Repensando um papel-chave em tempos de transformação

Tive a oportunidade de facilitar com uma colega uma dinâmica com foco na reinvenção de um papel-chave nas agências da organização. Bem além de T-Shaped, foram quatro dias com um fórum de 30 pessoas em grupos e em conjunto.

O objetivo era reinventar um papel administrativo, partindo de um objetivo construído na forma de um HMW (how might we), um aquecimento sobre É/Não É e persona, para então fazer um amplo debate sobre o mix atual e futuro de atribuições.

O objetivo era redireciona-lo a ser um agente de transformação, mantendo várias atribuições ainda operacionais, mas liberando energia a partir da exclusão de algumas e redistribuição de outras, fechando com um parking lot a ser discutido em outros fóruns e um essencial plano de ação.

Ao fecharmos, já tínhamos um conjunto de regras para a constituição de nossa CoP (comunidade de prática), contando com esta dinâmica como a primeira reunião. A chave é: como proceder no dia-a-dia para ampliar e aprofundar a transformação digital em curso.

  1. Briefing
  2. brainstorming (cenários)
  3. É / não é
  4. Persona Canvas
  5. Atribuições atuais
  6. Atribuições
    1. Revisão
    2. Redistribuição
    3. Exclusão
    4. Parking lot
  7. Plano de ação
  8. CoP (próxima reunião – mensal)

Ainda teremos mais uma reunião semana que vem para encerramento, o grupo irá montar um resumo executivo, apresentar para a diretoria e lideranças e dar espaço para feedbacks. Até lá, algumas das ações já terão sido iniciadas e estes primeiros passos serão incluídos na apresentação.

CoP (comunidade de prática)

As CoP são grupos que interagem periodicamente com foco em uma área de interesse, campo de conhecimento ou profissão, termo cunhado por Jean Lave e Etienne Wenger nos anos 90. Uma CoP pode ser no mundo real ou virtual, quando diferentes profissionais compartilham suas vivências, expertise, debatem e gerenciam conhecimento.

Será mensal uma reunião remota com a participação de todos os que participaram desta primeira, contando com colegas de agências do RS e de MG, mantendo a energia e estabelecendo não só a troca e a gestão de conhecimentos, mas ideação e planos de ação em conjunto ou em apoio a situações pontuais ou específicas.

Para a próxima, primeira após este workshop inicial, já temos dois nomes como pontos focais, que serão responsáveis pelo agendamento, registro colaborativo da pauta e condução. Este papel poderá mudar mês-a-mês ou manter-se de forma auto-organizada. O Miro utilizado até aqui poderá ou não ser aproveitado, bem como parcialmente migrado para Kanban no Planner.

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