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Aquecimentos (Warm Ups) do livro Jogos360°

Continuando a construção dos cards dos jogos do meu livro JOGOS 360°, desta vez são os Warm Ups ou jogos de Aquecimento.

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Jogo de cartas – Cards Against Agility

Cards against Agility é baseado no jogo Cards Against Humanity, o qual está disponível sob licença Creative Commons. Como jogar? De 4 a 10 jogadores, 15 a 30 minutos, para jogar imprima as páginas com as frases, escolha o mestre para distribuir as cartas, ler uma frase a ser completada e decisões pertinentes.

O objetivo é desenvolver a consciência sobre práticas ágeis de forma descontraída e divertida, posto que as perguntas e respostas são bastante irreverentes. As regras são bastante simples, parecido com muitos outros jogos de baralho:

Distribua 10 cartas de resposta (cartas brancas) a cada jogador. Em cada rodada, um jogador (Questionador) compra uma carta da pilha QUESTIONS (cartas pretas) e a coloca na mesa com a face para cima, enquanto os outros respondem com a resposta mais engraçada que tiver nas suas cartas de resposta (cartas brancas).

Quem fez a pergunta, decide qual é a melhor carta de resposta. O vencedor mantém a carta de pergunta, enquanto os outros jogam uma nova carta de resposta, repetindo até que um jogador esgote todas as suas cartas de resposta (*), de forma que o vencedor é o jogador que ganhou mais cartas de resposta.

(*) pode-se estipular um tempo máximo.

Faça o download e imprima as cartas de Cards Against Agility – https://docs.google.com/spreadsheets 

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Os seis chapéus do pensamento

Edward de Bono pensou uma maneira simples e eficaz de facilitar reuniões colaborativas, são seis chapéus e cada um representa uma atitude diferente e para instigar diferentes prismas de atuação, cada membro da equipe usa um chapéu por vez:

Chapéu BRANCO – Information – Quais são os fatos? É neutro e oferece fatos e números objetivos, é usado perto do início da reunião para estabelecer fatos e informações relevantes sobre o assunto;

Chapéu VERMELHO – Emotions – Reações intuitivas, instintivas: Este é emocional e intuitivo, usada para expôr as percepções visuais das pessoas à uma ideia ou para a equipe expressar suas emoções;

Chapéu PRETO – Discernment – Razões para ser cauteloso: É usado quando você deseja ter uma posição crítica a uma ideia ou situação, é o chapéu de “advogado do diabo” e provoca reflexão e cautela;

Chapéu AMARELO – Optimistic Response –Identificar benefícios: É positivo, ajuda a perceber o valor das ideias e planos, ajuda a contrabalançar o pensamento crítico do chapéu preto;

Chapéu VERDE – Creativity – Pensando de forma criativa: Criatividade, fazer fluir novas ideias e novas possibilidades, é o momento em que cada um deve sair da caixa;

Chapéu AZUL – Managing – Qual o assunto? Quais os objetivos? O Chapéu Azul define objetivos, descreve a situação e define o problema no início da reunião, retornando ao final para resumir e tirar conclusões.

O facilitador frequentemente inicia usando o chapéu azul de controle e orienta os participantes sobre o uso de uma cor de chapéu por vez. Conforme o tema permite, temos cada chapéu valendo por 2 minutos, exceto o chapéu vermelho que deve ser usado em tempo bem mais curto.

As sequências começam ou terminam com o azul, de forma auto-organizada e produtiva, como no exemplo para solução de um problema – Azul, Branco, Verde, Vermelho, Amarelo, Preto, Verde, Azul.

http://www.debonogroup.com/six_thinking_hats.php

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Quebragelos (Icebreakers) do livro Jogos360°

Todos estes quebragelos foram compartilhados em pelo menos um post aqui no Blog, agora estou organizando o material em fichas, como fiz com o livro Toolbox 360°, os QRCodes já estão funcionando  :o)

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3Re – Repensando, Recriando e Reconectando-se a sua Carreira

Tres diferentes abordagens, reunidas em um único workshop para replanejar sua carreira. No Sábado, dia 03/08/2019, discutiremos fundamentos e paradigmas da era do conhecimento. Usaremos uma sequência de dinâmicas e técnicas sobre Inteligência Emocional, Mercado, Design Thinking, Lean Startup e Agile Thinking para fazer repensar quem somos, recriar nossos planos e nos reconectar com o mundo que nos cerca.

Inscrições em http://bit.ly/3re-carreira

O quanto tudo o que utilizamos em programas e projetos em empresas inovadoras pode ser aplicado em nossas vidas, em nossas carreiras. Ser iterativo-incremental, assumir que a vida é imprevisível, que é preciso repensar, recriar e reconectar de forma a nos adaptarmos ao . Trata-se de termos empatia com nós mesmos, com nossa rede e com nosso entorno, evitando assim procrastinar, não deixar a vida correr a revelia.

Da uma olhada neste webinar para a King Host discutindo carreira em 2018:

Gislene Guimarães é Psicóloga, escritora, palestrante, professora e coordenadora de pós-graduação. Desenvolveu e se dedica a Arte Terapia com foco na mente criativa e desenvolvimento pessoal e de grupos. Formada em Comunicação Social; Especialista em Gestão Criativa e Inovação; Facilitadora de Grupos pela Sociedade Brasileira de Dinâmica dos Grupos – SBDG; Practitioner em Programação Neurolinguística; Professional & Life Coaching.

Tatiana Ximenes tem por missão desenvolver soluções para problemas complexos, combinando conhecimentos e expertise de mercado. Experiente no segmento de comunicação, reinventou-se para atender demandas estratégicas na DBServer. Seu objetivo é garantir o melhor posicionamento de mercado através de conexões relevantes. Uma visão sistêmica e inquietação contínua a mantém em constante aperfeiçoamento.

Jorge Audy, escoteiro, professor pela escola Politécnica e de Negócios da PUCRS, facilitador e consultor sobre metodologias de gestão pela DBServer. Blogueiro (http://jorgeaudy.com) e autor dos livros Scrum 360°, Toolbox 360° e Jogos 360°, palestrante e instrutor. Analista de Sistemas pela PUCRS e mestre na linha de pesquisa sobre gestão da informação, pesquisando sobre times durante a adoção de metodologias ágeis.

Outro vídeo interessante é esta Ted Talk para o TEDx Laçador deste ano:

A tempo: Este workshop é uma versão de mercado das oficinas que acredito serão a minha nova base ao meu voluntariado em ONG’s, Escotismo e coletivos. A muito tempo me dedico a diferentes voluntariados, agora percebi que esta oficina em especial, somada ao Toolbox 360°, pode ajudar muita gente a encontrar novas formas de entrar e se manter no mercado de trabalho de forma mais criativa e colaborativa, em rede. O divisor de águas foi o convite da Ana Goelzer e Claudia Sanders para palestrar no TEDx Laçador, a preparação e participação descortinou opções inspiradoras em ajudar jovens e adultos a se planejarem melhor para o mercado. Mês que vem terei uma primeira interação neste sentido … compartilharei cada passo e convidarei outros a ajudar.

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Revisitando Value Proposition Canvas para papéis

Há bastante tempo venho facilitando reuniões de planejamento pessoal, contando quando necessário com uma interpretação e sinergia entre o mapa de Persona e o Value Proposition Canvas. Com eles estabeleço uma sequência com três passos – Persona, Momento Atual (As Is) e Expectativa/Pacto (To Be).

Exemplo de uma reunião de colegas, pares em determinado papel, cargo ou função, como uma reunião de líderes, outro exemplo é um grupo de trabalho, equipe, ou mesmo quando tenho alguns momentos com um amigo, colega ou aluno para debater mindset de entendimento de seu momento e crescimento.

Lembrando que curto muito uma variedade de técnicas e dependendo de cada momento vou usar Ikigai, 5w2h, CSD, Role MOdel Canvas, Odyssey Plan e outros tantos que aqui compartilho. A seguir compartilho este que uso vez em quando e gera bons insights e bons resultados:

#1. PERSONA –  Inicia com o mapeamento de persona, nomeando e desenhando quem ela é, de forma divertida e lúdica, traçando o seu perfil, comportamento e necessidades, objetivos ou metas;

#2. MOMENTO ATUAL – O segundo passo é o momento atual, o que a nossa persona faz, o que é mais importante, quais seus pontos fortes e quais os pontos fracos, aquilo que no Value Proposition chamamos de Ganhos e Dores;

#3. EXPECTATIVA/PACTO – Aqui estabelecemos o que pode ou precisa mudar, como gerar mais valor e mitigar dificuldades, insights que alimentarão o último campo, resultado do sequenciamento e auto-conhecimento voltado a resignificar e comprometer-se a melhorar.

Um exemplo bem frequente é quando bato um papo com um colega, amigo ou aluno sobre o trabalho dele hoje, é uma forma de mostrar valor em auto-conhecimento. Este exercício normalmente gera percepções e surpreende a própria pessoa sobre coisas que pode fazer para melhorar seu dia-a-dia.

Os originais sobre Mapa de Persona e Value Proposition possuem farta documentação na web, os utilizo em negócios, produtos e projetos para mapear personas e para identificar o mapa de valor:

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Minha palestra no TEDxLaçador

Saiu o vídeo com a minha TEDx Talk no TEDxLaçador, compartilhando minhas vivências e aprendizados no uso de Agile, Lean Startup, Design Thinking e Team Building Games na vida de uma forma geral … do trabalho para nosso dia-a-dia e vice-versa, em grupos, coletivos, salas de aula, em família.

Link para playlist das palestras no Youtube

Agradeço esta oportunidade à Ana Goelzer, Claudia Sander e Cris Lavratti, pelo convite, mentoria e apoio neste marco na vida de qualquer um, palestrar em um TEDx como o TEDxLaçador. Antecedido pela manhã por palestras apaixonadas, falando de raça, inclusão e vida, a tarde por um tanto de tecnologia e futuro.

Diretor executivo do programa de design em Stanford na Design School, Bill Burnett usa o Design Thinking para fazer repensar nossas carreiras, naquele que se tornou um dos cursos mais famosos daquela universidade, conhecido como Designing Your Life.

Bruce Feiler tem uma ideia sensacional: Para lidar com o estresse da família moderna, sejamos ágeis. Com inspiração em metodologias para desenvolvimento de software Ágil, Feiler introduz práticas familiares que encorajam flexibilidade, fluxo de ideias e comunicação verdadeira em 360º, transparência e co-responsibilidade.

Um dos signatários do Manifesto Ágil, Jeff Sutherland é um dos maiores especialistas mundiais em gerenciamento organizacional. Ele vai explicar como ser ágil, como tudo começou, não apenas no desenvolvimento de software.

Não poderia deixar de fora a TED Talk do Tim Brown falando sobre Design em sistemas cada vez mais participativos, gerando valor relevante além das opções iniciais, co-criando novas opções além do previsível.

Grato, um dia marcante para mim e para muitos, que gerou muitos links, contatos e que provavelmente gerará variados frutos no futuro breve.

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