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DDD – Debate entre Especialistas 2018/2

Quinta-feira, 11/10 das 19:30 as 21:00, três grandes profissionais, um debate singular sobre DDD (Domain Driven Design) na Escola Politécnica promovido pelo grupo TecnoTalks aqui do TecnoPUC e protagonizado por profissionais da DBServer.

Não foi uma aula, mas um debate entre especialistas, um programa que entra em seu terceiro ano, a cada semestre discutindo temas de interesse da galera de desenvolvimento de software, o Antônio Castro, Fabrício Rissetto e Mauro Leal debateram DDD na prática:

  • O que é DDD? Quando usar/Quando não usar?
  • Quem do time deve adotar?
  • Design Discussions
  • DDD é só conceito ou código?
  • Como transformar linguagem ubíqua em código?
  • Design Estratégico e Tático
  • Lógica de aplicação e domínio
  • Como tratar de forma ágil as refatorações do código com sua evolução ao longo do projeto?
  • DDD com linguagens dinâmicas (Ruby, Python,…)
  • DDD com funcional existe?

Durante o debate, interagindo com o Cinttra Souza,  compartilhei alguns links do Martin Fowler e Eric Evans, o Cinttra um do AgileAndart:

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11/10 – Debate entre especialistas sobre DDD

É HOJE, quinta-feira, 11/10 das 19:30 as 21:00, três grandes profissionais, um debate sobre DDD (Domain Driven Design) na Escola Politécnica promovido pelo grupo TecnoTalks aqui do TecnoPUC e apoiado pela DBServer.

Não é uma aula, é um debate entre especialistas, um programa que entra em seu terceiro ano, discutindo temas de interesse da galera de desenvolvimento de software, o Antônio, Fabrício e Mauro debaterão temas como:

– O que é DDD? Quando usar/Quando não usar?
– Quem do time deve adotar?
– Design Discussions
– DDD é só conceito ou código?
– Como transformar linguagem ubíqua em código?
– Design Estratégico e Tático
– Lógica de aplicação e domínio
– Como tratar de forma ágil as refatorações do código com sua evolução ao longo do projeto?
– DDD com linguagens dinâmicas (Ruby, Python,…)
– DDD com funcional existe?

https://www.facebook.com/events/873715292819477/

 

A cada semestre rola um programa de Debate Entre Especialistas, convidando não só profissionais de muita experiência para montar um painel ou storytelling sobre um tema de grande interesse, como BDD (Behavior Driven Development), DDD (Domain Driven Design), DevOps e GP em projetos ágeis.

O objetivo é aproximar alunos e profissionais experientes para uma hora de interação, troca de percepções, muito aprendizado vicariante. As contribuições são em 360º, além dos debatedores ou palestrante, a aula é aberta, mesclando alunos com profissionais da comunidade TecnoTalks de empresas do parque TecnoPUC.

Não só em 2018, mas em anos anteriores sempre tive a oportunidade de contar com grandes profissionais, contando com a presença e contribuição do Sr Lincolm Aguiar, Matheus Alagia, Paula Martins, Patrícia Garay, a cada ano conforme o tema e interesse das turmas nas disciplinas de GP e Tópicos Especiais em Engenharia de SW.

Sobre DDD, na apresentação do livro do Evans na Amazon, referência base de quem pratica, temos:

“A comunidade de desenvolvimento de softwares reconhece que a modelagem de domínios é fundamental para o design de softwares. Através de modelos de domínios, os desenvolvedores de software conseguem expressar valiosas funcionalidades e traduzi-las em uma implementação de software que realmente atenda às necessidades de seus usuários. Mas, apesar de sua óbvia importância, existem poucos recursos práticos que explicam como incorporar uma modelagem de domínios eficiente no processo de desenvolvimento de softwares. O Domain-Driven Design atende essa necessidade. Este não é um livro sobre tecnologias específicas. Ele oferece aos leitores uma abordagem sistemática com relação ao domain-driven design, ou DDD, apresentando um conjunto abrangente de práticas ideais de design, técnicas baseadas em experiências e princípios fundamentais que facilitam o desenvolvimento de projetos de software que enfrentam domínios complexos. Reunindo práticas de design e implementação, este livro incorpora vários exemplos baseados em projetos que ilustram a aplicação do design dirigido por domínios no desenvolvimento de softwares na vida real. Com este livro em mãos, desenvolvedores orientados a objetos, analistas de sistema e designers terão a orientação de que precisam para organizar e concentrar seu trabalho, criar modelos de domínio valiosos e úteis, e transformar esses modelos em implementações de software duradouras e de alta qualidade.”

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Vem pro 2° workshop Toolbox 360° em São Paulo

Workshop Toolbox 360° em São Paulo – Estarei na segunda-feira de 08/10 a tarde em São Paulo e quero aproveitar para rodar mais uma turma do Workshop Toolbox 360° – http://bit.ly/toolbox-out-sp. Se você é de SP, compartilha e fecharemos o quórum \o/

Todos os inscritos ganham o kit do jogo contendo o tabuleiro A3 e o baralho fartamente ilustrados e coloridos, contendo 115 técnicas e boas práticas desde estratégia, ideação, planejamento, validação, brainstormings, gestão do conhecimento e mais.

Uma tarde inteira de interação, com o jogo, mural e debates sobre variadas técnicas disponíveis no baralho que cada um levará. Estou abrindo inscrições, dependerá de quórum mínimo para sair, confirmarei se será no WeWork Berrini.

https://jorgeaudy.com/2018/09/17/workshop-toolbox-360-a-cada-passo-um-novo-se-descortina/

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Estou enviando os baralhos e tabuleiros para todo o Brasil o/

Fiz um lote muito especial e limitado com a ajuda da DBServer, um Toolbox Essencial com 115 técnicas ao preço de impressão individual em uma gráfica expressa, com gramatura 300 e colorido. Quem for aplicá-lo, pode contar comigo para ajudar no que estiver ao meu alcance, quem quiser receber o tabuleiro e baralho do Toolbox 360° para montar seu primeiro mural, para instigar, jogar ou planejar, estou enviando kits para qualquer cidade do Brasil:

Para adquirir o kit, envie para toolbox.audy.360@gmail.com seu endereço completo, o que quer e quantidade, eu retornarei com instruções e postarei registrado via correios para rastreio. Posto uma vez por semana e a média para chegar em capitais é de 3 ou 4 dias úteis!

1 kit = R$ 100,00 (baralhos extras por R$75 cada)
3 kits = R$ 250,00 (baralhos extras por R$65 cada)
5 kits = R$ 375,00 (baralhos extras por R$55 cada)

Obs: Quem me acompanha vai compartilhar, mas para incentivar também os outros, quem compartilhar nas redes meus posts para ajudar a fazer chegar a mais pessoas ganha 10% de desconto … basta ter compartilhado como público no Linkedin ou Facebook.

KIT COM TABULEIRO E BARALHO TOOLBOX 360°

O baralho possui 115 cartas, menor, portátil, muito melhor que um livro com folhas presas, é possível manipular da forma a agregar mais valor pela versatilidade, podendo-se ordenar, separar, marcar, categorizar e muito mais.

Cada kit com o tabuleiro pode ser usado por uma equipe ou com grupos de 5 pessoas por vez. Muitas empresas possuem 5 kits, permitindo realizar dinâmicas com até 5 grupos de 5 pessoas. Sua natureza e propósito é voltado a instigar o aprendizado, inovação e protagonismo.

O jogo Desafio Toolbox é uma criação minha, uma dinâmica com vocação para ser usada para disseminação, ensino e aprendizado de novas técnicas, para planejamento e modelagem de uso em projetos ou operações. O uso recorrentemente em workshops, equipes, eventos e com alunos em sala de aula.

Em 2015 eu lancei o livro TOOLBOX 360°, um guia então com mais de 70 técnicas, em 2016 lancei o jogo DESAFIO TOOLBOX 360° com tabuleiro e cartas, para finalmente lançar a técnica TOOLBOX WALL 360°, destinado a estabelecer uma gestão do conhecimento auto-organizada.

As regras do jogo são simples e muito descontraídas, fico a disposição, mas estou preparando vídeos explicativos ao uso do mural e do jogo/tabuleiro para que todos possam tirar o máximo de valor agregado em todas as suas variações de uso e aproveitamento.

Um jogo para ser usado a partir de um desafio ou cenário, quer para aquecimento da galera ou planejamento, para afiar sinapses sobre fazer diferente, experimentar novas técnicas, no dia-a-dia, em retrospectivas, em futurespectivas.

As regras de uso do mural são ainda mais simples e igualmente interativas, influenciando auto-organização e gestão do conhecimento ativa, pois a partir do mural utilizamos postits para marcar como especialistas ou conhecedores, interessados ou pedindo ajuda, desaconselhando:

Vale a pena dar uma olhada no registro do último workshop com fotos, informações e depoimentos acumulados de várias edições – https://jorgeaudy.com/2018/09/17/workshop-toolbox-360-a-cada-passo-um-novo-se-descortina/

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Chegou uma edição especial para os próximos Toolbox 360°

Com a ajuda da DB fizemos uma edição do tabuleiro e baralhos customizados, com ilustrações da Luisa Audy (VFS, ilustradora e animadora) e diagramação da Marinês Beheregaray Audy (TecnoPUC, arquiteta e designer).

Agradecimentos especiais ao Eduardo Meira Peres por ver valor e apoiar, à minha colega querida, a Tatiana Ximenes, idealizadora do conceito Toolbox by DB, sem esquecer a Helena Agra que apoiou a ideia de usar o desenho do framework Agile Design da DB no verso do tabuleiro.

Uma edição especial, toda colorida e ilustrada … estou vendo sala e logística para retomar os workshops no dia 22/09 no TecnoPUC, mas tenho convites de empresas que ofereceriam sala e coffee em cidades de SP, SC e RS, ajudariam na divulgação local e em contra-partida receberiam ingressos em troca.

A gráfica novamente foi a Grafiset, excelente trabalho do Cristiano Matos. Ficou muito bonitoooooooooooooooooo! \o/

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Mais uma semana e vem aí mais um ano, tô De Boas!

Essa semana (10/09/2018) vou estar na ilha mais querida do Sul do país, local onde passei quase todos os finais de semana de verão da minha juventude – Joaquina, Lagoa da Conceição, Praia Mole, Canasvieiras, Jurerê, Armação, Pantano do Sul, Praia da Barra, Ponta das Canas, … ainda “ontem” era com a galera pra pegar onda, wind e caiaque, o tempo passa, mas a diversão e paixão pela ilha ainda são as mesmas, só mudou o meio …

http://www.noticenter.com.br/n.php?CATEGORIA=&ID=20009&TITULO=eventos-discutem-a-transforma-o-digital-em-florian-polis

Ao aproximar-se o niver dos meus 57 anos, sinto-me abençoado, a cada semana participo como facilitador, aprendiz, professor, amigo, marido e pai frente a oportunidades fantásticas de interações que muito aprendo e fazem sempre me questionar e me reinventar – um Focus Group com mais de 20 lideranças estaduais em seus órgãos, duas facilitações de transformação de times de alta performance (arquitetura e Techops), alguns debates e workshops Toolbox, um open space com mais de 50 pessoas, poder assistir um treinamento com uma das melhores profissionais da área, facilitar um planejamento de projeto com um time de referência e um outro para start de parâmetros de um catálogo de serviços que vai fazer história, um banco intergaláctico com alunos e deliciar-se com nossa pequena se reinventando no Canadá o/ Que venham os sessenta.

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Dinâmicas para ressignificar nossa percepção de time

Quer um roteiro simples e muito efetivo para sua equipe esclarecer quem somos, porque existimos, o que fazemos, qual a importância, como fazemos, etc? Os artefatos resultantes são muito importantes de início, mas desapegamos deles com o tempo a medida que evoluímos e crescemos como um time de alta performance.

Conforme a famosa Curva de Tuckman – Forming, Storming, Norming, Performing e um dia Adjourning – iniciamos por alinhamentos, que nos permita experienciar, hora acertando, errando, aprendendo e melhorando, passando assim por um período de storming até que estabeleçamos um bom padrão de interação e resultados.

Importante alinhar desde o início que nosso objetivo é debater e modelar uma primeira versão em uma timeboxe que pode ser de uma manhã, de 2,5 a 3,5 horas, desta forma questões mais polêmicas podem ser combinadas como um MVP, pois o todo deverá ir evoluindo e melhorando com o passar do tempo.

1. Quebra-gelo – Conforme o perfil do time e a janela de tempo podemos escolher um quebra-gelo rápido, como crachá para montar um quadro de identidade, sucata para fazer um brasão ou bandeira do time, um moodboard com nomes, talentos e propósito do time ou mural com spots de jogos e dinâmicas que o time realiza;

2. “Briefing” – É muito importante uma abertura em que a liderança, um diretor ou gerente, fale sobre histórico, sua percepção e confiança no time. Esse início ajuda a mitigar eventuais birras e disputas internas, oferecendo uma percepção de que a empresa aposta em cada um e no conjunto para atingir os resultados desejados;

3. 5w2h – Um aquecimento muito bom é cada um escrever em postits perguntas que lhe inquietam ou acreditam importantes a serem respondidas ao final. Eu ofereço um bloco de postits grandes a cada um para que escrevam perguntas que deseja verem respondidas nesta reunião, para então clusterizá-las na parede;

4. Role Model Canvas – Uso uma adaptação deste canvas para discutir quem somos, desde missão, restrições, parceiros, informações, ferramentas e cenários (fluxos). Tenho usado este Canvas para realizar este brainstorming, suas células oferecem orientação para idear, debater e convergir os temas mais importantes;

5. Próximos passos – Ao final, sempre é importante rever a essência do que foi discutido e materializado, ver no 5w2h se tudo foi endereçado, rever o resultado do Canvas, construindo um To Do List com os próximos passos e endereçamentos de forma que alguns, cada um e todos tenham metas até o próximo encontro do time.

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Role Model Canvas

Quanto ao Canvas, não o uso de forma literal, o adaptei a minha necessidade, mas mantive o mérito ao autor. O reinterpretei visualmente de forma a privilegiar o que é para nós mais importante (cenários), por isso reorganizei e propus uma abordagem dirigida para preenchimento conforme segue, ultimando com nossos fluxos de trabalho:

1º. Missão, antes de mais nada, o que é esperado, resultados esperados, porque de sua existência;
2º. Restrições conhecidas, as principais, tendo surgido algo quanto a alçada, budget, equipe, dependências;
3º. Parcerias essenciais, internas ou externas com quem a área ou processo ou programa conta ou depende;
4º. Informação que lhes são cobradas, métricas, metas, indicadores e quem as solicita ou exige;
5º. Ferramentas, de forma a deixar claro quais são e eventual contextualização;
6º. Trabalho, principais jornadas, procedimentos, com selos de valor, oportunidade e prioridade.

A tempo, o original é alemão e um pouco diferente, com outro fechamento (link):