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Guia rápido para usuário de GIT – By Eduardo Namba

Eduardo Namba, arquiteto de Soluções Sênior na Via Varejo Online, públicou um guia rápido com os principais comandos do Git lá no Linkedin. Eu perguntei pra ele se eu podia gerar um guia visual em tamanho A3, aqui está minha pequena contribuição para iniciantes só possível pela grande contribuição dele … Quem está iniciando com o Git agradece!

Principais comandos no git – Folha imprimível em A3

O artigo original está em https://www.linkedin.com/pulse/guia-r%C3%A1pido-para-usu%C3%A1rio-de-git-eduardo-namba

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25/11 – DB ToolBox Wall

Tive a oportunidade de criar um mural de técnicas do Toolbox Wall na DBserver no Sábado de 25/11/2017 com mais de 80 boas práticas para ciclos iterativos-incrementais de ideação, modelagem, validação, planejamento, construção e aprendizados. Com técnicas oriundas de métodos e frameworks, tradicionais e ágeis, do Design Thinking, Lean Startup, Scrum, Kanban, Art Of Hosting, de variadas formas e dinâmicas. O objetivo é ser um apoio a gestão do conhecimento, provocar o interesse em novos aprendizados, compartilhamento de boas práticas.

Venho compartilhando no blog e no livro a anos, em 2017 chegou a vez do jogo Desafio Toolbox, chegar ao Toolbox Wall foi tão somente uma consequência natural, uma forma de trabalhar em grande escala aquilo que muitos resultados vem trazendo pelos outros meios. Em grande escala temos um mural de oportunidades, selos, avatares, dicas, informações organizacionais e muito mais.

Agradeço a participação do Claudio Dias Junior que apareceu mesmo por meia hora para interagir, Henrique Geremia Nievinski da Data Science Brigade, galera que conheci quando o Cabral lançou o Serenata e fui eu ler mais sobre essa galera de Data Science, Augusto Rückert do ZAP, tecnotalker de longa data, colega da Mayra no ZAP, Kênia Martins Couto da Atmosfera Social, o parceiraço Taner Pereira do Sicredi, na mesma vibe do colega e tecnotalker Rodrigo Murari Severo, ao parceiraço Thiago Mulek e a surpreendente arquiteta Samara Fonseca, que tem alma de TI, porque pegou junto do começo ao fim. Todos ganharam um baralho, minha forma de agradecer a parceria.

Eles escolheram três técnicas, que praticamos como exercício – Lean Startup, UX Value Proposition e Impact Mapping. Em pouco mais de uma hora, exercitamos técnicas de modelagem, ideação/empatia e de user storing, rendendo uma boa percepção do potencial de uso destas e das outras técnicas, onde o conceito principal é aprender fazendo, porque a prática é o melhor professor.

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Rapport é relacionamento, base de um Time de Alta Performance

“Rapport é um conceito da psicologia, uma técnica usada para criar uma ligação de sintonia e empatia com outra pessoa. Empatia e relacionamento positivo é fator crítico de sucesso de um time, através da existência de uma relação convergente e harmônica no trabalho. Isto não quer dizer unanimidade ou igualdade, mas equidade e sinergia.

O estabelecimento de uma relação positiva no inter-pessoal de um grupo sócio-técnico de alto nível impõe equilíbrio entre influência, convicção e propósito. Muitos profissionais são ainda muito individualistas, competem por motivos fúteis, privam-se de uma visão do todo, alguns falam de agilidade, mas não abrem mão de uma visão passional do seu entorno.

Rapport

A psicologia chama de Rapport um “estado que ocorre quando duas pessoas sentem-se capazes de se conectar entre si a partir de interesses compartilhados, valores e outros fatores pessoais”, devendo se valer da atenção mútua, positividade e continuo contato, correspondência de ritmo, posturas e espelhamento, corporal e emocional.

O exercício de coaching utiliza os princípios da técnica de Rapport para estabelecer um relacionamento de confiança entre Coach e Coachee. Segundo o IBC este foco promove três comportamentos durante o coaching – coordenação, positividade e atenção mútuas – essenciais para a geração de sintonia e convergência às ações e resultados desejados.

Espelhamento

Li vários artigos sobre espelhamento e quanto mais eu lia, mais entendia o que não estava escrito, agilidade é estabelecer uma relação harmoniosa, envolvendo um mesmo parâmetro para nossos relacionamentos inter-pessoais, verbal e não verbal. Praticá-lo no nível adequado com nossos parceiros nos coloca em outro patamar enquanto pessoas – tem a ver com respeito, empatia, humildade e propósito.

Artigos relatam espelhamento como movimentar-se e falar de forma parecida com o outro, não é fazer igual, mas entrar em sintonia, em harmonia, mesmo divergindo em ideias e opiniões. Artigos citam postura, respiração, energia e ritmo, entre outras disciplinas trabalhadas de forma consciente até serem internalizadas, aprimorando nossa buscar por equilíbrio e harmonia com nossos interlocutores.

It’s Not All About “ME” (Robin Dreeke)

No livro de Dreeke há 10 disciplinas que nos ajudam a estabelecer Rapport, em Agile vivemos grupos sócio-técnicos e aprender a lidar com pessoas é tão importante quanto lidar com tecnologia. Uma impressão não literal dos 10 pontos definidos por Dreeke seria:

1)  Establish artificial time constraints

Limitação de tempo, ao iniciar estabeleça o tempo disponível, do todo ou para a etapa. Ao iniciar uma reunião, evento, conversa, debate, estabelecer uma perspectiva de tempo é tão importante quanto uma meta ou objetivo;

2) Make Sure Your Body Language is In Sync

Parecer é tão importante quanto ser, então evite demonstrações antagônicas, sorria, evite posicionar-se acima ou abaixo dos outros, seja gentil e espelhe o cumprimento, evite ser muito mais ou menos intenso que o outro, ao apertar a mão retribua ao invés de impôr;

3) Speak Slowly

Cadência e intensidade da fala, o volume e força dizem muito, Dreeke sugere pausar, cadenciar, dando tempo para que as pessoas acompanhem a linha de raciocínio, assimilem o conteúdo. Muita força demonstra animação, mas pode demonstrar ansiedade ou descontrole;

4) Ask For Help

Assertividade em pedir, atender ou receber são princípios de todas as relações humanas, exercitamos argumentação e negociação todos os dias e quanto mais empáticos formos, maior a probabilidade de estabelecer conexões e fazer acontecer;

5) Suspend Your Ego

Conter seu ego, tem a ver com ser um bom ouvinte, permitir-se ouvir, compreender, estabelecer pontos de contato, evitando ser auto-suficiente a ponto de colocar suas necessidades a frente de tudo o mais, impondo sua vontade;

6) Validate Others

Saber ouvir, com transparência e não impôr seu pensamento, genuinamente entender a posição e opinião, argumentos e embasamento do outro, é a melhor forma de debater e convergir positivamente para a melhor opção, sem sermos tendenciosos;

7) Ask: How? When? Why?

Aproveite as informações que estão lhe fornecendo para enriquecer de forma genuína seu posicionamento, use perguntas abertas para entendê-las, mesclar diferentes pontos de vistas enriquece qualquer debate ou tomada de decisão;

8) Quid Pro Quo

Reciprocidade, qualquer interação humana tende a estabelecer uma relação, melhor com empatia e vínculo, quando nos esforçamos em dar e receber, as pessoas sentem-se mais acolhidas e instigadas – entrega, doação, bilateralidade;

9) Give A Gift

Altruismo, evitando não valorizar o esforço e conquistas dos outros, evitando julgar e diminuir pequenas vitórias, a percepção e valorização do esforço em fazer certo, em correr riscos, em tentar fazer, nos faz ir além, algo como altruísmo recíproco;

10) Managing Your Own Expectations

Gerenciar expectativas, é fundamental manter expectativas o mais realistas possíveis, gerenciá-las garantem que cada meta ou objetivo, pessoal ou coletivo, sejam conscientes, factíveis mas desafiadoras, nos motivando a persegui-las.

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Storytelling – Jorge Audy, 10 anos de Agile

Ao fazer um relato de meus três anos de DBserver, percebi que em 2008 há exatos 10 anos atrás eu desci para a área de produtos digitais. No dia anterior eu era coordenador do projeto MPS-Br no corporativo, no dia seguinte assumi equipes digitais que vinham tentando Agile … minha história começou a mudar e não parou desde então, o tempo passou, fiquei 10 anos mais velho e mesmo assim me sinto 20 anos mais jovem \o/

Para registro histórico, um storytelling navegando desde o ano de 2008 quando assumi a coordenação de desenvolvimento das equipes da área de produtos digitais do Grupo RBS até hoje. Quem quiser comentar, comenta aqui \o/

2008 – No ScrumBut até cair a ficha

Após 7 anos de ADP Brasil como coordenador de desenvolvimento corporativo, envolvido com equipes no ERP JDEdwards, operação, web corporativa e print center, fui contratado pelo Grupo RBS em 2007. Em 2008 troquei a TI corporativa pela coordenação de desenvolvimento da área de produtos digitais responsável pelo ClicRBS, ZH, Hagah, Pense, rádios, TV e jornais.

Praticamos um ScrumBut de 2008 a 2011, ano em que sob a direção do Alexandre Blauth, gerência do Marco Migliavacca, mentoria do Luiz Cláudio Parzianello e pareando com a colega Cintia Lima imergimos uns no Agile Brazil de Fortaleza e saímos outros do outro lado. Fui de gravata e espírito comando-controle e me ví na volta ainda no avião preparando um plano de ação revolucionário.

Estávamos em Julho, mas em Novembro nos mudaríamos para o quinto andar do prédio 99A do TecnoPUC, o desafio era praticarmos Agile e chegarmos aquele novo ambiente já com boas práticas ágeis ou esperar para nos mudarmos para um ecossistema ágil ainda com mindset tradicional e com muito a fazer … mudar, experimentar e aprender ou esperar a pressão do simbolismo da mudança?

2011 – Mudança em ritmo antecipado e acelerado

Entre Agosto de 2011 e Novembro, quando da mudança para o TecnoPUC, lançamos o desafio de treinar e começar a praticar, experimentar, aprender mais e nos desafiar estarmos prontos para um andar e um ecossistema que exigiria muito de todos nós. Eu e a Cintia realizamos dezenas de treinamentos Agile e Scrum, em três etapas, cinco turmas em cada.

Em Agosto foi um mínimo necessário de mindset, auto-organização e retrospecticvas, alguns destaques como a reversão de alguns projetos como o RuralBR e referência do piloto com o Hagah, seguido de todas as demais equipes, em Setembro foi Kanban e em Outubro foi a totalidade do método Scrum e Kanban.

2012 – Uma revolução em todos os sentidos

Os treinamentos e coaching que puxamos a partir de Agosto e a ida em Novembro para o TecnoPUC foi o precursor de uma revolução, nada mais foi o mesmo depois disto. Os treinamentos e rollout de metodologias ágeis, compartilhando nossos estudos e vivências não pararam mais, áreas corporativas e veículos com quem interagíamos a cada projeto eram treinadas e incentivadas à prática.

Daquela época, tenho até hoje grandes amigos que levaram a todo aquele aprendizado, outras empresas e áreas de atuação, um período em que comecei a participar de GU’s, CoP’s, eventos locais, regionais e nacionais, aprendendo com os grandes nomes do Agile brasileiro e compartilhando minhas experiências em Agile para pessoas e empresas.

Naquele ano iniciei a Comunidade de Práticas chamada TecnoTalks que hoje conta com 2500 integrantes, entrei para a equipe de coordenação do Grupo de Usuários de Métodos Ágeis da SUCESU-RS e lancei meu blog – http://JORGEAUDY.COM – que hoje conta com 900 posts, onde compartilho conteúdo, resenhas de livros e artigos, ebooks, propondo técnicas e team buildings, além de compartilhar uma agenda de eventos.

2013 – Mestrado e a busca por novos caminhos

Em 2013 eu iniciei o meu mestrado, pedi as contas no Grupo RBS e iniciei um trabalho como consultor e Agile Coach com a Software Process, realizando especialmente um trabalho na TNT/Mercúrio que em pouco mais de meio ano, pilotos e rollout com grandes profissionais, toda a área de TI estava na mesma batida, praticando Agile. Outro trabalho pela SW Process foi com a SABEMI.

Meu mestrado foi na FACE em Administração, na linha de pesquisa de Gestão da Informação, a dissertação foi com o tema “Adaptação à mudança nas características do trabalho : níveis de demanda e controle durante a adoção do método ágil SCRUM por equipes de desenvolvimento de software“, com estudos de casos em empresa privada e pública.

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2014 – Em Julho iniciei na DBServer

O meu primeiro semestre na DB foi alucinante, iniciando com treinamento SCRUM 360º e consultoria para a Grendene no projeto piloto SCRUM de “Report de Qualidade” envolvendo a área de exportação e clientes estrangeiros, mas em Setembro iniciou a maratona do SERPRO, como Agile Coach, com treinamentos SCRUM 360° em regionais (SP, RJ, BA, BSB, SC, PE, AL, PR, RS), consultoria em 2 projetos piloto (SC, RJ) com procuradoria geral e tesouro nacional.

Neste ano lancei o livro SCRUM 360°, uma primeira edição independente e uma segunda com a Casa do Código, uma publicação diferente das demais que falam do todo, pois a proposta era falar de fundamentos, bases psicológicas e sociológicas, mais que técnicas e ferramentas, o que há por trás dos papéis, a natureza humana das timeboxes, artefatos e regras.

2015 a 2017 – FACIN, Livros, Eventos, Projetos

A partir de 2015, terminado o mestrado, fui convidado e sou professor na FACIN da PUCRS nas disciplinas de Tópicos Especiais em Engenharia de Software e Gerenciamento de Projetos, ao mesmo tempo em que consultorias, pilotos e coaching iam se desenrolando pela DBserver, aqui no RS principalmente, mas com interações em SC, PR e SP.

Em 2015 lancei meu segundo livro, chamado JOGOS 360°, ilustrado e colorido, com encarte A3 de referência, um livro em parceria com minha filha, ilustradora e graduanda de cinema na PUCRS responsável pelas ilustrações e encarte.

Em 2016 lancei o meu terceiro e último livro, uma franquia na verdade, TOOLBOX 360°, além dos posts no blog e o livro, em 2017 lancei o DESAFIO TOOLBOX 360°, apresentado em workshops nos principais eventos ágeis brasileiros.

Neste ínterim propus algumas técnicas, como alguns quadros de alçada, Diário de Bordo, o SCRUM SETUP CANVAS, uma técnica de análise de documentação e alguns ebooks úteis sobre teorias e modelos (Sobre os Ombros de Gigantes) e Guia Geral sobre adoção ágil.

Em 2017, também com minha filha é claro, lançamos as tirinhas do SAVANA SCRUM para falar das idiossincrasias e aprendizados ágeis na forma de personagens lúdicos e divertidos, com grande potencial de crescimento.

Um período intenso em participações como palestrante em eventos – DBTalks, TecnoTalks, Agile Brazil, Agile Trends (troféu de melhor Trend Talk), TDC’s POA e Floripa, NeoTalks NeoGrid, RAIAR, ADP Labs, Agile Day Gerdau, Conexão King Host, SEPRORGS, Quarta do Conhecimento PROCERGS, Fale com o Coach SERPRO, Semanas Acadêmicas e Feira das Profissões PUCRS e IFRS, FISL, Congressos do PMI-RS (IX, X, XI e XIV), BPW na FNAC, RED #1 e #2, GUMA, LA SALLE, UEBRS, Faculdade DOM BOSCO, entre outros.

Projetos mais significativos para mim entre 2015 e 2017:

DEFENSORIA PÚBLICA do RS – 2015 – Treinamento, consultoria e Agile Coach à equipe piloto do portal do defensor, com duração de um ano, desdobrado em um segundo piloto (Agenda).

DIMED – 2015 – Treinamento e consultoria para o projeto piloto SCRUM “Panvel na palma da mão” e planejamento do programa para a primeira Panvel em SP prevista para Abril de 2016 envolvendo projetos de todas as áreas da empresa;

PROCERGS – 2015/2016/2017 – Treinamento e consultoria Scrum junto a equipes da fábrica interna, sustentação e um processo continuado de Lean Thinking junto a DRC (equipe de analistas de negócios) ajudando a resignificar missão, visão, objetivos e planos de ação;

SICREDI – 2016/2017 – Já foram mais de 25 turmas com média de 30 participantes em um treinamento de Nivelamento Ágil que criei especialmente para mais de 700 profissionais. Para eles desenvolvi o jogo Banco Intergaláctico para experimentação lúdica de Release Plan e Sprints de um ATM em papelão e telas através de papel colorido, tesoura, cola, régua, … Além disso, planejamento e primeiro MVP projeto técnico para crédito rural.

PROCEMPA – 2016 – Agile Coach, treinamento e consultoria envolvendo quase todas as áreas da empresa, com projetos piloto Scrum em todas as equipes de desenvolvimento. Uma oportunidade única foi a facilitação de uma dinâmica de gestão de portfólio para os últimos três meses do governo municipal em 2016, com presença do prefeito e secretários municipais sobre projetos para o centro da capital;

SISPRO – 2016 – Treinamento e consultoria Scrum e Kanban nas equipes de ERP e serviços, com coaching a dois projetos-piloto;

RENNER – 2016 – Treinamento e consultoria Scrum em um projeto-piloto envolvendo a área de varejo, contando com treinamento de lideranças e interações junto a equipes de fábrica;

GETNET – 2016 – Desmistificando Agile, treinamento e consultoria em projeto piloto DSDM batizado de Falcão Peregrino, metodologia adotada por recomendação do Gartner;

UNICRED – 2016 – Treinamento e consultoria com dois projetos pilotos – gestor de negócios e evolutivo da solução de caixa;

ZAFFARI – 2016/2017 – Treinamento de todas as equipes de TI e consultoria em projetos Scrum para dois pilotos – jurídico e app;

GVDASA – 2017 – Agile Transformation do maior ERP brasileiro de educação, equipes Scrum para projetos, Kanban para sustentação e Lean Office para áreas de consultoria, suporte e apoio;

SOFTPLAN – 2017 – Consultoria em Scrum dentro de uma prática SAFe junto as áreas de procuradoria (3 equipes) e tribunais (10 equipes), além de coaching para adoção ágil na equipe de DevOps;

JCME e Rede Marista – 2017 – Facilitação no planejamento ágil de solução estratégica para congregações e inscrições escolares.

Afora estas oportunidades na disseminação e trocas de boas práticas, foram múltiplas palestras e workshops junto a outros clientes e prospects, a maioria no RS, mas muitos em outros estados, sempre sobre Agile, como Scrum, Kanban, Lean Office, Team Building Games, Toolbox, Agile Transformation, Liderança Ágil e facilitação.

Ainda tem muito 2017, mas já prevejo um 2018 cheio de novidades e desafios.  \o/

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Kirkpatrick – O que seria de nós se não soubéssemos das curvas?

Há diferentes teorias e curvas que reiteradamente discuto e que nos ajudam a entender o processo cognitivo e desafio relacionado ao aprendizado, mudança e melhoria, como a Curva de Tuckman para formação de um time, hoje vou compartilhar a Curva de Kirkpatrick.

Em 1994, Donald Kirkpatrick publicou um bestseller intitulado Avaliando Programas de Treinamento, apresentando quatro estágios relacionados aos possíveis desdobramentos de um treinamento, gerando o que chamou de reação, aprendizado, comportamento e resultados.

O entendimento de Tuckman, Ebbinghaus, Kirkpatrick e outras, nos ajudam a entender antecipadamente os porquês e de posse destas informações trabalharmos desde cedo com argumentos e ações para gerar maior efetividade na formação e evolução de nossos times.

Vejo isso a cada treinamento, a curva sobre a conversão de ensino em aprendizado e sua conversão em prática, os estudos de Kirkpatrick lançam luz e nos ajudam a melhorar enquanto palestrante, instrutor, professor, facilitador e/ou coach.

Vai além da Curva de Ebbinghaus sobre nossa capacidade e limitação de retenção e assimilação, também Edgar Schein, lembrando que a mudança gera desconforto quando percebemos que deixaremos o conhecido para tentar algo novo, que ainda não dominamos.

Eu tenho uma matriz temporal de condução para qualquer treinamento, conhecida por quem me acompanha, com um pré (organizar e instigar metas), há a execução (interagir e projetar) e um pós (experimentar, persistir e melhorar), onde acrescentei a curva de Kirkpatrick:

Em seu estudo Kirkpatrick estabeleceu ranges para cada etapa, mas como agilista eu acredito que cada pessoa, imerso em times e cultura organizacional, estabelecerá um ritmo para seu grupo, conforme liderança, metodologia, maturidade, domínio, etc.

Conhecer as diferentes curvas nos ajudam a agir para torná-las mais fluidas, gerando maior retenção e conversão em resultados práticos. Mantendo a reação em seus insights, o interesse no aprendizado, a pró-atividade do comportamento e persistência até os resultados:

1- Reação é quando o aluno ou participante percebe que aquele conteúdo tem a ver com ele e que pode ser útil de alguma forma, colaborando para possíveis melhorias no seu trabalho ou a ele enquanto pessoa. Refere-se a interesse e a maioria se motiva!

2- Aprendizado é quando o aluno ou participante se mostra interessado realmente, interagindo com o instrutor e demais participantes enquanto traça cenários imaginários de uso e projeção de resultados. Diz respeito a entendimento e planejamento!

3- Comportamento é quando o aluno ou participante estabelece uma experimentação e aprendizados, permitindo-se mudar para tanto. Diz respeito a vivência e validação, exigindo engajamento e persistência!

4- Resultados é quando estabelece-se aquilo que chamamos de melhoria contínua, os resultados já são percebidos e os mesmos são valorizados. Refere-se a evolução proposta pelas artes marciais como Ju-Ha-Ri, adaptando e tirando o máximo de benefícios.

Em treinamentos é preciso instigar pessoas a serem agentes de mudança, não desistirem e serem exemplo. A psicologia afirma que todo grupo humano possui lideranças ou formadores de opinião, o tempo e o sucesso de um processo de mudança depende muito do exemplo deles.

 

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Ao iniciar, mapeie seu contexto técnico, humano e metodológico

Um planejamento de Releases é feito em alto nível de abstração, baseado na percepção de complexidade sobre algo minimamente conhecido, mas para fazê-lo com sucesso é preciso estabelecer prévias combinações sobre tecnologia, humanas e metodológicas. No início, mapear quem somos e o que temos, maior será a probabilidade de cumprir entregas de valor. Muitos focam em histórias e Sprints, mas o que mais vejo pegar é pacto de time, transparência, autoconhecimento com realismo, desarmar egos e máscaras.

Usar metodologias ágeis não isenta da responsabilidade com o que está a sua disposição e que faz a diferença. Domínio? Restrições? Riscos? Tecnologia? Mapa de competências e expertise? Oportunidades? Expectativas? Buscar conscientemente o ponto de equilíbrio disso tudo. David Hussman propôs a Lei de Dude [Value = Why / How], se fizermos uma analogia com futebol, para jogar é preciso saber as regras e a mecânica de jogo, habilidades necessárias para montar um time, treinar fundamentos, acima de tudo é um exercício de trabalho em grupo.

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1. Dedique um turno para discutir e explicitar um diagrama de blocos ou mapa de tecnologia, esclareça arquitetura, ferramentas, boas práticas, método, como vocês irão construir software de qualidade e valor, cada opção tem riscos e oportunidades, acelera ou contêm. Isso pode ajudar a planejar Sprint Zero, Provas de Conceito, Spikes, incluir Buffers, parear com especialistas, treinamento, técnicas possíveis e factíveis, enquanto alguns preferem “ter pressa” e mascarar, auto-enganar-se por medo ou arrogância, alguns assumem, outros vão enrolando.

2. De posse de um mapa tecnológico, na forma que for, de blocos, hierárquico, floco de neve, podemos nele próprio identificar riscos e plano para aceitação, mitigação, transferência, o que evitar ou explorar, uma das opções é desdobrar em um mapa de competências. Uma técnica vencedora foca em todas estas competências em um time, quer conhecimentos, habilidades, atitude, cognição, modelos lastreados no interesse em sermos sinceros e realistas com o que somos e sabemos, alimentando planos de ação (use postits pequenos verdes, amarelos, vermelhos).

3. Finalmente, como regra para equipes ágeis que pretendem planejar um projeto, é preciso estabelecer formalmente os acordos sobre os quais balizaremos nossas estimativas e técnicas de planejamento, de forma assertiva sempre, clara, realista. Minha sugestão é o artefato abaixo, um canvas para as combinações iniciais, vivas, que sustentarão o racional para uma inception ou técnica que se escolha para planejamento. O objetivo não é um contrato, mas consenso naquilo que é mais importante, porque tecnologia em projetos também devem ter seu MVP.

Uma dica importante, evite incluir em um mesmo início de projeto novidades demais, se uma equipe idealizar demais assumirá o risco de nada entregar, pode até ser desejável, mas não é responsável. Garanto que as equipes que não procedem desta forma, sempre acabam achando como solução culpar alguém, um arquiteto, gestor, cliente, PO, SM. Não há agilidade que resista a só quando tudo der certo.

Agilidade é antecipar e acordar o que fazer com cada risco e oportunidade, não é disputa nem transferência, é convergência responsável! Um bom quebra-gelo pode ser uma SWOT com a imagem do barco (forças/fraquezas) com o iceberg (riscos) e a ilha (objetivo), desconheço o autor original, talvez o Paulo Caroli, mas eu curto muito a plasticidade da imagem.

 

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Desafio ToolBox 360º dia 05/09 das 18:30 as 20:00

Um jogo que começou inspirado em uma dinâmica para minha disciplina de Tópicos Especiais em Engenharia de Software na FACIN da PUCRS, que transcendeu para algo muito maior e melhor que eu imaginava. Acreditem, vale a pena experimentar e dar uma conferida!

Mais de 70 técnicas e boas práticas oriundas de métodos, framework e mercado consolidaram um baralho que pode se transformar em um guia de bolso para usar, desde o jogo original, em mapeamento de competências, no planejamento ou resolução de problemas.

Eu prometi que será derradeiro, a partir da semana que vem disponibilizarei uma versão enxuta que possa ser utilizada por quem quiser. Vinha enxugando a atual devido a tamanho e custos de confecção e postagem de embalagem, tabuleiro, baralho, fichas e dado.

Para se inscrever neste Play Test, clique aqui ou na imagem:

Para saber mais informações sobre o jogo, regras, play tests, palestras, oficinas e fotos – https://jorgeaudy.com/desafio-toolbox/

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