1

As 10 disciplinas organizacionais básicas

Comecei a disseminar de forma estruturada a compilação do meu livro TOOLBOX 360° em 2015, lancei o jogo DESAFIO TOOLBOX em 2016, a técnica TOOLBOX WALL em 2017 e finalmente um workshop baseado no jogo em 2018, que foi evoluindo para um baralho com 115 técnicas e boas práticas.

Durante o transcorrer desta estrada foi preciso diferenciar a executivos, gestores e profissionais envolvidos quais seriam as disciplinas envolvidas, já que a angústia sempre era o fato de existirem centenas de métodos, frameworks, técnicas e boas práticas … aos poucos estabeleci 10 delas.

As 10 disciplinas organizacionais por mim propostas foram divididas em 4 disciplinas essenciais – Pessoas, Equipes, Lideranças e Conexões – e 6 disciplinas pragmáticas – Estratégia, Modelagem, Validação, Planejamento, Engenharia e Desafios.

Não tem nada a ver com polarização ou discução sobre qual o método, framework ou corpo de conhecimento ideal, mas ser preciso conhecer ao maior número possível deles, pontos fortes e fracos, especialmente complementares, caso-a-caso, conforme cultura, contexto e pessoas.

Pela visão poética do Pequeno Príncipe, do ócio criativo proposto pelo sociólogo italiano Domenico de Masi, passando por desenvolvimento pessoal, carreira, desenvolvendo projetos e operações, produtos e serviços, uma provocação à frequente miopia organizacional ao focar apenas em uma delas.

Por exemplo, materializando este sincretismo, eu mesmo publiquei alguns livros e ebooks ecléticos sobre SCRUM, Toolbox, Team Building Games, todos com reflexões sobre modelos e teorias, muitas oriundas da filosofia, psicologia, sociologia, ciências sociais, um deles só sobre isso – “Sobre os Ombros de Gigantes!”.

Tudo parte de um modelo mental iterativo-incremental-articulado, um passo de cada vez, com foco naquilo que é mais relevante e voloroso, eliminando ou mitigando todo tipo de desperdício. Isto exige empatia, sinergia e protagonismo, individual e coletivo em seu sentido mais amplo.

As essenciais refletem e provocam a necessidade da mudança pessoal, coletiva, na relação líder-liderados e principalmente na relação entre todos os envolvidos, gerando conexões fortes lastreadas em metas e objetivos comuns ou complementares, convergentes ou coopetidos (*).

(*) “Coopetição é uma estratégia de negócios baseada na Teoria dos Jogos, combinando cooperação e competição, com ganhos percebidos a todos os envolvido”.

As 4 disciplinas que eu batisei de “essenciais”, dizem respeito a base cultural, pessoas e suas relações, desde aspectos de carreira (proteana), passando por equipes (auto-organizadas), lideranças (management 3.0) e as conexões espontâneas, induzidas ou orquestradas.

Não adianta debater metodologias sem antes refletir sobre paradigmas de valores pessoais e coletivos, desenvolvimento de carreira, nossos sonhos e seus reflexos comportamentais, preferencialmente sinérgicos às metas e objetivos organizacionais – Pessoas, Equipes, Lideranças e Conexões:

Nas 6 disciplinas que batisei de pragmáticas, complementares e consequentes às anteriores, estabelece-se a necessidade de alinhamento em seus 360°, desde o mercado, empresa, missão, visão, objetivos, de forma a gerar resultados valorosos em equidade a todos os envolvidos.

O foco aqui é o permanente ajuste do próprio foco, usando de empatia e sinergia, na construção de processos fluidos onde o protagonismo é compartilhado em 360° e constantemente redirecionado à melhoria contínua – Estratégia, Modelagem, Validação, Planejamento, Engenharia e Desafios.

Cada uma destas disciplinas possui dezenas de oportunidades, algumas fundamentais, por vezes complementares, outras divergentes, mas ao todo são centenas de  boas práticas para desenvolvê-las a bom termo. Este substrato garantirá que nossas escolhas não sejam casuais, mas uma opção comparativa e depois evolutiva.

Human Thinking – Das 10 disciplinas básicas de uma organização, quatro delas são essenciais a qualquer objetivo e ao seu sucesso, dizem respeito à pessoas e suas relações, outras seis são mais pragmáticas, relativas a projetos e operações, produtos e serviços, exploitation e exploration. Em uma visão holística, todas são igualmente relevantes, mas em uma visão sustentável e exponencial, pessoas são a base

0

Diferentes alegorias para Débito Técnico

Em meio a um debate sobre Débito Técnico no curso de PSPO no TecnoPUC neste mês de Dez/2018, o Alejandro Olchik da Ionatec compartilhou uma alegoria categórica que merece estar aqui registrada no blog junto a outras que já compartilhei para ilustrar Débito Técnico.

1. Alejandro Olchik e a alegoria do Restaurante

Débito técnico equivale a um restaurante optar por ser mais “ágil” abrindo mão de perder tempo em lavar a louça que suja na cozinha e durante o atendimento, vai chegar uma hora em que não terá mais loça para fazer os pratois ou atender os clientes.

Se não tomar o cuidado de manter a cozinha, louça e instalações limpas, esta decisão oportunista começará a gerar problemas de forma cumulativa e chegará uma hora em que sua operação será paralisada porque de tanto acumular chega-se à inflexão.

2. Ward Cunningan e a alegoria do empréstimo bancário

Ward Cunningham apresentou em 1992 uma metáfora onde o débito técnico de um projeto é como se endividar, decisão que pode acelerar o desenvolvimento e entregas em determinados momentos, mas que deve ser seguido de resgates e quitação.

Sem executar os devidos refatoramentos para reduzir o endividamento, podemos perder o controle e esta dívida não mitigada pode acumular, dívida sobre dívida, colocando em risco todo o projeto.

3. Martin Fowler e seu canvas do Débito Técnico

Eu tenho utilizado uma canvas de mapeamento e planejamento de riscos, quando sob controle é o mesmo canvas – Probabilidade x Impacto. Mas Martin Fowler propõe uma nova perspectiva visual – Domínio (conhecimento prévio) x Risco (prudência).

Fowler propôs um canvas para diagnosticar débito técnico que busca explicitar os fundamentos ou explicações racionais acordadas que o originam, explicitando ser aconteceu(rá) por pressa ou conveniência, um risco calculado ou desconhecido.

4. Neal Ford e a alegoria da Dietzler’s Law

Vale a pena citar Neal Ford da TW, keynote no primeiro dia do Agile Brazil de 2012, ele diz que nós temos 2 usuários, um visível que se beneficia do software que vamos construir e um usuário oculto, que são os próximos profissionais que irão dar continuidade e manutenção futura no software que construímos.

Ele provocou uma reflexão sobre as distrações das abstrações, como a Dietzler’s law sobre o paradoxo de soluções que abstraem e facilitam a construção de uma solução, agilizando resultados iniciais, mas que podem tornar o projeto inviável na reta final, quando exigir especialização ou flexibilidade do framework inicialmente abençoado. Exemplificou alguns que ajudam nos primeiros 80%, dificulta nos 10% seguintes e inviabiliza nos últimos 10%.

5. Uncle Bob e a primazia do Refactoring

Uncle Bob afirma que código de má qualidade NÃO é dívida técnica, a premissa para dívida técnica é uma decisão calculada, uma estratégia não desejável e não sustentável, mas que gera valor antecipado, garantindo uma entrega importante para o cliente, mas sujeito a refactoring.

Este conceito está ligado a boas práticas de engenharia relacionadas à XP (Extreme Programming), a refatoração, ação recomendada como parte importante do processo de desenvolvimento, de forma a ter-se uma visão evolutiva contínua do software.

6. As 8 leis de Lehman (’70)

O conceito de evolução contínua e “refatoração” não é novo, nos anos 70 haviam as 8 leis da evolução de software de Meir Lehman. Com uma abordagem técnica, por 30 anos a Lei de Lehman esteve para o Software do século XX assim como a Lei de Moore esteve para o hardware.

A lei #2 tratava da complexidade crescente e afirmava que se não forem tomadas medidas para reduzir a complexidade do software conforme ele é alterado sua complexidade irá aumentar progressivamente. Deve haver um esforço para reduzir a complexidade final de um sistema enquanto este recebe alterações.

E-Type é um conceito ou categorização proposta por Lehman que caracteriza sistemas que resolvem ou contribuem com um desafio do mundo real, desta forma, sua evolução precisa ser orgânica, conseqüência direta de existir em um mundo real e dinâmico, mutável, evolutivo.

Acordos e estratégias para o Débito Técnico

Débitos técnicos devem ser mapeados e uma estratégia deve ser estabelecida pelo Time Scrum para mitigá-lo permanentemente, eventualmente incorporando-o ao product backlog, sendo reduzido dentro do fator de ajuste ou reserva técnica.

Algumas equipes, após alguns sprints e primeiras entregas, combinam que a cada novo sprint será incluído algo de refactoring, como história ou ocupando um % dedicado a sustentação (reserva técnica).

Alguns desenvolvedores reclamam muito do débito técnico, mas é para ser uma estratégia envolvendo entrega + refactoring, cabe ao time manter explícito em um canvas, mapa ou categorizado no product backlog restante.

Já vi times com uma enorme lista de débito técnico, mas aí a primeira pergunta não é como reduzí-lo, mas porque ele existe, para que serviu plannings, reviews e retrospectivas se esta dívida foi-se acumulando tanto.

Um dos soft skills mais relevantes para um time ágil é a arte da negociação, do poder de argumentação, base para a auto-organização. Afinal, se temos problemas e não sabemos explicá-los, dimensioná-los ou priorizá-los … a culpa não é dos outros.

0

Folding Burritos é sobre empatia e satisfação

O mais importante em cursos relevantes ja conhecidos é, em igual patamar, networking e conhecer novas dicas, sempre agrega valor.

Participei do 1° PSPO da scrum.org em Porto Alegre, iniciativa do Rafael Alves com o instrutor certificado Alexandre Mac Fadden.

Um site muito legal, com bons artigps e propostas de leitura e estudo por times ágeis e agilistas sobre empatia com o cliente.

Exemplo, o modelo de Noriaki Kano com um modelo para entender a satisfação do cliente através de valor a ser entregue.

Outro modelo legal é a tabela periódica de técnicas de priorização de produto, uma boa leitura para o time e quase obrigatória para PO’s.

https://foldingburritos.com/product-prioritization-techniques/

0

Lean Space Conference | Floripa | SoftPlan

O Lean Space Conference será o maior evento gratuito sobre Lean & Agile do Brasil, as vagas esgotaram rapidamente, instigado pela galera da SoftPlan que empreende a algum tempo um processo de adaptação de seus processos à princípios Lean de fluxo contínuo em meio a um processo pró-ativo de melhoria contínua.

https://www.sympla.com.br/lean-space-conference__384096

AGENDA:

9h00 às 10h00 – Dr. Rupy Sawhney – University of Tennessee – USA
Tema: People driven Lean Systems : A model for Sustanability

10h00 às 11h00 – Luiz Cláudio Parzianello – Surya
Tema: Lean Business: Muito além de uma análise enxuta!

11h00 às 12h00 – Samuel Crescêncio – Lean it 101
Tema: Tendências tecnológicas para 2019 e o seu impacto nos modelos existentes

14h00 às 15h00 – Luiz (Lula) Rodrigues – Knowledge 21
Tema: Introduzindo o Lean Kanban: Uma abordagem sistêmica

15h00 às 16h00 – Jorge Horácio Audy – DBServer
Tema: Carreira em tempos de mudança! Interativa, incremental e articulada

16h30 às 17h30 – Erasto Meneses – Softplan
Tema: Lean na veia, uma história real

————————————————–

Rupy Sawhney:
Atualmente é professor de Engenharia Industrial e de Sistemas no Universidade do Tennessee, Knoxville; Heath Fellow em Negócios e Engenharia; Professor em Programa Interdisciplinar em Energia; Nomeação conjunta com o Complexo de Segurança Nacional Y12; e professor visitante na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Ele era um professor de Weston Fulton e Chefe de Departamento durante 2010-2013. Sua pesquisa atual se concentra em idéias inovadoras para melhorar
excelência operacional em sistemas complexos. Ele decompôs sua pesquisa em três componentes (i) inteligência de fabricação, (ii) inteligência organizacional e (iii) design baseado em pessoas. Já trabalhou com mais de 200 empresas e é ganhador de vários prêmios (Boeing Welliver Fellow, Prêmio Faculdade Alcoa, IIE Lean Teaching Award, Reuben Harris Award e Accenture Teaching Excellence Award)

Luiz Cláudio Parzianello :
Engenheiro Eletricista pela PUCRS e Mestre em Engenharia Biomédica pela USP, acumulou experiências profissionais durante 30 anos em Tecnologia da Informação, Gestão de Negócios, Pessoas, Projetos, Produtos Digitais e Processos Ágeis. Durante esse período, atuou para grandes empresas e fundou a Surya. Foi um dos pioneiros na adoção e disseminação dos valores, princípios e práticas do Manifesto Ágil no Brasil. Coautor da Agile Extension to the BABOK (Business Analysis Body of Knowledge), um projeto conjunto entre o International Institute of Business Analysis e a Agile Alliance, também é autor e promotor das abordagens Lean Business Analysis e Scrum for Business no Brasil.

Samuel Crescêncio:
Engenheiro de software, autor, instrutor, empreendedor e executivo experiente, com mais de 23 anos de experiência prática. A experiência completa de Samuel ajuda-o a estruturar sistemas de entrega contínua totalmente automatizados, com automação de testes completa construída a partir do zero, levando a arquiteturas verdadeiramente evolutivas e de alta qualidade.

Luiz (Lula) Rodrigues:
Luiz Rodrigues​, ou Lula, desenvolve sistemas desde 2008. É um facilitador hábil, com uma mente aguçada que consegue atuar de uma forma leve e serena. Coordenou projetos de software para o mercado financeiro durante quatro anos, com o desafio de tornar mais ágil um setor historicamente tradicional. Apaixonado pela comunidade ágil, é atuante em discussões abertas, palestrante e voluntário em grandes eventos de tecnologia e agilidade. Segue fortemente valores e princípios que norteiam não só as decisões no seu trabalho, mas também em todas as camadas da sua vida.

Jorge Horácio Audy :
Agilista e escotista 24 horas por dia ! Sou Agile Coach pela DBServer, professor na FACIN/PUCRS nas disciplinas de Tópicos Especiais em Eng de SW e Gerenciamento de Projetos. Mestre na linha de pesquisa de Gestão da Informação pela FACE/PUCRS, ativo organizador, participante e palestrante na comunidade ágil brasileira. Já coordenou projetos de maturidade de software, treinamento e coaching para formação de equipes, mentoria a startups, autor de livros sobre SCRUM, Team Building Games e Toolbox, além de blogueiro.

Erasto Meneses:
Profissional com 20 anos de experiência profissional, sendo os últimos 7 anos em gerenciamento de projetos, coaching ágil, gerenciamento de mudanças, analista de sistemas, testes de software e garantia de qualidade, mais 5 anos de experiência em gerenciamento de grandes contas e coordenação de pessoal e 5 anos de experiência na área. área comercial e atendimento ao cliente. Certificado em processos Kaizen / Lean com uma longa experiência em melhoria contínua e transição / transformação ágil a partir de métodos tradicionais de desenvolvimento.

0

Pipeline como gestão visual

Esse termo é utilizado em variados contextos, na minha adolescência o usávamos ao discutir sobre Surf, olhando as fotos da revista Fluir, comparando condições do mar com os míticos tubos rápidos, longos e secos, estilosos de Pipeline.

Entretanto, pipeline pode ser uma ferramenta que mostre o fluxo de um processo relevante do cotidiano de áreas e profissionais. Essa abordagem permite a fácil identificação, análise e ações em relação ao andamento, etapas, fluindo em relação ao nosso objetivo.

No RH, por exemplo, temos o pipeline de contratação, é possível explicitarmos em etapas cada passo desde a abertura, divulgação, recepção, avaliação, entrevistas, decisão, documentação, efetivação e integração.

Em vendas, temos análise de mercado, contato, visita, proposta, decisão, minuta, contrato, assinatura, encaminhamento, e assim como no RH, reproduzimos na parede uma visão tática de nosso trabalho.

Outras áreas, como Planejamento, Contratos, Consultoria, Marketing, Eventos, … se beneficiam ao assumir uma abordagem ágil ao materializarem em um quadro sua estratégia, tática e execução. Se falar Kanban eles dizem que não é para eles, mas se falar Pipeline, rola! \o/

Como construir um Pipeline Visual?

Lembre-se que feito é melhor que perfeito, seja ágil, iterativo-incremental-articulado, inicie rapidamente e evolua a cada aprendizado ou retrospectiva.

1. Aquecendo sinapses e conexões – Comece por uma boa técnica sobre “quem nós somos”, “missão”, “o que fazemos”, “como trabalhamos”, se utilizando de alguma das técnicas já compartilhadas e disponíveis no nosso Toolbox, como SWOT, É|Não É, Role Model Canvas, etc;

2. Mapeie seu fluxo de trabalho, foque naquele que queremos modelar no pipeline, como vagas até contratações no RH, como prospects até contratos em vendas, podendo usar Personas, Jornadas, Storytelling, Fluxos de valor, etc;

3. Faça uma checagem do fluxo a luz de passos adicionais de valor significativos a serem explicitados na alçada de “clientes”, parceiros ou “fornecedores”. Isso é importante para não olharmos só para dentro, mas ao fluxo de forma holística;

4. Desenvolva em cada uma de suas etapa mapeadas buscando as tarefas executadas em sua operação, isto permitirá eventualmente não só confirmar o fluxo e a divisão em etapas como alinhar um certo padrão formal ou informal de tarefas x etapas;

5. É muito significativo tentarmos materializar conceitos de WIP (work in progress), tempos médios esperados, baseados em histórico, e Throughput (número de entregas por período) … o que nos oferece cada vez maior auto-conhecimento de nossa capacidade e tática;

6. Registre lições aprendidas em uma linha própria, normalmente a última em destaque, registrando riscos e oportunidades, pontos de atenção. Está alinhado a proposta de regras explícitas do Kanban e ajudarão muito no dia-a-dia;

7. Desde o início explicite suas metas e indicadores, assim o quadro terá um forte apelo a ação, convergência, proporcionando boas reuniões diárias e semanais de alinhamento e geração de micro-planos de ações para maximização de resultados.

Parece muita informação ou em um espaço tão limitado, mas é apenas o caso de usar bom senso e evoluir (Kaizen) permanentemente a cada aprendizado, na prática é como dirigir, no começo parece difícil, mas depois abstraímos e nem percebemos o freio, pisca, acelerador, etc.

0

17º Seminário Internacional de GP

JORGE HORÁCIO NICOLÁS AUDY Consultor, DBServer Jorge Audy é consultor sobre métodos ágeis na DBServer, professor na Escola Politécnica da PUCRS, mestre pela Escola de Negócios da PUCRS na linha de pesquisa sobre Gestão da Informação, blogueiro e autor dos livros SCRUM 360º, Toolbox 360° e Jogos 360°. Escoteiro e agilista 24 horas por dia.

INSCREVA-SE! • 18, 19 e 20 de SETEMBRO • 1º LOTE • 30% DE DESCONTO • Saiba mais em: https://goo.gl/PxPy4e

Coisas boas acontecem quando você se envolve com o PMI !!! #gopmisp #17SIGP #pmisp20anos

Algumas fotos de workshops e start de Toolbox Walls:

0

Jogo de Robótica

Um jogo destinado a mostrar a importância de ações iterativo-incrementais, através da programação de robôs. Eu levei caixas de papelão com furos para a cabeça e braços, rolos de papel-alumínio, tesouras e fitas adesivas.

Os robôs terão os olhos vendados para executar os movimentos.      De posse do material, cada equipe monta o seu robô, enquanto o facilitador (eu) monta um percurso com linhas a direita e a esquerda, com um slalom.

Caberá a cada time fazer o seu robô realizar o percurso com o menor número de comandos, mas se ele pisar ou atravessar uma das linhas é penalizado com 2 comandos a mais no geral.

PLANEJAMENTO – O time deve planejar e combinar com o seu robô os comandos – perna direita, perna esquerda, giro a esquerda, giro a direita, em frente, parar, recuar, bem como o tamanho ou ângulo de cada movimento.

ITERAÇÃO 1 – Cada equipe deve tentar fazer toda a programação previamente e executá-la, verificando qual o robô conseguiu ir mais longe nesta tentativa waterfall;

ITERAÇÃO 2 – Cada equipe irá comandar o robô passo-a-passo, adaptando-se a realidade, trabalhando de forma iterativo-incremental, verificando quem faz em menos comandos e em menos tempo.

PRINCÍPIOS: Um jogo que perpassa situações típicas de projetos waterfall ou iterativo-incremental, adaptando-se a imprevistos ou erros gerados durante o percurso.

DICA: Eu levo caixas de papelão com buracos para a cabeça e os braços, mais rolos de papel alumínio, canetão e fita adesiva. Assim, no começo de tudo as equipes brincam de criar o seu robô, laminá-lo e caracterizá-lo.