0

Mudança não é uma ação, mas um processo contínuo de transformação

Propor-se a uma transição para diferentes formas de estrutura e cultura organizacional pode ser feito sem a negação daquilo que sabemos fazer, fruto de décadas ou anos de experimentação, que na prática define quem somos, o que temos e fazemos.

Partindo-se deste fato, auto-conhecimento e valorização de quem somos é a pedra fundamental da mudança, seguindo um sincretismo entre Kaikaku e Kaizen, equilibrando mudanças de curto prazo quando necessárias e mantendo evolutivas continuas, ambas de forma sinérgica e acordadas entre os envolvidos.

Esta opção é a regra na maioria das empresas, as mudanças estão se dando de forma gradual e continuada, independente da metodologia, framework ou processos desenhados, percebe-se ganhos nas primeiras semanas, mas demandam anos para uma transformação cultural consistente.

Práxis

Ao iniciar, é preciso estabelecer ritmo às mudança, uma entrada mais estratégica, top-down a partir de propósito e objetivos estratégicos, portfólio e processos que serão repensados em suas dinâmicas internas, outra bottom-up resignificando nosso trabalho, permitindo às pessoas, equipes e lideranças em uma nova relação e conexões.

Top-Down, compreendendo a estratégia e apoiando a mudança a partir de projetos e processos prioritários, estabelecendo boas práticas de gestão de portfólio e governança de projetos, estabelecendo os principais pontos para instigar modelos com maior comunicação, iterativo-incrementais-articulados.

Toda e qualquer mudança precisa ter um ritmo sustentável, é preciso mudar, mas o negócio e o mercado não para, então por onde e em que ritmo mudar é importante. A frase que uso é que mudança não pode ser justificativa para não entregar, se transformação demanda tempo, garantir a continuidade do negócio é sempre imediato.

Nesta abordagem, minha convicção é que princípios e valores são mais importantes que o método ou framework, se são iterativo-incrementais e propõe-se a gerar as condições para feedback e melhoria contínua, vamos em frente com Scrum, XP, Kanban ou Lean, as retrospectivas gerarão a evolução necessária e possível.

Bootom-Up, ao mesmo tempo em que há um foco estratégico, tambem devemos apoiar a auto-organização em seu sentido mais primário, através da resignificação das pessoas e do seu trabalho, onde cada área e equipe debata e estabeleça sua tática e contribuição neste processo de mudança organizacional.

O primeiro e mais relevante passo é definir uma nova relação inter-pessoal, pessoas, equipes, áreas, interconexões internas e externas. Não só times, mas fomentar a construção de redes segundo o modelo Dual de Kotter, a estrutura funcional como substrato de redes e conexões fluidas.

Eu acredito em dinâmicas voltadas a auto-conhecimento, 5w2h, Role Model Canvas, fluxos de trabalho, processos, gargalos e desperdícios. Para então encontrar por onde será mais valoroso começar a mudar, enxugar, otimizar, de forma equalitária, melhores processos e ambientes geram pessoas mais satisfeitas e engajadas.

Meu mestrado foi usando uma pesquisa baseada no modelo JSM (Job Strain Model) de Karasek, um modelo que relacionava o controle que o próprio time através de seus integrantes tem sobre a forma de atender as demandas que lhe são priorizadas, esta relação positiva gera satisfação e provavelmente melhor performance.

Um processo baseado em auto(re)construção e (re)significação de pessoas, times, liderançãs e conexões são o substrato desejado para sustentação tanto de Kaikaku quanto Kaizen de forma sustentável e positiva, com ganhos a todos os envolvidos de forma proporcional (equidade).

A tempo, entre a abordagem top-down e a bottom-up, há uma chamada middle-out, de igual ou maior relevância, posto que havendo um pacto entre executivos, lideranças e gestores pela experimentação de uma nova forma organizacional de pensar. Este pacto é essencial para a NÃO anulação dos esforços em projetos e equipes.

Uma vez estabelecendo-se o exercício de novas formas de pensar e fazer, por um lado de forma pragmática e objetiva, evoluindo o planejamento e execução de projetos, processos ou operações, de outro desenvolvendo pessoas, equipes, lideranças e conexões, este será o substrato para a mudança e crescimento desejados.

5

Estão vendendo gato por lebre albina do himalaia, e cobrando caro!

Dada a intensidade textual original e a repercussão a este post, preferi excluí-lo, me passei na mão, é inevitável que o mercado cresça e atraia cada vez mais pessoas, empresas, cada qual com suas convicções e estratégia, faz parte!

O que aprendi com este episódio é que após 1600 posts, meu blog já não interage só com pessoas de minha rede local, isso exige cuidados. O que posso compartilhar categoricamente é que o mesmo post poderia ter sido escrito da mesma forma que todos os meus anteriores, com um tanto de psicologia positiva teria usado os mesmos motes para ilustrar o que considero bons cursos ao invés de tentar infelizmente pontuar maus cursos. É mais produtivo!

Fiz nas redes uma retratação: “Gente querida, fiz um post na esteira de um debate acalorado sobre cursos e acabei redigindo algo descabido.. Peço humildes desculpas, pois fui generalista e rabugento. Nada tenho contra cursos, metodos ou jogos, uso todos eles … no quesito Kanban, pessoalmente só fiz bons cursos e uso o que aprendi, em 2011 e há um ano com a Ana G Soares, que muito elogiei e compartilhei … Deve ser a idade, após 1600 posts, só me dei conta quando o Rodrigo me puxou na xinxa, caiu a ficha, exclui, era vago e imprudente. Agora é vida que segue!”

1

As 10 disciplinas corporativas, Pareto e o modelo Cynefin

O modelo Cynefin nunca esteve tão na moda, mas como tudo o mais é preciso entender sua essência para depois treinar seu mecanismo e aproveitamento. Quando falo de essência, é possível aprender muito e realizar diferentes exercícios nele, enfatizando e refletindo sobre Pareto, MVP, alçada, timing, muito sobre Lean Thinking. O utilizo há 10 anos em transformação cultural, adoção de novas metodologias, no treinamento de equipes com mindset ainda muito tradicional.

Nos meus workshops eu o utilizo para debater formas racionais de fracionamento, priorização, antecipação, frequencia e entrega continua de valor. Frente a percepção de um desafio Complexo, vivenciar a arte de extrair dele aquilo passível de ser Complicado e deste o que pode ser considerado Simples. Frente a algo complexo, o mote é mitigar uma tendência natural à Dissonância Cognitiva e suas defesas psiquicas, assumindo a estratégia de Baby Steps, retroalimentando nossa energia à frente.

Uma abordagem assertiva para discutir disciplinas essenciais – Pessoas, Equipes, Líderes e Conexões – usando técnicas singulares em cada uma delas, aderentes a estas pessoas, (macro e micro) cultura organizacional, momento e características. Por exemplo, poderíamos usar um 5w2h, matriz CSD, uma matriz de Team Building, desenhar Jornadas ou mesmo técnicas de retrospectivas como a estrela de cinco pontas ou um storytelling com HMW.

O objetivo é materializar nossos desafios, quer baseados em retrospectivas ou futurespectivas. Na sequência podemos usar o mindset de Lean Thinking, típico em seleção para um MVP, como em User Story Mappings, quadrante mágico ou seguindo a linha de raciocínio do MVP Canvas. A meta é termos uma espécie de Product Backlog gerado pelo time reunido com suas necessidades priorizadas por valor, conversão, timing – usável, factível e valioso!

De posse do primeiro ítem mais valioso e efetivo para enquadramento, seguindo o substrato conceitual do Small Project Philosophy do Standish Group, queremos analisar nossos desafios como sendo passíveis de serem fracionados, analisando suas partes de forma a trazer algumas delas de complexo para complicado e de complicado para óbvio. O objetivo principal é mostrar que quase sempre algo complexo pode ser quebrado em partes consideradas mais fáceis ou previsíveis.

A pergunta que fica estampada quando fazemos este exercício é – porque estamos demorando tanto para coisas simples e de domínio, que só dependem de nós, ou complicadas que com algum esforço são possíveis de serem executadas. É fácil postergar algo grande e complexo, mas com frequência é também fácil fracionar e executar partes valorosas e que já colocam algo complexo em marcha, com entregas imediatas ou frequentes.

Não é uma análise aleatória ou displicente, mas de grande responsabilidade, por isso usamos a força do coletivo em técnicas colaborativas de debate e tomadas de decisão, técnicas oriundas do Design Thinking, UX, Lean Startup, Agile. Importante não subestimar os conceitos de latência do lean Project Canvas, evitando gerar desperdício ao executar partes simples e complicadas de algo complexo, caso explicitamente gerem estoque inútil e sem valor devido a dependências ou desdobramentos (latência).

Gosto de dizer que a habilidade e o treino em perceber partes simples ou complicadas, passíveis de serem antecipadas, em meio a algo grande e complexo, é uma forma intensa de gerar a energia cinética que vai nos ajudar a iniciar, manter e ter sucesso em muitas empreitadas. Vale para o trabalho e vale para a vida, em ambos a força do coletivo, debate, capital intelectual, antecipação de riscos e oportunidades.

São abordagens que precisam ser introjetadas e quanto mais exercitarmos, assim como movimentos em um Dojo de artes marciais, mais as seguiremos sem ter que lembrar delas, negociá-las e facilitá-las … é um mindset que tem que estar nos hábitos do nosso dia-a-dia, do café ao projeto, de reuniões a operações. Pense nisso e boa sorte!

0

Dois dias em SP – Desmistificando, Toolbox e Liderança

Com a parceria com a Maressa, Daniel, Marcelo e Elias, colegas da DBSP, percorremos um roteiro agitado nos dias 25 e 26 de Março, segunda e terça-feira, visitando prospects multinacionais, participando de um MeetUp e de um Lean Coffee … aproveitando cada momento para interagir e curtir novas conexões.

O primeiro dia começou com um evento interno na Sanofi falando de Desmisticando Agile envoltos por muita tecnologia para gravação e transmissão do papo para toda a galera da empresa. Sede incrível, cheia de energia em cada espaço com ênfase em sinergia e interação.

thumbnail_WhatsApp Image 2019-03-25 at 16.44.19

MEETUP em SP debatendo Toolbox na sala grande do 25° do WeWork Berrini, de frente para a ponte estaiada. Os feedbacks foram muito bons, mas na próxima vez que tiver pouco tempo, melhor usar os desafios hipotéticos do próprio jogo, a tentativa de cada grupo propôr seu próprio desafio da vida real para resolução tomou muito tempo.

WhatsApp Image 2019-03-25 at 22.02.14

O segundo dia começou com um Lean Coffee lá na DBSP, espaço e oportunidade para falar muito de inovação, empreendedorismo, transformação cultura e muitas oportunidades sobre estratégia para a construção de um laboratório de inovação.

Logo após o Lean Coffee, uma conversa deliciosa com uma jornalista da ComputerWorld muito querida e curiosa sobre o que é e o que não é essa parada de Agile e Toolbox, previsto 45 minutos, mas falamos 90 minutos e só encerramos porque tinhamos outras agendas.

Liderança ágil na DASA, uma sede incrível e uma galera muito legal que começou cabreira mas terminou cheia de perguntas, só encerramos porque tinhamos que estar na Restoque em menos de uma hora. O papel do líder e dos liderados na era do conhecimento.

Na Restoque, o papo foi sobre Desmistificando e gerou muita empatia. Falar sobre fundamentos, mediadores e moderadores do Ágil em grandes empresas durante a adoção de métodos ágeis foi super bem recebido, gerando uma nova agenda para entrar mais no detalhe. A tempo, sede agitada e muito bacana, na chegada aproveitamos um pouco do lado de fora da recepção. \o/

Dali “voei” para o aeroporto em mais uma correria paulistana para chegar encima da hora e embarcar … no final tudo dá certo!

3

Toolbox 360° – Edição SP Março 2019

A parceria e organização foi da Egrégora Inteligência, puxado pela amiga Renate Land, na DoMore Training da Av Paulista a uma quadra da FIESP, a sala preparada para um dia de muita interação, compartilhamentos, debates e insights … do jeito que eu gosto, com fundo de cena e provocações implícitas e explícitas a cada minuto.

O workshop oferece fundamentação, histórico e mediadores da mudança ou quebra de paradigmas do século XX para a nova era do conhecimento proposta pelo século XXI, seguida de vários trabalhos em grupos, dinâmicas autorais como o jogo Desafio Toolbox, Toolbox Wall e técnicas variadas.

Todo o fundo de cena, desenhos e personagens são obra da Luisa Audy, hoje estudante na VFS no curso de animação, o vídeo animado dos personagens é trabalho da Anima Pocket da Adri Germani … eu fico emocionado sempre que olho o vídeo do jogo Desafio Toolbox 360°, é muito FO-FO!

Contei com a presença de muita gente querida, parceiros de viagem, alguns com quem já muito interagi, alguns que só conhecia virtualmente pelo linkedin e facebook – a Claudia Montagnoli, Monique Padilha, Camila Teixeira, Robson Sanchez, Frederico Oliveira, Karen Medina, Laura Fontana, com uma variedade de empresas presentes, algumas já parceiras de outras edições como a TOTVS, Everis, BRQ e Itaú, além de novos parceiros nas redes sociais a partir de agora  o/

Ao final, hora do feedback em relação a nossos temas e metas, primeiro sobre fundamentos e oportunidades de mercado e técnicas, segundo com a prática do jogo para resolução de desafios propostos pelos próprios grupos, terceiro a proposta prática de GC com o Toolbox Wall e por fim o core deste workshop através das 10 disciplinas organizacionais – quatro essenciais, humanas, que oferecem substrato para a constituição de um ecossistema ágil, além das outras seis pragmáticas com prismas e técnicas específicos para um trabalho eficaz e eficiente.

image_2b3ba484-f4e4-4f28-849d-f13a1c8fdb9a20190324_080826

55505689_10217695727160433_4305180182769041408_o

Sempre bons feedbacks, desde a estrutura, organização, conteúdo e especialmente a interação N x M, formato que descentraliza e deixa muito mais rico os exercícios práticos, quer seja o jogo com suas cartas, o mural com sua técnica colaborativa ou os 10 exercícios realizados a cada disciplina organizacional apresentada.

Nada é por acaso, cada peça neste xadrez tem provocações por tráz do título, mediadores e moderadores em seus 360°, mas o cerne sempre é gerar valor, converter para resultados em equidade, desde organizações exponenciais, MUndo.VUCA, Digital Transformation, Design Thinking, óbviamente Agile, mas cada um e outros prismas sob aspectos que usualmente não são debatidos, não estão nas palestras e treinamentos certificados usuais que só falam da parte glamourosa.

Muita, mas muita mesmo, interação com um resultado invertido, interações em técnicas em que através do debate com outros nos conhecemos mais e mais. Debatemos o tempo todo custo-benefício, oportunidade-conversão, mitos-verdades, o quanto o mercado vende a casquinha mais por motivações financeiras que valorosas ao cliente, distorcendo teorias e fatos, em um mercado que movimenta bilhões em cursos, certificações e consultorias.

O ponto não é discutir o Agile Business, mas o discernimento e isenção pessoal, profissional e organizacional em buscar o que é melhor para si sem se deixar influenciar mais pela retórica publicitária, palestras e eventos que por fatos, sempre baseados não pelo método, técnica e condição inicial, mas pelo PDCL, apredizados e evolução que nos permite evoluir além de qualquer destes métodos e certificações para aquilo que mais gera transparência, colaboração, equidade e valor.

Para encerrar de forma descontraída … o vídeo do jogo Desafio Toolbox 360° pra vocês:

 

0

Edição cooperativa do Workshop Toolbox 360°

Porque quem coopera cresce, primeiros workshops com equipes de todas as áreas organizacionais de uma cooperativa, como RH, controladoria, crédito, compliance, etc. Os workshops são o nivelamento proposto para a seguir iniciarmos uma fase de assessment e proposição baseadas em Lean e Kanban.

Um dia intenso, com diferentes compartilhamentos, dinâmicas e debates, com levantamento de desafios para 2019, riscos e oportunidades, um nivelamento para inicio de trabalho. As abelhinhas foram uma dinâmica alusiva ao mascote da cooperativa, entre outras dinâmicas com a missão de aliviar a barra em um workshop denso como este.

Mercado, fundamentos, moderadores, mediadores, métodos e então entramos nas 10 disciplinas, uma abordagem que propus como forma de estruturar o workshop em etapas, quatro delas sob um prisma humano e seis mais pragmáticas e mão na massa, pensei que iria mudar logo em seguida, mas acabou sendo muito consistente.

A cada edição, muitos aprendizados e a evolução continua e consistente do modelo proposto, fruto de muitos estudos e reflexões nos últimos 10 anos, desenvolvidos aos Sábados e Domingos, em eventos, algo compulsivo como também o Team Building Games (Jogos 360°), Scrum 360° e o Sobre os Ombros de Gigantes.

O jogo Desafio Toolbox é uma provocação que gera muitos debates, muitos insights, mas principalmente gera uma sensação de curiosidade e de oportunidade. Ele é uma parte importante do workshop, mais que isso, ele demarca a importância de uma boa Toolbox para profissionais do conhecimento e suas equipes.

O Toolbox Wall é uma proposta disruptiva, pura GC, mas 100% descentralizada e auto-organizada, conectando pessoas, compartilhando vivências e expertises. Já rodei em muitos eventos e muitas empresas, o resultado é sempre surpreendente.

 

 

0

Segunda aula SI GP 2019/1 – EU S.A.!

A segunda aula é ainda compartilhando gerenciamento de projeto na forma de planejamento de carreira, gerando muita interação em debates sobre o planejamento e simulações de cada aluno … escopo, tempo, custo, riscos, qualidades. Na segunda aula retomamos as atividades elencadas para a execução dos planos de carreira, alguns focados em efetivação, alguns em trocar de empresa, de atuação, de área, de país, … um bom exercício sobre escopo em uma abordagem ágil.

Assim que os debates fecham, faço exercícios desafiando a percepção de nossas atividades frente ao modelo Cynefin, distribuindo aqueles Simples que deveriam ser no melhor estilo vai lá e faz, os complicados em que temos a quem recorrer, como coach ou o chefe, os complexos sujeitos a parcerias, experimentação, go-no go ou aprendizados e resignificação, e tem os caóticos, que se rolar exigiriam decisões difíceis e imprevisíveis.

cynefin

Após os debates, detalhamento e consolidação das discussões iniciadas na primeira aula do projeto EU S.A., depois do exercício de CYNEFIN, vamos para uma hora e meia iniciando com um overview de modelos e opções metodológicas, desde o PMBOK, PRINCE2, SCRUM, KANBAN, LEAN, XP, para entendermos o valor de aprender e experimentar novas técnicas, nem que seja para saber que existem e não são melhores que outras – TOOLBOX 360°. Amo muito meu trabalho!

SEGUNDA AULA

O jogo na disciplina é uma paixão, ver alunos que também são profissionais debatendo deznas de técnicas, valor comparativo entre umas e outras, em diferentes cenários ou diferentes rodadas atendendo o mesmo … não tem preço. Sexta-feira a noite e encerramos as 22:45, mas como sempre há um bom debate após o término, ficamos discutindo projeto, digo carreira, traçando cenários prospectivos, e a noite vai, nesta saimos os últimos mais de meia-noite da sala, últimos não no 32, mas no campus.