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20/10 – quem ainda não fez o workshop de Toolbox?

Dia 20/10, 13h às 18h, debateremos nossa Toolbox através de 115 boas práticas para profissionais de todas as áreas – carreira, estratégia, modelagem, planejamento, execução, aprendizado, …

Inscrições em http://bit.ly/workshop-TB2010

A participação vale R$250, cada um receberá um kit contendo o tabuleiro e baralho colorido com mais de cem técnicas e boas práticas, certificado de participação, muita interação e aprendizados.

Haverá um email de confirmação do workshop, o quórum mínimo é de 20 pessoas. Uma experiência singular desde a chegada até o final, veja algumas fotos, relatos e conteúdo em http://bit.ly/relato-toolbox

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Rádio Piratini, programa #Inovação

A convite da Deborah Pilla Villela, na tarde do dia 09/05/18 fui ao centro para debater sobre #inovação na Rádio Piratini, no subsolo do palácio Piratini, sede do governo Gaúcho. Além de mim, também foram convidados o Diretor-Presidente da CORSAN Flávio Ferreira Presser e o empreendedor/investidor Cristiano Franco da POAtek.

Falamos sobre inovação em empresas, de capacidade absortiva, sobre grupos de investimento, aceleradoras e parques tecnológicos, sobre o que esperar de profissionais em um século de permanentes mudanças e desafios, não só tecnológicas, mas organizacionais e sociais.

É possível acessar todos os podcasts na página http://www.procergs.rs.gov.br/inovacao-podcasts. O nosso deve ser lançado provavelmente no dia 15/05/18, mas vale a pena dar uma olhada nos anteriores, duvido que ao dar uma olhada não encontre muitos de seus bruxos por lá.

É possível acessar, ouvir, baixar, o #Inovação é semanal, comandado pela vice-presidente da PROCERGS, Deborah Villela.

De quebra conheci o sub-solo do palácio de governo Gaúcho, no mesmo lugar onde a campanha da legalidade ganhou voz, que Brizola transmitia os ideais da legalidade, ou seja, naquele momento nós falando de inovação e capacidade absortiva éramos a resistência à zona de conforto, a procrastinação, ao comodismo.

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Uma abordagem sobre estratégia para inovação

Volto a escrever sobre o conceito de exploitation e exploration, relativo a teoria da organização baseada no aprendizado e no conhecimento. O ideal de equilibrar recursos ao longo do tempo e do espaço entre a aprendizagem gerada pela exploração de algo conhecido ou na busca da inovação competitiva.

Vou realizar alguns posts sobre inovação, sob diferentes abordagens e apresentando alguns cases. Para iniciar, estudos dizem que a exploração de refino do que já sabemos tende a ser eficaz a curto prazo, mas um risco no longo prazo em relação a exploração da inovação.

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O objetivo da busca pela inovação é criar valor para o negócio sob diferentes formas, em melhorias incrementais de produtos existentes, a criação de novos produtos e serviços, redução de custos, aumento da eficiência, novos modelos de negócios, novos empreendimentos, entre outras formas.

Busco inspiração no Design Thinking, no seu duplo diamante, conceito também utilizado na base do gamestorming, o método de criação da inovação é criar funis imaginários, idear, descobrir, selecionar e desenvolver, para então refiná-los em formas úteis, buscar ganhos, aumentar eficiência, reduzir custos. Estratégia de inovação é estabelecer boas práticas que alimentem e processem o funil.

Se você acha que o primeiro passo é gerar muitas ideias, talvez você esteja olhando para o lado errado. Assim como uma mina de minério de ferro, há muito trabalho prévio a retirada do primeiro quilo das profundezas da terra. Temos de começar o processo de inovação com o pensamento estratégico, para assegurar que ideias serão bem trabalhadas e que estarão alinhadas com a estratégica.

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1º. Pensamento Estratégico – O processo de inovação começa com o objetivo de criar um diferencial competitivo, sobre como a inovação vai agregar valor aos seus propósitos estratégicos, incentivando este exercício nas áreas onde a inovação tem o maior potencial para conversão desta energia em vantagem estratégica;

2º. Gestão de Portfólio de Inovação – Toda inovação está sujeita a dar certo ou errado, é fundamental administrar carteiras de inovação, equilibrar os riscos inerentes ao desconhecido com as recompensas alvo de sucesso, gerando hipóteses, validando, arriscando, aprendendo, falhando, tomando decisões;

3º. Pesquisa – Na pesquisas trabalharemos diferentes tecnologias, mudanças socio-técnicas, expondo as oportunidades para a inovação. O resultado de uma boa gestão de portfólio de inovação é uma carteira de inovação, uma mistura de projetos de curto e longo prazos nos quatro estágios do ciclo de inovação:

  1. Ideação
  2. Prototipagem
  3. Descobertas
  4. Modelagem

4º. Insight – Este processo de inovação difere da geração fortuita de ideias, é o resultado de uma estratégia bem aplicada para a geração e desenvolvimento de proposições inovadoras, é o resultado de equipes e pessoas instigadas a fazê-lo de forma a perceber e preencher oportunidades;

5º. Materialização – Chega a hora da construção, posto que sou agilista, cabe relembrar o uso de boas práticas de MVP, ciclos iterativos-incrementais, equipes multi-disciplinares, foco em valor, eliminação de desperdícios e nos princípios ágeis aplicados a UX, desenvolvimento, qualidade, resultados.

6º. Desenvolvimento do Cliente – Momento de atender uma demanda órfã ou trabalhar para criar uma nova demanda, por uma nova solução ou produto inovadores, é a apresentação e compreensão esta inovação em busca de um crescimento rápido e sustentável das vendas.

7º. Aceitação – É chegada a hora do Exploitation, agora que ganhamos o retorno financeiro com a venda de sucesso dos novos produtos e serviços, vamos colher os benefícios e trabalhar para gerar ciclos de aumento da eficiência e produtividade, persistindo e ampliando pelo máximo de tempo o investimento.

A tempo, quer a seleção, pesquisa e desenvolvimento tenham gerado bons resultados ou não, está na hora de iniciar um novo ciclo de Exploration \o/