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Uma animação apresentando o ecossistema TecnoPUC

A newsletter deste mês do TecnoPUC compartilha um trabalho em que a Luisa Audy ilustrou com outro aluno do curso de cinema da PUCRS, uma animação apresentando o ecossistema TecnoPUC.

Canal de vídeo do TecnoPUC no Youtube:
https://www.youtube.com/…/UC3t6GzIhPzVW50xCeug0vlg

Para assinar a newsletter do TecnoPUC é só se inscrever:
http://www3.pucrs.br/portal/…/TecnopucInDrops

Foi a Luisa quem fez as capas dos meus livros e jogos pertinentes a ToolBox 360º, Jogos 360º, Desafio Toolbox 360º, são dezenas de ilustrações, diferentes tabuleiros e muito especialmente em 2017 as tirinhas do Savana Scrum.

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30/09 – Vem passar um dia inspirador conosco – TecnoTalks Pais e Filhos

Vem se inspirar e planejar seu próximo projeto, um dia para compartilhar, desenhar, dançar, jogar e se divertir entre pessoas que querem mesmo é fazer parcerias com aquelas pessoas que estão mais perto de nós, como pais, filhos, irmãos, amigos. Confirme sua presença no evento: https://www.facebook.com/events/142103956389270

A programação ainda está sendo ajustada, mas a estrutura geral está sensacional e já definida conforme segue:

As 08:30 poderemos ter um wellcome coffee para quem quiser chegar cedo, para aquecimento dos bate-papos e ideias.

Manhã: 9:00

50. Storytelling e brainstorming sobre projetos e oportunidades entre pais e filhos facilitado por Paulo Caroli/filha;

50. oficina com Alexandre Leite Silva e sua pequena – projetos com LEGO;

40. Oficina sobre ilustração com Alexandre Flores Torrano;

40. Oficina de Flip Book com Alexandre Linck e Adri Germani da Anima Pocket;

Almoço: 12:00

90. Por adesão, vamos ficar por aqui mesmo e pedir algo, como pizzas. Podemos ter aqui aquele papo sobre planejamento de viagem, ancorada pelo Cassio Trindade/filha, talvez com contribuição de outros relatos;

Tarde: 13:30

20. Storytelling sobre projetos de saúde, esportivos, competições com o Carlos Giovani Rodrigues/filho;

50. Oficina com Jackes Heck e sua filha, da Academia Mentes Audazes;

60. Oficina de sapateado com o Eduardo Meira Peres e família;

60. Storytelling e oficina sobre projetos usando blogs, canais de vídeo, portfólios, com mentoria nossa para próximos passos da galera presente para seus próprios projetos – posso ancorar.

Encerramento: 16:40

Já temos algumas peças para divulgação, na medida que as outras saírem do forno compartilho, vem participar, não vamos só vivenciar desenho, ilustração, esporte, dança, arte, livros e canais de conteúdo, mas valorizar e viabilizar parcerias para uma vida, ideais, crescimento e diversão em família, pequenas ou grandes, de sangue ou aquelas unidas pelo destino.

Confirme sua presença no evento: https://www.facebook.com/events/142103956389270

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Microgerenciamento leva à Paralisia de Análise

De onde saem meus posts? De minha inclinação a filosofia, sexta estava conversando com a Ana Hermann e ela citou o conceito de analysis paralysis em jogos. Acabei dedicando a noite de sexta à leitura, reflexões e derivações que me fizeram refletir sobre microgerenciamento.

“gestão com controle ou atenção excessivos nos detalhes” – Merriam Webster’s

“gestão ou controle com excessiva atenção aos menores detalhes” – Reference.com

“atenção a pequenos detalhes na gestão: controle de uma pessoa ou situação prestando extrema atenção a pequenos detalhes” – Encarta

“A noção de micro-gerência pode ser estendida a qualquer contexto social em que uma pessoa adota uma abordagem agressiva ao nível de controle e influência sobre os membros de grupo. Frequentemente, esta obsessão com os menores detalhes causa uma falha de gestão direta na habilidade de focar nas questões maiores” – Harry Chambers em My Way or the Highway (2004)

Inexiste agilidade lastreada em microgerenciamento, impossível falar de auto-organização e equipes de alta performance sem pressupor liderança ágil e delegação. Microgerenciamento destaca o líder, porque suas equipes acabam sendo dependentes, com medo de errar.

Você já ouviu falar no “Dilema da Centopéia” como alegoria ao equivoco de tentar controlar algo que deveria ser fluido, dinâmico e descentralizado? O cérebro consciente deve decidir sobre a direção, mudanças, não sobre a posição de cada dedo do pé conforme o terreno.

Qualquer controle não deveria impedir que decisões do dia-a-dia sejam tomadas, centralizando decisões de trabalho. Aquelas atividades que deveriam acontecer naturalmente não devem exigir esforço de adivinhação ou auto-proteção, acarretando desperdício de tempo e recursos.

O Dilema da Centopéia

Um poema do século XIX fala de um sapo espertinho que pergunta a uma apressada centopeia que passava ao largo: Qual a próxima pata que ela iria mover? A centopeia faceira ao tentar racionalizar seus movimentos para responder a pergunta, tropeça e cai no charco.

Líderes não deveriam recorrer a microgerenciamento, declarando não confiarem na capacidade de seus liderados, apenas na sua própria decisão. Nestes casos, aos times resta tentar antecipar o que o líder vai decidir ou tropeçar, “cair no charco” com atrasos e retrabalho.

Microgerenciamento

Meu estudo no mestrado usou o modelo Job Strain Model de Karasek, que estabelece trabalho ativo como aquele onde há alta demanda e autonomia do executor sobre a forma como melhor pode realizar, o oposto é trabalho passivo, reduzindo o controle e gerando desperdício.

O microgerenciamento gera trabalho passivo e zona de conforto, mesmo não transparecendo, o foco é entregar aquilo pelo qual vai ser cobrado, evitar riscos e pró-atividade, pois ela pode não ser bem aceita, uma situação que é a antítese de equipes auto-organizadas.

A obsessão por controle cria feudos (silos) e demonstra desconfiança da liderança na capacidade e qualificação de suas equipes em fazer o seu trabalho e tomar decisões cotidianas, gerando um ciclo vicioso de comando-controle, ações reativas, stress, atraso e zona de conforto.

Paralisia de Análise

Chamamos de paralisia de análise situações que poderiam ser fluidas, dinâmicas, seguindo pressupostos e modelos que mostram que profissionais do conhecimento necessitam de espaço e alçada para fazerem seu trabalho da forma melhor e otimizada, ainda mais em equipe.

O overhead gerado por muitos controles e restrições em atividades e tarefas do dia-a-dia gera apenas demora nas tomadas de decisão, coisas simples e imediatas geram tensão e dúvidas, não sobre o que é o melhor, mas o que o gerente espera ou exige de fato naquela situação.

É o oposto dos princípios iterativo-incrementais-articulados propostos pelos princípios e métodos ágeis, baseados em equipes auto-organizadas, até mesmo porque comando-controle e pressão só é eficiente em atividades braçais, repetitivas, onde o capital intelectual não é o diferencial.

Reflita, com o passar do tempo deixamos de ouvir falar sobre CMMI e MPS-Br, enquanto é crescente e onipresente DevOps, Management 3.0, Agile e TI-Bimodal, temos o PMBOK Ed 6 e seu apêndice ágil, estudos cintificos crescentes sobre Agile Governance e Agile PMO – porque será?

 

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Ao invés de perguntar sobre documentação, aprenda com ela

Que tal um Doc Journey Map, como um Customer Journey Map inspirado em 5w2h e SIPOC?

Conforme o porte da empresa, envolvem-se Governança, PMO, área de processos e representantes das equipes, trata-se de uma necessidade e responsabilidade da organização estabelecer alguns padrões e GQA necessário.

Lembra SIPOC, trabalha uma espécie de 5w2h de origem a destino de cada artefato, incluindo uma reflexão sobre custo (empenho), confiabilidade, redundância e validade, quer temporária ou permanente.

Como todos os canvas e artefatos ágeis, são experienciais, o objetivo não é seguir o roteiro, mas estabelecer uma discussão focada em desperdícios e valor, assertiva, da melhor forma possível, caso-a-caso.

Não se preocupe com o número de campos, o preenchimento é orgânico, preencher é fácil e rápido se as pessoas envolvidas estiverem presentes, promovendo um debate não sobre certo e errado, mas uma auto-avaliação, momento e necessidades.

DOC JOURNEY MAP II

Baixe o canvas acima em tamanho A3
Baixe o canvas acima em tamanho A4

Em startups e pequenas empresas nunca usei, nunca precisou, esta é uma técnica para grandes empresas, quando há áreas de processo, governança e PMO, pois a discussão sobre métodos ágeis sempre envolve também documentação.

Um exercício que pode gerar muita empatia e sinergia, todos buscando potencialmente passar a gerar artefatos com maior conhecimento do processo, o mínimo realmente necessário, considerando origem, destino e relevância.

Eu sempre começo pelo processo, é quase um aquecimento, de forma simplificada, garantindo sempre que seja divertido e descontraído, direto no quadro branco. O resumo é o passo-a-passo da documentação em questão, eu coloco inclusive os nomes da galera.

Artefato – Nome do artefato
GT – Grupo de trabalho
Data – Datas de discussão

Quem cria – papel ou equipe
Onde/como – ferramenta e repositório
Conteúdo/objetivo – informações
Custo/energia – Tempo e envolvimento
Redundância – Único ponto ou não

Quem usa – papel ou equipe
Quando/porque – momento e para que
Valor agregado – qual o seu valor
Validade – temporário ou permanente
Confiabilidade – é confiável, timing

Processo – fluxo simplificado de manipulação desta documentação
Meta/futuro – qual a projeção, melhoria, mudanças, novas práticas, substituição

Não tem um roteiro rígido, mas bom senso, eu uso uma folha para cada artefato utilizado ou proposto, preenchendo com postits pequenos, pelos olhos de quem faz e quem consome … estruturando um mapa de docs na parede, da esquerda para a direita representando tempo.

Uma folha para cada documento ou artefato, entre as pessoas interessadas, em um GT, não impondo certo ou errado, mas provocando uma reflexão e debate sobre cada oportunidade, construção e manutenção, custo x benefício.

No mercado tem uma variedade de artefatos e documentos, alguns bem tradicionais, alguns ágeis, muitos em transição – Visão, análise de negócio, casos de uso, ER, histórias do usuário, product backlog, BDD, protótipos, cenários de testes, …

Não é um autor que vai dizer o que é bom ou não para o momento de vocês, afinal estamos todos em transição, os livros, artigos e debates em fóruns e CoP’s ajudam a ter maior discernimento neste debate sobre o que manter, mudar, abandonar, um passo cada vez.

O campo de meta/futuro é exatamente identificar alternativas futuras para substituição ou mesmo eliminação, quem sabe boas práticas como histórias do usuário, seguindo DDD, partindo de BDD, código auto-documentado e clean code, uma boa orientação a serviços, automação de testes funcionais, etc.

Documentação é inversamente proporcional às suas boas práticas ágeis
Acredite, documentação é muito mais que as tais histórias do usuário

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Desafio ToolBox 360º dia 05/09 das 18:30 as 20:00

Um jogo que começou inspirado em uma dinâmica para minha disciplina de Tópicos Especiais em Engenharia de Software na FACIN da PUCRS, que transcendeu para algo muito maior e melhor que eu imaginava. Acreditem, vale a pena experimentar e dar uma conferida!

Mais de 70 técnicas e boas práticas oriundas de métodos, framework e mercado consolidaram um baralho que pode se transformar em um guia de bolso para usar, desde o jogo original, em mapeamento de competências, no planejamento ou resolução de problemas.

Eu prometi que será derradeiro, a partir da semana que vem disponibilizarei uma versão enxuta que possa ser utilizada por quem quiser. Vinha enxugando a atual devido a tamanho e custos de confecção e postagem de embalagem, tabuleiro, baralho, fichas e dado.

Para se inscrever neste Play Test, clique aqui ou na imagem:

Para saber mais informações sobre o jogo, regras, play tests, palestras, oficinas e fotos – https://jorgeaudy.com/desafio-toolbox/

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TecnoTalks Pais & Filhos – 30/09 – Save The Date!

Será no último Sábado de Setembro nosso evento de Pais & Filhos, não importa a idade, teremos compartilhamento de cases de pais e filhos que juntos lançaram livros, canais de vídeos, competições, ilustrações.

Aos poucos vamos confirmar os horários, salas e locais no TecnoPUC e PUCRS, também palestras, oficinas, atividades, jogos, diversão, além do rango para o almoço, provavelmente com opções para os mais exigentes paladares de pais & filhos.

Vamos divulgar grandes nomes que farão oficinas de como criar texto, desenhos, animações, vídeos, e como usar blogs, canais, plataformas e eventos para gerar conhecimentos e oportunidades de forma divertida, segura e planejada.

As primeiras conversas e incentivo para o tema foi com o Paulo Caroli, Carlos Giovani Rodrigues, Jackes Heck, Cassio Trindade, Alexandre Flores Torrano, Adri Germani, Marinês Beheregaray Audy, Luisa Audy, entre outros que compartilharemos aqui nos próximos dias.

Para participar, clique aqui ou na imagem.

Nas fotos temos o grande Paulo Caroli (TW) e sua filha Duda Chaieb, com o livro resultado de um trabalho dedicado que hoje vem sendo distribuído e usado até em colégios – O Mistério do Colégio Alipus

“O mistério do colégio Alipus” conta a história de um sequestro de três meninas pré-adolescentes, um caso de amor e ódio ocorrido na Guerra do Paraguai, e inesperadas revelações que misturam passado e presente numa trama de tirar o fôlego.

Também temos o Jackes Heck tem sua filha e parceira Ana como responsável pelo canal de vídeos da Acadêmia Mentes Audazes. Assistir eles interagindo no vídeo é muito legal, ela não está ali por acaso, é também é protagonista em jogos, apresentações e condução.

Programa Mentes Audazes: Centrado na Pessoa e nas suas necessidades. Desenvolvimento de Equipes e Empresas para a Alta Performance. Desenvolvimento de competências e habilidades, (Inteligências Múltiplas e Emocional)

O Carlos Giovani Rodrigues é da W4BA e do GUAN tem uma história muito legal de superação, pois quando o filho Henrique estava com 7 anos participamos juntos de mais de uma dezena de etapas e foram campeões da “Copa União Gatorade de Ciclismo”.

Uma história que começou em 2009, quando o Henrique convidou o pai a participar do campeonato. Eles estiveram de janeiro a novembro em diversas cidades competindo. Uma paixão em comum com muitas vivências, aprendizado e companheirismo.

Cássio Trindade é um colega querido há uns 17 anos, sua caçula foi minha lobinha no Grupo Escoteiro Tupã Ci. Ele, a Betynha, a Carol e a Gaby vão falar um pouco de como planejam, se organizam e fazem dar certo suas viagens, como Europa e Estados unidos.

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Minha filha é ilustradora, desenha desde os 5 anos, fez cursos de desenho japonês, ilustração, pintura, faz cinema na PUCRS. Estamos a alguns meses compartilhando um projeto que a Luisinha batizou de SAVANA SCRUM, ela criou um universo de personagens relacionados ao meu trabalho em metodologias ágeis, sem compromisso, aos poucos vai se materializando … https://jorgeaudy.com/savana-scrum/

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Guia de uso para o SSC – Scrum Setup Canvas – Ed 5

Fiz um manual(zinho) para iniciantes, justificando cada campo do Scrum Setup Canvas, exemplificando estas definições pouco antes da realização de um Release Plan. Elas poderão mudar, mas precisam ser conscientes para embasar o planejamento e execução.

Boa sorte, customize, me avise se fizer alterações pois eu mesmo já o alterei bastante desde a primeira versão, agradeço a oportunidade de melhorá-lo ou pelo menos de saber de variações existentes. Coloquei lá no Dropbox, como fiz com os outros, é só baixar.

Manual do SSC – https://www.dropbox.com
Canvas em A3 – https://www.dropbox.com

  • Elevator Statement
  • Equipe e envolvidos
  • Aproveitamento e formato dos sprints
  • Arquitetura e Integrações
  • Indicadores e Métricas
  • Boas Práticas e Ferramentas
  • DoR (Definition of Ready)
  • DoD (Definition of Done)
  • Feriados e Férias
  • Sprint Zero
  • Reserva Técnica

Clique aqui para assistir a apresentação gravada por colegas no Agile Trends 2017.