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Recriei os menus de Jogos e Toolbox com imagens

Prestes a comemorar 8 anos de blog, redesenhei as páginas com os menus de jogos e toolbox, onde havia listas indexadas sobre jogos e técnicas, cada linha apontando para um post, agora tem imagens ilustrativas indexadas (desenhos dos jogos são da Luisa Audy).

As listas iniciaram despretensiosas, foram crescendo ano a ano e viraram boas caixas de ferramentas, a partir de 2014 se transformaram em livros, workshops e jogos que são uma grande paixão e proporcionaram dezenas de momentos incríveis em 2018 e 2019.

Ainda tem posts de jogos e técnicas não indexados, afinal, são 1301 posts, mas estou revisando e atualizando – teorias e modelos, técnicas e boas práticas, metodologias, relatos e depoimentos sobre eventos que organizo, resenhas, vivências sobre facilitação, etc.

JOGOS 360° – https://jorgeaudy.com/jogos-360o/

Mais de cem jogos divididas em icebreakers, muitos warm ups e agile games, para tornar este acesso mais divertido e dinâmico, produzi em gráfica os baralhos em formato especial, gramatura alta, coloridos, cada um com uma descrição ou passo-a-passo e um QRCode para o post. Se tiver interesse no baralho e canvas A3 ou quiser acessar o menu, visita a página do Jogos 360°.


TOOLBOX 360° – https://jorgeaudy.com/toolbox-360/

Mais de cem técnicas em categorias como estratégia, modelagem, planejamento. Assim como para os jogos, criei o baralho e o tabuleiro para ampliar e versatilizar seu uso, formato especial, gramatura alta, coloridos, cada um com uma descrição da técnica e o QRCode para um post. Se tiver interesse no baralho e tabuleiro A3 do Desafio Toolbox 360° ou visitar o menu, na página do Toolbox 360°.


CULINÁRIA – para descontrair!
20/07/12 – Pedrinhas de maça
17/03/13 – Pudim de maçã com pão
07/07/13 – Grostoli da colônia tem gosto de infância
23/05/15 – Granola feita em casa é tudo de bom
22/12/15 – Biscoitos de Gengibre
07/08/16 – Comidinha de gato
11/01/17 – Bruschettas vegetarianas

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Kahoot, Mentimeter e novas formas de interação, jogos para questionários e enquetes

Novos tempos e novos paradigmas exigem novos termos (*) para o uso aplicado de tecnologia, jogos, áudios e vídeos em aula, uma roupagem nova para conceitos antigos. Há 60 anos atrás o manual do escoteiro mirim já era usado como recurso de educação, seriados da Disney e outras produtoras, lembrei até das aulas de inglês do Fisk na década de 70, usando músicas, esquetes e jogos para ensino e aprendizado.

(*) educommunication (education + communication), edtech (education + technology), edutainment (education + entertainment), também podemos citar conceitos correlatos como ludificação ou gamification para o uso de mecanismos de jogos em outras áreas.

A muito tempo o universo de ferramentas utilizados em aula para questionários, enquetes e interação sobre conteúdos vem se transformando em algo mais dinâmico, atraente e divertido. Cores, movimento, elementos gráficos, imagens, melhor que longos textos. Ao mesmo tempo, professores, pesquisadores e instrutores tem que se reinventar, impondo novas técnicas e empatia. Isso é só o começo!

KAHOOT!

É uma plataforma de aprendizado baseada em jogos, usada como tecnologia educacional em escolas e outras instituições de ensino. Seus jogos de aprendizado, “Kahoots”, são testes de múltipla escolha que permitem a geração de usuários e podem ser acessados por meio de um navegador da Web ou do aplicativo Kahoot. – https://create.kahoot.it/

Não são questionários, são jogos, porque possuem uma dinâmica de pontuação, nicknames, tempo de resposta, todos em paralelo, com ranking, onde o professor coordena os tempos para resposta, debate, feedback e evolução. A versão paga gera além de quiz e true/false, oferece:

MENTIMETER

A Mentimeter é uma empresa sueca com sede em Estocolmo com um aplicativo onde obtemos informações em tempo real de equipes remotas e alunos on-line com pesquisas ao vivo, questionários, nuvens de palavras, perguntas e respostas e muito mais. O Mentimeter, assim como o Kahoot tem muitas opções e parametrizações bloqueadas na versão free, mas ambos pode importar e exportar dados – https://www.mentimeter.com/

É possível agregar pesquisas de opiniões, votações, avaliações em tempo real, durante e após as apresentações, em conferências, programas de treinamentos e educação e eventos em geral. Ela agrega, ainda, um gama de dispositivos para se trabalhar estratégicas de sensibilização, mobilização e participação proativa do público-alvo, onde o anonimato e o feedback imediato ajudam a ampliar o envolvimento.

QUIZIZZ

É um aplicativo de jogo que propõe seguir o ritmo dos alunos nas respostas, podendo desacelerar e pensar nas perguntas, podendo inclusive desligar o cronômetro. Pode ser atribuído a alunos fora da sala de aula como uma avaliação formativa – http://quizizz.com/

quizizz

QUIZALIZE

Pode ser reproduzido de forma síncrona durante a aula ou assincrona fora da aula, com a capacidade de escrever respostas mais longas. O aplicativo divide aleatoriamente os alunos em duas equipes, para que eles compitam entre si em grupo. Recentemente, Quizalize também adicionou uma versão “basquete”.

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SOCRATIVE

Ao contrário dos outros três aplicativos, o Socrative permite respostas curtas (embora você precise verificá-las). Ele oferece uma opção de corrida espacial, onde as equipes de estudantes competem entre si. O feedback imediato é parte do processo de aprendizagem. O Socrative fornece isso para a sala de aula ou escritório – uma maneira eficiente de monitorar e avaliar o aprendizado que economiza tempo para os educadores, proporcionando interações divertidas e envolventes para os alunos – https://socrative.com/

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Abaixo, o que usávamos antes é um choque, formulários textuais em que usar cores e imagens simples e estáticas era um diferencial, mas que comparado com a ludificação (*) proporcionada pela dinâmica de jogos e interação em ferramentas mais disruptivas, é um grande contraste.

(*) Ludificação, também chamado de gamificação, é o uso de técnicas de design de jogos que utilizam mecânicas e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos diversos, normalmente não relacionados a jogos.

FORMS do GDRIVE

O Google Forms é um aplicativo de espectro generalista, que permite a gestão de pesquisas textuais, lineraes, solução incluída no pacote de escritório do Google Drive, junto com o Google Docs, o Google Sheets e o Google Slides. O Forms apresenta os recursos de colaboração e compartilhamento encontrados também em Documentos, Planilhas e Apresentações da famosa suite do Google.

Entre 2011 e 2018, tenho centenas deles, criados para consultas, pesquisas, inscrições, orientações com feedback, é bem simples e quadradinho, mas cumpre seu papel no básico. É intuitivo e é possível criar e enviar um questionário ou pesquisa simples em poucos minutos. O resultado com respostas e devolutivas geram estatísticas e ficam salvas em um GSheets (planilha igual ao Excel) para edição e download fácil.

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Conhecer o modelo de Kübler-Ross pode ajudar na reação à covid-19

Resposta emocional à mudança, esta teoria de meados do século XX nunca foi tão razoável, o Brasil precisa usar mais argumentos científicos, balizados, racionais, modelos e teorias robustas que há décadas envolvem milhares de pesquisadores mundo afora.

Este modelo, amplamente estudado pela academia pode ser percebido na morte de um ente querido, quando exposto a um incidente imprevisto,  mudanças intensas e repentinas, o que nos exige um tempo para assimilar, reagir e superar.

O site da fundação Elisabeth Kübler-Roos no Brasil é https://ekrbrasil.com/, uma instituição focada na tanatologia, no compartilhamento de teorias e estudos científicos sobre a morte, suas causas e fenômenos a ela relacionados.

A ciência não nos ajuda só a fazer modelos gráficos ou definir estratégias, mas também nos apoia na argumentação, entendimento de contextos, especificidades. Quanto melhor entendido, menor a profundidade e amplitude da curva. O objetivo não é eliminar a negação, mas acelerar as etapas iniciais e o quanto antes partir para a reação!

Um estudo coerente quando nos vemos em frente a uma pandemia global que desde seu marco zero tem poucos meses. Já passamos pelo choque, pela descrença, frustração, pela angústia do desconforto, quatro passos prévios a reação e reposicionamento.

Temos negação, raiva, barganha, depressão e aceitação, aspectos emocionais de resposta a uma mudança repentina. Pensando em termos de reação positiva a mudança, é complementar à modelos de estratégia e tomada de decisão para gestão de crises.

RESPOSTA À COVID-19

Todos os modelos médicos e científicos mostram que ainda temos o pior pela frente, continuar negando ou resistindo a estes estudos e projeções é desperdício de tempo, profissionais, famílias, empresas e sociedade precisam montar planos de resposta de curto, médio e longos prazos.

Passada a negação e estado de choque, não é só cortar gastos, é mapear nosso 5w2h até aqui e desafiar-se a mudar o necessário para uma nova realidade, debater ideias, parcerias, inovação, empreendedorismo em seus diferentes extratos e possibilidades … procurar gerenciar a mudança a seu favor.

  • Está em casa e não pode sair;
  • Seus planos se inviabilizaram;
  • Você ou conjuge foi demitido;
  • Suas reservas são finitas;
  • A empresa fechou;
  • Um familiar contaminado;
  • Está sem clientes;
  • etc.

A curva de Kübler Ross pode materializar este Gerenciamento de Mudanças, acelerar sua evolução, antecipar a reação, gerar melhores respostas e resultados práticos no curto prazo. Conscientes, é possível antecipar-se a curva e gerar iniciativas para mitigá-la ou acelerá-la.

Shock, denial, frustration & depression – Acelere ao máximo estas etapas, busque informações e parta para a reação;

Experiment – Engajar-se na mudança, dedicar-se a entender, mapear, idear, contribuir com a visão da situação;

Decision – A partir de cenários, debater e escolher alternativas a serem definidas e planejadas de forma ágil;

Integration – É a vivência, experimentação, validação, inconformar-se e ir a luta. Tentativa e erro, aprendizado e adaptação.

Há variadas interpretações e variações deste modelo, como por exemplo:

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Papopinado sobre Toolbox 360° em época de covid-19

Papopinado é uma iniciativa do Fábio Trieveiler, Fábio Jascone, Ricardo Binns e Anderson Gonzaga, em sua terceira edição, debatendo paradigmas, abordagens, técnicas e boas práticas relativas a home office, trabalho remoto, equipes distribuídas.

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O convite para falar sobre Toolbox 360° e homeoffice venho do Fábio Trieveiler, profissional que conheci em 2018 na SoftPlan e que hoje atua como lean-agile leader na Supero na ilha de Santa Catarina, em Florianópolis.

O Ricardo Binns e o Fábio Jascone são da Philips em Blumenau e o Anderson Gonzaga é da Ailos de Blumenau, todos eles palestrantes e instrutores conhecidos da comunidade ágil brasileira.

Foi uma papo bem descontraído, divertido, sem uma pauta prévia estabelecida além do título e o tempo voou, falamos sobre tópicos bem variados e a maioria deles substrato, relevantes com ou sem pandemia e distanciamento social.

O vídeo ficou publicado no canal de vídeo do PapoPinado no Youtube e colei o link direto para o vídeo a seguir:

Só porque o tema proposto pelos guris foi Toolbox, mais informações em https://jorgeaudy.com/desafio-toolbox/

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Vídeo-chamada com vídeo, áudio e muita sinestesia – Zoom, Miro, Trello e GDrive

Na noite do dia 27/03/2020, rolou a segunda aula remota pós quarentena da PUCRS pelo covid-19, nesta o Zoom e vídeo reunião já não era novidade e pude introduzir conceitos essenciais de facilitação remota e sinestesia, o impacto do uso das câmeras, comunicação não verbal e o uso de murais cooperativos.

Uma oportunidade de exercitar video-chamadas agregadas de conceitos sensoriais e ativos, colaborativas com MIRO, TRELLO e sheets do GDrive. Acoplando o conteúdo em ppt com as ferramentas, exercitando técnicas de mural para modelagem visual colaborativa, onde todos compartilham e editam ao mesmo tempo.

27032020-1

Aproveitei o conteúdo da aula (história do gerenciamento de projetos e uma introdução ao PMI e PMBOK) para exercitar reuniões por vídeo o mais instigantes, empáticas e produtivas. Primeiro é preciso desapegar das restrições do século XX quando reuniões por vídeoconf eram limitadas, enquanto agora é possível engajar e ousado mais.

No Miro era possível ver 10 cursores com os nomes de cada um enquanto os elementos do diagrama iam surgindo, acordos sendo feitos e co-criação a bom termo. No Trello foi possível debater e incluir cards colaborativamente. No GDrive, usei uma planilha para simular o preenchimento de um PMC e todos trabalhando juntos.

Nas próximas aulas quero aproveitar para falar de outras ferramentas, como as de mapas mentais, outros boards, canvas e ferramentas de comunicação. Aproveitaremos as aulas remotas para ir além do conteúdo e exercitar a maior demanda dos dias de hoje – reuniões remotas para tudo, mantendo a empatia, sinergia … e elegância.

Vídeo-chamada sem vídeo e sem sinestesia? Pode isso Arnaldo?

O mundo está vivenciando home-office na marra, reuniões virtuais com quem está longe ou perto. Lembro em 2013 em projetos ágeis as empresas ainda insistiam em voo e hotel para garantir o presencial. Hoje, usarem largamente vídeo-chamadas já é uma conquista, agora vem novos paradigmas de interação com mais sinestesia.

Sinestesia refere-se a uma sensação secundária que acompanha uma percepção, ou seja, uma sensação em um lugar originária de um estímulo proveniente de um estímulo de outro (Dorsch, 1976), designa a união ou junção de planos sensoriais diferentes.

Muitos ainda mantém o hábito vintage de desligar o vídeo e ficar só com o áudio, mas devemos instigar e aproveitar diferentes sentidos sempre que possível, no caso de uma vídeo chamada, é possível ativar a audição, a visão e a ação, ativa ou mesmo estática … aquela que gera uma expectativa de ação.

Cenário #1 – inércia, sem quebrar paradigmas

Temos 5 pessoas em uma vídeo-chamada imposta pelo covid-19, todas de câmera desligada, uma falando por vez, repleto de lacunas, todos cheios de parcimônia, posso falar, desculpa te atrapalhar, ops não percebi que ainda estavas falando, todas olhando para uma tela estática em que a fotinho de quem está falando fica em destaque. Característica comum também é intercalar falas com gaps, fatias generosas de tempo sem ninguém falando porque ninguém sabe quem vai falar e pela ausência dos vídeos, não temos a menor ideia de quem quer ou vai falar;

Cenário #2 – sacudindo a poeira

Temos 5 pessoas em uma vídeo-chamada imposta pelo covid-19, câmaras ligadas, afinal, não importa se esta de casaco, blusão ou pijama (mínimo decoro é esperado), o que aparece é o busto, todos vendo o colega ou cliente, olho-no-olho, percebendo o movimento e intenção, um movimento de mão, mesmo se der uma atrapalhada, deixa seguir, aguarda mais um pouco, sem salamaleque. Aqui temos uma percepção sensorial melhor e divertida, as coisas encaixam a partir de um movimento de sobrancelhas, um aceno de mão, um piscar de olhos;

Cenário #3 – quebrando tudo \o/

Temos 5 pessoas em uma vídeo-chamada imposta pelo covid-19, câmaras ligadas, todos naturalmente estabelecendo protocolos informais de fala, olho-no-olho e cumplicidade, já sem salamaleques e data vênias. Além disso, com um quadro do Miro em branco ou pré-elaborado, talvez uma planilha (ou doc ou drawing) do Goggle Drive aberta, entre outros tantas opções (*), permitindo que algo dinâmico possa ser manipulado. Por exemplo, uma planilha com uma coluna para cada participante, um doc com tópicos, pauta ou diagrama, um Canvanizer, um Trello;

Conclusão

Em oficinas, treinamento, aulas e reuniões, tenho o hábito de colocar uma folha branca A2, postits e canetões no meio de cada mesa, isso vale para a DBserver, para workshops com a Sputnik e para minhas aulas na POlitécnica da PUCRS.

Em dias de home office nesta quarentena não poderia ser diferente … o povo ainda esta se adaptando a video meetings, o primeiro passo foi do covid-19, o segundo foi abrir um Zoom, Skype, Hangout ou Whereby, o próximo vai ser perder o medo deles, ir além do que se usava no passado, agora é as ganhas.

Canal oficial com vídeo-tutoriais do MIRO – https://www.youtube.com/channel/UCfhGfgBKDcFI74bBJ9yjLDQ

Canal de vídeo-tutoriais do Trello no youtube – https://www.youtube.com/channel/UClwrPjExZWnpU0fIMUj__ZA

Canal de vídeo oficial do Google Spreadshhets com tutoriais – https://www.youtube.com/channel/UC8p19gUXJYTsUPEpusHgteQ

Canal oficial do Zoom no Youtube – https://www.youtube.com/user/ZoomMeetings

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A hora é agora, daqui a uma semana estaremos atrasados uma semana

Vejo a cada dia o cancelamento de reuniões, projetos, contratos, treinamentos, muitos deles diretamente relacionados a gestão do conhecimento, facilitação, inovação, mas agora é hora de experimentação, renegociação, novos meios. Todos estão sendo impactados, logo, proponha um novo acordo, repense os tempos e as interações, essa crise vai demorar, a solução é repensar, se reinventar e seguir em frente.

O quanto antes treinarmos a todos nós com o uso de tecnologia remota, por mais difícil que pareça, melhor. Até mesmo porque tecnologia deveria funcionar e provavelmente no início vai dar trabalho, vai gerar frustração, mas só assim aprendemos, ajustamos e seguimos em frente. Balanceie seu tempo, evite se entregar a TV e ao inócuo debate de ideologismo sem resultado prático nas redes, arregace as angas e vá a luta.

A tecnologia está aí, streaming, cloud meeting, redes sociais, youtube, miro, canvanizer, trello, etc. Com certeza o timing muda e haverá mesmo assim um tempo de adaptação, de aprendizado. Mas, aprendemos melhor fazendo e não é hora de postergar o impostergável. Mantenha o engajamento em atividades remotas, use muito vídeo, mantenha janelas permanentes uns com os outros, qualquer área que possa manter algum ritmo ao se reinventar tem essa obrigação, enfiar a cabeça no chão como um avestrus não é exatamente uma estratégia.

RENEGOCIE – Gosto do exemplo do rádio, jornal e TV, uma matéria tem um único conteúdo, mas possui forma e ritmos diferentes em cada meio, logo, é preciso repensar nossos tempos, o formato, inovar, empreender, além disso, estar aberto para reajustar novamente quantas vezes necessário. Frente a certeza de que o contrato, plano, agenda originais não poderão ser cumpridas como o previsto, a solução não é cancelar, mas revisar o contrato, replanejar, reagendar, … Onde estava o presencial e a reunião, agora será remoto em interações resigificadas.

VÍDEOS – O primeiro passo é definir a(s) plataformas mais aderentes as suas necessidades ou disponibilidade para reunião por vídeo em tempos de Covid-19 … postei recentemente as principais plataformas para reuniões em vídeo, com suas características e links. Mas, temos que ir além da reunião de hora marcada, é possível manter o contato estável e contínuo, manter uma janela com acesso permanente a todos.

QUADROS – Compartilhei um post sobre quadros virtuais em tempos de Covid-19, onde compartilho vários softwares e aplicativos para criar quadros e mapas mentais colaborativos, recurso essencial para trabalho remoto colaborativo e mapeamento colegiado. Aprender a modelar mapas conceituais para convergência, tomada de decisão, planejamento, etc, não é trivial, o quanto antes desenvolvermos isso melhor.

Inovação e empreendedorismo

Agora é hora de tentar fazer diferente, de novas parcerias, com expectativas abertas, menos formatadas e previsíveis. Mais que nunca há muitas pessoas com tempo extra para aprender e descobrir … temos de uma a duas horas a manos de deslocamento, almoçando em casa. Aproveite para ler, ativar seu networking, busque ou ajude novas formas de gerar receita, conte com os seus parceiros de viagem e retroalimente sua rede.

Há um grande número de cursos gratuitos e aumentam a cada dia, grandes instituições se sensibilizam com o momento e oferecem opções antes pagas e agora abertas para que as pessoas aproveitem o tempo para aprender e se motivar, talvez instigar se reinventar. A galera pode juntos votar e escolher alguns cursos para todos fazerem e gerar reuniões de debate e interpretação, com sessões de inovação para uso prático:

(*) Da uma olhada no Youtube em tutoriais e cursos sobre Scratch … se aprende lógica e programação brincando, como em https://www.youtube.com/watch?v=poLuoL4nVCE
(*) Tenho um post de 2016 explicativo sobre a oportunidade de ensinar com Scratch
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Um quadro virtual para rabiscar em tempos de COVID-19

Na linha do “Estamos isolados em casa, e agora?”, a seguir compartilho várias ferramentas para co-criação de mapas mentais e diagramas de forma compartilhada e distribuida. No post anterior postei os que uso para reuniões em vídeo, neste post vai mapas mentais colaborativos:

https://miro.com/app/dashboard/ – Este é o que mais eu usei e ouvi citações nos últimos meses, permite diferentes mapas mentais em uso compartilhado de forma que todos possam interagir e editar o mapa em construção.

https://canvanizer.com/ – Esse é um dos mais antigos e mais versáteis, permitindo dezenas de templates em diferentes tipos de mapas, canvas e modelos muito úteis. Eu não o uso muito basicamente porque 99% dos times com quem trabalho estão fisicamente reunidos ou muito próximos.

https://www.mindmeister.com – Mapas mentais raiz, para quem curte síntese e diagramação de mapas conceituais com seus nodos, conectores, informações, cores, etc. Também tem os http://www.xmind.net/download/win/, o http://www.mindnode.com, o http://coggle.it/, entre outros.

https://sketchboard.io/ – Esta solução oferece vários tipos de elementos e recursos para a montagem mapas, diagramas, modelos e permite a edição concorrente por várias pessoas ao mesmo tempo.

https://drive.google.com/drive/u/0/my-drive – Não podemos deixar de forma alguma o GDrive fora desta lista, porque todos os tipos de arquivos por ele facilitados permitem colaboração e concorrência – documentos, planilhas, desenhos, …

Há muitos mais, se procurar por ferramentas colaborativas para mapas mentais, desenho e canvas, vai aparecer uma lista enorme … mas o que eu queria era provocar a experimentação de uma delas, gerar o interesse … em tempos de todas as equipes estarem distribuídas em home office, essas dicas podem ser úteis. As vezes tudo o que queremos é um quadro branco para poder rabiscar  🙂