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Caroli Editora lança a 2ª edição do Jogos 360º

Dois anos após lançar o meu terceiro livro, sobre Team Building Games – JOGOS 360º, esta saindo a segunda edição, agora pela Caroli Editora. Na época, quando tive a honra de contar com um prefácio escrito por ele, nem imaginávamos que essa parceria acabaria na Bamboletras:  \o/

Você já imaginou isso?

Um ambiente de trabalho descontraído, divertido e produtivo? Nunca subestime o poder da diversão. Através da diversão e do riso, seus níveis de estresse diminuem significativamente. E você estará muito mais aberto a trabalhar com outras pessoas.

Você não sabe o quê, mas alguma coisa está dizendo que sua vida profissional pode ser diferente. Não são ideias soltas de um livro de autoajuste. Mas sim um guia de jogos para transformar um grupo de pessoas em um time efetivo, colaborativo e divertido.

Pessoas altamente envolvidas, participativas e estimuladas são mais efetivas no trabalho. Tendo isso em mente, você precisa fazer algo diferente. Pare com reuniões tradicionais. Com participantes sentados e pouco envolvidos. Você precisa elevar o estado de espírito dos participantes.

Neste livro, o empolgante Jorge Audy compartilha jogos de trabalho, atividades e brincadeiras para criar um ambiente amigável e tornar as pessoas mais eficientes no trabalho. Teoria do bá, construtivismo, métodos ágeis, e escotismo. Junte isso com muito entusiasmo e sabedoria.  O resultado está em suas mãos.

Boa leitura!

Paulo Caroli, cofundador da AgileBrazil e consultor principal da Thoughtworks.

http://www.caroli.org/product-category/portugues/

http://www.caroli.org/product/jogos-360/

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19/05 as 14:00 tem Workshop Toolbox 360º

No dia 19/05, um Sábado das 14:00 as 18:00 vou realizar um workshop sobre TOOLBOX 360º, o investimento é de apenas R$100, recebendo em troca um kit do jogo com o tabuleiro e um baralho em gramatura 300 com 83 boas práticas … instrumento suficiente para o Team Building Game DESAFIO TOOLBOX e para a execução da técnica TOOLBOX WALL, ambos com foco em aprendizado e desenvolvimento de novas competências. As vagas são limitadas e por isso as inscrições em http://bit.ly/wstoolbox1 dependem de confirmação.

Este workshop já foi realizado em alguns eventos e empresas, a seguir algumas fotos:

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Clube do Livro TOTVS, uma ideia a ser seguida

Tive o prazer de ser convidado a interagir com a galera do Clube do Livro da TOTVS, convite feito pela Claudia Montagnoli, especialista em Gestão de Serviços e Governança de TI na TOTVS SP e que tudo fez para que a experiência fosse ótima para todos.

A iniciativa é recente e a adesão a cada reunião é presencial na sala em SP e até 40 participantes remotos, os relatos que recebi são muito bacanas, o livro anterior do clube foi “Scrum – A Arte De Fazer o Dobro do Trabalho na Metade do Tempo” do Jeff.

Segundo a wikipedia – “Clube do Livro é um grupo onde pessoas se encontram regularmente para discutir sobre um livro que acabaram de ler, expressando suas opiniões, críticas, etc. Comumente, membros de clubes do livro encontram-se em suas casas, livrarias, cafés, restaurantes, … há também versões online.”

“Empresa brasileira de software, serviços, plataforma e consultoria e está entre as maiores desenvolvedoras de sistemas de gestão integrada do mundo”, multinacional presente em 41 países, com orgulho, nossos vizinhos no prédio 99A, estamos no 5º andar e eles no 12º … essa é a força do ecossistema TecnoPUC.

Com bastante antecedência recebi o convite e alinhamento, uma semana antes testamos a conexão pelo excelente software da CISCO para videoconf – WEBEX. Desde o início a Claudia foi cuidadosa nos mínimos detalhes, abriu a oportunidade para questionamentos prévios, gerando interação, o que me permitiu entender melhor algumas dúvidas e pontos de interesse.

A experiência foi gratificante para mim, o tempo foi bem curtinho, acompanhado do colega Éder Hamermüller, uma hora porque quintas e sextas eu tenho meus alunos na Escola Politécnica da PUCRS, mas provavelmente deve ter gerado pano pra debates acalorados a seguir, acho que dei motivos 🙂

Iniciativas como essa devem ser incentivadas, pois agregam valor ainda maior a leitura, quer seja de livros, artigos, pesquisas, potencializadas pelo debate e mais ainda pelas derivações resultantes de diferentes visões e vivências.

Sem palavras por terem escolhido meu livro Scrum 360° para uma destas rodadas, mas feito o convite aproveitei para enfatizar ainda mais a dimensão humana, racional e emocional, que resulta em uma curva cognitiva crescente.

Foi possível aproveitar cada minuto para provocar reflexões, nosso papel enquanto agentes de mudança, sempre pautando Pareto, sem idealizações, mas Kaizen, contando com combinações e retrospectivas gerando micro-planos de ação.

O papel das métricas e indicadores, princípios intrínsecos a ritmo ou cadência, seguindo um fluxo contínuo de DoR/DoD de forma a termos não só fluides, mas a busca por um fluxo de alta performance cadenciado e sustentável.

Foram mais de 80 participantes, entre presenciais e conectados, por isto o GDrive usado para perguntas e respostas entre todos será mantido por mais 30 dias com o objetivo de instigar o máximo de interação.

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Se por acaso tiver interesse no livro, está lá na Casa do Código.

A Cláudia ao final fez uma provocação sensacional, relembrando uma antiga propaganda da Pirelli em que o mote era: “Potencia não é nada sem controle!” … fica aqui para fazer pensar, é bem curtinha e deixa um bom debate subliminar:

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Mais um Desafio Toolbox e ToolBox Wall

Um blog, um livro, um jogo de tabuleiro, uma técnica de gestão do conhecimento, a cada mês compartilho e dissemino um pouco mais estes conceitos e conteúdos. A pergunta é: Qual é a sua toolbox, a da sua equipe, da sua empresa, o que dominamos, experimentamos e desejamos.

São mais de 120 boas práticas compiladas a partir de seleções e vivências, crescente ano após ano, oriundas de diferentes frameworks, métodos, modelos, experimentos, envolvendo estratégia, ideação, modelagem, planejamento, definição, construção e aprendizado.

Desta vez foi na Quarta do Conhecimento da PROCERGS a convite da Luciana Hahn, oportunidade que tive a oportunidade de mais uma vez reencontrar e interagir com amigos, ex-colegas, parceiros de profissão e paixão pelo aprendizado e gestão do conhecimento.

Porque um acixa de ferramenta apenas com um martelo somente será útil frente a pregos, uma caixa de ferramenta cheia de opções inúteis será pesada e onerosa, nossa meta será sempre buscar o equilíbrio com ferramentas úteis e na medida, lembrando que não podemos parar no tempo, não serão melhores por serem antigas ou novas, mas porque geram resultados e valor.

Foi um papo rápido e partimos para o jogo Desafio Toolbox, formando várias equipes de 5 integrantes, um como mestre, com um desafio e cinco cartas aleatórias para cada um para debate e proposição das melhores cartas (técnicas) entre as 25 em jogo.

Após duas rodadas, dois desafios, inauguramos um grande Toolbox Wall em frente ao refeitório, um grid de uns sete ou oito metros, metade com técnicas e outra metade com tecnologia, convidando a todos a interagirem – colocando postits verdes, amarelos e laranjas:

  • Verde – Eu conheço e posso ajudar no entendimento ou execução desta técnica (carta);
  • Amarelo – Eu quero aprender ou preciso de ajuda para experimentar esta técnica (carta);
  • Laranja – Eu não recomendo (várias laranjas removem esta carta para uma quarentena).

A seguir fotos e vídeos desta experiência singular, com feedbacks e sugestões variadas nos dias seguintes como a do Jose Ignacio Jaeger Neto para uso de QRCode para acessar a página correspondente no blog e a colocação de um mural de feedbacks.

Tive um probleminha com meu notebook, mas sem nenhuma perda para a dinâmica, fiz um briefing do conceito por trás do jogo e da técnica e seguimos adiante.

Foi mais uma oportunidade de muita interação e aprendizado que esta disseminação de boas práticas me proporciona, compartilharei novos capítulos em breve.

[ ] e se ficar curioso, entra em contato o/

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Digital Artisans – Ray Wang

Um post em ritmo de resenha de Carnaval (2018) – Se não formos agentes de mudança nesta era de disrupção, seremos atropelados por ela, nosso planejamento de carreira deve estar alinhado ao mercado (time to market) tanto quanto o planejamento estratégico de qualquer empresa que pretenda sobreviver e crescer no século XXI.

No século XXI, na busca por organizações exponenciais, estruturas duais, transformação digital e indústria 4.0, temos a soma de hard e soft skills, profissionais multimodais, colaborativos, com sinergia e foco permanente em resultados. Precisamos ter amplitude de visão e skills que nos permitam sermos parte desta nova economia.

Artesãos Digitais – Ray Wang – Constellation Research Inc

Desapegue e deixe o século XX para trás, as empresas precisam cada vez mais de especialistas (hardskills) com habilidades (softskills), técnicos criativos, operacionais de negócio, exatas + humanas, que saibam explorar ao máximo os dois hemisférios do seu cérebro – razão e emoção.

O fundador e analista da Constellation Research Inc é Ray Wang, ele cunhou o anagrama ARTISANS alusivo a artesãos digitais. Para destacar-se no século XXI as organizações buscam profissionais completos, com domínio no que ele chamou de sete blocos de construção:

  • (A) Autêntico: manter-se fiel à marca da organização
  • (R) Relevante: entregar valor em escala
  • (T) Transparente: ter a compreensão do coletivo
  • (I) Inteligente: adaptação à auto-aprendizagem
  • (S) Speedy: capacidade de resposta na era digital
  • (A) Analítica: democratizar a tomada de decisões
  • (N) Não conformista: buscar a ruptura na criação

Post Original com múltiplos links, vale a leitura – research-report-digital-artisans-seven-building-blocks-behind-building-digital-business

Ray Wang também propõe uma visão dos 5 (cinco) pilares da tecnologia do consumidor – five-consumer-tech-macro-pillars-influence-enterprise-software-innovation/

 

Abordagem: “Não somos mais uma economia de produtos e serviços, mas de experiências e resultados. Os líderes empresariais e suas organizações devem mudar para manter as promessas nesta era da tecnologia social e móvel, onde clientes, funcionários e parceiros se comunicam uns com os outros. A força de trabalho também mudou, funcionários esperam poder determinar quando e como eles trabalharão, a tecnologia e os valores que sua empresa assumirá. As organizações só podem participar dessa conversa se reconhecerem estes fatos, devem articular e avançar com essas mudanças sociais, organizacionais e tecnológicas.”

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18/01 – TecnoTalks sobre Storytelling com a Jornada do Herói

Teremos um bucaneiro puxando o Tecnotalks sobre storytelling no dia 18/01/18 as 19:00, o Dreyson Queiroz fará uma palestra e depois faremos um Startup Dojo diferente, baseado na jornada do herói, no arco do personagem e a jornada do gamer. Vamos idear e desenhar novas histórias, personagens, heróis, talvez virem livros, tirinhas, filmes, animações, talvez novas oportunidades de negócios.

Mini-CV da fera: Único gaúcho a participar do Sprint no Google Venture, ele trabalhou na Substantiva e foi diretor de Arte na Paim Comunicação e na Cadastra. Hoje é um dos protagonistas no Estaleiro Liberdade e é designer de interações na empresa Clashdi.

O evento está no facebook no grupo TecnoTalks – https://www.facebook.com/events/1549969218456078

Uma oportunidade de conhecer técnicas utilizando as jornadas, mas se você não conhece as jornadas, imperdível para conhecer e refletir o número de oportunidades que esta abordagem abre para games, livros, vídeos, filmes, animações, quadrinhos, storytelling …

Aqui vai um tira-gosto sobre a jornada do herói de Campbell:

Tem uma apresentação que mostra sete tipos de heróis e anti-heróis, os desenhos são muito legais e a caracterização é bem didática:

Também tem um vídeo do VDB que é nota 10 sobre Storytelling que vale dedicar alguns minutos para assistir:

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Storytelling – Jorge Audy, 10 anos de Agile

Ao fazer um relato de meus três anos de DBserver, percebi que em 2008 há exatos 10 anos atrás eu desci para a área de produtos digitais. No dia anterior eu era coordenador do projeto MPS-Br no corporativo, no dia seguinte assumi equipes digitais que vinham tentando Agile … minha história começou a mudar e não parou desde então, o tempo passou, fiquei 10 anos mais velho e mesmo assim me sinto 20 anos mais jovem \o/

Para registro histórico, um storytelling navegando desde o ano de 2008 quando assumi a coordenação de desenvolvimento das equipes da área de produtos digitais do Grupo RBS até hoje. Quem quiser comentar, comenta aqui \o/

2008 – No ScrumBut até cair a ficha

Após 7 anos de ADP Brasil como coordenador de desenvolvimento corporativo, envolvido com equipes no ERP JDEdwards, operação, web corporativa e print center, fui contratado pelo Grupo RBS em 2007. Em 2008 troquei a TI corporativa pela coordenação de desenvolvimento da área de produtos digitais responsável pelo ClicRBS, ZH, Hagah, Pense, rádios, TV e jornais.

Praticamos um ScrumBut de 2008 a 2011, ano em que sob a direção do Alexandre Blauth, gerência do Marco Migliavacca, mentoria do Luiz Cláudio Parzianello e pareando com a colega Cintia Lima imergimos uns no Agile Brazil de Fortaleza e saímos outros do outro lado. Fui de gravata e espírito comando-controle e me ví na volta ainda no avião preparando um plano de ação revolucionário.

Estávamos em Julho, mas em Novembro nos mudaríamos para o quinto andar do prédio 99A do TecnoPUC, o desafio era praticarmos Agile e chegarmos aquele novo ambiente já com boas práticas ágeis ou esperar para nos mudarmos para um ecossistema ágil ainda com mindset tradicional e com muito a fazer … mudar, experimentar e aprender ou esperar a pressão do simbolismo da mudança?

2011 – Mudança em ritmo antecipado e acelerado

Entre Agosto de 2011 e Novembro, quando da mudança para o TecnoPUC, lançamos o desafio de treinar e começar a praticar, experimentar, aprender mais e nos desafiar estarmos prontos para um andar e um ecossistema que exigiria muito de todos nós. Eu e a Cintia realizamos dezenas de treinamentos Agile e Scrum, em três etapas, cinco turmas em cada.

Em Agosto foi um mínimo necessário de mindset, auto-organização e retrospecticvas, alguns destaques como a reversão de alguns projetos como o RuralBR e referência do piloto com o Hagah, seguido de todas as demais equipes, em Setembro foi Kanban e em Outubro foi a totalidade do método Scrum e Kanban.

2012 – Uma revolução em todos os sentidos

Os treinamentos e coaching que puxamos a partir de Agosto e a ida em Novembro para o TecnoPUC foi o precursor de uma revolução, nada mais foi o mesmo depois disto. Os treinamentos e rollout de metodologias ágeis, compartilhando nossos estudos e vivências não pararam mais, áreas corporativas e veículos com quem interagíamos a cada projeto eram treinadas e incentivadas à prática.

Daquela época, tenho até hoje grandes amigos que levaram a todo aquele aprendizado, outras empresas e áreas de atuação, um período em que comecei a participar de GU’s, CoP’s, eventos locais, regionais e nacionais, aprendendo com os grandes nomes do Agile brasileiro e compartilhando minhas experiências em Agile para pessoas e empresas.

Naquele ano iniciei a Comunidade de Práticas chamada TecnoTalks que hoje conta com 2500 integrantes, entrei para a equipe de coordenação do Grupo de Usuários de Métodos Ágeis da SUCESU-RS e lancei meu blog – http://JORGEAUDY.COM – que hoje conta com 900 posts, onde compartilho conteúdo, resenhas de livros e artigos, ebooks, propondo técnicas e team buildings, além de compartilhar uma agenda de eventos.

2013 – Mestrado e a busca por novos caminhos

Em 2013 eu iniciei o meu mestrado, pedi as contas no Grupo RBS e iniciei um trabalho como consultor e Agile Coach com a Software Process, realizando especialmente um trabalho na TNT/Mercúrio que em pouco mais de meio ano, pilotos e rollout com grandes profissionais, toda a área de TI estava na mesma batida, praticando Agile. Outro trabalho pela SW Process foi com a SABEMI.

Meu mestrado foi na FACE em Administração, na linha de pesquisa de Gestão da Informação, a dissertação foi com o tema “Adaptação à mudança nas características do trabalho : níveis de demanda e controle durante a adoção do método ágil SCRUM por equipes de desenvolvimento de software“, com estudos de casos em empresa privada e pública.

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2014 – Em Julho iniciei na DBServer

O meu primeiro semestre na DB foi alucinante, iniciando com treinamento SCRUM 360º e consultoria para a Grendene no projeto piloto SCRUM de “Report de Qualidade” envolvendo a área de exportação e clientes estrangeiros, mas em Setembro iniciou a maratona do SERPRO, como Agile Coach, com treinamentos SCRUM 360° em regionais (SP, RJ, BA, BSB, SC, PE, AL, PR, RS), consultoria em 2 projetos piloto (SC, RJ) com procuradoria geral e tesouro nacional.

Neste ano lancei o livro SCRUM 360°, uma primeira edição independente e uma segunda com a Casa do Código, uma publicação diferente das demais que falam do todo, pois a proposta era falar de fundamentos, bases psicológicas e sociológicas, mais que técnicas e ferramentas, o que há por trás dos papéis, a natureza humana das timeboxes, artefatos e regras.

2015 a 2017 – FACIN, Livros, Eventos, Projetos

A partir de 2015, terminado o mestrado, fui convidado e sou professor na FACIN da PUCRS nas disciplinas de Tópicos Especiais em Engenharia de Software e Gerenciamento de Projetos, ao mesmo tempo em que consultorias, pilotos e coaching iam se desenrolando pela DBserver, aqui no RS principalmente, mas com interações em SC, PR e SP.

Em 2015 lancei meu segundo livro, chamado JOGOS 360°, ilustrado e colorido, com encarte A3 de referência, um livro em parceria com minha filha, ilustradora e graduanda de cinema na PUCRS responsável pelas ilustrações e encarte.

Em 2016 lancei o meu terceiro e último livro, uma franquia na verdade, TOOLBOX 360°, além dos posts no blog e o livro, em 2017 lancei o DESAFIO TOOLBOX 360°, apresentado em workshops nos principais eventos ágeis brasileiros.

Neste ínterim propus algumas técnicas, como alguns quadros de alçada, Diário de Bordo, o SCRUM SETUP CANVAS, uma técnica de análise de documentação e alguns ebooks úteis sobre teorias e modelos (Sobre os Ombros de Gigantes) e Guia Geral sobre adoção ágil.

Em 2017, também com minha filha é claro, lançamos as tirinhas do SAVANA SCRUM para falar das idiossincrasias e aprendizados ágeis na forma de personagens lúdicos e divertidos, com grande potencial de crescimento.

Um período intenso em participações como palestrante em eventos – DBTalks, TecnoTalks, Agile Brazil, Agile Trends (troféu de melhor Trend Talk), TDC’s POA e Floripa, NeoTalks NeoGrid, RAIAR, ADP Labs, Agile Day Gerdau, Conexão King Host, SEPRORGS, Quarta do Conhecimento PROCERGS, Fale com o Coach SERPRO, Semanas Acadêmicas e Feira das Profissões PUCRS e IFRS, FISL, Congressos do PMI-RS (IX, X, XI e XIV), BPW na FNAC, RED #1 e #2, GUMA, LA SALLE, UEBRS, Faculdade DOM BOSCO, entre outros.

Projetos mais significativos para mim entre 2015 e 2017:

DEFENSORIA PÚBLICA do RS – 2015 – Treinamento, consultoria e Agile Coach à equipe piloto do portal do defensor, com duração de um ano, desdobrado em um segundo piloto (Agenda).

DIMED – 2015 – Treinamento e consultoria para o projeto piloto SCRUM “Panvel na palma da mão” e planejamento do programa para a primeira Panvel em SP prevista para Abril de 2016 envolvendo projetos de todas as áreas da empresa;

PROCERGS – 2015/2016/2017 – Treinamento e consultoria Scrum junto a equipes da fábrica interna, sustentação e um processo continuado de Lean Thinking junto a DRC (equipe de analistas de negócios) ajudando a resignificar missão, visão, objetivos e planos de ação;

SICREDI – 2016/2017 – Já foram mais de 25 turmas com média de 30 participantes em um treinamento de Nivelamento Ágil que criei especialmente para mais de 700 profissionais. Para eles desenvolvi o jogo Banco Intergaláctico para experimentação lúdica de Release Plan e Sprints de um ATM em papelão e telas através de papel colorido, tesoura, cola, régua, … Além disso, planejamento e primeiro MVP projeto técnico para crédito rural.

PROCEMPA – 2016 – Agile Coach, treinamento e consultoria envolvendo quase todas as áreas da empresa, com projetos piloto Scrum em todas as equipes de desenvolvimento. Uma oportunidade única foi a facilitação de uma dinâmica de gestão de portfólio para os últimos três meses do governo municipal em 2016, com presença do prefeito e secretários municipais sobre projetos para o centro da capital;

SISPRO – 2016 – Treinamento e consultoria Scrum e Kanban nas equipes de ERP e serviços, com coaching a dois projetos-piloto;

RENNER – 2016 – Treinamento e consultoria Scrum em um projeto-piloto envolvendo a área de varejo, contando com treinamento de lideranças e interações junto a equipes de fábrica;

GETNET – 2016 – Desmistificando Agile, treinamento e consultoria em projeto piloto DSDM batizado de Falcão Peregrino, metodologia adotada por recomendação do Gartner;

UNICRED – 2016 – Treinamento e consultoria com dois projetos pilotos – gestor de negócios e evolutivo da solução de caixa;

ZAFFARI – 2016/2017 – Treinamento de todas as equipes de TI e consultoria em projetos Scrum para dois pilotos – jurídico e app;

GVDASA – 2017 – Agile Transformation do maior ERP brasileiro de educação, equipes Scrum para projetos, Kanban para sustentação e Lean Office para áreas de consultoria, suporte e apoio;

SOFTPLAN – 2017 – Consultoria em Scrum dentro de uma prática SAFe junto as áreas de procuradoria (3 equipes) e tribunais (10 equipes), além de coaching para adoção ágil na equipe de DevOps;

JCME e Rede Marista – 2017 – Facilitação no planejamento ágil de solução estratégica para congregações e inscrições escolares.

Afora estas oportunidades na disseminação e trocas de boas práticas, foram múltiplas palestras e workshops junto a outros clientes e prospects, a maioria no RS, mas muitos em outros estados, sempre sobre Agile, como Scrum, Kanban, Lean Office, Team Building Games, Toolbox, Agile Transformation, Liderança Ágil e facilitação.

Ainda tem muito 2017, mas já prevejo um 2018 cheio de novidades e desafios.  \o/