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Toolbox Wall – Pode ser um guia, mapa, jogo, técnica, método ou até decoração

Aquilo que começou como um livro, desenvolveu-se como um jogo de tabuleiro, está transformando-se em uma poderosa técnica de brainstorming, aprendizado, planejamento e decoração que estou chamando de ToolBox Wall.

Das páginas do livro, mais de 70 técnicas e boas práticas começaram a serem convertidas em um mural de folhas A5, que crescem assiduamente com novas dinâmicas e artefatos que vou aprendendo ou desenvolvendo em meu trabalho.

Na minha opinião, toda empresa deveria ter o seu Toolbox Wall, um mural com suas técnicas preferidas, sugeridas e desejadas, em frente ao qual a galera poderia debater alternativas, escolher, caso-a-caso, quer para ampliar horizontes, quer para encontrar soluções.

Trata-se de um mural A5 e cartas que estão sendo usados para planejar quais as técnicas desejadas, de diferentes frentes, inspiradas em Design Thinking, Lean Startup, Lean UX, métodos Ágeis, Art Of Hosting e outras fontes de inspiração.

Após o lançamento do jogo no Trends 2017, empresas me reportaram seu uso em dinâmicas onde o próprio time propõe um desafio real, para então seguindo as regras do jogo Desafio Toolbox 360° encontrarem a sequência que melhor lhes atende.

Vou começar a fazer workshops em noites da semana e Sábados de dia, onde a inscrição será para levar consigo um destes kits, prometo uma experiência única de Toolbox através do próprio jogo, apresentação e vivências.

Minhas fonte de inspiração são muitas, décadas de estudos, não só as que hoje são modinha, mas também resgato outras paixões, como em meus outros livros, o de Jogos 360° seguindo princípios de gamefication, o Scrum 360° e no ebook Sobre os Ombros de Gigantes.

O Toolbox Wall é a materialização sui generis de 10 anos de aprendizados em métodos ágeis, outros 20 anos de experiência em TI antes de descer para a coordenação de desenvolvimento da área de produtos digitais em 2008, quando já editava a newsletter “Marolas de Agilidade”.

A anos divulgo a técnica de Agile Subway Map, a anos dissemino minha abordagem sobre a necessidade de cada um de nós possuir uma grande ToolBox, pois quem se limita a um martelo, qualquer desafio será tratado como um prego, limitado a falta de alternativas.

Em 2015 propus um conceito que chamei de Multi-Convergência Metodológica (04/05/15), sempre defendi a existência do duplo diamante, MVP e Pivot desde o pré-game, inception e no fluxo iterativo-incremental-articulado existente a cada sprint.

O que define o quanto aprofundaremos e aproveitaremos isso depende da cultura e pressão em prazo/orçamento. Mas essa é a base do livro ToolBox 360°, do jogo Desafio Toolbox e do Toolbox Wall, um mural inquieto de boas práticas, oportunidades e inspiração.

Um ciclo PDCL implícito na dualidade temporal entre DoR e DoD, a cada sprint modelando e prototipando o próximo (DoR), enquanto construímos assertivamente o atual e validamos com o cliente (DoD): Onde está o duplo diamante no Agile? (21/08/2016)

A partir desta abordagem, debatemos o problema, opções e a best choice no pré-game, para então em um projeto trabalhar a ideia-modela-prototipa-valida-aprende (DoR), ao mesmo tempo que analisa-constrói-testa-valida-aprende (DoD).

multiplos diamantes

Do duplo diamante do Design Thinking, somado ao Lean Startup com princípios análogos de empatia e validação incrementais, criei uma representação SCRUM com inception e duplos diamantes representados como séries concorrentes de DoR e DoD.

Após blitzkriegs de planejamento utilizando-se algumas de dezenas de técnicas de design thinking e lean startup, prosseguimos com estas e outras tantas em menor escala, mas mesmo propósito, dia-a-dia, em baby-steps, aferindo, ajustando, prosseguindo, entregando valor:

scrum

Por exemplo, um time com um desafio, um projeto onde a galera pode ter um mural para inspirar-se e pinçar dentre múltiplas técnicas algo para pesquisa, brainstorming, modelagem, validação, planejamento, execução iterativo-incremental-articulada, auto-organização, aprendizado, gestão do conhecimento … pode inclusive incorporar nossos mapas de tecnologia ou pelo menos ter exemplos para diferentes plataformas.

Outro exemplo é a busca por uma dinâmica impactante, que os instigue a aprender de forma divertida, mas com foco em conversão, em práticas de interesse. Um brainstorming com regras onde podemos discutir dezenas de possíveis técnicas para resolução de problemas, escolhendo aquelas que querem experimentar, experienciar, aprender fazendo, divertindo-se no percurso, com responsabilidade.

tabuleiro

Esta estrada não teria acontecido sem a inspiração e o apoio de alguns amigos, que em meio a correria do dia-a-dia cederam uma hora para me ajudar a percorrer esta estrada editorial e vivencial. Representativamente, em algumas fotos, agradeço reiteradamente a minha maneira:

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Sem esquecer de agradecer aos parceiros Darth (George Lucas), Pikachú (Satoshi Tajiri) e ao Super Mário (Nintendo).

 

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Um TecnoTalks antológico: People Analytics – By Andreza Deza

O link para inscrição ao próximo TTalks, idealizado pela Andreza Deza, sobre People Analytics é – https://lnkd.in/dTV2n-X

“O people analytics é a expansão da fronteira da ciência e tecnologia para a área de gestão de pessoas” – Deli Matsuo, CEO Appus.

“As organizações que estão abandonando seus programas de talentos tradicionais para abraçar a gestão estratégica de pessoas não só estão se tornando líderes, como também muito desejadas pelos grandes talentos no mercado” – Todd Randolph e David Costar – KPMG.

“Quando usamos dados para entender os comportamentos dentro do ambiente de trabalho que tornam as pessoas eficientes, felizes, criativas, especialistas, líderes, seguidores, enfim, estamos usando People Analytics” – Ben Waber – CEO Humanyze.

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Aproprie-se do modelo GROW

O modelo GROW é uma ferramenta de coaching, mas pode ser entendido e usado por qualquer um de nós. Minha crença, desafiar um time a assumir as rédeas de sua vida e carreira é uma forma intensa de melhorar a satisfação, o engajamento, o propósito.

A anos me empenho em compartilhar boas práticas para planejamento de vida e carreira a amigos e parceiros. Não pratico coaching, nem como coachee, menos ainda como coach, porque acredito que junto a parceiros dessa viagem temos as rédeas na mão.

A técnica GROW (John Whitmore) é assim chamada por ser o acrônimo de Gol, Realidade, Opções, plano de ação (Will), em essência, precisamos saber o que queremos, onde estamos hoje, quais as opções possíveis e qual o seu plano para atingir a melhor delas.

Uma técnica muito instigante, podendo ser trabalhado tanto a nível pessoal, como entre integrantes de uma equipe, lembra muito o canvas do managing dojo do Manoel Pimentel para resolução de problemas – desafio, idéias, opções, plano de ação e métricas:

Goal – Estabeleça o Objetivo

Tudo começa quando estabeleça um objetivo SMART (específico, mensurável, factível, realista e temporal), uma mudança de comportamento ou atitude, um desafio, uma mudança necessária.

Reality – Examine a realidade atual

Qual é a situação atual, aquilo que chamamos de AS IS, uma espécie de um 5w2h da situação atual, incluindo tentativas e contingências já tentadas e resultados, na tentativa de aprender com experimentos ou experiências anteriores.

Options – Explore as opções

Quais as alternativas, quais as opções percebidas, julgando caso a caso, para cada alternativa fazemos uma espécie de SWOT, identificando se há e quais são os seus pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças.

Will – Estabeleça um plano de ação

Após as reflexões e brainstormings, baseado sempre em muita reflexão, pesquisa, com grandes doses de realismo e transparência, está na hora de propôr um plano de ação, algo sobre o qual haverá ciclos como em um PDCA.

Fica ligado em mais esta ferramenta coringa, criada para coaching, mas iterativo-incrementais que somos, mantendo motivação e foco, ajustando se preciso, uma técnica especialmente eficiente quando contamos uns com os outros para entender, experimentar e ajustar.

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Kirkpatrick – O que seria de nós se não soubéssemos das curvas?

Há diferentes teorias e curvas que reiteradamente discuto e que nos ajudam a entender o processo cognitivo e desafio relacionado ao aprendizado, mudança e melhoria, como a Curva de Tuckman para formação de um time, hoje vou compartilhar a Curva de Kirkpatrick.

Em 1994, Donald Kirkpatrick publicou um bestseller intitulado Avaliando Programas de Treinamento, apresentando quatro estágios relacionados aos possíveis desdobramentos de um treinamento, gerando o que chamou de reação, aprendizado, comportamento e resultados.

O entendimento de Tuckman, Ebbinghaus, Kirkpatrick e outras, nos ajudam a entender antecipadamente os porquês e de posse destas informações trabalharmos desde cedo com argumentos e ações para gerar maior efetividade na formação e evolução de nossos times.

Vejo isso a cada treinamento, a curva sobre a conversão de ensino em aprendizado e sua conversão em prática, os estudos de Kirkpatrick lançam luz e nos ajudam a melhorar enquanto palestrante, instrutor, professor, facilitador e/ou coach.

Vai além da Curva de Ebbinghaus sobre nossa capacidade e limitação de retenção e assimilação, também Edgar Schein, lembrando que a mudança gera desconforto quando percebemos que deixaremos o conhecido para tentar algo novo, que ainda não dominamos.

Eu tenho uma matriz temporal de condução para qualquer treinamento, conhecida por quem me acompanha, com um pré (organizar e instigar metas), há a execução (interagir e projetar) e um pós (experimentar, persistir e melhorar), onde acrescentei a curva de Kirkpatrick:

Em seu estudo Kirkpatrick estabeleceu ranges para cada etapa, mas como agilista eu acredito que cada pessoa, imerso em times e cultura organizacional, estabelecerá um ritmo para seu grupo, conforme liderança, metodologia, maturidade, domínio, etc.

Conhecer as diferentes curvas nos ajudam a agir para torná-las mais fluidas, gerando maior retenção e conversão em resultados práticos. Mantendo a reação em seus insights, o interesse no aprendizado, a pró-atividade do comportamento e persistência até os resultados:

1- Reação é quando o aluno ou participante percebe que aquele conteúdo tem a ver com ele e que pode ser útil de alguma forma, colaborando para possíveis melhorias no seu trabalho ou a ele enquanto pessoa. Refere-se a interesse e a maioria se motiva!

2- Aprendizado é quando o aluno ou participante se mostra interessado realmente, interagindo com o instrutor e demais participantes enquanto traça cenários imaginários de uso e projeção de resultados. Diz respeito a entendimento e planejamento!

3- Comportamento é quando o aluno ou participante estabelece uma experimentação e aprendizados, permitindo-se mudar para tanto. Diz respeito a vivência e validação, exigindo engajamento e persistência!

4- Resultados é quando estabelece-se aquilo que chamamos de melhoria contínua, os resultados já são percebidos e os mesmos são valorizados. Refere-se a evolução proposta pelas artes marciais como Ju-Ha-Ri, adaptando e tirando o máximo de benefícios.

Em treinamentos é preciso instigar pessoas a serem agentes de mudança, não desistirem e serem exemplo. A psicologia afirma que todo grupo humano possui lideranças ou formadores de opinião, o tempo e o sucesso de um processo de mudança depende muito do exemplo deles.

 

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Do A3 Report previsto à reinterpretação do Role Model Canvas

Retornei à Curitiba com o briefing de facilitar uma reunião da equipe de staff de uma associação internacional de médicos com foco em ensino, disseminação de conhecimento e melhores práticas. A primeira foi no início de 2017 e contou também com o board latino-americano.

Fui com a intenção de utilizar uma técnica de brainstorming para focar o(s) principal(is) pontos de melhoria e depois usar um A3 Report para instanciar um canvas contendo premissas, planejamento, plano de ação, comunicação e melhoria contínua, mas … chegando lá, mudei.

Estava previsto um alinhamento sobre objetivos, contexto, riscos e oportunidades no dia anterior ao evento. Não Teríamos um planejamento de projeto ou tarefas, mas focaríamos em auto-conhecimento e oportunidades de melhoria em quatro papéis e suas interdependências.

A partir de nossa conversa, me propus a utilizar para cada uma das áreas, envolvendo de dois a três profissionais, uma jornada de auto-conhecimento, reflexão e priorização, para então realizar um exercício de pontos de melhoria e priorização de ações até Janeiro de 2018.

De volta ao hotel, optei por usar um canvas alemão de modelagem de papéis, mas ajustado para focar em processos, fluxos de trabalho e suas oportunidades de melhoria. O canvas (alemão) “Role Model Canvas” foi desenvolvido por Christan Botta (abaixo um dos links, todos alemães).

Não o usei de forma literal, o adaptei a minha necessidade, mas mantive o mérito ao autor. O reinterpretei visualmente de forma a privilegiar o que era para nós mais importante, por isso reorganizei e propus uma abordagem dirigida para preenchimento e abstração, conforme segue:

1º. Missão, antes de mais nada, o que é esperado, resultados esperados, porque de sua existência;
2º. Restrições conhecidas, as principais, tendo surgido algo quanto a alçada, budget, equipe, dependências;
3º. Parcerias essenciais, internas ou externas com quem a área ou processo ou programa conta ou depende;
4º. Informação que lhes são cobradas, métricas, metas, indicadores e quem as solicita ou exige;
5º. Ferramentas, de forma a deixar claro quais são e eventual contextualização;
6º. Trabalho, principais jornadas, procedimentos, com selos de valor, oportunidade e prioridade.

Tivemos duas rodadas, uma com três grupos e depois com dois reagrupamentos. As diferentes áreas de atuação da equipe, sendo ensino, marketing, pesquisa e comunidade, também se optando por discutir um processo (ANA) e um programa específico de ensino;

Na verdade, iniciamos com uma lightning talk e objetivos esperados para o evento conforme o chair do board latino-americano, realizamos um quebra-gelo divertido remetendo a importância da interação e participação ativa de todos, para então fazer uma talk de uma hora com debates.

Durante a primeira hora fiz um overview metodológico, conceitual, debatendo algumas técnicas e métodos de trabalho baseados no Lean e Agile, com bastante interação e contribuições, inclusive relatos do uso de práticas semelhantes em eventos do board internacional.

Assim que decidiram os grupos de trabalho, a primeira rodada encerrou as 13:00, contando com uma apresentação e debate do mapeamento realizado por cada grupo, gerando muita interação, insights e cenários alternativos conforme percepções, conhecimento e vivências de cada um.

A tarde uma segunda rodada, redistribuindo os grupos para mais dois canvas e apresentações. Na sequência, um conceito de clusterização para tópicos mais relevantes, no quadro abaixo ao canvas, tivemos a manifestação dos pontos de melhorias mais relevantes por duplas ou individual.

O mais votado recebeu um exercício ilustrativo de brainstorming em grupo, mostrando o potencial de melhorias, certezas, dúvidas e suposições, concluindo com meia dúzias de ações distribuídas de hoje até Janeiro de 2018 para preparação de propostas de mudanças ao board ou mudar.

A ideai é estabelecer um novo mindset de equipe, baseado em princípios Lean e ágeis, com maior domínio sobre planejamento x execução x aprendizado x replanejamento, baseado em modelos PDCL e muita auto-organização.

Os feedbacks foram positivos, as perspectivas e expectativas são muito consistentes com a necessidade de mudança exigir tempo e esforço, não por deficiências, mas por realismo, em uma equipe que performa e é bem avaliada, introduzindo-se Lean Thinking para melhorar ainda mais.

Links relacionados:

 

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Diferentes quadros para debater cultura e dinâmica de equipes

Após o post com variados assessments (avaliações) ágeis, compartilho algumas técnicas de cultura de time baseadas em diferentes canvas. Já postei sobre todos eles mais de uma vez em usos pessoais, sobre produtos, negócios, mas aqui ofereço boas técnicas a serem usadas para estabelecer o máximo de auto-conhecimento coletivo, enxergando uma equipe, das partes ao todo.

Acredito muito em Team Building Games, de forma útil e positiva, com objetivo, mas há também múltiplas técnicas para interação e sinergia, reflexão e auto-conhecimento. Alguns quadros foram criados e se propõem a discutir diferentes aspectos da formação, dinâmica e trabalho em grupo. Alguns deles apresento abaixo, com links de origem, outros são habituée aqui no blog.

1. TEAM CANVAS

O Team Canvas é um quadro proposto por Alex Ivanov e Mitya Voloshchuk com o objetivo de propôr uma ferramenta para discutir a dinâmica de trabalho e interação de um time, impactada tanto pela cultura pessoal de seus integrantes quanto da cultura organizacional. Clique aqui e baixe template A3.

Pessoas e Funções: Nome e função dos integrantes;
Objetivos comuns: Qual o foco comum a todo o time;
Objetivos pessoais: Objetivos individuais dos integrantes;
Propósito: Porque fazemos o que fazemos, qual nossa motivação;
Valores: Quais são os nossos valores;
Forças e ativos: Pontos fortes;
Fraquezas e Riscos: Pontos fracos;
Necessidades e Expectativas: O que precisa e o que quer;
Regras e Atividades: Regras básicas e atividades-chave.

Clique aqui para acessar o site explicativo do Team Canvas e sua técnica.

2. TEAM CHARTER CANVAS

Um modelo mais envolvido com missão e valores, segundo seu autor, é complementar ao Team Canvas explicado e linkado logo acima. No site do autor ele recomenda que antes de preenche-lo de forma colaborativa uma das opções é realizar uma dinâmica de integração e provocação como o Lego Serious Play.

Missão – Qual o porque da existência da equipe;
Escopo – O que é e o que não é escopo do time;
Valores – Como a equipe aborda seus objetivos;
Papéis – Quem é quem na equipe;
Eventos – Como celebra sucessos e como busca aprender;
Objetivos – O que a equipe busca atingir, atender, ser;
Forças – Habilidades e pontos fortes coletivos e individuais;
Fraquezas – O que falta ao time para ser ainda melhor;
Normas – Como a equipe se determina e toma decisões.

Clique aqui para acessar o site oficial e aqui para baixar o template em A0.

3. TEAM CHARTER CANVAS / releitura

4. LEAN TEAM CANVAS

Outro quadro com peculiaridades muito legais, uma espécie de Business Model para o trabalho em equipe onde os campos tiveram uma reinterpretação bastante acoplada, como por exemplo:

Liderança – Quais as características de um líder;
Atividades de time – Atividades desejadas, como feedbacks, reuniões, eventos;
Cultura – Motivação, dinâmica interna, propósito, prioridades;
Valor – Como o time agrega valor, competências essenciais, diferenciais;
Ciclo – Qual o ciclo de vida desejado no trabalho;
Espaço – Modalidades, metodologias, ferramentas essenciais;
Membros – Quem são, função, hard e soft skills que os define;
Custos – Prioridade dos investimentos diretos ou indiretos;
Objetivos – Estratégia, metas, objetivos comuns e prioritários.

Clique aqui para assistir um slideshare completo sobre Lean Team Canvas.

5. SWOT e JOHARI

Duas técnicas poderosas em diferentes frentes, mas também usados para debater o auto-conhecimento de um time, no SWOT (FOFA em português) debatemos forças, oportunidades, fraquezas e ameaças, enquanto na Janela de JOHARI discutimos o quanto nós percebemos e o mundo nos percebe em relação a estes mesmos quesitos, materializando áreas abertas, ocultas, cegas e desconhecidas:

6. CHAx5 (Mapa de Competências)

Este é efetivo e divertido, a equipe lista todos os conhecimentos, habilidades e atitudes que são relevantes ou representam oportunidades para o seu trabalho em equipe, quer em um projeto, sustentação ou operação. Há quem use apenas para conhecimentos, há quem amplie também para habilidade e competências em um espectro mais amplo. O resultado é muito realismo, insights, planos de melhoria.

Tem muito mais, este post foi só para provocar que tem muito mais que projeto e produto, é preciso discutir melhoria contínua inclusive a partir da cultura e dinâmica interna de cada time … opções para a nossa Toolbox 360°.  \o/

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Toolbox 360° = Capacidades Dinâmicas + Capacidade Absortiva

O livro ToolBox 360° não é só um livro, workshop ou o jogo de tabuleiro, é a materialização da crença de que as metodologias ágeis são a materialização da soma de uma variedade de teorias da psicologia, sociologia e ciências sociais.

Não vai parar por aí, o conceito é muito maior que as páginas de um livro que apenas se propôs a embasar e listar 70 boas práticas oriundas não só do Agile, mas do Design Thinking, Lean Startup, Mng 3.0, Art Of Hosting, Gamestorming, …

Nos workshops eu compartilho minha visão sobre oportunidades metodológicas, técnicas e boas práticas pela óptica daquilo que os americanos chamam de profissionais T Shape e em equipes auto-organizadas.

T Shape – profissionais com profundidade em seu domínio, mas com uma amplitude de conhecimento que os permita mixar diferentes técnicas e ir além!

Este Sábado estarei no Google I/O Extended de Porto Alegre no iMED para mais uma vez compartilhar este conhecimento, quer por provocações que nos façam sair da inércia, quer pelo exercício lúdico do jogo Desafio ToolBox 360° …

Por exemplo, novamente, o campo da Gestão do Conhecimento tem muito a nos oferecer, já falei sobre teorias e modelo como SECI, Ba Concept, Organizações que aprendem, Exploitation x Exploration, Capacidade absortiva, CoP’s, … mas proponho mais uma ilação entre capacidade absortiva e capacidades dinâmicas, pois empresas e profissionais precisam sempre buscar o equilíbrio entre aquilo que dominam e a busca do novo que precisa ser dominado.

Capacidade absortiva é “o conjunto de procedimentos e rotinas pelas quais as empresas adquirem, assimilam, transformam e exploram conhecimento para produzir uma capacidade organizacional dinâmica” (Zahra e George, 2002, p.186).

Capacidade dinâmica é “a integração da visão de recursos e competências na compreensão não só da criação como também da sustentação da vantagem competitiva das empresas (Lin & Wu, 2014; Makadok, 2001; Wu, 2010).

Tem tudo a ver com o conceito Kaizen de melhoria contínua, pois é a essência do modelo de gestão do conhecimento baseado em Exploration x Exploitation. Ao mesmo tempo que buscamos a excelência em nossas competências essenciais, também buscamos inovar e empreender de forma ordinária, cotidiana, buscando melhorar, resolver problemas de forma criativa e produtiva.

É obrigação de todo profissional ter um planejamento de carreira baseado no auto-conhecimento do que ele sabe e manter-se informado sobre as boas práticas que não sabe, para crescer, inovar, empreender, agregar valor, fazer a diferença. Inexiste uma fórmula para isso, mas grande parte dos meus posts são para provocar esta busca em equilíbrio com tudo o mais, de forma sustentável.

Alguns posts sobre teorias relacionadas

19/06/14 – Vale a pena entender o Exploitation e Exploration
05/10/14 – Teoria Contingencial é substrato aos Métodos Ágeis
08/10/14 – Voltando à Teoria do aprendizado organizacional
01/11/14- A práxis da teoria da capacidade de absorção
24/11/14 – Agile, capacidade absortiva e estratégia para a inovação
29/05/15 – CoP, Capacidade absortiva e desempenho organizacional
01/06/15 – Aprendizado vicário e auto-eficácia
09/08/15 – A aprendizagem significativa de Ausubel
15/10/15 – Poiesis, a arte da criação, da construção, do ser criativo

Desafio ToolBox 360°:

Agile Trends 2017 – Maior play test do Desafio ToolBox 360°
Lançamento Desafio ToolBox 360º no Agile Trends 2017