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Feedback Canvas

Não tinha nenhum post sobre uma das técnicas mais votadas em alguns workshops de Toolbox 360º … aqui resolvo este gap:

Segundo princípios Lean, ágeis e do criador deste Canvas, Matheus Haddad, mais importante que a dimensão de desempenho individual é perceber o resultado do trabalho com uma dimensão coletiva, logo, que tal um canvas com uma visão mais ampla que o 1:1 entre líder e liderado. No Feedback Canvas a avaliação é feita em uma folha A3 coma participação de todo o time.

Cada vez mais, com mais frequência, formal e informal, baseado em OKR ou metas pactuadas entre gestor e colaborador, é interesse recorrente e legítimo de todos esclarecer qual a sua visibilidade e avaliação. Em feedback é fundamental o entendimento de nossa missão, trabalho/atividades, pontos fortes e fracos. A imagem exemplo abaixo está detalhes em https://blog.runrun.it/feedback-canvas/

Eu já fiz uma retrô com feedback onde gerei linhas, uma para cada integrante, com todas estas informações de forma que ao final todo o time gerou um super feedback para todos. Se souber conduzir, é como um brainstorming com clusterização, é divertido e ao não levarmos para o pessoal, gerará muito insights e cada integrante levará consigo aquilo que acredita que o fará melhorar como pessoa e profissional.

  • Competência ou função;
  • Suas atividades;
  • Uma avaliação sob diferentes aspectos;
  • Pontos positivos e negativos;
  • Quais as ações de melhoria pactuados.
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Bom dia! 7 minutos podem fazer a diferença

Cada um de nós possui hábitos que realiza no início de cada dia. Uma xícara de café, uma navegada nas redes sociais, conversar rapidamente com os colegas, organizar sua mesa para o dia, verificar e-mails na caixa de entrada.

O editor da Inc.Com é John Brandon, que todos os dias dedica exatos 7 minutos para torna-lo mais proveitoso e instigante. É uma forma de energizar, resgatar inspirações, quer conscientes ou inconscientes. É um exercício pessoal, individual, mas nada impede que insights de interesse possam ser compartilhados, mas aí pode durar 9 ou 10 minutos ao invés dos 7 previstos, conforme abaixo:

Primeiro minuto – Desconecte-se de tudo, esvazie a mente, desligue-se. Não é um exercício trivial, mas você vai aprender a fazer com a prática. Têm praticantes de Yôga que demoram a aprender a esvaziar a mente para realmente se conectar com seu eu interior;

Segundo minuto – Inspire e expire profundamente, várias vezes, feche os olhos se preferir, mas tente não dispersar, concentre-se no seu diafragma, no ar entrando e saindo por sua traqueia, concentre-se nisso por um minuto. Não é para hiperventilar, apenas respirar profundamente;

Por quatro minutos – Agora vem uma parte legal, que pode ser tão surpreendente quanto previsível, mas sempre um bom exercício de autoconhecimento. Transcreva com uma caneta ou lápis tudo aquilo que está circulando pela sua mente, sem restrições. Podem ser preocupações, alegrias, prioridades, ideias, riscos, qualquer coisa;

Sétimo minuto – Feche o último minuto dos 7 totais analisando suas anotações, talvez perceba com o passar dos dias que nos primeiros dias você foi previsível e com a prática podem vir coisas às vezes do consciente e outras do inconsciente. Se nessa análise você pinçar coisas a fazer, entenda-as e as priorize para começar o dia eliminando aquilo que está martelando na sua cabeça. Às vezes sem nem perceber. É como uma laboral para o cérebro no início de cada dia. Pratique e dê tempo para perceber valor e aprender a fazer de forma mais relaxada e não no automático, vale a pena!

http://www.inc.com/john-brandon/this-7-minute-morning-routine-will-change-your-work-life.html

Mens sana in corpore sano!

Inspire-se e estabeleça um treino matinal de 7 minutos, que é uma técnica de treinamento com uma sequência de 12 movimentos, talvez seja uma opção transformá-lo em 14 e pronto. Você pode adotar um, outro, ambos ou nenhum, mas tem tudo a ver, ao acordar dedique 7 minutos com estes passos simples e variados. Ao chegar no trabalho, dedique 7 minutos a um rápido brainstorming e organização … experimente!

http://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/3799-treino-fisico-de-sete-minutos-e-recomendado-por-cientistas-e-dispensa-equipamentos-veja-como-fazer.html

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Dia 23 será um dia dedicado a Toolbox Wall – Educação e RH

Não é um curso, menos ainda palestra, eu e cada um dos participantes vai levar uma lista de boas práticas que serão clusterizadas, debatidas, entendidas e agrupadas. Dois eventos – manhã e tarde – dedicados a quem pesquisa, estuda, pratica, disposto a trocar figurinhas, porque informação é algo que quando trocamos e compartilhamos, multiplica-se e todos os envolvidos recebemos exponenciado.

1. Cada participante deve trazer sua lista de boas práticas, técnicas e modelos, preferencialmente já escritos um por folha, com uma título ou nome seguido de uma frase com breve descrição ou explicação, desta forma, clusterizar, debater e agrupar ficará mais fácil e rápido, sobrando mais tempo para os debates.

2. Cada participante deve trazer um come e um bebe (cada um traz algo para o coffee-break), pois juntos montaremos uma mesa variada de coffee bem gostosa. Pode ser um bolinho, fruta, suco, café, sanduichinhos, biscoitinhos, … afinal, nesse friozão que tá fazendo, um café quente, comes e bebes são essenciais.


Uma MANHÃ para debater um mural de boas práticas na educação. Faça sua pesquisa prévia para juntos cocriarmos um mural com as ferramentas, técnicas, boas práticas, modelos e pensadores que apontam para o futuro que queremos na educação. Não é um treinamento, não tem custo (só o come e bebe), é um encontro entre apaixonados pela educação para montarmos um mural consolidando todas as técnicas que conhecemos e em especial usamos em sala de aula para instigar, envolver, ensinar e aprender, quer sejam crianças, adolescentes, adultos, em casa, nas escolas, universidades ou educação informal. Só se inscreva se esta disposto a dedicar tempo em pesquisa e levar no Sábado suas contribuições, caso contrario fique no aguardo do resultado final que compartilharemos, ok.

Uma TARDE para debater um mural de boas práticas utilizadas por profissionais de RH. Faça sua pesquisa prévia para juntos cocriarmos um mural com as ferramentas, técnicas, boas práticas, modelos e pensadores que apontam para o futuro que queremos na área de RH. Não é um treinamento, não tem custo (só o come e bebe), é um encontro entre apaixonados pela área de RH para montarmos um mural consolidando todas as técnicas que conhecemos e em especial almejamos para o novo RH do século XXI, imerso em meio a profissionais e organizações do conhecimento, exponenciais, ágeis, digitais. Só se inscreva se esta disposto a dedicar tempo em pesquisa e levar no Sábado suas contribuições, caso contrario fique no aguardo do resultado final que compartilharemos, ok.

Toolbox Wall é uma técnica viva, descentralizada e auto-organizada de gestão do conhecimento, proposta por mim a partir do jogo Desafio Toolbox 360º, que monta um mural de boas práticas com selos para assinalamentos pessoais de protagonismos e interesses, gerando links e incitando interação transversal, grupos de estudo, eventos, etc.

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Comece entendendo e delimitando os domínios

Quinta-feira, 19:30 as 21:00, Debate Entre Especialistas sobre DDD (Domain Driven Design) – qual a práticade mercado, acertos e erros, como e por onde começar, como persistir e evoluir.

Ajude compartilhando com sua rede … e se você é um especialista no assunto o convite não é só para assistir, mas esta convidado a agregar seu case e debater com o Antonio Castro, Tiago Totti e Mauro Leal.

Não é um evento teórico, este trio tem muita experiência além de serem estudiosos sobre o assunto – https://www.facebook.com/events/201645133982313/

Na apresentação do livro do Evans na Amazon, referência base de quem pratica, temos: ”

A comunidade de desenvolvimento de softwares reconhece que a modelagem de domínios é fundamental para o design de softwares. Através de modelos de domínios, os desenvolvedores de software conseguem expressar valiosas funcionalidades e traduzi-las em uma implementação de software que realmente atenda às necessidades de seus usuários. Mas, apesar de sua óbvia importância, existem poucos recursos práticos que explicam como incorporar uma modelagem de domínios eficiente no processo de desenvolvimento de softwares. O Domain-Driven Design atende essa necessidade. Este não é um livro sobre tecnologias específicas. Ele oferece aos leitores uma abordagem sistemática com relação ao domain-driven design, ou DDD, apresentando um conjunto abrangente de práticas ideais de design, técnicas baseadas em experiências e princípios fundamentais que facilitam o desenvolvimento de projetos de software que enfrentam domínios complexos. Reunindo práticas de design e implementação, este livro incorpora vários exemplos baseados em projetos que ilustram a aplicação do design dirigido por domínios no desenvolvimento de softwares na vida real. Com este livro em mãos, desenvolvedores orientados a objetos, analistas de sistema e designers terão a orientação de que precisam para organizar e concentrar seu trabalho, criar modelos de domínio valiosos e úteis, e transformar esses modelos em implementações de software duradouras e de alta qualidade.

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Paradoxo do Coach indispensável substitui o de Controle e o do Super-Herói

Na medida em que o tempo passa, novas fórmulas e modelos mentais vão sendo construídos, substituindo com novas percepções de mercado em detrimento a outros já desacreditados. Infelizmente, algumas mudanças acabam apenas substituindo os antigos paradoxos por novos tão incongruentes quanto.

Paradoxo – Pensamento, proposição ou argumento que contraria princípios básicos e gerais, aparentando falta de nexo ou de lógica; contradição.

Enquanto consultores, entramos já com meta explícita para sair, nosso papel é instigar o interesse em trabalharem de forma colaborativa, auto-organizada, iniciando uma caminhada de aprendizado continuado. A meta não é fazer mágica, mas iniciar uma caminhada evolucionária, ampliando suas caixas de ferramentas a cada passo.

Este post não é um julgamento de valores ou abordagens, apenas reflete sobre os principais paradoxos sobre equipes de trabalho nos últimos 100 anos sob uma percepção das mecânicas organizacionais desde a revolução industrial até os dias de hoje …

Paradoxo do Controle

Na primeira metade do século XX o paradoxo era que controle gerava mais produtividade, mas a produtividade era uma percepção consequente de trabalho sob pressão e em condições físicas e psicológicas que prejudicavam a capacidade produtiva, em tempo real ou em uma visão longitudinal, cumulativa, linear.

Aquele paradoxo do controle gerava uma sobrecarga organizacional em cargos, custos, tempo, de forma que precisamos de mais controle para ter “trabalho”, mas aumentar gestores, coordenadores, supervisores, gerentes, diminui a capacidade de investir no trabalho em si, que conhecemos como Gemba, onde e quem faz acontecer.

Paradoxo do Super-Herói

Na segunda metade do século XX havia o paradoxo preponderante do Super-Herói, da Liga da Justiça, dos profissionais workaholic, destacando o individualismo para serem valorizados. Mas quanto mais valorizamos um indivíduo como Sassá Mutema, salvador da produtividade, menos contamos com a desejada sinergia coletiva.

O paradoxo do Super-Herói ao mesmo tempo era valorizado porque resolvia, mas ele resolvia preponderantemente os problemas que ele mesmo criava, resultado da falta de união e colaboração entre todos os envolvidos em prol do coletivo e dos resultados conjuntos, desprivilegiando a comunicação e gestão do conhecimento.

Paradoxo do Coach indispensável

Muitas empresas investem no novo paradoxo do século XXI, o Paradoxo do Coach indispensável, papel que deveria ser libertador, mas ao invés disto cria dependência através de um processo continuado de sapiência singular para direcionamento adequado, como uma babá para evitar que crianças façam a coisa errada.

Um paradoxo que gera a cada dia novos coachs indispensáveis, não só Agile Coach organizacionais, também Life Coach, Personal Coach, Teen Coach, Baby Coach, … o paradoxo é o coachee ver-se dependente do coach para continuar avançando, gerando dependência ao invés de auto-conhecimento e auto-organização.

O antídoto segundo Len Lagestee

É a antítese da proposta por Len Lagestee, Agile Coach de Chicago em http://illustratedagile.com/2016/10/24/exit-strategy-agile-coach/ quando afirma que um Agile Coach não deveria trabalhar para perpetuar-se (em monitorar e controlar para dizer o que é melhor e o que é certo), um artigo a mim apresentado pelo colega Silas Serpa de SP.

Em um mindset de comando-controle, este paradoxo é mais do mesmo, pois quanto mais precisamos de uma pessoa para dizer o que está certo ou errado em nome da organização, mais lembrará GQA e gestão, uma pasteurização que trabalhará contra o objetivo de auto-organização e protagonismo.

A chave não é controle, mas propósito, aprendizado, equidade, então a solução não é continuar valorizando gestão e monitoramento, métricas e indicadores, a chave é para ser colaboração e coletividade baseados em um senso comum de confiança, de liberdade com responsabilidade, cada time e profissional com suas peculiaridades.

Conclusão

O verdadeiro processo Kaizen é suscitador de acertos e erros, aprendizados diretos e indiretos, verticais e horizontais, criar papéis paradoxais e mantê-los mais que o mínimo necessário, ao invés de acelerar, atrasará a mudança. Se as pessoas percebem que não decidem, tocarão o barco e aguardarão para saber o que fazer, sem se arriscar.

Cada grupo humano é único, se queremos maior performance do time e para isso contratamos um “gestor” travestido de coach com o objetivo de comparar e cobrar melhor performance, talvez indique que 100 anos depois ainda tentamos reinterpretar os estudos do casal Gilbreth sobre tempos e movimentos.

O que garante aprendizado, foco e engajamento são mecanismos que proporcionem comunicação, garantindo a auto-gestão do conhecimento por toda a organização, através de encontros, CoP, compartilhamento, retrospectivas e futurespectivas. É a mágica do moto-contínuo, que ao invés de dissipar energia, a potencializa!

Um post de opinião na mesma linha do https://jorgeaudy.com/2017/01/12/uma-alegoria-poetica-e-dura-para-agile-coachs/

 

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02/06 – Mais uma edição do Workshop Toolbox 360º

A ideia não era fazer dois workshops seguidos, mas tanta gente me pediu que acabei marcando esta nova edição, mas depois paro um tempo, pois quero fazer um de Team Building Games. Os dois tem a ver com TI em sua origem e matriz, mas trata de técnicas e jogos para qualquer equipe.

O valor de R$100 visa cobrir os custos dos kits contendo tabuleiro e baralho, além dos custos operacionais diretos e indiretos, a meta novamente é em torno de 25 pessoas, podendo variar para mais ou menos conforme a procura, o mínimo pelos custos é 15 e o máximo pelo local é 35.

Novamente no térreo do prédio Global do TecnoPUC, no Café Coworking, um espaço privilegiado em ambientes e acomodações, com uma parede que recebe bem 125 folhas A4 com técnicas e boas práticas de estratégia, inovação, modelagem, validação, planejamento, construção, aprendizado e carreira.

O tabuleiro é da segunda edição e o baralho possui 83 cartas, o jogo vem sendo utilizado por muitas empresas em gestão do conhecimento e como técnica de planejamento, objetivo essencial da técnica Toolbox Wall em suas variações. Garanto que vale muito a pena, se houver interesse, o link de inscrição é:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdIFtJYu4VadX5BlYZf66KzXVxTxChznoLONTDK0pCGGbsjNA/viewform?c=0&w=1

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Workshop Toolbox 360º de 19/05/2018

O dia começou cedo para organizar tudo no local, a Marinês Beheregaray Audy fez os pãezinhos de canela glaceados e um bolo, eu passei na feirinha do Olimpico e comprei frutas variadas, morangos lindões, ameixas chilenas, uvas red gigantes, maçãs mini, além de biscoitos e cucas caseiras. Ao chegar no TecnoPUC encomendei 2 Kg dos pães de queijo do Silva e refri.

Chovia bastante, era o primeiro final de semana de frio aqui no RS, mas um bom guardachuva e meu carrinho e estava com caixas, sacolas e mochila na sala. Coladas as 125 folhas do Toolbox Wall na parede, reorganizadas as mesas, cadeiras e organizada as bancadas intercalando frutas, biscoitos, pãezinhos e bolo. Tive a ajuda inesperada de um aluno da Politécnica que passava e entrou.

As 13:45 começou a a galera a chegar, muita gente querida, amigos e conhecidos de outros eventos e TecnoTalks. A tarde transcorreu dentro da normalidade, em uma simbiose que os feedbacks confirmaram que gerou uma cadência legal. O tempo no mural foi uma oportunidade da galera se instigar lendo e marcando aquilo que curte e aquilo que gostaria de aprender mais.

“O Workshop foi incrível, estar dentro deste ecossistema de construção pessoal e profissional é sem dúvida alguma extremamente enriquecedor. O Jorge, como sempre, foi além das expectativas, alimentou a todos com uma energia contagiante e com o conhecimento de quem está realmente vivendo as práticas no dia a dia.” – Carine Aguirre dos Santos – Scrum Master na Azion

“Dinâmico e prático, o workshop Toolbox 360° expõe de forma clara a necessidade de o profissional ter uma visão geral de ferramentas e técnicas variados. Foi uma tarde de muita mão na massa, networking e coaching de carreira.” – Nei Dias Villas Boas – Analista de projetos nas Lojas Renner

“Para mim o workshop foi uma experiência muito significativa, pois pude desmistificar o uso das ferramentas, entendendo que elas são adaptativas e não interessa qual a área de atuação, será sempre o bom senso que vai nos direcionar para quais delas escolher para nossa realidade! Além disso, o jogo facilita e muito a nossa vida para a escolha mais adequada, de uma forma colaborativa!” – Mel Vedana – Analista de RH SENAC RS

“O workshop pra mim foi muito valioso. O maior diferencial pra mim foi o networking, uma oportunidade ímpar de discutir sobre o uso de ferramentas, algumas que eu nunca tinha escutado falar, aplicadas em diferentes contextos pelos meus e minhas colegas de grupo. O workshop poderia começar com uma apresentação sobre o Toolbox Wall e depois ir direto para o jogo. Falamos sobre diversas coisas relevantes, mas eu deixaria os grupos mais livres para decidir quais ferramentas discutir. Talvez algo nas linhas de: Toolbox Wall -> Jogo -> A cada rodada, alguém do grupo tem de apresentar em (5-10-15 minutos) uma das ferramentas utilizadas pela pessoa nas empresas e que também foi utilizada para solucionar algum dos desafios do jogo.” – Guilherme Motta – head de tecnologia na Globo.com

Durante o workshop, intercalado com uma introdução conceitual, o Toolbox Wall e o jogo Desafio Toolbox, apresentei e debatemos em grupos e todos juntos técnicas e canvas variados sobre planejamento, usando nossas carreiras como exemplo, ideação e resolução de problemas. Durante o jogo o debate foi como sempre delicioso de assistir, a galera discutindo o porque uma ou outra técnica é mais valorosa para o desafio posto.

Somente por curiosidade, resgatei quais foram as técnicas do mural mais votadas, com taxas acima de 25% dos presentes teriam votado, mas na verdade todo e qualquer com mais de um voto já pode dar match e gerar diferentes técnicas de GC, desde reuniões, trocas, compartilhamento, eventos, gerando valor de forma descentralizada e auto-organizada:

  • 6 ou 7 votos – Team Building Games, priorização, Mapa de Competências, Sprint Review, Stand Up Meeting, Kanban, Personas, ROI/Capex/Opex
  • 8 ou 9 votos – Retrospectivas, Dragon Dreaming, Direto ao Ponto, Feedback Canvas, OKR,
  • 10 ou 11 – Scrum, Design Sprint,

Os primeiros e as últimas, agradecimento ao Marcos, aluno da Eng Mecânica da nossa Politécnica que estava passando e ficou pra ver e me ajudou ao ir buscar debaixo de chuva os pães de queijo e Coca no Silva, no final a Marinês, a Luisa Audy e a Morvana Bonin, minhas anjas até o último segundo no Café Coworking 100% arrumadinho.

Fiquei no compromisso de fazer mais um em breve, assim que conseguir uma sala legal, vou fazer sim o/

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Cada workshop gera sua própria energia, que nos alimenta a alma, energia que antigos chamavam de egrégora, desde muito antes de acontecer, fruto da perspectiva de interação, amizade, ansiedade, desejo, expectativas, mas também da preparação com carinho e dedicação para que tudo dê certo.

Mais uma egrégora que a medida de sorrisos e satisfação dessa congregação de energias aqueceu a tarde de todos que se envolveram e levaram para casa o kit com tabuleiro, baralho e vivências … Amo muito tudo isso!

Acho que fiquei no compromisso de fazer mais um com quem queria ir nesse e não pôde, cada feedback e aprendizado neste ajudará a melhorar um pouco cada detalhe do próximo … se tudo der certo tentarei lugar e marcarei para o início de Junho.

O material que usei como linha-base esta salvo neste pdf: Desafio ToolBox Mário Bros – Café Coworking Global – III