Ishikawa para análises de causa-efeito

Não sou preconceituoso com boas práticas só pela idade, talvez por empatia, afinal já ultrapassei a barreira dos 55 anos há algum tempo, então uma técnica conhecida e fácil sempre é uma opção conforme o perfil, formação e área do grupo. Dito isto, já usei Ishikawa e continua sendo uma opção na minha Toolbox.

O Diagrama de Ishikawa é usado para análises causais, por isso é conhecido como “Diagrama de Causa-Efeito”, mas devido ao formato é conhecido como “Espinha de peixe”. Em grandes grupos sigo os princípios de Dojo com piloto e copiloto como no Managing Dojo e World Coffee.

  • Efeito – O que queremos entender e solucionar;
  • Categoria – Principais grupos de problemas;
  • Causa – Causa possível pertencente a um grupo;
  • Soluções – Alternativas ou oportunidades.

Análise causal de problemas, utilizada por equipes empenhadas na busca por soluções ou melhorias em seu processo ou produto. Apesar do original da década de 50 ter sido criado em um formato para a indústria, eu não uso os temas originais e defini-los faz parte da dinâmica, como tecnologia, ambiente, processo, pessoas, empresa, cliente, etc.

Segundo a Wikipedia: “O Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito ou Diagrama Espinha de peixe, é um gráfico cuja finalidade é organizar o raciocínio em discussões de um problema prioritário, em processos diversos, especialmente na produção industrial. Originalmente proposto pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa em 1943 e aperfeiçoado nos anos seguintes.”

No original, Ishikawa fixou as seis áreas (6M) que exigem reflexão para a identificação de soluções para um problema em uma unidade fabril – Método, Máquinas, Medidas, Mão-de-Obra, Material ou Meio-Ambiente. Entretanto, para desenvolvimento de software é mais flexível – Processo, Ambiente, Ferramental, Tecnologia, Time e Relacionamento.

  • Método: causas no método que estava sendo executado o trabalho;
  • Material: causas no material que estava sendo utilizado no trabalho;
  • Mão-de-obra: causas nas atitudes – pressa, imprudência, qualificação;
  • Máquina: causas envolvendo a máquina que estava sendo operada;
  • Medida: instrumentos de medida, calibração, indicadores, acompanhamento, frequência;
  • Meio ambiente: poluição, calor, poeira, layout, falta de espaço, dimensionamento.

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