0

Scrum Setup Canvas no Agile Trends Gov 2017

Mais uma rodada de compartilhamento do Scrum Setup Canvas, desta vez na capital federal durante o Agile Gov 2017. Foi minha primeira apresentação usando como pano de fundo o Savana SCRUM, mas mantendo a pegada de diferenciação entre Go Horse e SCRUM.

Sala lotada, um bloco onde quem me precedeu foi o Allison Vale, iniciei apresentando uma das alegorias que mais curto, do Andy Glover onde o product backlog é um cesto enorme com todas as suas roupas sujas e o sprint backlog é a roupa que necessitamos para amanhã.

Valor é garantir ter a roupa adequada para seus compromissos do dia seguinte, de nada adianta lavar um cesto de cuecas ou as roupas mais caras ou as maiores ou menores, valor é ter aquela muda necessária e adequada para o dia seguinte, quer para frio, calor, longa ou curta.

SCRUM SETUP CANVAS

O mote do Scrum SetUp Canvas começa com as informações, combinações e restrições, como o tipo de máquina de lavar e secar, a capacidade de ambas, o tipo de sabão, para roupas brancas ou coloridas, se a expectativa é a entrega delas passadas e dobradas, …

Sempre trago minha maior convicção sobre o conceito de ToolBox 360º, que diz respeito a seu processo, ferramental, boas práticas, qualidade, excelência, destacando a certeza de que cada decisão acarretará ganhos ou perdas, que deverão ser transparentes e realistas.

Relembrei conceitos básicos sobre o Agilo romântico defendido por alguns e o Agila realista das grandes organizações, os conceitos básicos do SCRUM e suas variações, praticados em meio a complexidade e vicissitudes de empresas, governança de TI, PMO, GP e times.

  • Elevator Statement
  • Equipe e envolvidos
  • Aproveitamento e formato dos sprints
  • Arquitetura e Integrações
  • Indicadores e Métricas
  • Boas Práticas e Ferramentas
  • DoR (Definition of Ready)
  • DoD (Definition of Done)
  • Feriados e Férias
  • Sprint Zero
  • Reserva Técnica (%)

DESAFIO TOOLBOX 360°

Ao final dos 25 minutos, um convite ao jogo das 17:30 na mesma sala, quando 25 pessoas participaram até as 19:00 do Desafio ToolBox 360°, sempre com muitos insights, debates, argumentações e aprendizado. Tudo isso concorrendo com o happy-hour e cerveja no saguão ao lado.

SCRUM SETUP CANVAS
02/04/17 – Spoiler da minha palestra para o Agile Trends
13/04/17 – Apresentação em 25 min no Agile Trends
07/06/17 – Versão pdf tamanho A3 para impressão

TOOLBOX 360º
01/03/17 – Página Desafio ToolBox 360° / 5W2H  🙂
08/03/16 – ToolBox 360°, um guia de referência geral de boas práticas
03/04/17 – Desafio Toolbox – Agile Trends 2017 – ppt – relato

0

De Taylor a James Shore, de Deming a Eric Ries

A pedido, uma aluna me pediu uma revisão conceitual sobre princípios e trabalho a partir da revolução industrial, da escola clássica, mecanicista, da linha de produção, o Lean Toyota, os métodos lightwave, o manifesto ágil, até o Design Thinking e Lean Startup.

De artesãos a especialistas

No século XIX ainda tínhamos uma era artesanal, mestres, oficiais e aprendizes, uma época em que mestres regulavam profissões, atuação e preços. Período pressionado pela concentração urbana e inventividade humana, consolidando um período tão intenso de mudanças que ficou conhecido como uma revolução.

Uma necessidade histórica frente à máquina a vapor, crescimento das demandas e mão de obra abundante, encontrando soluções baseadas em mecanicismo e padronização, inclusive humana, com departamentos e especialistas, estabelecendo que cada um deveria fazer uma parte.

A ideia de termos especialistas contrapunha o modelo artesão, ao invés de pessoas que conheciam grande parte ou todo o ciclo de produção, exigindo anos de treinamento, a proposta eram especialistas que sabiam exclusivamente aquilo para que eram treinados.

Esta proposição os tornavam facilmente cambiáveis, rapidamente treinados, aproveitando imediatamente a mão de obra desqualificada disponível e trocada conforme necessidade. Cada especialista sabia realizar sua função repetidamente, sendo medido pelo número de vezes que fazia.

Grandes nomes como Taylor, Fayol, Ford e o casal Gilbreth, tempos e movimentos, pessoas como partes de uma máquina, parar para pensar era desperdício, era preciso apenas aprender como executar repetitivamente, um pensa para muitos executarem, chamamos de comando-controle.

De especialistas a colaboradores

O século XX foi marcado pelo florescimento exponencial da inventividade humana, mas também da concentração urbana, foco em bens e consumo, diferenças sociais e leis trabalhistas, duas guerras mundiais e os primeiros 50 anos da “computação”.

As máquinas evoluíram, semi-automatizadas, automatizadas, informatizadas, sempre reforçando os modelos fabris do século XIX, baseados em especialização de papéis, até o momento histórico do esforço pós-II guerra mundial que encontrava um Japão falido, em completo colapso.

No japão e alemanha, emissários Europeus e Americanos em áreas como de governo, bancário e produção, se esforçavam no esforço de gerar estabilidade e riqueza para evitar que países em ruínas viessem a gerar uma insatisfação social que geraria a terceira guerra mundial.

Nomes estrangeiros como Deming e Juran trabalharam em prol do crescimento japonês, somado a uma cultura disciplinada e um legado dos anos 20 de Sakichi e Kiichiro Toyoda baseado em “autonomação” e Kaizen, uma automação com toque humano para melhoria contínua.

O programa de qualidade japonês floresceu, com a Toyota enxugando todo o desperdício de seus processos, adotando equipes auto-organizadas  e colaboradores que conseguiam ver e opinar além da “sua” tarefa … era a revolução fabril Lean liderada pela Toyota nos anos 70.

De colaboradores a profissionais do conhecimento

Toda aquela base de novos conceitos protagonizados pelo clã Toyota e seus colaboradores transformaram-se em inspiração na década de 80 para o início de métodos conhecidos como Lightwave, que passaram a ser conhecidos como métodos Ágeis a partir do manifesto de 2001.

Em Fevereiro de 2001 dezessete profissionais que vinham experimentando métodos de desenvolvimento de software como Scrum, Crystal, DSDM, XP, inspirados nos princípios de produção enxuta da Toyota chamavam a atenção do mundo pelos ótimos resultados obtidos.

. 1992 – Crystal Clear Method – Cockburn
. 1993 – Scrum – Shuterland, Schwaber e Beedle
. 1994 – Analysis Patterns, UML Distilled, XP – Fowler
. 1996 – XP – Kent Beck, Cunningham e Jeffries
. 1997 – DSDM (Dynamic Syst. Dev) – Bennekum e outros
. 1997 – FDD – Feature-Driven Dev. – Jeff De Luca e Peter Coad
. 1997 – ASD – Adaptive SW Dev.. – Jim Highsmith e Alistair Cockburn
. 1999 – The Pragmatic Programmer – Andrew Hunt e Dave Thomas
. 2003 – Lean Software Development – Mary e Tom Poppendieck

Nos 16 anos que sucederam o Manifesto Ágil vimos o crescimento dos métodos ágeis, especialmente Scrum, XP e Kanban, no Brasil consolidou-se a partir de 2008, conquistando a partir de 2012 as grandes empresas com propostas racionais como a TI Bi-Modal do Gartner.

Ao mesmo tempo, também vimos a gestão por competências e a gestão do conhecimento somando, o surgimento do Lean Startup, do Design Thinking, o conceito e papeis como UX, espaços como Open Spaces (Concept Of Ba Offices), Business Model Generation, …

Nos últimos anos vimos um sincretismo cada vez maior entre diferentes metodologias, frameworks e conceitos, quer tradicionais ou mais recentes, na direção de proporcionar maior empatia, agilidade, equidade, eliminação de desperdícios, antecipando resultados e taxas de sucesso.

Hoje, data estelar de Agosto de 2017, o mercado busca algo que chamamos de Agile Transformation, empresas ágeis respondendo rapidamente ao mercado, tecnologia, globalização, não mais apenas equipes e projetos ágeis, mas empresas Lean, tanto quanto criativas e ágeis.

A seguir algumas das metodologias ágeis com as quais me envolvi desde 2008, lembrando que nenhuma per si é suficiente, normalmente há um método de gerenciamento de projeto, o uso de quadros seguindo os princípios Kanban e boas práticas típicas do XP:

SCRUM – Framework para gerenciamento de projetos ágeis apontado por pesquisas como o método ágil mais praticado no mundo;

Scrum Of Scrum – Propõe mecanismos simples para planejamento e execução cooperativa quando o projeto necessita várias equipes;

KANBAN – Método baseado em gestão visual de fluxo que se utiliza de cartões e regras inspiradas no conceito de sistemas puxados;

LEAN Office – Propõe a filosofia Lean às equipes de escritório para melhorar sua produtividade e qualidade, luxo, + valor e – desperdício;

XP – Extreme Programming originou-se nos grupos de OOP, valoriza iteratividade, refatoração, pair, feedback, testes automatizados;

SAFe e Nexus – Frameworks ágeis em escala, para muitas equipes no projeto, quando Scrum of Scrum já não atende a necessidade;

DSDM – Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Dinâmicos, originado em Desenvolvimento Rápido de Aplicação (RAD).

Business Model Generation – Modelar rapidamente com o máximo de empatia é premissa para projetos ou sustentação ágil, conhecendo o cliente e o desafio;

Design Thinking – Um conjunto de técnicas e artefatos 100% focados no entendimento do cliente, quer problema, oportunidade ou objetivos;

Lean Startup – Quer inovação e empreendedorismo em startups, quer capacidade absortiva em empresas, não dá para ficar parado nem desperdiçar;

Management 3.0 – Um novo modelo mental para empresas e suas equipes exige a reinvenção de nossas lideranças do século XXI;

Temos muito o que andar, mas a história nos inspira e dá a entender que estamos no caminho certo!

 

0

Quem foi rei, não quer perder a majestade!

Para mudar ou melhorar, é preciso questionar velhas receitas, experimentar novas, aprender com elas e prosseguir neste ciclo virtuoso! Se você já sabe tudo e não abre mão disso … fica mais difícil 🙂

Ao migrarmos para métodos ágeis como SCRUM ou Kanban alguns conceitos são basilares, como o fundamento de auto-organização e premissa de confiança, delegação ou negociação. Todos os envolvidos aprenderão a trabalhar sob um paradigma racional de trabalho colaborativo, geração de valor, eliminação de desperdícios, baseados em comunicação e argumentação.

Para muitos profissionais o desafio maior é abrir mão do individualismo, competição e falsa sensação de poder ou controle. Isso vale especialmente a quem não estava acostumado a ter que embasar e justificar sua decisão, seu trabalho ou conduta. Muitas vezes são exatamente aqueles profissionais mais sênior, viciados em ribalta e poder.

A estes caberá entenderem que serão tão ou mais valorizados quanto melhor o resultado de todos, do time, do projeto, que inexiste a “sua” parte, mas sim o resultado do conjunto. Em determinados momentos sua colaboração transversal será muito mais percebida que “suas” tarefas. Basicamente, se cada um fizer a “sua” parte, provavelmente não vai dar certo.

Um gestor ou líder que não sabe delegar, que não consegue confiar em seu time, que trata problemas de seus times como se ele mesmo não tivesse nada a ver com isso. Mandos e desmandos, relações com pouca transparência, falta de feedback seguido de muito teatro e reações pouquíssimo “ágeis” e colaborativas, focadas ainda em buscar culpados ao invés de soluções.

Profissionais que buscam a ribalta, estão acostumados nos processos antigos em estarem na ribalta sozinhos, muitas vezes competitivos dentro do próprio time, disputando com o cliente ter a razão e eximindo-se sempre que possível da co-responsabilidade. Brinco que em muitas oportunidades meu maior desafio é mudar o mindset do mais senior e não dos mais juniores.

Aquele cliente que acha que pressionando, reclamando, exigindo ou isentando-se, gera um clima em que todos farão mais que fariam caso o ambiente fosse amigável e construtivo. Acreditando que é o cliente, sempre tem razão, “está pagando”. No seu entendimento, não confia, não envolve suas equipes, decide tudo sozinho, o fornecedor é um problema e não uma solução

Empresas acostumadas ao paradigma de negócios ganha-perde, sempre buscando uma brecha, reinando, usando sua experiência para aplicar a Lei do Gerson, a Lei Ricúpero, tirando vantagem de parceiros, colaboradores, fornecedores ou clientes. Muito teatro e artes cênicas nos seus relacionamentos e interações.

Conclusão

Todo e qualquer método ágil inspira-se em colaboração cliente-fornecedor, equipes auto-organizadas, geração de valor em equidade, eliminação de todos os tipos de desperdícios em um trabalho e relacionamento profícuo, harmônico, cadenciado, onde todos os envolvidos engajam-se em agir da melhor forma em prol de sinergia.

Daí surgem nos meios organizacionais termos como ecossistema, auto-eficácia, equipes de alta performance, líder-servidor, colaboração pró-ativa, melhoria contínua e tantos outros termos e temas que precisam ser entendidos, internalizados e praticados diariamente.

0

Já ouviu falar em carreira Proteana? Mais atual que nunca!

Carreira Proteana é um conceito onde tudo o que temos discutido faz sentido, pois ao contrário do século XX, cada profissional é responsável e gestor de sua carreira. O critério de sucesso não é salário, sucesso é satisfação e busca pela plenitude, onde ela estiver, salário é consequência.

É preciso parar de procurar receitas e começar a aprender a cozinhar!

Douglas T Hall foi assertivo na percepção de mudança na orientação da carreira organizacional linear do século XX, dizia ele que o desenvolvimento profissional passaria a ser obtido por meio de aprendizado contínuo, auto-direcionado, movido por desafios e na busca constante pela satisfação pessoal.

Os ingredientes para o sucesso em carreiras Proteanas, disse Hall, seria a mudança de foco do know-how para o learning-how, da segurança do emprego para a construção de um status de empregabilidade, sempre voltada a integralidade do ser, em uma visão holística pessoal e não por pura necessidade organizacional.

Entre amigos e parceiros de viagem sempre digo que o medo de perder o emprego não pode ser nunca maior que perder a empregabilidade, o desafio não é abrir mão de tudo pelo salário, mas dedicar-se a atender as expectativas atuais enquanto permanentemente desenvolve-se em seu CHA, como profissional e pessoa.


Tabela: Protean Career: Theoretical Review and Bibliometric Analysis (Neves, Trevisan e João, 2013)

Quarenta anos depois, com a geração millenial no mercado de trabalho, lembrando muito Agile e os conceitos de carreira de shape T e Pi, com experiências variadas, aprendizado contínuo, trabalho desafiador e prazeroso. Tudo isso sempre a ver com lócus interno, em uma trajetória prospectiva, multidirecional.

O termo de carreira proteana inspirou-se no personagem Proteus da mitologia grega, deidade marinha que podia mudar de forma, com o dom da metamorfose. Assim, cada profissional deve fazer aquilo que é melhor para SEU plano de carreira e não apenas seguir o desejo da organização onde está, priorizando sua relação de emprego e salário em detrimento de sua empregabilidade e sonhos.

Se no passado era um mal sinal a troca de empresa ou mesmo função, ligados aos conceitos de especialização máxima da revolução industrial, no século XXI, hoje os consultores de RH questionam a permanência excessiva no mesmo cargo e na mesma empresa, fazendo a mesma coisa da mesma forma por anos.

Minha esposa diz que eu tenho ciclos de 5 anos, é o tempo para me desenvolver e seguir para novos desafios, fui concursado na Procempa na década de 80, empresário na de 90, coordenador de desenvolvimento corporativo na ADP Brasil e Grupo RBS nos anos 2000, consultor, professor e agile coach nos anos 2010. Ao mesmo tempo, na vida pessoal, passei por clubes, maçonaria, escotismo, ong’s, GU’s e Cop’s.

A vida é tão maravilhosa em oportunidades em tantos níveis e dimensões, que é um desperdício simplesmente deixar o tempo passar em banho-maria, incomodados, reclamando do destino em nossas zonas de conforto. Ao ler artigos sobre carreiras proteanas vemos muitas características atribuídas a dita geração Millenial, gente como eu e você que busca:

  • Valores pessoais acima dos valores organizacionais;
  • Busca de qualidade de vida no cotidiano, não no futuro;
  • Flexibilidade à mudança e busca por desafios;
  • Busca pela auto-eficácia e auto-estima;
  • Priorização da sensação de sentido e valor;
  • Posicionamento, significado e realização.

É impossível ler matérias sobre o tema e não enxergar profissionais com inspiração em princípios ágeis, inovação e empreendedorismo, capacidade absortiva, colaborativos, multi-disciplinares, adaptáveis, bem como visualizar características relacionadas a protagonismo baseados em conceitos Lean, como Gemba e Kaizen.

Carreira Proteana, um conceito original do final da década de 70, mas quarenta anos depois tanto empresas quanto profissionais ainda tem muito a aprender. De lá para cá, novos métodos e processos, novos conceitos de gestão e de profissionais, desenvolvimento de disciplinas essenciais em gestão por competências e gestão do conhecimento, mesmo assim ainda estamos engatinhando.

O Gustavo N Reis, grande parceiro de estrada, nestes ideais, me mandou uma tirinha ótima do Ricardo Siri Liniers – https://www.facebook.com/porliniers

Acima de tudo, além de todo e qualquer conceito, método ou recurso – https://jorgeaudy.com/2016/07/29/voce-e-a-media-das-5-pessoas-com-quem-mais-interage/

0

TecnoTalks – Pais e Filhos, projetos com amor incondicional

Se você tem um case de projeto fora da caixa entre pais e filhos, comenta aqui, em breve vai rolar um evento Tecnotalks sobre este tema e espero que possamos inspirar mais e mais parcerias desta natureza … uma forma de se divertir e estreitar laços, de desenvolver potencialidades e habilidades, de compartilhar e desmistificar nosso mundo profissional a nossos pequenos.

Cito meu grande guru e exemplo, o Paulo Caroli, que com sua filha lançou o Mistério do Colégio Alipus, seu relato é uma história inspiradora, assim como o trabalho com a minha pequena, desenhista e ilustradora, a Luisa Audy com o Savana Scrum. O Jackes Heck e a filha Ana Clara na Academia Mentes Audazes tem a parceria nos workshops e vídeos, enquanto o Giovani Rodrigues pareou com o filho Henrique em competições nacionais, infantil e adulta, de bike, onde cada um deles sagrou-se campeão nos circuitos.

Paulo & Duda – http://misteriodocolegio.com/autores/
Jorge & Luisa – https://jorgeaudy.com/savana-scrum/
Jackes & Ana – https://www.facebook.com/mentesaudazes/

Estão aparecendo outras histórias legais, como a do Fausto Vanin em que o casal e as crianças lançaram juntos o https://fifu.familyo vídeo disponível no link é muito fofo.

Tem também a do Andre Streppel em uma regata integrando gerações no Veleiros, com crianças, jovens e adultos (matéria) e vídeo abaixo …  muito legal.

https://www.youtube.com/watch?v=5M0Bp2iimxE

Pais e filhos, uma relação que pode desde cedo abrir portas, desenvolver vocações, que podem ser exemplo para outros pais e filhos na criação de novos mundos em histórias, livros, filmes, blogs, teatro, coleções, personagens, desenhos, culinária, …

Se você tem uma história, compartilhe aqui e vamos somar essa energia e compartilhar com o mundo, quem sabe não acaba gerando uma coletânea em um ebook relatando cada história singular, única, como essas \o/

A seguir, fotos que representam o lançamento do livro de sucesso, as tirinhas e seus personagens, workshops e seu canal de vídeo, pai e filho em um esporte de competição:

pais e filhos 1

pais e filhos 2

0

Cinco anos, agradeço a quem conheci e conhecerei – http://jorgeaudy.com

Cinco anos, tenho muito orgulho de cada pessoa que o blog colocou no meu caminho, amigos perto e distantes, parceiros de viagem, consciente em ser exemplo e seguir bons exemplos … que venham mais cinco \o/

Após várias dicas casuais para que eu investisse em um tema mais atual para o meu blog e usasse um domínio próprio para facilitar o acesso, mais um passo hoje, agora o blog responde por http://jorgeaudy.com

Fechou no dia 18/07 último os primeiros cinco anos de blog, quase 900 posts sobre métodos ágeis, carreira, conhecimento aplicado referente a dinâmicas de grupo, trabalho em equipe, resenhas de livros, teorias e modelos.

Neste ínterim, lancei os livros, o ebook, o canvas e o jogo, além de algumas técnicas e dinâmicas que uso e com prazer compartilhei e tive bons feedbacks de pessoas de vários estados do Brasil.

O menu horizontal vem crescendo, dando destaque aos livros, bem como a barra lateral direita agora possui links para todos os livros e ebooks, como o de resumo metodológico e o de teorias e modelos.

Livro JOGOS 360° Livro SCRUM 360º ToolBox 360º

Ombros de Gigantes Guia Rápido Scrum Setup Canvas

Na página de posts do menu tem a quase totalidade deles distribuídas em uma dezena de tópicos organizados por natureza, bem como na página de agenda compartilho centenas de eventos que fico sabendo, todos os que organizo ou ajudo a divulgar.

Não me preocupo com acessos nem volumes, mas me dá muito orgulho e agradeço a cada parceiro de viagem nesses cinco anos, pessoas Brasil afora que acessam, interagem, me dão dicas e curtem, não só aqui, mas nas redes, por email, whats, …

Sou movido por paixões, o que me leva a gerar links entre o que faço e o escotismo, com o lúdico, com a satisfação de se fazer o que se gosta, base para uma carreira satisfatória, equilibrando diferentes aspectos da vida pessoal e profissional.

IIAp

20535995_1135887439889342_697269157_o

0

Agile Trends GOV – Vamos falar de Scrum Setup Canvas e ToolBox

Sem palavras para encarar mais este desafio, compartilhar crenças e técnicas. A fórmula das Trend Talks é matadora, é passar o recado e inevitavelmente deixar o gostinho de quero mais. Será um prazer rever vários amigos que fiz lá na capital federal, impossível para mim não lembrar das conversas com o Gilberto Paganotto no SERPRO de BSB, SC e RJ, um profissional de TI do século XXI.

Quem vai ao Agile Gov e acompanha este blog, quero agradecer por este privilégio, espero encontrá-los por lá e trocar impressões de mundo. Tenho ainda alguns kits do jogo Desafio ToolBox, que vai rolar na noite do primeiro dia logo após o término das palestras em local a ser divulgado no stand da DBServer, que estará recebendo a todos para falar de ToolBox, Agile, DevOps, Qualidade e muito mais.

No perfil do Agile Trends no Facebook, as 11:00 de hoje, postaram um vídeo que mostra qual a pegada, polêmica sim, mas realista e transparente – “Pessoal, estou postando o vídeo com algumas dicas do Jorge Audy da DBServer, presença confirmada para o Agile Trends GOV no dia 15 e 16, Brasília vai ficar mais ágil” – http://agiletrendsbr.com/programacao-agile-trends-gov-2017/