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Workshop Toolbox 360° – A cada passo um novo se descortina!

No próximo Sábado, 22/09, teremos mais um workshop Toolbox, desta vez com uma nova edição do jogo, colorida e turbinada, das 13:00 as 18:00. Fale com sua empresa, garanto que o conteúdo é de interesse – http://bit.ly/toolbox2209

Quem já fez e curtiu, por favor, ajuda a compartilhar e fazer chegar \o/

O investimento é de R$250, após a inscrição eu passo a conta e vocês se programam para transferir na data e condições melhores para cada um. No caso de empresas é só me dizer a política de faturamento, dados NF, data depósito, etc.

É um treinamento de interesse de empresas, cada semana mais delas estão adotando o mural, o jogo e abordagem. Os R$250 cobrem os custos do workshop, wall, logística e material, wellcome-coffee e coffee-break, ao final cada um leva um kit – tabuleiro e baralho coloridos com 115 técnicas.

O baralho é melhor que um livro, é mais flexível no uso, é possível fracionar, é fácil de manipular como insumo de planejamento, muito além do jogo, prático para ter consigo na mochila, na mesa de trabalho, sendo possível incrementar, incluir novas cartas, manter só aquelas mais úteis.

Workshop Toolbox 22092018 II

A seguir algumas fotos de edições anteriores, do jogo e do mural, além de depoimentos de três edições:

Algumas fotos e depoimentos:

“Trabalho na área de Marketing Digital, e é incrível aprender coisas novas e poder adaptar para o meu contexto. O Workshop proporcionou conhecimentos e reflexões não só sobre processos de trabalhos, mas também sobre carreira. É incrível ver como todos os problemas e desafios se tornam mais leves e simples de se resolverem quando pensamos de forma sistemática, organizada e com propósito, entregando valor.” – Carolina Ullian – Analista de Marketing Digital na RedeHost (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“O workshop Toolbox 360° possibilitou ter contato com dezenas de ferramentas que muito úteis em minha atividade profissional. Recomendo, em especial para quem trabalha com grupos e deseja conhecer formas disruptivas de conduzir e engajar equipes.” – Barbara Silva Costa – Sistemica desenvolmento educacional (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Percebi que projetos que estava desenvolvendo poderiam ser muito mais colaborativos e com mais sentido para as minhas equipes de trabalho. Alterei uma metodologia de um projeto já na segunda-feira e obtivemos um resultado com um propósito muito mais alinhado com a missão deste projeto. A forma apenas começou a ser mudada e já vemos um horizonte muito mais eficiente. Acho que está é a forma de criarmos algo realmente novo no mundo corporativo.” – Alexandre Ascal – Consultor e Coaching Executivo. (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Vivenciar esse momento no sábado foi muito gratificante, além de todo o conhecimento absorvido com foco em desenvolvimento de projetos, o professor Jorge nos auxilia no planejamento da nossa carreira, eu que de certa forma me sentia “perdida” nessa jornada profissional saí de lá cheia de respostas. Só tenho a agradecer pela tarde de valor imensurável.” – Pamela Moraes da Rosa – analista de Suprimentos Gerdau (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Eu pessoalmente já tenho em mente utilizar a Janela de Johari no meu ambiente pessoal para me tornar uma pessoa melhor com meus familiares, amigos, enfim, pessoas próximas.” – Vinicius Bittencourt Ramos – Analista de testes (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Participar do workshop para mim foi muito mais que aprender e discutir ferramentas, conheci novas pessoas e pude ver a aplicação das técnicas através de outros olhos. Excelente experiência!” – Camila da Silva Capellão – Analista de Negócios CWI (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Tirou minhas ideias do lugar e me pôs a pensar…” – Mara Lúcia Barbosa da Silva – Educadora Escola Convexo (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Foi útil, divertido e traduziu o sentido da aprendizagem 3.0, que valoriza o conhecimento dos indivíduos e constrói novos conhecimentos a partir da troca de experiências. A condução foi consistente e fluída, combinou jogos, teoria e exemplos práticos de aplicação. Além disso, a conexão das pessoas potencializou a criatividade, a visão crítica e a flexibilidade cognitiva, características relevantes na sociedade do século XXI.” – Fabiane Castro – Inteligência Competitiva e de Mercado | Escola de Negócios da PUCRS (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“A experiência foi sensacional. Tive inúmeros insights de erros que costumamos cometer sem nos darmos conta e consegui pensar em inúmeras aplicações de jogos em ambientes de sala de aula visando a maximização do processo de aprendizagem. ” – Barbara Silva Costa – Professora Unisinos (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“Foi uma tarde maravilhosa, muito aprendizado, troca e carinho! Por mais dias como este! Gratidão imensa por estar con vc e os outros amigos!” – Déborah Zavistanavicius Zapata – Agile Think Consultoria (Edição SP)

“Aprendemos de forma bem prática sobre o uso das técnicas, como encaixá-las nos diversos cenários e como adaptar. Adaptar sempre!” – Gabriela Corrêa – BRQ IT Services (Edição SP)

“Sábado de mais aprendizado! Tollbox 360° Wall … Foi show!” – Edilaine Miguel – Vagas.com (Edição SP)

“Foi um grande prazer participar desse workshop, simplesmente sensacional!” – Camila Fonseca – Santander (Edição SP)

ESTRATÉGIA

  • Opportunity Canvas
  • ROI, Capex & Opex
  • OKR
  • Lean Project Canvas (Portfólio)
  • Café Kaizen
  • SWOT
  • Matriz Ansoff
  • Benchmark
  • Dragon Dreaming
  • XP
  • Kanban
  • Briefing

EQUIPE / PESSOAS

  • Feedback Canvas
  • Pomodoro
  • Toolbox Wall
  • Roda da Vida
  • 7 Minutos
  • Design Ops Canvas
  • Janela de Johari
  • GROW (auto-coaching)
  • Mapa de Competências
  • Reuniões
  • Mapas Conceituais
  • Quadrantes Mágicos
  • Team Alignment Map

IDEAÇÃO / INOVAÇÃO

  • Google Design Sprint
  • Observação (Sombra)
  • Grupos Desfocados
  • How Might We?
  • IDEO Collage
  • IDEO Deep Dive
  • Crazy Eight
  • Oficina de Futuro
  • Charetting
  • Matriz CSD
  • MVP x Pivots
  • MVP Canvas

RESOLUÇÃO DE PROBLEMA

  • Ishikawa
  • Managing Dojo
  • A3 Report
  • Learning Canvas

MODELAGEM

  • Lean UX Canvas
  • Game Model Canvas
  • Game Design Canvas
  • Gamification Canvas
  • User Story Mapping
  • Lean Nonprofit Canvas
  • SIPOC
  • Personas
  • Empathy Canvas
  • Lean Canvas
  • Customer Journey Map
  • Strategy Proposal
  • UX Value Proposition
  • Impact Mapping
  • Product Box
  • Business Model Canvas
  • Pretotyping
  • Prototyping
  • UX Dojo
  • Canvas Governamental

VALIDAÇÃO / DEBATE

  • Focus Group
  • Open Space
  • Comunidades
  • Validation Board
  • Validated Learning Board
  • Wizard Of Oz

PLANEJAMENTO

  • POC & Spike
  • Mapa Stakeholders
  • Project Model Canvas
  • Elevator Statement
  • Scrum Setup Canvas
  • Doc Journey Map
  • Matriz RAB
  • Matriz GUT
  • Card Sorting

EXECUÇÃO

  • User Story
  • Daily (Stand Up Meeting)
  • Métricas
  • Quadro de Tarefas (kanban)
  • Sprint Review
  • Retrospectiva
  • Peer Review
  • Débito Técnico (Dívida)
  • Dashboards
  • Burndown
  • BDD
  • TDD
  • Mapa Autonomia
  • Status Report
  • Diário de Bordo
  • Mapa de Riscos
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Chegou uma edição especial para os próximos Toolbox 360°

Com a ajuda da DB fizemos uma edição do tabuleiro e baralhos customizados, com ilustrações da Luisa Audy (VFS, ilustradora e animadora) e diagramação da Marinês Beheregaray Audy (TecnoPUC, arquiteta e designer).

Agradecimentos especiais ao Eduardo Meira Peres por ver valor e apoiar, à minha colega querida, a Tatiana Ximenes, idealizadora do conceito Toolbox by DB, sem esquecer a Helena Agra que apoiou a ideia de usar o desenho do framework Agile Design da DB no verso do tabuleiro.

Uma edição especial, toda colorida e ilustrada … estou vendo sala e logística para retomar os workshops no dia 22/09 no TecnoPUC, mas tenho convites de empresas que ofereceriam sala e coffee em cidades de SP, SC e RS, ajudariam na divulgação local e em contra-partida receberiam ingressos em troca.

A gráfica novamente foi a Grafiset, excelente trabalho do Cristiano Matos. Ficou muito bonitoooooooooooooooooo! \o/

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Mais uma semana e vem aí mais um ano, tô De Boas!

Essa semana (10/09/2018) vou estar na ilha mais querida do Sul do país, local onde passei quase todos os finais de semana de verão da minha juventude – Joaquina, Lagoa da Conceição, Praia Mole, Canasvieiras, Jurerê, Armação, Pantano do Sul, Praia da Barra, Ponta das Canas, … ainda “ontem” era com a galera pra pegar onda, wind e caiaque, o tempo passa, mas a diversão e paixão pela ilha ainda são as mesmas, só mudou o meio …

http://www.noticenter.com.br/n.php?CATEGORIA=&ID=20009&TITULO=eventos-discutem-a-transforma-o-digital-em-florian-polis

Ao aproximar-se o niver dos meus 57 anos, sinto-me abençoado, a cada semana participo como facilitador, aprendiz, professor, amigo, marido e pai frente a oportunidades fantásticas de interações que muito aprendo e fazem sempre me questionar e me reinventar – um Focus Group com mais de 20 lideranças estaduais em seus órgãos, duas facilitações de transformação de times de alta performance (arquitetura e Techops), alguns debates e workshops Toolbox, um open space com mais de 50 pessoas, poder assistir um treinamento com uma das melhores profissionais da área, facilitar um planejamento de projeto com um time de referência e um outro para start de parâmetros de um catálogo de serviços que vai fazer história, um banco intergaláctico com alunos e deliciar-se com nossa pequena se reinventando no Canadá o/ Que venham os sessenta.

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Wearables – um jogo para aquecer sinapses e criatividade

Uso um bom warm up (aquecimento) antes de algumas dinâmica de ideação, modelagem ou mesmo planejamento, um ótimo exercício de empatia, discutindo o entendimento de mercado e uso de um produto para alavancar novas soluções. Aguarde boas discussões sobre linguagem ubiqua, experiência do usuário e valor.

Eu peguei meu óculos de grau, colei nele uma haste e um “visor” de plástico transparente simulando o Google Glass que proporcionaram uma introdução bem divertida ao jogo enquanto mostrava o “equipamento” e explicava a dinâmica … só não deu tempo de passar em uma loja e comprar óculos plásticos para fazer um para cada equipe.

1. Divida o grupo em equipes, cada uma com três a cinco integrantes;

2. Mostre seu protótipo de Google Glass e desafie-os a um exercício de empatia, criatividade e perspicácia;

3. Desafie cada equipe a listarem quais os diferentes argumentos de venda para soluções a seus clientes usando o Google Glass;

4. Peça que sejam criativos, mas exercitem soluções viáveis, posto que um óculos conectado como esse é um wearable com grande potencial de uso;

5. O jogo consistirá de uma equipe por vez ir apresentando suas proposições de argumentos de vendas usando o Google Glass, assim por diante em fila circular, não podendo-se repetir argumentos equivalentes, apenas novos;

6. Estabeleça a discussão se o argumento e a solução propostas são factíveis e os diferentes prismas, mais técnicos, mais negócio, mais conceituais ou práticos.

Hoje mesmo usei antes de um grande brainstorming e exercício de empatia e experiência do usuário usando o Product/Market Fit Canvas e o jogo ajudou muito para descontrair, aproximar, proporcionar interação positiva e fazer todos esquecerem um pouco suas obrigações e entrarem no espírito da tarde.

Rola muita coisa, várias já existem e é só uma questão de tempo para o uso de wearables, mas pensando em seus softwares e produtos, há sempre muitas percepções incríveis de como poderiam usar a nível estratégico com stakeholders e tático ou operacionais com key-user e usuários.

Outras opções são todo tipo de wearables, como anéis, pulseiras, phones, roupas, etc … cada um destes ítens permitem muita criatividade e sempre grandes ideias que com certeza veremos realizadas no futuro breve.

 

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Variação interessante do Product/Market Fit Canvas

Que tal um Canvas como base para uma dinâmica de mapeamento de produto e seu mercado? De um lado temos características, desafios, canais e experiência do usuário, enquanto do outro analisamos as outras alternativas, funcionalidades-chave, valor para seu canal e métricas-chave.

O objetivo inicial tem muito a ver com empatia com determinada(s) persona(s) que estejam em seu foco ou hipótese de negócio para então discutir a modelagem de parâmetros que o ajudem a construir seu entendimento e argumentos de venda ou contribuir para a definição de hipóteses para validação.

Imagine um evento onde grupos multi-disciplinares de profissionais debatam em um world-café diferentes produtos, seus mercados e valor, para isso eu ajustei os campos do canvas a nossa necessidade, a esquerda empatia com o cliente, a direita percepções sobre o produto.

O objetivo final é relacionar o melhor texto e argumentos de valor do produto, por isso uma proposta de mercado (cliente) e objetivamente a caracterização essencial do produto e informações que possam estabelecer qualidades e benefícios.

Vale a pena seu uso em diferentes situações, o canvas adaptado, o original ou outras variações podem ajudar como um warm-up, na forma de um jogo de aquecimento antes de uma dinâmica de modelagem de produtos, de retrospectiva de um projeto, de vendas ou mesmo de estratégia.

O original foi proposto como uma técnica específica para modelar o entendimento do acoplamento entre mercado e produto, mas eu o tenho usado mais para aquece, para ampliar o domínio sobre algo, quer seja um produto ou serviço em diferentes situações.

A seguir uma foto simbólica com a apresentação do product/market fit canvas e do objetivo final a ser atingido …

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Você já ouviu falar do livro, do site e do paradigma das Estruturas Libertadoras?

Curioso que sou, pelo tanto que navego, já tinha tomado conhecimento deste site alguns meses atrás, mas ao interagir com o Dreyson Queiroz do Estaleiro Liberdade de Porto Alegre acabei me dando conta que nunca compartilhei por aqui, inclusive sei de cocheira que vem muita coisa boa nessa linha em breve … mas não posso falar nada 🙂

Sob licença Creative Commons, Keith McCandless e Henri Lipmanowicz compartilharam o livro e site de estruturas libertadoras, materializadas em três dezenas de processos e métodos colaborativos. Me sinto muito a vontade para falar deste conceito e proposição \o/

A base de tudo é empatia, envolvimento, engajamento, sinergia, … para atingir novos patamares de realização, partindo do pressuposto que otimizando o senso de pertencimento, senso de equipe, senso de responsabilidade coletiva, tudo melhora.

Desde 2013 ao lançar o meu primeiro livro, proponho como obrigação nossa ter atenção a manter uma caixa de ferramentas com boas práticas oriundas de Lean, DT, Agile, Lean Startup, Art Of Hosting, Dragon Dreaming, da Gestão do Conhecimento, do Escotismo …

“Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma!” (Lavoisier), todos nós bebemos das mesmas fontes, conhecimento secular acumulado nos é oferecido a cada dia, a cada hora, a pergunta de 1 milhão é o que fazemos com tudo isso?

Seguir técnicas e princípios baseadas em controle, dominação, pressão pautadas em desconfiança do final do século XIX é uma opção tanto quanto tentar inspirar-se em técnicas e princípios do século XXI orientadas a colaboração, confiança e sinergia multi-disciplinar.

Termos propósito, sermos Millenials, sentir orgulho em fazer parte, o privilégio de ter participado, agregar valor todo o dia, frases que estão na cabeça de qualquer jovem de alma no século XXI, a era do conhecimento, empresas ambidestras, profissionais Comb-Shaped.

http://www.liberatingstructures.com/

Eu estou trilhando desde 2013 meu próprio caminho, com o livro Toolbox 360°, o jogo Desafio Toolbox, a técnica de Toolbox Wall, os workshops, já trabalhando no próximo passo, que ainda não está claro, mas que publicarei a cada passo ou experimentação.

A cada workshop desde 2013, de forma cumulativa venho validando formas de compartilhar e disseminar aquilo que o Jurgen Apelo disse que lançará em livro e workshops em 2019, que McCandless e Lipmanowicz iniciaram evolutivamente em 2014.

Para mim. mais que trabalho é um hobby, dediquei milhares de horas na web, em eventos, facilitação, workshops, palestras, minha pequena (cinema e animação) ilustrou livros e criou tirinhas, minha esposa (designer) me apoia a cada edição.

http://www.liberatingstructures.com/

1. 1-2-4-All
2. Impromptu Networking
3. Nine Whys
4. Wicked Questions
5. Appreciative Interviews (AI)
6. Making space with TRIZ
7. 15% Solutions
8. Troika Consulting
9. What, So What, Now What? W³
10. Discovery & Action Dialogue (DAD)
11. Shift & Share
12. 25/10 Crowd Sourcing
13. Wise Crowds
14. Min Specs
15. Improv Prototyping
16. Helping Heuristics
17. Conversation Café
18. Users Experience Fishbowl
19. Heard, Seen, Respected (HSR)
20. Drawing Together
21. Design StoryBoards
22. Celebrity Interview
23. Social Network Webbing
24. What I Need From You (WINFY)
25. Open Space Technology
26. Generative Relationships STAR
27. Agreement-Certainty Matrix
28. Simple Ethnography
29. Integrated~Autonomy
30. Critical Uncertainties
31. Ecocycle Planning
32. Panarchy
33. Purpose-To-Practice (P2P)

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Dinâmicas para ressignificar nossa percepção de time

Quer um roteiro simples e muito efetivo para sua equipe esclarecer quem somos, porque existimos, o que fazemos, qual a importância, como fazemos, etc? Os artefatos resultantes são muito importantes de início, mas desapegamos deles com o tempo a medida que evoluímos e crescemos como um time de alta performance.

Conforme a famosa Curva de Tuckman – Forming, Storming, Norming, Performing e um dia Adjourning – iniciamos por alinhamentos, que nos permita experienciar, hora acertando, errando, aprendendo e melhorando, passando assim por um período de storming até que estabeleçamos um bom padrão de interação e resultados.

Importante alinhar desde o início que nosso objetivo é debater e modelar uma primeira versão em uma timeboxe que pode ser de uma manhã, de 2,5 a 3,5 horas, desta forma questões mais polêmicas podem ser combinadas como um MVP, pois o todo deverá ir evoluindo e melhorando com o passar do tempo.

1. Quebra-gelo – Conforme o perfil do time e a janela de tempo podemos escolher um quebra-gelo rápido, como crachá para montar um quadro de identidade, sucata para fazer um brasão ou bandeira do time, um moodboard com nomes, talentos e propósito do time ou mural com spots de jogos e dinâmicas que o time realiza;

2. “Briefing” – É muito importante uma abertura em que a liderança, um diretor ou gerente, fale sobre histórico, sua percepção e confiança no time. Esse início ajuda a mitigar eventuais birras e disputas internas, oferecendo uma percepção de que a empresa aposta em cada um e no conjunto para atingir os resultados desejados;

3. 5w2h – Um aquecimento muito bom é cada um escrever em postits perguntas que lhe inquietam ou acreditam importantes a serem respondidas ao final. Eu ofereço um bloco de postits grandes a cada um para que escrevam perguntas que deseja verem respondidas nesta reunião, para então clusterizá-las na parede;

4. Role Model Canvas – Uso uma adaptação deste canvas para discutir quem somos, desde missão, restrições, parceiros, informações, ferramentas e cenários (fluxos). Tenho usado este Canvas para realizar este brainstorming, suas células oferecem orientação para idear, debater e convergir os temas mais importantes;

5. Próximos passos – Ao final, sempre é importante rever a essência do que foi discutido e materializado, ver no 5w2h se tudo foi endereçado, rever o resultado do Canvas, construindo um To Do List com os próximos passos e endereçamentos de forma que alguns, cada um e todos tenham metas até o próximo encontro do time.

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Role Model Canvas

Quanto ao Canvas, não o uso de forma literal, o adaptei a minha necessidade, mas mantive o mérito ao autor. O reinterpretei visualmente de forma a privilegiar o que é para nós mais importante (cenários), por isso reorganizei e propus uma abordagem dirigida para preenchimento conforme segue, ultimando com nossos fluxos de trabalho:

1º. Missão, antes de mais nada, o que é esperado, resultados esperados, porque de sua existência;
2º. Restrições conhecidas, as principais, tendo surgido algo quanto a alçada, budget, equipe, dependências;
3º. Parcerias essenciais, internas ou externas com quem a área ou processo ou programa conta ou depende;
4º. Informação que lhes são cobradas, métricas, metas, indicadores e quem as solicita ou exige;
5º. Ferramentas, de forma a deixar claro quais são e eventual contextualização;
6º. Trabalho, principais jornadas, procedimentos, com selos de valor, oportunidade e prioridade.

A tempo, o original é alemão e um pouco diferente, com outro fechamento (link):