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O valor de uma certificação não está no certificado

Certificações não atestam domínio, mas conhecimento em determinado momento, podem atestar que alguém sabe ou tem boa memória, porque é a prática, experiência, vivências, interações cotidianas e evolução que atestarão nosso real interesse, aprendizados reais, práticos, evitando fazer por fazer.

A meus alunos eu afirmo que certificações são como histórias do usuário em um planejamento de produto, ela não está sozinha, e a priorização de sua obtenção e investimento, deve ser avaliado de forma holística, conforme valor comparativo a outros cursos e investimentos que poderia fazer e se beneficiar.

O Brasil possui muitas empresas reconhecidas como algumas das melhores do mundo, com excelentes profissionais, por exemplo, a PSPO que fiz com o Alexandre Mac Fadden é oficial, ele atua nos EUA e internacionalmente como instrutor preparando turmas e profissionais para certificarem-se.

Há alguns anos atrás fui aprovado na PSM I por solicitação da empresa, era importante ter alguma certificação oficial na mão. Optei pela PSM I da Scrum.org ao custo de US$100 na época, pois a Scrum Alliance e PMI eram bem mais caros. De lá para cá o mercado de certificações recebeu de forma consistente a Scrum Study, a EXIM, etc.

Uma coisa não mudou, o Brasil possui uma riqueza de eventos nacionais, regionais e locais de classe mundial – Agile Brazil, Scrum Day, Agile Trends, Agile Days, Gathering, meetups a rodo e Comunidades de Prática como o TecnoTalks. Participar de eventos e comunidades geram profundos aprendizados vicários e networking.

Eu não sou apaixonado por certificações, mas tenho consciência e recomendo a alunos e amigos que reflitam transversalmente como se sua carreira e vida tivesse sprints, nos quais eles precisam estabelecer metas e valor com mínimo desperdício e máxima agregação às dimensões que mais lhe abrirão portas e reconhecimento.

O mercado de cursos e certificações movimentam centenas de milhões, talvez bilhões a cada ano, o que não é um demérito, mas é preciso que tenhamos consciência destas cifras, para relativizar tudo o que assistimos e ouvimos versus a nossa realidade e de mercado.

Todas as organizações certificadoras de Scrum, Kanban, Lean, SAFe, PMI, coaching, e muito outros, possuem valor em determinado momento e contexto e é importante que dediquemos algum tempo tentando esclarecê-lo antes de sair investindo por impulso ou sem clareza de objetivos …

Antes de fazer, aproveite as simulações que as instituições abaixo oferecem, existem certificações gratuitas de entrada e provas simuladas que possuem questões reais da prova de certificação … leia o Scrum Guide e faça várias vezes as simulações para entrar no clima e ganhar ritmo, até atingir 100%.

Não é preciso dizer que ler algumas vezes, se possível debater o Scrum Guide, é muito importante para uma certificação Scrum, mas também tem outros materiais, ebooks, livros, até mesmo um BOK (corpo de conhecimento oferecido gratuitamente pela Scrum Study):

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Balanço de seis anos e meio de TecnoTalks

Resgatei os posts de quase todos os TecnoTalks entre o primeiro em Julho de 2012 e Novembro de 2018, um grupo heterogêneo com mais de 2800 integrantes em 01/12/18. A cada ano o perfil dos eventos e protagonismos mudam, profissionais que chegam ao TecnoPUC e vão embora, hoje vivem em outros estados e países.

O maior desafio era demonstrar ao TecnoPUC que poderíamos seguir regras na utilização autônoma de salas e espaços, com responsabilidade às regras do parque, devolvendo como encontramos, dress code, convivência. As reservas passaram as ser feitas por alguém que atue em uma empresa do parque, mas não mais por uma das empresas.

As regras essenciais não mudaram nestes seis anos e 100 noites de eventos, mudam os temas, mas sempre em terças, quartas ou quintas a noite, raramente em finais de semana, mais raro ainda durante horário comercial. Todos foram gratuitos, houve um de arduino que repassou um custo pelo uso dos kits.

Em resumo as regras consolidadas são: preferencialmente nas noites de terça/quarta/quinta, sem apelo comercial, com seleção via enquete, sem restrições a temas, desde que de interesse, comissões de organização auto-organizadas, sempre no TecnoPUC e cumprindo a risca suas normas, eventos abertos, palestrantes e participantes com ou sem vinculo com as empresas do parque.

Houveram anos em que startup puxou, outros tecnologia, questões mais pedagógicos e mais próximos das faculdades e programas de pós, mas absolutamente todos abertos e sem qualquer apelo comercial, jamais puxado por empresas ou apresentando produtos, o foco sempre é o compartilhamento de conhecimento.

No último ano passei a compartilhar via Face Live, comprei tripé e aos poucos começou a dar certo, o próprio local passou a ser escolhido dependente de disponibilidade de rede cabeada ou wi-fi, a cada evento atingimos mais de 800 visualizações em menos de 48Hrs … assim quem não pode ir assiste remotamente ao vivo e muita gente assiste depois.

Outro babado é que vários eventos passaram a ter participações remotas via Apper.in, Skype ou HangOut, como o Deli Matsuo desde Boston, o Fábio de Salles e o Madalosso desde SP, professores da UFRJ no de Design Thinking na educação … seis anos de adaptação e abordagens variadas … amo muito tudo isso!

https://www.facebook.com/groups/tecnotalks

18/07/12 – Open Space no TecnoPUC – Cartaz – Ata
20/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia1
21/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia2
22/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia3
23/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia4
24/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia5
25/09/12 – III TecnoTalks – 1º Dia
27/09/12 – III TecnoTalks – 2º Dia: pré e pós
24/10/12 – IV TecnoTalks – 1º Dia – Introdução RoR
28/11/12 – TecnoTalk 5 – 1ª Noite
28/11/12 – TecnoTalk 5 – 2ª Noite
28/11/12 – TecnoTalk 5 – 3º dia + RHoK
04/12/12 – UStream do Lean StartUp Conference San Francisco
09/12/12 – Ação da Onda Sócio Ambiental em Gravataí
11/12/12 – Tecnotalks 6, diferente de tudo o que já fizemos – pré e pós
20/12/12 – 6 meses de tecnotalks e detalhes 6º TecnoTalks / depoimentos
26/12/12 – McKenna tinha razão
14/01/13 – Reunião comissao especial Tecnotalks 2013
07/03/13 – 1º GUMA-TecnoTalks Dojos (divulgação)
20/04/13 – Idéias em Produção (Falando sério sobre dojos) – 8º TecnoTalks
11/06/13 – 9º TecnoTalks – Dia 11/06, 3ªfeira
18/07/13 – 10° TecnoTalks – Divulgação + Relato completo com fotos
19/07/13 – O melhor Tecnotalks entre tantos inesquecíveis
07/08/13 – Manifesto Luca Bastos – divulgação – relato do evento
20/08/13 – 13° TecnoTalks + GUGC – divulgação – relato do evento
07/09/13 – 14° Tecnotalks vamos planejar gestão do conhecimento
16/09/13 – TTalks FACE e FACIN – divulgação 1 – divulgação 2
22/10/13 – FACE/FACIN – 1ª noite do 15° TecnoTalks
23/10/13 – FACE/FACIN – 2ª noite do 15° TecnoTalks – chamada – relato
09/11/13 – Open Data e Smart City no TecnoTalks – chamada
18/11/13 – Startup Dojo de aniversário da RAIAR – chamada – relato
26/11/13 – Inception do http://www.tecnotalks.com.br/
29/01/14 – 1º Pic-Nic do TecnoTalks no TecnoPUC – chamada – relato
16/04/14 – TTalks sobre Gamification e Gamestorming – chamada – relato
25/04/14 – Vamos falar de lagartas e borboletas
29/04/14 – Startup Dojo com Luis Cipriani do Twitter
03/06/14 – Service Thinking – #1 Evento#2 Conceitos e #3 Visão
16/07/14 – Tecnotalks 2 Anos – DivulgaçãoComemoração e Relato
26/08/14 – ASL e TecnoTalks – Startup Livre Dojo
13/09/14 – Prototipar Hardware – Tecnotalks Arduino de 27/10/14
18/11/14 – Pré-TTalks Agile SubWay Map – TTalks Subway Maps 27/11
21/01/15 – 1º TecnoTalks de 2015 é com o POA Neters (relato pós-evento)
05/02/15 – 11/02 – Happy hour TecnoTalks esquentando os tamburins
26/02/15 – GUMA e TecnoTalks é nitroglicerina
01/04/15 – Relato sobre o POA startup talks na RAIAR
30/07/15 – Tecnotalks Vamos Falar de Empreendedorismo
09/09/15 – Vamos falar de empreendedorismo II
29/09/15 – Global TPUC – Prévia – Programa – Inauguração
07/10/15 – TecnoTalks 06/10 – LEGO Serious Play
08/11/15 – TecnoTalks 24/11 – 12º Troca de Cartões do CRA-RS
23/11/15 – Vamos falar de Empreendedorismo – BMC/LC
25/11/15- CONECTE.ME – Uma nova dinâmica de networking
30/11/15 – 12ª Troca de Cartões ainda gerando valor e reflexões
22/12/15 – Elevator pitch N x N no próximo troca de cartões
11/03/16 – GUAN/TecnoTalks – Papel de HRBP / lição aprendida
12/03/16 – 29 de 03 – TTalks Realidade virtual / Relato
09/08/16 – Mais um TecnoTalks sobre empreendedorismo
17/08/16 – BPW/TTalks – Business Dojo divulga relato extra
24/09/16 – Vamos falar sobre inteligência de negócios
25/09/16 – Semana acadêmica FACIN 2016 divulga info relato
20/10/16 – BI, Big Data, Data Mining e Data Science
02/11/16 – Desenvolvimento mobile – divulga – vídeos/relato
16/12/16 – PHP Laravel – divulgação – relato
17/01/17 – Planejando Carreiras – Felicidade e discriminação
18/01/17 – Planejando Carreiras – Networking e soft skills
19/01/17 – Planejando Carreiras – Planejamento
18/04/17 – TTalks UX dojo – relato
28/07/17 – Documentação / debate e insights
02/08/17 – TTalks Pais & Filhos – divulgação – relato do evento
18/01/18 – Storytelling & Jornada do Herói
21/02/18 – Design Thinking na Educação
28/03/18 – Painel e debate sobre TI Bi-Modal
02/05/18 – Palestras sobre BI e Data Science
10/05/18 – Debate sobre especif. por Exemplos
06/06/18 – Palestras sobre People Analytics
07/06/18 – Debate sobre Linha de Produto de SW
21/06/18 – Palestra sobre arquitetura de software
22/06/18 – Debate sobre Agile e PMBOK
23/06/18 – Toolbox na Educação
23/06/18 – Toolbox no RH
11/10/18 – Debate sobre Domain Driven Design
19/10/18 – Debate sobre GP, SM, PMO e Agile Coachs
25/10/18 – Oficina de BDD e Examplo Mapping
31/10/18 – Debate sobre O papel de PO
08/11/18 – Debate sobre DevOps & Pipeline

 

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A “nova escola” alemã em jogos de tabuleiro

Sempre curti jogos, sem nunca dedicar tempo excessivo a eles é verdade, mas a cada oportunidade eu me dedicava a planejar e preparar para que tudo desse certo – local, jogos adequados à idade da galerinha, atraentes, variados, divertidos, tinha que providenciar material, preparação e facilitação.

Em 2005 fiz uma compilação de JOGOS CLÁSSICOS, de rua, papel, cartas e muitos tabuleiros. Na época achei relevante compila-los em um livreto para usar offline, em qualquer lugar, e distribuir para lobinhos e escoteiros … dos 500 livrinhos, restaram uns 10 que guardei de recordação.

Em 2015 lancei o livro JOGOS 360° com foco em Team Building Games – Icebreakers, warm ups e Agile Games – quase uma centena de jogos para mobilizar equipes, grupos, alunos e pessoas a debaterem assuntos relevantes – conhecimento, pessoas, equipes, processo e ambiente – https://jorgeaudy.com/jogos-360o/.

Não sou um especialista em jogos, mas tenho alguma prática, desde a década de 90 usava em mini-gincanas nos aniversários infantis da família e hoje os compartilho em workshops de Team Building Games. Sempre criei variações e já criei mais de um autoral, recentemente o Desafio Toolbox 360°.

A “nova escola” alemã de tabuleiros (anos ’90)

Eurogames ou “Nova Escola” alemã de jogos de tabuleiro é um estilo surgido nos anos 90 na alemanha, que se disseminou rapidamente pela Europa e ganhou o mundo com jogos de regras simples, fáceis de entender e jogar, privilegiando a interação e interesse de todos até o fim.

* Mantenha regras simples, privilegiando a interação – evite regras complexas, para que qualquer um possa rapidamente entender e jogar, depois a cada jogada ir evoluindo e melhorando;
* Há competição, mas preferencialmente indireta – evite regras em que um jogador elimina o outro, gere objetivos construtivos em que mesmo competitivo a meta seja ganhar e não “competir”;
* Todos interessados e participantes até o fim – evite regras em que os jogadores sejam eliminados precocemente ou torne seus objetivos inatingíveis e assim percam o interesse no jogo;
* Tempo limitado e regras instigantes – evite regras que inviabilizem um jogo divertido e instigante em menos de uma hora, há sugestões que um jogo criativo de 30 minutos é melhor que 4 horas;
* Mitigar o fator sorte (dados|sorteio) – pode incluir fatores de sorte como jogar dados ou retirar cartas, mas o imponderável não pode subjugar completamente uma boa estratégia no jogo;
* Privilegiar a tomada de decisão – dentro do possível cada jogador deve sentir-se instigado a criar estratégias e mudá-las a medida que o jogo avança, tentando mudar os rumos e resultados.

São considerados ícone deste pradigma o jogo Catan, Carcassonne, Ticket to Ride, Puerto Rico, Zombicide, 7 wonders, Dixit, entre muitos outros. Nem melhores nem piores que outros jogos, mas incentivando todos a objetivos passíveis de serem atingidos em um curto espaço de tempo, de forma instigante.

Desenvolvimento de Jogos

Escolher jogos, adaptá-los ou mesmo mudá-los para adequarem-se ainda mais as características do grupo e objetivos é apaixonante, uma atividade divertida por natureza, ainda mais se houver uma boa parceria. A partir dela, seguimos um processo mais estruturado e técnico ou empírico e aleatório, não importa muito.

Mas, pode crer que as mesmas técnicas dos processos criativos de sucesso são aplicadas a qualquer tipo de oportunidade, projeto, operação … são centenas de opções conforme estratégia, negócio, pessoas, contexto e objetivos. Mas, antes de começar, sugiro alguns pontos de atenção:

  • É mais difícil se você não gosta e não joga  😦
  • Quando jogar, discuta os mecanismos com a galera;
  • Exercite pensando algumas mudanças em jogos existentes;
  • Todo jogo tem um objetivo, de pedagógicos a simples diversão;
  • Feito é melhor que perfeito, use sucata e crie uma versão inicial;
  • Realize play tests, convide amigos e colegas, peça feedbacks.

Pense em técnicas oriundas do Lean Startup, nos quatro passos para a Epifania, Design Thinking, com os canvas para modelagem de games e para gamification, business, value proposition e empatia, dinâmicas para brainstorming, criatividade, inovação e empreendedorismo.

Você pode criar um jogo sozinho, like lobo solitário, mas é muito mais divertido e produtivo se tiver parceiros para trocar ideias, prototipação e validação … as vezes não é fácil engajar alguém porque dá muuuuuito trabalho, paciência e perceverança são tão importantes quanto a paixão.

Desafio Toolbox 360°

O jogo que criei e batizei de Desafio Toolbox é um exemplo de mudanças a cada play test, buscando equilíbrio na usabilidade, inicialmente havia um dado, fichas, competição, regras bem sofisticadas que foram simplificando enquanto eu focava mais nas técnicas do baralho e no desafio que na dinâmica.

Desde o início queria algo atraente, divertido, instigante, mas valorizando o pedagógico, seguindo as premissas da nova escola alemã dos jogos de tabuleiros – regras simples, muita interação, competição indireta, todos juntos, rápido, menos sorte ao azar e mais estratégia, com tomada de decisão e estratégia.

Exemplo, um jogo do zero contendo desafio, estratégia, tabuleiro e baralho com foco em debate e aprendizado: https://jorgeaudy.com/desafio-toolbox/

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Lean Space Conference | Floripa | SoftPlan

O Lean Space Conference será o maior evento gratuito sobre Lean & Agile do Brasil, as vagas esgotaram rapidamente, instigado pela galera da SoftPlan que empreende a algum tempo um processo de adaptação de seus processos à princípios Lean de fluxo contínuo em meio a um processo pró-ativo de melhoria contínua.

https://www.sympla.com.br/lean-space-conference__384096

AGENDA:

9h00 às 10h00 – Dr. Rupy Sawhney – University of Tennessee – USA
Tema: People driven Lean Systems : A model for Sustanability

10h00 às 11h00 – Luiz Cláudio Parzianello – Surya
Tema: Lean Business: Muito além de uma análise enxuta!

11h00 às 12h00 – Samuel Crescêncio – Lean it 101
Tema: Tendências tecnológicas para 2019 e o seu impacto nos modelos existentes

14h00 às 15h00 – Luiz (Lula) Rodrigues – Knowledge 21
Tema: Introduzindo o Lean Kanban: Uma abordagem sistêmica

15h00 às 16h00 – Jorge Horácio Audy – DBServer
Tema: Carreira em tempos de mudança! Interativa, incremental e articulada

16h30 às 17h30 – Erasto Meneses – Softplan
Tema: Lean na veia, uma história real

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Rupy Sawhney:
Atualmente é professor de Engenharia Industrial e de Sistemas no Universidade do Tennessee, Knoxville; Heath Fellow em Negócios e Engenharia; Professor em Programa Interdisciplinar em Energia; Nomeação conjunta com o Complexo de Segurança Nacional Y12; e professor visitante na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Ele era um professor de Weston Fulton e Chefe de Departamento durante 2010-2013. Sua pesquisa atual se concentra em idéias inovadoras para melhorar
excelência operacional em sistemas complexos. Ele decompôs sua pesquisa em três componentes (i) inteligência de fabricação, (ii) inteligência organizacional e (iii) design baseado em pessoas. Já trabalhou com mais de 200 empresas e é ganhador de vários prêmios (Boeing Welliver Fellow, Prêmio Faculdade Alcoa, IIE Lean Teaching Award, Reuben Harris Award e Accenture Teaching Excellence Award)

Luiz Cláudio Parzianello :
Engenheiro Eletricista pela PUCRS e Mestre em Engenharia Biomédica pela USP, acumulou experiências profissionais durante 30 anos em Tecnologia da Informação, Gestão de Negócios, Pessoas, Projetos, Produtos Digitais e Processos Ágeis. Durante esse período, atuou para grandes empresas e fundou a Surya. Foi um dos pioneiros na adoção e disseminação dos valores, princípios e práticas do Manifesto Ágil no Brasil. Coautor da Agile Extension to the BABOK (Business Analysis Body of Knowledge), um projeto conjunto entre o International Institute of Business Analysis e a Agile Alliance, também é autor e promotor das abordagens Lean Business Analysis e Scrum for Business no Brasil.

Samuel Crescêncio:
Engenheiro de software, autor, instrutor, empreendedor e executivo experiente, com mais de 23 anos de experiência prática. A experiência completa de Samuel ajuda-o a estruturar sistemas de entrega contínua totalmente automatizados, com automação de testes completa construída a partir do zero, levando a arquiteturas verdadeiramente evolutivas e de alta qualidade.

Luiz (Lula) Rodrigues:
Luiz Rodrigues​, ou Lula, desenvolve sistemas desde 2008. É um facilitador hábil, com uma mente aguçada que consegue atuar de uma forma leve e serena. Coordenou projetos de software para o mercado financeiro durante quatro anos, com o desafio de tornar mais ágil um setor historicamente tradicional. Apaixonado pela comunidade ágil, é atuante em discussões abertas, palestrante e voluntário em grandes eventos de tecnologia e agilidade. Segue fortemente valores e princípios que norteiam não só as decisões no seu trabalho, mas também em todas as camadas da sua vida.

Jorge Horácio Audy :
Agilista e escotista 24 horas por dia ! Sou Agile Coach pela DBServer, professor na FACIN/PUCRS nas disciplinas de Tópicos Especiais em Eng de SW e Gerenciamento de Projetos. Mestre na linha de pesquisa de Gestão da Informação pela FACE/PUCRS, ativo organizador, participante e palestrante na comunidade ágil brasileira. Já coordenou projetos de maturidade de software, treinamento e coaching para formação de equipes, mentoria a startups, autor de livros sobre SCRUM, Team Building Games e Toolbox, além de blogueiro.

Erasto Meneses:
Profissional com 20 anos de experiência profissional, sendo os últimos 7 anos em gerenciamento de projetos, coaching ágil, gerenciamento de mudanças, analista de sistemas, testes de software e garantia de qualidade, mais 5 anos de experiência em gerenciamento de grandes contas e coordenação de pessoal e 5 anos de experiência na área. área comercial e atendimento ao cliente. Certificado em processos Kaizen / Lean com uma longa experiência em melhoria contínua e transição / transformação ágil a partir de métodos tradicionais de desenvolvimento.

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Uma visita ao Pelotas Parque Tecnológico

Em Outubro/2018 estive em Pelotas com a Tatiana Ximenes para interagir com a galera do Parque Tecnológico Pelotas em um dia especial, pois no saguão ao lado acontecia uma feira de ciências estudantil com stands de projetos e iniciativas de professores e alunos com quem pudemos interagir e trocar conhecimentos.

O prédio é uma preciosidade arquitetônica, reformado de forma a oferecer grandes espaços comuns, um saguão ímpar, espaço de coworking, murais de tirar o fôlego e tudo o mais esperado para um lugar que inspira a interação, sinergia e criatividade, HWang curtiria o ecossistema formado  \o/

A edição de Toolbox 360° by DBServer foi a maior até então, contando com 10 mesas e mais de 50 pessoas presentes. Profissionais, professores, alunos, integrantes das startups do parque, tudo isso pareando com profissionais da equipe do próprio parque, com a Tati e com a colega Luciane Zamban Schilling.

Ao chegarmos fomos recebidos pela equipe do parque – Leandro Gausmann, Rosani Boeira Ribeir, Milena Rota Sena e o Felipe. Durante toda nossa estada nos acompanharam na interação com os diferentes players e espaços, dentro do possível, porque para conhecer tudo e todos precisaríamos mais que um dia e uma noite.

http://pelotasparquetecnologico.com.br – “O Pelotas Parque Tecnológico tem como foco principal o desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras para nós e para o mundo.Para que isso seja possível, foram escolhidas três grandes áreas de atuação nas quais o município já se destaca como polo: tecnologia da informação e comunicação; tecnologia em saúde e indústria criativa”

“O Pelotas Parque Tecnológico é o ambiente para convergência de interesses comuns. Local onde a sinergia entre os players consolidará o ecossistema de inovação e cooperação da cidade e da região, onde instituições públicas e privadas trabalharão em conjunto para o desenvolvimento. Nosso foco principal é o desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras para nós e para o mundo.”

Há um grupo no Facebook exclusivo do Pelotas Parque Tecnológico em https://www.facebook.com/groups/183711252024683/

Av. Domingos de Almeida, 1785 – Areal – CEP 96085470 – Fone (53)32257755 – contato@pelotasparquetecnologico.com.br

 

 

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Dinâmicas para ressignificar nossa percepção de time

Quer um roteiro simples e muito efetivo para sua equipe esclarecer quem somos, porque existimos, o que fazemos, qual a importância, como fazemos, etc? Os artefatos resultantes são muito importantes de início, mas desapegamos deles com o tempo a medida que evoluímos e crescemos como um time de alta performance.

Conforme a famosa Curva de Tuckman – Forming, Storming, Norming, Performing e um dia Adjourning – iniciamos por alinhamentos, que nos permita experienciar, hora acertando, errando, aprendendo e melhorando, passando assim por um período de storming até que estabeleçamos um bom padrão de interação e resultados.

Importante alinhar desde o início que nosso objetivo é debater e modelar uma primeira versão em uma timeboxe que pode ser de uma manhã, de 2,5 a 3,5 horas, desta forma questões mais polêmicas podem ser combinadas como um MVP, pois o todo deverá ir evoluindo e melhorando com o passar do tempo.

1. Quebra-gelo – Conforme o perfil do time e a janela de tempo podemos escolher um quebra-gelo rápido, como crachá para montar um quadro de identidade, sucata para fazer um brasão ou bandeira do time, um moodboard com nomes, talentos e propósito do time ou mural com spots de jogos e dinâmicas que o time realiza;

2. “Briefing” – É muito importante uma abertura em que a liderança, um diretor ou gerente, fale sobre histórico, sua percepção e confiança no time. Esse início ajuda a mitigar eventuais birras e disputas internas, oferecendo uma percepção de que a empresa aposta em cada um e no conjunto para atingir os resultados desejados;

3. 5w2h – Um aquecimento muito bom é cada um escrever em postits perguntas que lhe inquietam ou acreditam importantes a serem respondidas ao final. Eu ofereço um bloco de postits grandes a cada um para que escrevam perguntas que deseja verem respondidas nesta reunião, para então clusterizá-las na parede;

4. Role Model Canvas – Uso uma adaptação deste canvas para discutir quem somos, desde missão, restrições, parceiros, informações, ferramentas e cenários (fluxos). Tenho usado este Canvas para realizar este brainstorming, suas células oferecem orientação para idear, debater e convergir os temas mais importantes;

5. Próximos passos – Ao final, sempre é importante rever a essência do que foi discutido e materializado, ver no 5w2h se tudo foi endereçado, rever o resultado do Canvas, construindo um To Do List com os próximos passos e endereçamentos de forma que alguns, cada um e todos tenham metas até o próximo encontro do time.

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Role Model Canvas

Quanto ao Canvas, não o uso de forma literal, o adaptei a minha necessidade, mas mantive o mérito ao autor. O reinterpretei visualmente de forma a privilegiar o que é para nós mais importante (cenários), por isso reorganizei e propus uma abordagem dirigida para preenchimento conforme segue, ultimando com nossos fluxos de trabalho:

1º. Missão, antes de mais nada, o que é esperado, resultados esperados, porque de sua existência;
2º. Restrições conhecidas, as principais, tendo surgido algo quanto a alçada, budget, equipe, dependências;
3º. Parcerias essenciais, internas ou externas com quem a área ou processo ou programa conta ou depende;
4º. Informação que lhes são cobradas, métricas, metas, indicadores e quem as solicita ou exige;
5º. Ferramentas, de forma a deixar claro quais são e eventual contextualização;
6º. Trabalho, principais jornadas, procedimentos, com selos de valor, oportunidade e prioridade.

A tempo, o original é alemão e um pouco diferente, com outro fechamento (link):

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25/08/18 as 13:30 na DBServer – Mais um JOGOS 360°!

No próximo Sábado, dia 25/08/18 entre as 13:30 e 18:30, vai rolar mais um workshop de Jogos quebra-gelos, aquecimentos e pedagógicos … muito mais que o lúdico, discutiremos fundamentos, riscos e oportunidades, abordagens para planejar, executar e até criar novos jogos.

Alguns com objetivo de quebra-gelo, algo agitado, divertido, mas porque não aproveitar e aplicar algo provocativo, o mesmo propósito de jogos de aquecimento onde discutimos valores, princípios, conceitos, percepções sobre os mais diferentes contextos e Agile Games (pedagógicos).

O preço é super acessível, cada um leva o livro para casa e acredito que é um workshop de interesse para facilitadores, gestores, professores, RH, escolas, para todas as áreas, pois trata de questões relacionadas a empatia, sinergia, integração, auto-conhecimento, ensino e aprendizado.

Inscrições em http://bit.ly/jogos360-250818

 

Algumas fotos e depoimentos de edições passadas:

“Foi útil, divertido e traduziu o sentido da aprendizagem 3.0, que valoriza o conhecimento dos indivíduos e constrói novos conhecimentos a partir da troca de experiências. A condução foi consistente e fluída, combinou jogos, teoria e exemplos práticos de aplicação. Além disso, a conexão das pessoas potencializou a criatividade, a visão crítica e a flexibilidade cognitiva, características relevantes na sociedade do século XXI.” – Fabiane Castro – Inteligência Competitiva e de Mercado | Escola de Negócios da PUCRS

“A experiência foi sensacional. Tive inúmeros insights de erros que costumamos cometer sem nos darmos conta e consegui pensar em inúmeras aplicações de jogos em ambientes de sala de aula visando a maximização do processo de aprendizagem. ” – Barbara Silva Costa – Professora Unisinos

“Curso de Team Building Games: aprender a jogar para ensinar. Muito Obrigada pela generosidade Jorge Audy” – Camila Morales – UniRitter

“Muito bom! A tarde passou voando e eu sai cheia de ideias!” – Márcia Vargas

“Que tarde maravilhosa, muitas dinâmicas, trocas de experiencia e novas ideias para aplicar.” – Jonatan Aguiar – Compasso Tecnologia

“Sempre aprendendo muito com Jorge Audy” – Joice Schwank Hahn – Sicredi

“Eu sou suspeita pra falar …. adoro os Games, me apaixonei no primeiro Agile Games Night do TecnoTalks lembra! Temos que repetir !” – Fran Vareira – CWI

Quebra-gelo / Icebreaker

  • 1, 2, 3 – empatia
  • A cobra e o tigre – sistemas puxados
  • Balões ao alto – senso de time e valor
  • Bola alternada – cadência e melhoria
  • Bola imaginária – auto-organização
  • Boneco ou robô – valor e empatia
  • Bola no balde – senso de time
  • Bomba e estopim – sistema puxado
  • Braço direito – senso de time
  • Caça ao Tesouro – integração
  • Caixa de pandora – criatividade
  • Campo minado – estratégia
  • Corrida de centopéias – sistemas puxados
  • Corrida colaborativa – senso de time
  • Corridas de centopéias – senso de time
  • Cynefin – sistemas complexos
  • Escalpos – senso de time e estratégia
  • Escravos de Jó – sistemas puxados
  • Esquis – sistemas puxados
  • Fio Dental – senso de time
  • Formigas e cupins – estratégia
  • Guerra dos balões – senso de time
  • Invertendo a ordem – senso de time
  • Mundo animal – integração
  • Pair-plane – empatia e melhoria
  • Passe 15 – senso de time e integração
  • Refugo radioativo – teoria das restrições
  • Requebra-cabeças – negociação
  • Rio dos crocodilos – sistemas puxados
  • Rolos da serpente – auto-organização
  • Siga o chefe – senso de time
  • Teia de aranha – estratégia
  • Torre de hanoi – estratégia
  • Tribos e escalpos – estratégia
  • Trocaletra – senso de time
  • Vôlei colaborativo – senso de time

Aquecimento / Warm Ups

  • 6 Thinking Hats – timeboxes
  • Apresentação – integração
  • Balões entregues – fluxo
  • Cards Against Agility – principios
  • Círculo de conselho – senso de time
  • Círculo-quadrado – auto-organização
  • Collage – criatividade
  • Comando-controle – auto-organização
  • Crazy Eight – criatividade
  • Delegation Poker – liderança
  • Desenho colaborativo – princípios
  • Descubra o colega – integração
  • Diário – princípios
  • Empatia – empatia
  • Enchendo a garrafa – estratégia
  • Enciclopédia – princípios
  • Fábrica de moedas – sistemas puxados
  • Fábrica de triângulos – auto-organização
  • Fato ou ficção – empatia
  • Fruta madura – confiança
  • Histórias e mapas – empatia
  • Identidade – princípios
  • Imagem e ação – integração
  • Imaginação e improviso – princípios
  • Improviso – criatividade
  • Jogo das sombras – empatia
  • Leilão de valores – princípios
  • Ligando os Pontos – empatia
  • Mandala – empatia
  • Meddlers – liderança
  • Mega-master – estratégia
  • Mímica – empatia
  • Mochilão – estratégia
  • Modelo Cynefin – complexidade
  • Movimenta e estática (Força G)
  • Moving Motivators – liderança
  • Mudança de hábito – empatia
  • Mural de personalidades – empatia
  • O micróbio e o dente – sistemas puxados
  • Onde está Wally? – comunicação
  • Pacote surpresa – empatia
  • Pivot – estratégia
  • Princípios de 1 a 5 – princípios
  • Quadrante mágico – princípios
  • Quem – empatia
  • Quem sou eu? – empatia
  • Tribunal do Juri – princípios
  • Torre de papel – estratégia
  • Paixão ou pressão – comunicação
  • Personas – empatia
  • Postit na testa – comunicação
  • Repaginando – princípios
  • Robótica – comunicação
  • Sentimentos – empatia
  • Sem telefone e sem fio – princípios
  • Telefone sem fio – comunicação
  • Varinha anti-gravidade – senso de time
  • Você prefere – empatia
  • Volta ao mundo – criatividade
  • Zoom – criatividade

Agile Games

  • Alfabeto perdido de Macondo – scrum
  • Aviões 2.0 – scrum
  • Bambu challenge – scrum
  • BDD Warriors – BDD
  • Castelo de cartas – scrum
  • Catapulta – scrum
  • Cesto de ovos – scrum
  • Clone lego-lego – scrum
  • Construindo cidades – scrum
  • Desafio Toolbox 360º – Conhecimento
  • Extreme Hour – XP
  • Fio de Ariadne Ágil – criatividade
  • Jenga Testing – Qualidade
  • Kanban Pizza – kanban
  • Kim (memória) – Agile
  • Lego Serious Play – Agile
  • Marshmellow challenge ágil – scrum
  • Pizzaiolo – inclusão
  • Scrum from Hell – comportamento
  • Scrum Liner – scrum
  • Scrumia – scrum
  • Paper Snowflake – scrum
  • Spaghetti bridge – scrum

Extra

  • Papel e lápis – passatempos de estratégia