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Keep Talking and Nobody Explodes

Nesta sexta, dia 24 as 19:00 tem Oficina de Retrospectiva com Keep Talking and Nobody Explodes. Ana Carolina Hermann e a Isa Giongo esperam vocês com uma dinâmica de retrospectiva muito disruptiva, utilizando Keep Talking and Nobody Explodes. Um jogo cooperativo em que a equipe precisa desarmar uma bomba. É um jogo pedagógico para todos, em qualquer contexto e o objetivo é aprendizado conjunto.

24/11 – 19h as 20h – Pr 99A (Tecnopuc), 5° andar, DBServer, vagas limitadas

Inscrições: https://goo.gl/bAiKZs

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Toolbox Wall – Pode ser um guia, mapa, jogo, técnica, método ou até decoração

Aquilo que começou como um livro, desenvolveu-se como um jogo de tabuleiro, está transformando-se em uma poderosa técnica de brainstorming, aprendizado, planejamento e decoração que estou chamando de ToolBox Wall.

Das páginas do livro, mais de 70 técnicas e boas práticas começaram a serem convertidas em um mural de folhas A5, que crescem assiduamente com novas dinâmicas e artefatos que vou aprendendo ou desenvolvendo em meu trabalho.

Na minha opinião, toda empresa deveria ter o seu Toolbox Wall, um mural com suas técnicas preferidas, sugeridas e desejadas, em frente ao qual a galera poderia debater alternativas, escolher, caso-a-caso, quer para ampliar horizontes, quer para encontrar soluções.

Trata-se de um mural A5 e cartas que estão sendo usados para planejar quais as técnicas desejadas, de diferentes frentes, inspiradas em Design Thinking, Lean Startup, Lean UX, métodos Ágeis, Art Of Hosting e outras fontes de inspiração.

Após o lançamento do jogo no Trends 2017, empresas me reportaram seu uso em dinâmicas onde o próprio time propõe um desafio real, para então seguindo as regras do jogo Desafio Toolbox 360° encontrarem a sequência que melhor lhes atende.

Vou começar a fazer workshops em noites da semana e Sábados de dia, onde a inscrição será para levar consigo um destes kits, prometo uma experiência única de Toolbox através do próprio jogo, apresentação e vivências.

Minhas fonte de inspiração são muitas, décadas de estudos, não só as que hoje são modinha, mas também resgato outras paixões, como em meus outros livros, o de Jogos 360° seguindo princípios de gamefication, o Scrum 360° e no ebook Sobre os Ombros de Gigantes.

O Toolbox Wall é a materialização sui generis de 10 anos de aprendizados em métodos ágeis, outros 20 anos de experiência em TI antes de descer para a coordenação de desenvolvimento da área de produtos digitais em 2008, quando já editava a newsletter “Marolas de Agilidade”.

A anos divulgo a técnica de Agile Subway Map, a anos dissemino minha abordagem sobre a necessidade de cada um de nós possuir uma grande ToolBox, pois quem se limita a um martelo, qualquer desafio será tratado como um prego, limitado a falta de alternativas.

Em 2015 propus um conceito que chamei de Multi-Convergência Metodológica (04/05/15), sempre defendi a existência do duplo diamante, MVP e Pivot desde o pré-game, inception e no fluxo iterativo-incremental-articulado existente a cada sprint.

O que define o quanto aprofundaremos e aproveitaremos isso depende da cultura e pressão em prazo/orçamento. Mas essa é a base do livro ToolBox 360°, do jogo Desafio Toolbox e do Toolbox Wall, um mural inquieto de boas práticas, oportunidades e inspiração.

Um ciclo PDCL implícito na dualidade temporal entre DoR e DoD, a cada sprint modelando e prototipando o próximo (DoR), enquanto construímos assertivamente o atual e validamos com o cliente (DoD): Onde está o duplo diamante no Agile? (21/08/2016)

A partir desta abordagem, debatemos o problema, opções e a best choice no pré-game, para então em um projeto trabalhar a ideia-modela-prototipa-valida-aprende (DoR), ao mesmo tempo que analisa-constrói-testa-valida-aprende (DoD).

multiplos diamantes

Do duplo diamante do Design Thinking, somado ao Lean Startup com princípios análogos de empatia e validação incrementais, criei uma representação SCRUM com inception e duplos diamantes representados como séries concorrentes de DoR e DoD.

Após blitzkriegs de planejamento utilizando-se algumas de dezenas de técnicas de design thinking e lean startup, prosseguimos com estas e outras tantas em menor escala, mas mesmo propósito, dia-a-dia, em baby-steps, aferindo, ajustando, prosseguindo, entregando valor:

scrum

Por exemplo, um time com um desafio, um projeto onde a galera pode ter um mural para inspirar-se e pinçar dentre múltiplas técnicas algo para pesquisa, brainstorming, modelagem, validação, planejamento, execução iterativo-incremental-articulada, auto-organização, aprendizado, gestão do conhecimento … pode inclusive incorporar nossos mapas de tecnologia ou pelo menos ter exemplos para diferentes plataformas.

Outro exemplo é a busca por uma dinâmica impactante, que os instigue a aprender de forma divertida, mas com foco em conversão, em práticas de interesse. Um brainstorming com regras onde podemos discutir dezenas de possíveis técnicas para resolução de problemas, escolhendo aquelas que querem experimentar, experienciar, aprender fazendo, divertindo-se no percurso, com responsabilidade.

tabuleiro

Esta estrada não teria acontecido sem a inspiração e o apoio de alguns amigos, que em meio a correria do dia-a-dia cederam uma hora para me ajudar a percorrer esta estrada editorial e vivencial. Representativamente, em algumas fotos, agradeço reiteradamente a minha maneira:

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Sem esquecer de agradecer aos parceiros Darth (George Lucas), Pikachú (Satoshi Tajiri) e ao Super Mário (Nintendo).

 

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No TDC POA 2017 falei sobre o SSC e DJM

No dia 11/11/17 tive o prazer de participar novamente da trilha Agile do TDC Porto Alegre, ano passado da abertura e este ano com o encerramento. No ano passado fiz uma palestra provocativa sobre Agile Transformation, este ano sobre a necessidade de materializar nossa estratégia e tática, metodológica, tecnológica e humana.

TDC POA 2017 – SSC & DJM

Scrum Setup Canvas – Antes de entrar em um planejamento de releases e suas sprints é preciso materializar aquelas informações que o excelente Project Model Canvas do Prof Finocchio nos oferece como termo de abertura. É essencial estabelecermos parâmetros como pontos de atenção do mapa de tecnologia, formato, DoR e DoD, sprints e etc:

Doc Journey Map – Pesquise e analise as boas práticas sobre artefatos e documentação, mas faça isso para subsidiar uma análise crítica sobre a sua realidade, cultura, tecnologia e pessoas. Para cada documentação utilizada ou desejada é possível fazer um canvas A3 discutindo a origem, sustentação e destinação, seu custo x valor x benefício:

Sobre estes artefatos, tenho outros posts, vídeos e manual de uso:

02/04/17 – Spoiler da minha palestra para o Agile Trends
13/04/17 – Vídeo de  25 min no Agile Trends
07/06/17 – Versão pdf tamanho A3 para impressão
31/07/17 – Agile Trends Gov – Relato do evento
30/08/17 – Guia de uso para o SSC
06/09/17 – Aprenda com sua documentação

Tenho uma foto logo após minha palestra com parte da galera que assistiu com os coordenadores da trilha:

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Um TecnoTalks antológico: People Analytics – By Andreza Deza

O link para inscrição ao próximo TTalks, idealizado pela Andreza Deza, sobre People Analytics é – https://lnkd.in/dTV2n-X

“O people analytics é a expansão da fronteira da ciência e tecnologia para a área de gestão de pessoas” – Deli Matsuo, CEO Appus.

“As organizações que estão abandonando seus programas de talentos tradicionais para abraçar a gestão estratégica de pessoas não só estão se tornando líderes, como também muito desejadas pelos grandes talentos no mercado” – Todd Randolph e David Costar – KPMG.

“Quando usamos dados para entender os comportamentos dentro do ambiente de trabalho que tornam as pessoas eficientes, felizes, criativas, especialistas, líderes, seguidores, enfim, estamos usando People Analytics” – Ben Waber – CEO Humanyze.

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Aproprie-se do modelo GROW

O modelo GROW é uma ferramenta de coaching, mas pode ser entendido e usado por qualquer um de nós. Minha crença, desafiar um time a assumir as rédeas de sua vida e carreira é uma forma intensa de melhorar a satisfação, o engajamento, o propósito.

A anos me empenho em compartilhar boas práticas para planejamento de vida e carreira a amigos e parceiros. Não pratico coaching, nem como coachee, menos ainda como coach, porque acredito que junto a parceiros dessa viagem temos as rédeas na mão.

A técnica GROW (John Whitmore) é assim chamada por ser o acrônimo de Gol, Realidade, Opções, plano de ação (Will), em essência, precisamos saber o que queremos, onde estamos hoje, quais as opções possíveis e qual o seu plano para atingir a melhor delas.

Uma técnica muito instigante, podendo ser trabalhado tanto a nível pessoal, como entre integrantes de uma equipe, lembra muito o canvas do managing dojo do Manoel Pimentel para resolução de problemas – desafio, idéias, opções, plano de ação e métricas:

Goal – Estabeleça o Objetivo

Tudo começa quando estabeleça um objetivo SMART (específico, mensurável, factível, realista e temporal), uma mudança de comportamento ou atitude, um desafio, uma mudança necessária.

Reality – Examine a realidade atual

Qual é a situação atual, aquilo que chamamos de AS IS, uma espécie de um 5w2h da situação atual, incluindo tentativas e contingências já tentadas e resultados, na tentativa de aprender com experimentos ou experiências anteriores.

Options – Explore as opções

Quais as alternativas, quais as opções percebidas, julgando caso a caso, para cada alternativa fazemos uma espécie de SWOT, identificando se há e quais são os seus pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças.

Will – Estabeleça um plano de ação

Após as reflexões e brainstormings, baseado sempre em muita reflexão, pesquisa, com grandes doses de realismo e transparência, está na hora de propôr um plano de ação, algo sobre o qual haverá ciclos como em um PDCA.

Fica ligado em mais esta ferramenta coringa, criada para coaching, mas iterativo-incrementais que somos, mantendo motivação e foco, ajustando se preciso, uma técnica especialmente eficiente quando contamos uns com os outros para entender, experimentar e ajustar.

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Rapport é relacionamento, base de um Time de Alta Performance

“Rapport é um conceito da psicologia, uma técnica usada para criar uma ligação de sintonia e empatia com outra pessoa. Empatia e relacionamento positivo é fator crítico de sucesso de um time, através da existência de uma relação convergente e harmônica no trabalho. Isto não quer dizer unanimidade ou igualdade, mas equidade e sinergia.

O estabelecimento de uma relação positiva no inter-pessoal de um grupo sócio-técnico de alto nível impõe equilíbrio entre influência, convicção e propósito. Muitos profissionais são ainda muito individualistas, competem por motivos fúteis, privam-se de uma visão do todo, alguns falam de agilidade, mas não abrem mão de uma visão passional do seu entorno.

Rapport

A psicologia chama de Rapport um “estado que ocorre quando duas pessoas sentem-se capazes de se conectar entre si a partir de interesses compartilhados, valores e outros fatores pessoais”, devendo se valer da atenção mútua, positividade e continuo contato, correspondência de ritmo, posturas e espelhamento, corporal e emocional.

O exercício de coaching utiliza os princípios da técnica de Rapport para estabelecer um relacionamento de confiança entre Coach e Coachee. Segundo o IBC este foco promove três comportamentos durante o coaching – coordenação, positividade e atenção mútuas – essenciais para a geração de sintonia e convergência às ações e resultados desejados.

Espelhamento

Li vários artigos sobre espelhamento e quanto mais eu lia, mais entendia o que não estava escrito, agilidade é estabelecer uma relação harmoniosa, envolvendo um mesmo parâmetro para nossos relacionamentos inter-pessoais, verbal e não verbal. Praticá-lo no nível adequado com nossos parceiros nos coloca em outro patamar enquanto pessoas – tem a ver com respeito, empatia, humildade e propósito.

Artigos relatam espelhamento como movimentar-se e falar de forma parecida com o outro, não é fazer igual, mas entrar em sintonia, em harmonia, mesmo divergindo em ideias e opiniões. Artigos citam postura, respiração, energia e ritmo, entre outras disciplinas trabalhadas de forma consciente até serem internalizadas, aprimorando nossa buscar por equilíbrio e harmonia com nossos interlocutores.

It’s Not All About “ME” (Robin Dreeke)

No livro de Dreeke há 10 disciplinas que nos ajudam a estabelecer Rapport, em Agile vivemos grupos sócio-técnicos e aprender a lidar com pessoas é tão importante quanto lidar com tecnologia. Uma impressão não literal dos 10 pontos definidos por Dreeke seria:

1)  Establish artificial time constraints

Limitação de tempo, ao iniciar estabeleça o tempo disponível, do todo ou para a etapa. Ao iniciar uma reunião, evento, conversa, debate, estabelecer uma perspectiva de tempo é tão importante quanto uma meta ou objetivo;

2) Make Sure Your Body Language is In Sync

Parecer é tão importante quanto ser, então evite demonstrações antagônicas, sorria, evite posicionar-se acima ou abaixo dos outros, seja gentil e espelhe o cumprimento, evite ser muito mais ou menos intenso que o outro, ao apertar a mão retribua ao invés de impôr;

3) Speak Slowly

Cadência e intensidade da fala, o volume e força dizem muito, Dreeke sugere pausar, cadenciar, dando tempo para que as pessoas acompanhem a linha de raciocínio, assimilem o conteúdo. Muita força demonstra animação, mas pode demonstrar ansiedade ou descontrole;

4) Ask For Help

Assertividade em pedir, atender ou receber são princípios de todas as relações humanas, exercitamos argumentação e negociação todos os dias e quanto mais empáticos formos, maior a probabilidade de estabelecer conexões e fazer acontecer;

5) Suspend Your Ego

Conter seu ego, tem a ver com ser um bom ouvinte, permitir-se ouvir, compreender, estabelecer pontos de contato, evitando ser auto-suficiente a ponto de colocar suas necessidades a frente de tudo o mais, impondo sua vontade;

6) Validate Others

Saber ouvir, com transparência e não impôr seu pensamento, genuinamente entender a posição e opinião, argumentos e embasamento do outro, é a melhor forma de debater e convergir positivamente para a melhor opção, sem sermos tendenciosos;

7) Ask: How? When? Why?

Aproveite as informações que estão lhe fornecendo para enriquecer de forma genuína seu posicionamento, use perguntas abertas para entendê-las, mesclar diferentes pontos de vistas enriquece qualquer debate ou tomada de decisão;

8) Quid Pro Quo

Reciprocidade, qualquer interação humana tende a estabelecer uma relação, melhor com empatia e vínculo, quando nos esforçamos em dar e receber, as pessoas sentem-se mais acolhidas e instigadas – entrega, doação, bilateralidade;

9) Give A Gift

Altruismo, evitando não valorizar o esforço e conquistas dos outros, evitando julgar e diminuir pequenas vitórias, a percepção e valorização do esforço em fazer certo, em correr riscos, em tentar fazer, nos faz ir além, algo como altruísmo recíproco;

10) Managing Your Own Expectations

Gerenciar expectativas, é fundamental manter expectativas o mais realistas possíveis, gerenciá-las garantem que cada meta ou objetivo, pessoal ou coletivo, sejam conscientes, factíveis mas desafiadoras, nos motivando a persegui-las.

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Laços Afetivos e o Mistério do Colégio Alipus

No primeiro dia da 63ª Feira do Livro de Porto Alegre tem sessão de autógrafos da Duda e Caroli sobre o Mistério do Colégio Alipus, mas uma hora antes vai haver um debate sobre Laços Afetivos, o valor e oportunidade de trabalhos entre pais e filhos ou mesmo entre adultos e jovens.

Como chefe escoteiro tenho a crença e valores de que é nosso dever apoiar o desenvolvimento de crianças e jovens, no ritmo deles, seguindo a linha da maiêutica socrática, partindo do seu eu interior, um prisma uno proposto por Piaget, onde cada ser possui o seu caminho a trilhar.

O desejo de somar habilidades e conhecimentos, tanto quanto sonhos, ideias, ideais e networking, nos faz cada um de nós perceber potencial e oportunidades diferentes para pessoas diferentes, não só em meios e técnicas, mas prazer e satisfação, ritmo e pertença … isso vale o mundo!

Vem pra feira participar deste debate a partir das 17:00 e da sessão de autógrafos com a Duda e o Caroli a partir das 18:00, será um grande momento para falar de vida, família e desenvolvimento humano em sua forma mais primária, entre pais e filhos.

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Este foi o tema do TecnoTalks Pais & Filhos deste mês (10/2017) com a participação da Duda, Caroli e algumas dezenas de pais e filhos exercitando em oficinas estes conceitos – https://jorgeaudy.com/2017/10/01/ttalks-pais-filhos-um-dia-de-muita-interacao/

A seguir a grade completa do primeiro dia de autógrafos da 63ª feira – http://www.feiradolivro-poa.com.br/autografos/02-11/

14h30 Como eu imagino você – Pedro Guerra
14h30 Estrelas a brilhar – Maria GJ Oliveira, org.
14h30 Por que os adultos choram? – Dudlei F Oliveira
15h30 Recortes On/Off Line – Carlos Badia
15h30 A arte de ser infeliz – Nelio Tombini
15h30 Primum em terra de Samurai – Vivi Costa
16h00 Transformação: vivências do PET – Cristiane Gessinger
16h30 Aprendendo com o cavalo – José Luiz Jorge
16h30 Como será o passado? – Caroline S Bauer
16h30 Gosto de infância – Lela Mayer e Joana Cões
16h30 Nommés à margem – Tulio H Pereira
16h30 O gigante invisível – Eduardo Pires
16h30 Contos de crianças – Lúcia RL Rosa
17h30 Bernadet 80 – Ivonete Pinto
17h30 Jogando com os pés – Elio Carravetta
17h30 Na língua da manhã silêncio e sal – Juliana Meira
17h30 Senhor Gelado e outras histórias – Igor Natusch
17h30 1499 – Reinaldo José Lopes
17h30 Empreend. feminino – Letícia Hoppe e Ionara Rech
17h30 A mochila da Camila – Gládis MF Barcellos
17h30 A saia da Carolina – Lela Mayer e Joana Puglia
18h30 Quando ninguém educa – Ronai Rocha
18h30 O transgressor – Paulo Ribeiro
18h30 O mistério do Colégio Alipus – Duda Chaieb e Paulo Caroli
18h30 Pegadas da gratidão – Élio Meneguzzo
19h Caderno de Literatura 26 – Vários autores
19h30 Ética Protestante – Silvio M. Lopes
19h30 Expresso 25: 50 anos – Angélica Bersch Boff
19h30 Menarca a primeira menstruação – Rejane Constante
19h30 Metodologia para o sucesso – Rafael Vasconcelos
19h30 Cais do alheio – Deisi Beier