0

Game Model Canvas

Assim como o Game Design Canvas, que já usei e compartilhei, este é outro canvas para modelagem inicial e criativa de jogos, proporcionando uma visão global.

Assim como outros canvas, a proposta é colá-lo na parede e a partir dele (ao redor) ir colando diagramas, sequências, personagens, fundo de cena e tudo o mais necessário para potencializar o uso do GMC.

Assim como seu primo próximo, este canvas possui uma sequência sugerida, mas não imperativa:

  1. Público alvo;
  2. Inspirações;
  3. Enredo (resumão);
  4. Acessibilidade;
  5. Nº de jogadores;
  6. Personagem principal;
  7. Ações;
  8. Recursos;
  9. Cenários;
  10. Desafios;
  11. Recompensas;
  12. Elementos;
  13. Final do jogo.

Um exemplo real e didático está em – http://www.drecon.com.br/cargamaluca/

E temos um vídeo super ilustrativo em:

0

Noite de formatura – SI, CC e EC – prédio 40, PUCRS

Para registro histórico, compartilho as fotos e dados relativos a mais uma noite de formatura dos estudantes de Sistemas de Informação, Ciências da Computação e Engenharia da Computação. Mais uma vez, é um privilégio poder estar perto e presente quando do encerramento de um ciclo de formação acadêmica que exigiu pelo menos 4 anos de muita dedicação.

Vou fechar três anos desde a conclusão do meu mestrado e o convite para ser professor desta que é uma das melhores universidades da América Latina. Nada mais justo que registrar aqui no blog, neste ínterim tive o privilégio de ser patrono de uma turma do SENAC de Análise de Sistemas, paraninfo de uma turma de SI da PUCRS e este ano como professor homenageado.

A maioria destes bacharéis já trabalham há algum tempo como desenvolvedores, testadores, em suporte ou sustentação de startups, pequenas, médias ou grandes empresas, muitos deles ali mesmo no TecnoPUC. A formatura abre novos horizontes, os libera para novos voos, a possibilidade de aperfeiçoarem-se com outros cursos, viagens, mestrado, pesquisa, o céu é o limite.

0

Tecnotalks 18/01 as 19:00 – Também tem o Arco do Personagem

A programação do dia 18/01 a noite na sala 204 e 206 do 99A do TecnoPUC é uma proposta de start criativo para 2018. Para amantes de livros, filmes, quadrinhos, games, todo tipo de narrativa de histórias, aquelas boas, que geram empatia com seus personagens.

Pense bem, não é diferente de uma inception, um planejamento ágil, enxuto, iterativo-incremental-articulado:

  • Qual a Ideia? (elevator)
  • Quem são os atores? (Personas)
  • O que querem? (Objetivos)
  • Quais são as jornada? (journey map)
  • Começa com temas, épicos, histórias, …
  • Fazemos desenhos e diagramas se preciso
  • No final temos tudo planejado  \o/

A criatividade não tem receita de bolo, ela precisa de substrato multivariado, vem da Maiêutica Socrática, na Poiésis de Platão, no Ócio Criativo de Domênico De Masi, na Teoria da Capacidade de Absorção de Cohen & Levinthal, também está nos estudos de Campbell.

Queremos viajar na maionese sobre as bases conceituais de Campbell sobre o MonoMito, o herói de mil faces, a Jornada do Herói, no Arco do Personagem. Conhecer múltiplas teorias e o passado, nos ajuda a entender o presente e projetar o futuro.

Já falei um tanto da Jornada do herói de Campbell, mas tem muitas outras técnicas e desdobramentos que nos ajudam a materializar, a tirar da cabeça nossas ideias. Assim como grandes escritores, que se utilizam de técnicas para fazer fluir e garantir consistência a suas histórias.

  • Quem é o seu herói? Como ele é?
  • Onde vive? Qual é o seu cotidiano?
  • Quem são seus parceiros nessa viagem?
  • Quem ou o que irá tirá-lo do previsto?
  • Como ele reagirá? Quais suas forças?
  • Quais os embates, aventuras, desafios?
  • Como se sai e se transforma nosso heroi?

A partir disto, vamos evoluindo, mergulhando em mapas, diagramas, desenvolvendo ao máximo empatia. Também aqui temos sprints, MVP’s, Releases … assim como também temos stakeholders e parceiros que contam e com quem contamos.

Afinal, é mais um projeto, iguais e diferentes daqueles do trabalho, de nossa carreira, as férias, um filho, de forma fluida usamos nossos conhecimentos e substrato para tudo em nossas vidas, inclusive quando queremos contar histórias  \o/

Nós, assim como nossas histórias e heróis, estamos em uma jornada, a seguir para fechar esta provocação, alguns Arcos de Personagens:

0

Oito aceleradores da mudança em empresas Dual Operating System

Além de cases, GU’s e CoP’s, conhecer teorias e conceitos aceleram nossas sinapses, tanto Scrum DT, e Mng 3.0, quanto a Teoria da Agência, Institucional, Job Strain Model, Tuckman, Exponencial, Yerkes-Dodson, Maiêutica Socrática, … , hipertexto e a Dual de Kotter.

Kotter propôs oito aceleradores da mudança para empresas que buscam criar condições internas para enfrentar um mercado cada vez mais veloz e fluido, se utilizando de duas estruturas uma linear e hierarquizada, outra em rede e dinâmica, auto-organizada.

Organizações ágeis, sonhando em se tornar exponenciais, necessitam ter velocidade na inovação e empreendedorismo, não só na resposta ao mercado mas na otimização plena de seus modelos e processos, tornando-os cada vez mais enxutos e escaláveis.

É impossível ser sempre a protagonista em inovação e disrupção, mas sempre que não for, é preciso ser ágil e assertivo na interpretação e adaptação, evitando casos trágicos recentes como os da Kodak e Nokia, inovadores, líderes, dinossauros que não souberam se adaptar.

A lentidão, dependência, centralização, nível de hierarquização inútil, o microgerenciamento, a falta de delegação, … Cuidado, o século XXI esta cobrando caro das empresas que não estão conseguindo fazer sua transformação, muitos não estão sequer tentando.

#1. SENSO DE URGÊNCIA

O primeiro e mais importante passo, pois é a tomada de consciência de todos os envolvidos quanto a necessidade de mudar, de adaptar-se a novos tempos, novos profissionais, novas tecnologias, um novo mercado. Não é comunicar, mas envolver e todos se conscientizarem de seu papel e responsabilidade na busca e construção da mudança;

#2. DEFINIR UMA EQUIPE DE APOIO

Nada mais consenso que a necessidade de se ter um ou mais grupos de trabalho multi-disciplinares para apoiar aspectos básicos, como treinamentos, gerar condições, tomar providências, endereçar necessidades transversais. Trata-se de equipe(s) de apoio a este projeto de mudança organizacional, não hierárquico, mas para apoio;

#3. VISÃO DE MUDANÇA

É fundamental ter clara a missão, objetivos, resultados-chave, ter uma percepção explícita de tempo, custo e metas. Não se promove este tipo de mudança cultural sem transformar todos os envolvidos em agentes e protagonistas. As pessoas tem que entender claramente o 5W2H da mudança de forma a acoplar a ela seus próprios objetivos de carreira e pessoais;

#4. COMUNICAÇÃO

Um bom plano de comunicação, bi-direcional, é essencial, a visão comum construída no passo #3 precisará ser mantida e mecanismos de comunicação sobre o andamento, percepções dos participantes, riscos e oportunidades percebidas, até mesmo eventuais apreensões e inquietações, de forma a serem entendidas e assimiladas positivamente de forma orgânica;

#5. GOVERNANÇA E EMPODERAMENTO

Desde o início é vital que a unicidade de visão e objetivos, mais o estabelecimento de uma comunicação ativa e de resultados, visa rapidamente gerar substrato e remover impedimentos e resistências. A cada passo temos um substrato acumulado para gerar senso de pertencimento, mesmo assim acontecerão situações ou percepções que exigirão ação para ajustes, adaptação, reorganização;

#6. ITERATIVO-INCREMENTAL-ARTICULADO

É preciso estabelecer um ciclo virtuoso de mudança em pequenos passos, baby steps, iterativo-incrementais-articulados. Segundo a psicologia, trabalhamos melhor se tivermos objetivos de curto prazo, desafiadores e passível de serem conquistados, devendo ser comemorados, retroalimentando novos desafios e conquistas;

#7. APROPRIAR-SE DE CADA MELHORIA

O objetivo não é parecer estar dando certo, é fazer certo e manter o esforço para consolidá-lo. Mudança cultural é para ser cumulativa, um passo de cada vez, sustentável, se tirarmos de nosso radar pequenas mudanças conquistadas em detrimento a “novas” mudanças a serem feitas, há um grande risco de que as pequenas mudanças anteriores se amenizem ou mesmo se percam;

#8. UMA NOVA CULTURA

Todo este processo pode durar anos, mas é fundamental que seja consistente, as pessoas precisam perceber que o esforço está gerando mudanças, que por menor que sejam são percebidas como algo que venho para ficar. Um ponto importante é que cultura é para ser coesa, vale para todos, é importante que todos da organização demonstrem interesse e assimilação destas mudanças.

https://www.kotterinc.com/8-steps-process-for-leading-change/

0

Organizações Exponenciais (ExOs)

O livro Organizações Exponenciais, escrito por Salim Ismail, Michael Malone e Yuri van Geest, apresenta o conceito de estruturas organizacionais percebidas por empresas não lineares, não matriciais, mais leves e em condições de crescer exponencialmente.

Não existem verdades absolutas nos negócios, se inovação é fazer diferente, fazer diferente pode ser sempre diferente, mas é premissa a cada um de nós conhecermos teorias e práticas, nossa Toolbox não é física, também é intelectual, em conhecimento e informação.

As empresas criadas a partir da revolução industrial, durante todo o século XX, foram construídas sob o paradigma da propriedade, do segredo industrial, do controle máximo sobre processos, recursos, ferramental e pessoas.

A quase totalidade ainda hoje dependem de modelos de negócio lineares, para vender mais é preciso crescer fisicamente, com mais unidades, mais pessoas, proporcional ao esforço de aumento de receita, o aumento de custos, muitas vezes inviabilizando o seu crescimento.

Os casos que estão na ponta da língua são os mais diversos, mas o airBnB cresce exponencialmente com ativos que não são dele, assim como o Uber não possui carros nem motoristas, ambos se utilizam de uma rede aberta, usando intensivamente tecnologia como elo de ligação.

Mas podemos falar de empresas que conseguiram crescer com prestação de serviço abertos, em offshore, home office, open source, software livre, temos plataformas de hardware e software que crescem exponencialmente, muitas vezes via voluntariado, onde todos ganham.

ExOs são modelos Dual Operating System (Kotter), com estrutura mínima de apoio, próprias ou terceirizadas, para substrato a uma crescente estrutura em rede, abertas, baseada em tipos de “parcerias” e não “propriedade”.

Não quer dizer que as empresas lineares deixarão de existir, sempre haverá espaço, mas é preciso que todas elas estejam cientes destes novos paradigmas, evitando como a Kodak e Nokia usar tacapes e pedras em um mercado digital, global e integrado.

A tecnologia e a competição aberta e globalizada quebraram velhos paradigmas da revolução industrial, já temos empresas e mercados exponenciais, paradoxalmente a escassez local e concentrada de muitos insumos vem acompanhado de abundância global, ampliada.

A 99 foi a primeira unicórnio brasileira, uma empresa que utiliza tecnologia e crescimento exponencial, enxuta e suficiente em seus custos enquanto cresce consistentemente em receita … oferecendo serviços de interesse das pessoas que o consomem.

Uma ExO começa definindo seu propósito, que a priori deve ser massivo e transformacional, se queremos crescer exponencialmente é preciso que nossa missão atinja e conquiste exponencialmente um número cada vez maior de aficcionados, clientes apaixonados que usarão seu produto ou serviço e recomendarão em suas redes positivamente:

TED: “Ideias que merecem ser espalhadas”;
Google: “Organizar a informação do mundo”;
Singularity University: “Impactar positivamente um bilhão de pessoas”;
Facebook: “Dar às pessoas o poder de construir uma comunidade e aproximar o mundo”;
GoPro: “Ajudar as pessoas a capturar e compartilhar suas experiências mais significativas”;
Uber: “Utilizar a tecnologia para dar acesso a transporte confiável para todas as pessoas, em todos os lugares”;
AirBnB: “criar um mundo onde as pessoas podem se sentir em casa quando viajam ao entrar em contato com culturas locais e participar de experiência de viagem únicas”.

O mundo tornou-se exponencial, não só a tecnologia, a globalização, conectividade, densidade populacional e mercado, o volume e a velocidade da informação, tudo isso e muito mais não só em seus aspectos positivos, mas também negativos. O século XXI exige soluções exponenciais para problemas e oportunidades de igual taxa de crescimento.

Como disse Zygmunt Bauman, vivemos tempos cada vez mais líquidos, a cada dia um mundo exponencialmente mais dinâmico, fluído e veloz.

0

18/01 – TecnoTalks sobre Storytelling com a Jornada do Herói

Teremos um bucaneiro puxando o Tecnotalks sobre storytelling no dia 18/01/18 as 19:00, o Dreyson Queiroz fará uma palestra e depois faremos um Startup Dojo diferente, baseado na jornada do herói, no arco do personagem e a jornada do gamer. Vamos idear e desenhar novas histórias, personagens, heróis, talvez virem livros, tirinhas, filmes, animações, talvez novas oportunidades de negócios.

Mini-CV da fera: Único gaúcho a participar do Sprint no Google Venture, ele trabalhou na Substantiva e foi diretor de Arte na Paim Comunicação e na Cadastra. Hoje é um dos protagonistas no Estaleiro Liberdade e é designer de interações na empresa Clashdi.

O evento está no facebook no grupo TecnoTalks – https://www.facebook.com/events/1549969218456078

Uma oportunidade de conhecer técnicas utilizando as jornadas, mas se você não conhece as jornadas, imperdível para conhecer e refletir o número de oportunidades que esta abordagem abre para games, livros, vídeos, filmes, animações, quadrinhos, storytelling …

Aqui vai um tira-gosto sobre a jornada do herói de Campbell:

Tem uma apresentação que mostra sete tipos de heróis e anti-heróis, os desenhos são muito legais e a caracterização é bem didática:

Também tem um vídeo do VDB que é nota 10 sobre Storytelling que vale dedicar alguns minutos para assistir:

0

Estrutura em Hipertexto x Dual Operating System

Todos conhecem as estruturas hierárquicas baseadas no modelo linear de gerenciamento, com rígidas linhas de decisão, comando-controle, um modelo que ainda é o mais utilizado por organizações de todos os portes – funcional, matricial, projetizadas.

Estas estruturas impõem lenta resposta a mudanças, é a “distância do poder”, dimensão organizacional proposta por Hofstede que indica o engessamento devido a vários níveis hierárquicos desde onde a necessidade acontece e onde a decisão é tomada.

organograma

Cada vez existem mais experimentos com estruturas menos lineares, em hipertexto, rede, invertida, holocrática, mais ou menos disruptivas. Se a linear ainda é maioria absoluta, a globalização, organizações exponenciais, a velocidade da tecnologia e mercado, incentivam a busca por alternativas.

O objetivo é mudar para uma estrutura que não sufoque a criatividade, inovação e o empreendedorismo, aliado a atrair, desenvolver e reter talentos em equipes auto-organizadas, em uma cultura de maximização de valor e minimização de desperdícios, de forma sustentável.

Hipertexto (Takeushi & Nonaka)

Proposta por Takeuchi e Nonaka, pais do Scrum, do Modelo SECI e do Conceito de Ba para Gestão do Conhecimento. Privilegia uma organização orientada a projetos apoiada em auto organização. Uma organização com uma estrutura funcional leve e enxuta, visando proporcionar o suporte necessário a equipes autônomas e disruptivas, com alçada para tocar seus projetos da melhor forma possível.

O modelo em hipertexto representa os princípios Lean e ágeis, seguindo fundamentos como Gemba e Kaizen propostos pela Toyota na década de 50, que mostrou ser possível agilizar certas decisões, flexibilizando o modelo linear hierárquico tradicional, constituindo equipes ágeis com certa alçada para fazerem mais e melhor, valorizando a inovação e empreendedorismo na dinâmica interna das equipes.

Dual Operating System (Kotter)

O conceito de Dual Operating System de John Kotter apresenta uma forma de estrutura organizacional ainda mais ousada que a hipertexto, também mantem uma estrutura funcional mínima, ao mesmo tempo em que propõe sub-estruturas em rede, interligada à funcional.

Em uma matéria na Harward Business Review, a mesma publicação onde Takeushi e Nonaka são colaboradores a mais de 30 anos, Kotter apontou alguns princípios da estrutura em Dual Operating System:

1. Todos ou muitos podem ser Agentes de Mudanças, não por projeto ou função, mas no cotidiano, promovendo inovação e empreendedorismo no seu dia-a-dia, melhorando seu trabalho, aproveitando oportunidades, evitando problemas, …;

2. É fundamental as pessoas se sentirem capazes e empoderadas em fazer a diferença, para serem Agentes de Mudanças. Bandura em seu conceito de Auto-Eficácia, afirma que somos capazes tão mais quanto acreditarmos que somos e podemos;

3. Ele fala em cabeça e coração, sob uma abordagem típica do século XXI e sua geração Millenial ganhando espaço, é preciso que haja nas pessoas um propósito em fazer além, na disrupção, inovação e empreendedorismo diários, mesmo nas pequenas coisas;

4. Finalmente, ele bate na questão de que precisamos mais líderes e menos gerentes, para se trabalhar em rede o modelo mental de gerenciamento presente e responsabilização não funciona, mas sim o de visão, inspiração, agilidade, ação inspirada e celebração.

Conclusão

Tanto na hipertexto, quanto na dual, temos duas estruturas convivendo de forma harmônica e sinérgica, uma linear e outra em rede, uma gerando o substrato e condições para que a outra se beneficie e foque na disrupção, inovação, empreendedorismo cotidiano, onde as coisas acontecem, mitigando ou eliminando de forma racional o que Hosfetede chamou de distância de poder.

Mas atenção, vemos muito hoje em dia empresas gerando factóides de delegação e auto-organização sem haver o devido tempo necessário de transformação, gerando conflitos e contradições arriscadas. Sair de um modelo linear para Hipertexto ou Dual exige treinamento, coaching, mentoria, é para ser uma mudança gradual e sustentável … alguns puffs amarelos, dinâmicas e muita retórica não tem este poder.

Eu insisto muito que o essencial é ter crença e transparência, porque exigirá muito trabalho duro e tempo, anos, colhemos alguns resultados desde o início, mas a consolidação de uma nova forma de ser demora e gerará variadas crises e momentos de tensão, que poderão ser trabalhados com crença e transparência ou mascarados, aumentando o tempo ou impedindo a mudança real.