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Workshop Toolbox 360º de 19/05/2018

O dia começou cedo para organizar tudo no local, a Marinês Beheregaray Audy fez os pãezinhos de canela glaceados e um bolo, eu passei na feirinha do Olimpico e comprei frutas variadas, morangos lindões, ameixas chilenas, uvas red gigantes, maçãs mini, além de biscoitos e cucas caseiras. Ao chegar no TecnoPUC encomendei 2 Kg dos pães de queijo do Silva e refri.

Chovia bastante, era o primeiro final de semana de frio aqui no RS, mas um bom guardachuva e meu carrinho e estava com caixas, sacolas e mochila na sala. Coladas as 125 folhas do Toolbox Wall na parede, reorganizadas as mesas, cadeiras e organizada as bancadas intercalando frutas, biscoitos, pãezinhos e bolo. Tive a ajuda inesperada de um aluno da Politécnica que passava e entrou.

As 13:45 começou a a galera a chegar, muita gente querida, amigos e conhecidos de outros eventos e TecnoTalks. A tarde transcorreu dentro da normalidade, em uma simbiose que os feedbacks confirmaram que gerou uma cadência legal. O tempo no mural foi uma oportunidade da galera se instigar lendo e marcando aquilo que curte e aquilo que gostaria de aprender mais.

Durante o workshop, intercalado com uma introdução conceitual, o Toolbox Wall e o jogo Desafio Toolbox, apresentei e debatemos em grupos e todos juntos técnicas e canvas variados sobre planejamento, usando nossas carreiras como exemplo, ideação e resolução de problemas. Durante o jogo o debate foi como sempre delicioso de assistir, a galera discutindo o porque uma ou outra técnica é mais valorosa para o desafio posto.

Somente por curiosidade, resgatei quais foram as técnicas do mural mais votadas, com taxas acima de 25% dos presentes teriam votado, mas na verdade todo e qualquer com mais de um voto já pode dar match e gerar diferentes técnicas de GC, desde reuniões, trocas, compartilhamento, eventos, gerando valor de forma descentralizada e auto-organizada:

  • 6 ou 7 votos – Team Building Games, priorização, Mapa de Competências, Sprint Review, Stand Up Meeting, Kanban, Personas, ROI/Capex/Opex
  • 8 ou 9 votos – Retrospectivas, Dragon Dreaming, Direto ao Ponto, Feedback Canvas, OKR,
  • 10 ou 11 – Scrum, Design Sprint,

Os primeiros e as últimas, agradecimento ao Marcos, aluno da Eng Mecânica da nossa Politécnica que estava passando e ficou pra ver e me ajudou ao ir buscar debaixo de chuva os pães de queijo e Coca no Silva, no final a Marinês, a Luisa Audy e a Morvana Bonin, minhas anjas até o último segundo no Café Coworking 100% arrumadinho.

Fiquei no compromisso de fazer mais um em breve, assim que conseguir uma sala legal, vou fazer sim o/

tabuleiro

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Cada workshop gera sua própria energia, que nos alimenta a alma, energia que antigos chamavam de egrégora, desde muito antes de acontecer, fruto da perspectiva de interação, amizade, ansiedade, desejo, expectativas, mas também da preparação com carinho e dedicação para que tudo dê certo.

Mais uma egrégora que a medida de sorrisos e satisfação dessa congregação de energias aqueceu a tarde de todos que se envolveram e levaram para casa o kit com tabuleiro, baralho e vivências … Amo muito tudo isso!

Acho que fiquei no compromisso de fazer mais um com quem queria ir nesse e não pôde, cada feedback e aprendizado neste ajudará a melhorar um pouco cada detalhe do próximo … se tudo der certo tentarei lugar e marcarei para o início de Junho.

O material que usei como linha-base esta salvo neste pdf: Desafio ToolBox Mário Bros – Café Coworking Global – III

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Caroli Editora lança a 2ª edição do Jogos 360º

Dois anos após lançar o meu terceiro livro, sobre Team Building Games – JOGOS 360º, esta saindo a segunda edição, agora pela Caroli Editora. Na época, quando tive a honra de contar com um prefácio escrito por ele, nem imaginávamos que essa parceria acabaria na Bamboletras:  \o/

Inscrições – https://www.facebook.com/events

Você já imaginou isso?

Um ambiente de trabalho descontraído, divertido e produtivo? Nunca subestime o poder da diversão. Através da diversão e do riso, seus níveis de estresse diminuem significativamente. E você estará muito mais aberto a trabalhar com outras pessoas.

Você não sabe o quê, mas alguma coisa está dizendo que sua vida profissional pode ser diferente. Não são ideias soltas de um livro de autoajuste. Mas sim um guia de jogos para transformar um grupo de pessoas em um time efetivo, colaborativo e divertido.

Pessoas altamente envolvidas, participativas e estimuladas são mais efetivas no trabalho. Tendo isso em mente, você precisa fazer algo diferente. Pare com reuniões tradicionais. Com participantes sentados e pouco envolvidos. Você precisa elevar o estado de espírito dos participantes.

Neste livro, o empolgante Jorge Audy compartilha jogos de trabalho, atividades e brincadeiras para criar um ambiente amigável e tornar as pessoas mais eficientes no trabalho. Teoria do bá, construtivismo, métodos ágeis, e escotismo. Junte isso com muito entusiasmo e sabedoria.  O resultado está em suas mãos.

Boa leitura!

Paulo Caroli, cofundador da AgileBrazil e consultor principal da Thoughtworks.

livros

http://www.caroli.org/product-category/portugues/

http://www.caroli.org/product/jogos-360/

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O caminho é sermos Iterativo-Incrementais-Articulados

Há sete anos compartilho neste blog absolutamente tudo o que aprendo, alguns podem ser generalizados e outros não, mas tudo é fruto de muito estudo, leitura, proposição, experimentação e aprendizados a partir de tudo isso … me orgulho muito quando dá match com ideias de ícones da área.

Desde 2012 compartilho a percepção de que em Agile temos múltiplos Duplos Diamantes (Design Council), que é a representação diagramática mais significativa do Design Thinking, para entender, observar, gerar empatia, idear, prototipar, iterar e aprender.

Ser Iterativo-Incremental é pouco, devemos ser Iterativo-Incrementais-Articulados, planejamos em alto nível de abstração para aprender mais e mais a cada sprint e melhorar a cada iteração. Essa é a essência do conceito de Decidir no Último Momento Responsável, após acumular novos aprendizados e conhecimentos a cada sprint.

design thinking

Metodologias ágeis se utilizam dos mesmos princípios baseados em empatia, colaboração, coletividade, multidisciplinaridade, pertencimento e feedback. Rapidamente deixei de usar os diagramas tradicionais do Scrum, porque desenvolvi um diagrama com pequenos duplos diamantes a cada sprint, DoR x DoD, baseado em meus aprendizados.

Em abril o Eduardo Peres compartilhou comigo um artigo de 2017 do Jeff Pathon – https://jpattonassociates.com/dual-track-development/ – que chegou a algo muito alinhado a minhas crenças e representações, mesmo sem usar a mesma analogia, ambos transformamos cada DoR em uma oportunidade de duplo diamante  \o/

piramide abstração 2 - scrum

O pré-game é um ou mais duplos diamantes, usando técnicas diversas para entendimento, observação e seleção de alternativas, prosseguindo com ideação, prototipação, validação e planejamento em iterações, encerrando com um planejamento inicial, MVP, iterativo-incremental-articulado.

Nos ciclos iterativos-incrementais-articulados, cada combinação de DoR seguido de DoD é um pequeno duplo diamante, cada ciclo de entendimento, discussão e especificação em discovery é complementado por desenvolvimento, testes e homologação em delivery.

Ciclos concorrentes, onde o discovery/DoR está sempre um passo a frente, pré-requisito do ciclo de delivery/DoD, este quando estiver sendo executado tendo em paralelo inicio e especificação de um novo discovery/DoR, imprescindível para a próxima iteração, o próximo duplo diamantezinho dos nossos sprints.

multiplos diamantes

O desenho acima foi como tudo começou quando tentei diagramar o método SCRUM de uma forma em que o ciclo de DoR de Discovery fosse precedente ao ciclo de DoD de Delivery. Desta forma, teremos sempre ciclos concorrentes e subsequentes em pedaços mais relevantes e cronologicamente organizados.

Antes mesmo de compartilhar o diagrama, fui refatorando por achar que estava muito complexo com os tais diamantezinhos, concluindo que a simples alusão usando uma diagramação mais simples seria melhor, chegando ao desenho final que adotei, do qual tenho muito orgulho quando a uso para explicar princípios e framework.

scrum

James Shore em 2012 apresentou no Agile Brazil seu modelo de fluência, onde percebe-se agilidade desde o primeiro passo, assim que uma equipe e empresa inicia sua caminhada. Quem acha que Design Thinking é só quem usa blocos coloridos, sucata, ludificação, desculpa aí: É porque não entendeu nada!

NÃO acredito em receitas mágicas, monolíticas, sou defensor da convergência metodológica. Quem só acredita em uma metodologia, framework ou conceito do seu tempo, tende a ter uma visão intensa, monocromática e limitada de causas e efeitos, apostando na sorte: As vezes da certo, as vezes não!

Design Thinking é modelo mental complementar e sinérgico ao Scrum, Kanban, Lean Startup, Gamestorming, Lean Office, todos seguem os mesmos princípios e nenhum deles é independente. É insano aplicar um sem analisar complementariedade metodológica, necessário e desperdícios, valor e foco, negócio, tecnologia, envolvidos.

No Dual Track do Jeff Pathon, ele não cita o duplo e chama Delivery de Development, mas o resultado é absolutamente convergente (pessoalmente gosto mais do meu diagrama). Após o Release Plan, até o fim do projeto estaremos refinando, melhorando, agregando múltiplos aprendizados a cada novo sprint de DoR + DoD:

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10/05 – Debate sobre BDD entre especialistas

“Behavior Driven Development ou Desenvolvimento Guiado por Comportamento é uma técnica de desenvolvimento Ágil que encoraja colaboração entre desenvolvedores, setores de qualidade e pessoas de negócios. Proposto em 2003 por Dan North como uma resposta à TDD (Test Driven Development ou Desenvolvimento Guiado por Testes). Para tanto, desenvolvedores usam uma linguagem ubíqua que abstrai a tecnologia e foca no comportamento desejado.”

Quem foi, participou do debate e isso trouxe diferentes perspectivas e opiniões. A seguir um post muito legal do DevMedia sobre Behavior-Driven Development na plataforma .NET – https://www.devmedia.com.br/behavior-driven-development-na-plataforma-net/33372

Os debatedores possuem variados projetos que acumularam diferentes experiências no uso de BDD, o que permitiu o compoartilhamento de muito aprendizado vicariante, com seus acertos e erros em diferentes contextos, clientes, tecnologia e equipes.

1. Post do Dan North de 2006 com uma introdução e status do BDD – https://dannorth.net/introducing-bdd/

“Comportamento” é uma palavra mais útil que “teste”
O JBehave enfatiza comportamento ao longo do teste
Determine o próximo comportamento mais importante
Requisitos são comportamento também
BDD fornece uma “linguagem ubíqua” para análise
Critérios de aceitação devem ser executáveis
Nomes de métodos de teste devem ser frases
Um modelo simples de frase mantém métodos de teste focados
Um nome de teste expressivo é útil quando um teste falha”

2. Post do Dan North apresentando a relevância do uso de histórias do usuário – https://dannorth.net/whats-in-a-story/

“O desenvolvimento orientado por comportamento usa uma história como a unidade básica de funcionalidade e, portanto, de entrega. Os critérios de aceitação são uma parte intrínseca da história, definem o escopo de seu comportamento e nos dão uma definição compartilhada de “feito”. Eles também são usados ​​como base para a estimativa quando chegamos a fazer nosso planejamento. Mais importante ainda, as histórias são o resultado de conversas entre as partes interessadas do projeto, analistas de negócios, testadores e desenvolvedores. O BDD é tanto sobre as interações entre as várias pessoas no projeto quanto sobre as saídas do processo de desenvolvimento.”

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SE Day – Escola Politécnica PUCRS

No dia 10/05 rolou uma versão super-pocket do banco intergaláctico no SE Day – Dia da Engenharia de Software – da Escola Politécnica da PUCRS. Tirei duas fotos antes de começar, aguardando os rebeldes chegarem após uma palestra da federação do comércio sobre Startups no auditório.

“O objetivo do SEDay é integrar os estudantes, professores e funcionários do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software da Escola Politécnica da PUCRS, permitindo a troca de experiências e discussão de temas relevantes à área e à formação profissional. Os temas abordados incluem, além de assuntos técnicos, discussões mais amplas sobre a pesquisa na área, empreendimentos, carreira em Engenharia de software e o futuro da profissão.”

http://www.ages.pucrs.br/es-day-2018/

A edição super-pocket tem menos de hora e meia de duração, com dinâmicas mais focadas em técnicas de planejamento com histórias do usuário e estimativas usando planning poker para a elaboração de um Release Plan … a galera ficou até o último minuto e curtiu bastante a oficina.

O conteúdo é SCRUM, gestão de projetos ágeis, oferecendo uma visão ampla, mas bem prática sobre tudo o que temos lá no Scrum Guide e sua práxis. Os alunos na maioria eram de primeiro semestre de Engenharia de Software da Escola Politécnica.

Foi um dia intenso, começou com preparação para um evento da semana que vem na Edenred em SP, a tarde teve a participação na Rádio Piratini no programa #Inovação e encerrou com o SE Day na AGES (Agência Experimental em Engenharia de Software) do prédio 32.

Amo muito tudo isso!

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Rádio Piratini, programa #Inovação

A convite da Deborah Pilla Villela, na tarde do dia 09/05/18 fui ao centro para debater sobre #inovação na Rádio Piratini, no subsolo do palácio Piratini, sede do governo Gaúcho. Além de mim, também foram convidados o Diretor-Presidente da CORSAN Flávio Ferreira Presser e o empreendedor/investidor Cristiano Franco da POAtek.

Falamos sobre inovação em empresas, de capacidade absortiva, sobre grupos de investimento, aceleradoras e parques tecnológicos, sobre o que esperar de profissionais em um século de permanentes mudanças e desafios, não só tecnológicas, mas organizacionais e sociais.

É possível acessar todos os podcasts na página http://www.procergs.rs.gov.br/inovacao-podcasts. O nosso deve ser lançado provavelmente no dia 15/05/18, mas vale a pena dar uma olhada nos anteriores, duvido que ao dar uma olhada não encontre muitos de seus bruxos por lá.

É possível acessar, ouvir, baixar, o #Inovação é semanal, comandado pela vice-presidente da PROCERGS, Deborah Villela.

De quebra conheci o sub-solo do palácio de governo Gaúcho, no mesmo lugar onde a campanha da legalidade ganhou voz, que Brizola transmitia os ideais da legalidade, ou seja, naquele momento nós falando de inovação e capacidade absortiva éramos a resistência à zona de conforto, a procrastinação, ao comodismo.

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19/05 as 14:00 tem Workshop Toolbox 360º

No dia 19/05, um Sábado das 14:00 as 18:00 vou realizar um workshop sobre TOOLBOX 360º, o investimento é de apenas R$100, recebendo em troca um kit do jogo com o tabuleiro e um baralho em gramatura 300 com 83 boas práticas … instrumento suficiente para o Team Building Game DESAFIO TOOLBOX e para a execução da técnica TOOLBOX WALL, ambos com foco em aprendizado e desenvolvimento de novas competências. As vagas são limitadas e por isso as inscrições em http://bit.ly/wstoolbox1 dependem de confirmação.

Este workshop já foi realizado em alguns eventos e empresas, a seguir algumas fotos:

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