre uma característica humana, deixei tudo isso para me dedicar a ser professor, compartilhar ideias e ideais, participar de ONG’s, gerar pequenos eventos úteis e construtivos para quem quiser debatê-los.

Vida, carreira, família, sociedade, construções que influenciaram empresas e organizações, que agora tem muito a retribuir em mindset, boas práticas, técnicas, … oriundas do Agile, Art of Hosting, Design Thinking, Lean Startup, entre outras. A vida pode ser um grande barato!

Debatendo a beleza da vida com os mais jovens

Participo de eventos sempre que convidado, participo ou organizo eventos locais de comunidade sobre assuntos que julgo serem construtivos, como os de gestão, sobre novas lentes para liderança ou RH, sobre educação e outros temas.

Privilegio e priorizo eventos regionais a nacionais, locais a regionais, não quero saber de ir longe para falar algo que acredito e que aqui no quintal de casa ainda não foi percebido. Por isso aceitei tal honraria, apesar de ter dito que não me achava a altura.

Em especial, como professor e nos eventos TecnoTalks, priorizando o debate e compartilhamento de visões diferentes, contraditórios, tentando mostrar que a vida é complexa, mas por isso mesmo devemos evitar a idealização e vivê-la o melhor possível, um dia por vez.

Não me imagino fazendo frases de efeito dizendo que quero salvar algo, acredito que estamos de passagem por este planeta, apenas nos resta fazer aquilo que nos orgulhe, aprender a sermos melhores … e é isso, depois reiniciaremos outras jornadas pela eternidade.

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II TecnoTalks sobre Toolbox no RH

Uma edição com profissionais de RH, consultores de RH e profissionais de TI com interesse por questões de cultura, estratégia, tática e técnicas relativas a área de RH ou simplesmente Pessoas. Começamos relembrando as cinco categorias e disciplinas discutidas na primeira edição em 2018.

Logo mais, o papo foi-se desenrolando a partir da apresentação de cada um e suas percepções e desafios de mudança, profissionais de consultorias, grandes empresas e startups, debatendo os próximos passos na disseminação de princípios e métodos ágeis além da TI, papéis, protagonismo, por onde começar ou como potencializar.

Citaram e convergiram ao lembrar de J.P.Coutinho e do “Manifesto Ágil do RH” (link), debatendo o futuro desta área e seus papéis como HRBP em empresas que já praticam Agile na TI com equipe auto-organizadas, onde cada vez mais disseminam suas técnicas e boas práticas às outras áreas.

O quanto estas outras áreas procuram a TI e consultores de TI para ajudar nesta transformação, além de tantas boas práticas sobre gestão do conhecimento, relacionamento com o mercado, universidades, eventos, feedbacks 360°, contratação e demissões orientadas a seu contexto, protagonizadas pelos próprios times.

Falamos várias vezes sobre OKR, people analytics, avaliação continuada e distribuida, sobre management 3.0, mentorias e Agile Coachs. A necessidade de orquestração em mudanças organizacionais e culturais que demandam muito tempo, anos, que para dar certo é preciso dedicar tempo, liberando tempo daquilo que pode ser automatizado.

Para fazer isso acontecer é preciso desapegar do mindset das áreas de RH do século XX, adaptando-se aos princípios e nova estrutura organizacional proposta, com redes, auto-organização, descentralização, onde muitas das responsabilidades e padrões ditados pelo RH agora são mais flexíveis, conduzidos e adaptados pelas pontas.

Inexiste consenso ou receita, mas a premissa era buscar a sinergia de experiências e vivências de forma a proporcionar a cada profissional ali presente alguns insights aderetes a sua realidade, conforme exposto por ele mesmo … uma espécie de mentoria coletiva TecnoTalker \o/

Esse foi o objetivo acordado no início, trocas de conhecimentos e percepções em cada cenário apresentado, alguns iniciando, outros em meio a uma jornada de transformação e consultores que vivenciam isso quase que diariamente … muitos nomes foram lembrados, citados, vários estava presentes na primeira edição.