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18/08/18 – Cada workshop Toolbox 360º é único

Mais um workshop Toolbox 360°, com uma galera muito pilhada, divertida, Learning 3.0 na prática, trazendo desafios e construindo alternativas de soluções a partir de muita sinergia de conhecimento e aprendizado descentralizado … como tem que ser!

Nesta edição o Dreyson Queiroz contribuiu de forma mais intensa, compartilhando com todos um pouco de suas vivências e conhecimentos sobre teorias e práticas de modelos, métodos, teorias, ferramentas e talz … 🙂

Novamente uma tarde intensa, onde desafio a galera a sair da caixa para poder enxergá-la melhor e empacotá-la para presente \o/, nada de exercícios fictícios, cada um contribuindo nos debatendo em grupos suas percepções e expertises, ensinando e aprendendo.

É mão na massa, logo de início rola apresentações e expectativas, tem Desafio Toolbox 360°, um jogo que já se mostrou multidisciplinar e muito provocativo, alguns debates e Toolbox Wall 360°, o tradicional super-coffee e várias rodadas de debates em diferentes desafios.

Sempre colo aqui alguns depoimentos feitos nas redes, o que me orgulha muito:

“Superou minhas expectativas, o Jorge Audy e o Dreyson Queiroz foram sensacionais. Aprendi muito nesta tarde e agora é hora de jogar!” – Hugo Linhares Reichenbach – Brudam Softwares que Entregam Eficiência

“E como estamos no sábado ? Estudando… estudando e estudando com os melhores ! Foco + ação = resultado” – Silvia Marmontel Matos – SM Consultoria Jurídica

“Simplesmente demais, uma tarde de muito conhecimento e troca de experiências, além da grande oportunidade de conhecer e partilhar experiências” – Diego Souza – Comércio de Produtos Agrícolas Ferrarin

“Tarde de muito aprendizado no Workshop Toolbox 360° com Jorge Audy e Dreyson Queiroz!” – Marcos Longo – Ditech Consultoria e Sistemas

“Caraca! Muito bom mesmo! Energia, colaboração, reinvenção e sinergia! Valeu a pena o bate volta!” – Silvia Sarmento – Tchê Treinamentos

“Foi uma tarde🔝! Sol, calorzinho, aprendizado, trocas e muita energia boa!” – Liana Alves – Unicred do Brasil

A cada workshop, uma egrégora diferente, muita energia sempre, mas cada grupo interage diferente e traz vivências e contribuições muito legais, tem sido um privilégio poder interagir e trocar tantas coisas boas com tanta gente que faz acontecer em suas áreas e não perde oportunidade de compartilhar.

TB

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Problem Pitch para empatia, entendimento e solução

Uma espécie de notação para estruturar a declaração de problemas, assim como uma User Stories para necessidades do cliente. Segundo seus criadores, é possível gerar maior assertividade se ao declararmos um problema usarmos arquétipos: <Papel> <Emoção> <Ação> <Motivo>.

  • Papel – “Como integrante de um time ágil,”
  • Emoção – “fico perdido e chateado,”
  • Ação – “quando repriorizam algo”
  • Motivo – “sem debater o porque da mudança, benefícios e ônus”.

Assim como em uma User Story, a notação padronizada nos oferece a disseminação de uma técnica que colabora para uma comunicação posicional mais assertiva sobre problemas e oportunidades, para então priorizá-las com objetividade. A seguir uma apresentação com sugestão de uso:

Assim como o Learning Canvas e o Managing Dojo dos mesmos autores, o Pimentel propôs usar o conceito como base para uma técnica para resolução de problemas, pautando primeiro o passado (problema), para estabelecer o futuro (resultado esperado) e só então debruçar-se no meio, por plano(s) de ação (hipóteses).

Na apresentação tem tempos e formato sugeridos, eu uso de diferentes formas, o aspecto original desta técnica é a construção do “problem pitch”, de resto segue a linha de várias outras técnicas de brainstorming para resolução de problemas ou aproveitamento de oportunidades.

Por exemplo, assim como outros tantos para debate e resolução de problemas com foco em entendimento, empatia e planos de ação, o quadro abaixo é uma opção:

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1° Workshop Toolbox 360° em SP (aos pés da ponte estaiada)

Dois dias em SP aos pés da ponte estaiada, imagem mais icônica da capital paulista, interagindo com o super time da DBServer SP, especialmente contando com a Maressa, Daniel, Rafael, Silas, Elias e Verner. Na sexta um bate-papo com líderes de diferentes clientes e no Sábado a oportunidade de rever 30 parceiros da minha rede no workshop.

Alguns imprevistos, como a indisponibilidade do ar condicionado, exigiram adaptação, mas em nada comprometeram os resultados práticos, pois acabamos iniciando na ótima e ampla sala reservada e encerrando na fantástica área de convivência com uma grande área envidraçada com vista direta para a ponte estaiada.

Parecia mais um workshop aqui no Café Coworking do TecnoPUC de tantas pessoas conhecidas e queridas, estavam lá o Rafael Capra, a Gabriela Corrêa, a Deborah Zapata, o Lauro Madalosso Nunes, o Rogério Roberto, a Edilaine Miguel, entre outras pessoas muito queridas e que muito interagiram e contribuirão.

Como diz a abordagem pedagógica do mestre Alexandre Magno, neste workshop eu uso o Learning 1.0 quando me utilizo de cartas com conteúdo estático como base, Learning 2.0 ao provocar o debate e reforço pelos participantes, Learning 3.0 nos exercícios pontuais em que proponho a todos trazerem outras técnicas e boas práticas.

“Foi uma tarde maravilhosa, muito aprendizado, troca e carinho! Por mais dias como este! Gratidão imensa por estar con vc e os outros amigos!” – Déborah Zavistanavicius Zapata – Agile Think Consultoria

“Aprendemos de forma bem prática sobre o uso das técnicas, como encaixá-las nos diversos cenários e como adaptar. Adaptar sempre!” – Gabriela Corrêa – BRQ IT Services

“Sábado de mais aprendizado! Tollbox 360° Wall … Foi show!” – Edilaine Miguel – Vagas.com

“Foi um grande prazer participar desse workshop, simplesmente sensacional!” – Camila Fonseca – Santander

O workshop tem uma sequência de exercícios e conteúdo adaptável, a base é: Boas-vindas e introdução ao conceito de Toolbox 360°, o jogo Desafio Toolbox 360°, uma primeira interação com o mural Toolbox Wall 360° ao mesmo tempo do coffee para que a galera alterne mural ou coffee ou networking, três rodadas de debate e ampliação sobre planejamento (carreira), resolução de problemas e empatia …para encerrar com os mais votados do mural, que neste caso foram Direto ao Ponto, OKR e Jogos.

Eu tento ir ajustando os tempos de acordo com o perfil da turma, o que neste caso do primeiro em São Paulo fez com que ao final eu me estendesse por meia hora para exercitarmos e debatermos conceitos sobre Jogos, visto que Team Building Games foi o mais votado do mural e vários já vinham pedindo para aproveitar e discuti-los. Abrimos um espaço grande junto ao mural auxiliar com 116 jogos e fiz um purpuri, apresentando-os e exercitando-os ali mesmo com diferentes voluntários.

A comunicação foi bem intensa, troquei emails com a maioria e ao perceber que muitos não respondiam (talvez por cair em anti-spam) apelei para whatsapp e mesmo pelas redes sociais para garantir que não houvesse ruído na comunicação … o quórum ficou em 30 pessoas, um número exato para o espaço sem lotação.

Em breve quero ver se volto a SP, mas também tenho convite para BH, Curitiba e Brasília.

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17º Seminário Internacional de GP

JORGE HORÁCIO NICOLÁS AUDY Consultor, DBServer Jorge Audy é consultor sobre métodos ágeis na DBServer, professor na Escola Politécnica da PUCRS, mestre pela Escola de Negócios da PUCRS na linha de pesquisa sobre Gestão da Informação, blogueiro e autor dos livros SCRUM 360º, Toolbox 360° e Jogos 360°. Escoteiro e agilista 24 horas por dia.

INSCREVA-SE! • 18, 19 e 20 de SETEMBRO • 1º LOTE • 30% DE DESCONTO • Saiba mais em: https://goo.gl/PxPy4e

Coisas boas acontecem quando você se envolve com o PMI !!! #gopmisp #17SIGP #pmisp20anos

Algumas fotos de workshops e start de Toolbox Walls:

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Mais uma turma de GP na SI da Politécnica PUCRS

Na ementa da disciplina consta fundamentos sobre estrutura organizacional, sobre a arte do gerenciamento de projetos, sobre os diferentes ciclos de vida em projetos e o núcleo duro do corpo de conhecimento sobre este tema mantido pelo PMI – o PMBOK.

Mas como o assunto é GP e o método ágil mais usado no mundo para gerenciamento de projetos é o Scrum, para cada uma das 10 áreas eu explico adicionalmente diferentes técnicas praticadas por equipes Scrum,

Ao final de um semestre o que temos são trabalhos incrementais em que grupos vão desenvolvendo e discutindo e experimentando diferentes canvas, mapas, kanbans, matrizes, que vão de gestão de funil de ideias e portfólio, termos de abertura, wbs, tanto quanto oficina de futuro, personas, jornadas e user story mappings.

Aos poucos vamos passando por integração, stakeholders, comunicação, escopo, risco, qualidade, tempo, aquisição, recursos e custos, sempre convergindo os 5 grupos de processos do PMBOK e também o framework Scrum e dezenas de técnicas usadas por seus times.

No início do semestre após duas aulas introdutórias, experimentamos o Banco Intergaláctico, com direito a fundo de cena, mascotes e tudo o mais. Fazemos tudo em uma note, quatro créditos, desde a inception, estimativas em TShirt e fibonacci, passando por sprints, construindo e entregando as primeiras telas do nosso MVP.

Logo no início, logo após o embasamento teórico, mas não é um treinamento, é como colocar o bode na sala, em uma aula poder gerar o incômodo pela necessidade de conhecimento, organização, planejamento, senão pressão, problemas, dificuldades na entrega é uma roleta russa 🙂

Depois disso entramos em uma espiral e a cada aula revemos conceitos cada vez com mais detalhes, perto do final trago alguns profissionais de referência em PMO, GP e Agile, ano passado foi o Vladson, Paula e Patrícia, este ano foi o Jonatan, Denize e Tanara, para discutir o que são estes papéis na prática e como é o mercado.

Mais que isso, durante o debate eu convido profissionais de diferentes empresas da minha rede para participarem do debate, assim acaba gerando ainda mais valor.

Seguindo minha crença de que o valor não é despejar conteúdo, mas tentar garantir a melhor absorção possível, lanço mão de dinâmicas, alternando teoria e prática, iniciando sempre com uma revisão dos tópicos mais importantes vistos até então.

Outra opção é ir trabalhando em layers, em camadas, ao invés de apresentar um tópico em profundidade, vou alternando PMBOK e SCRUM em overviews superficiais e descendo mais e mais até termos tudo detalhados, sempre usando exercícios e vivências.

A cada aula chego uma ou duas horas antes, reorganizo a disposição da sala 314 do 32 em ilhas, assim como na de tópicos é em U, quer para trabalho em grupos ou para incentivar a interação e conquistar assim aliados para uma maior atenção e foco na aula.

Via de regra o quadro repete-se evoluindo em densidade, estrutura organizacional, ciclo de vida, SCRUM e seus fundamentos e uma enorme matriz com 10 zonas, uma para cada área de planejamento do PMBOK, dentro de cada uma as técnicas tradicionais e ágeis utilizadas para planejamento e gerenciamento.

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Shadowing para levantamento de mais informações

É análogo ao conceito de sombra do Design Thinking, é sentar ao lado de alguém, no dia-a-dia de uma equipe e registrar fatos e percepções. Fotografe, grave, filme, peça depoimentos, abstraia roteiros, registre pensamentos, insights, cenários principais e alternativos.

Há uma possibilidade em que terceirizamos esse trabalho, quer por motivos geográficos, volume, velocidade, então um diário pode ser confeccionado e entregue a quem fará o registro, sugerindo as mais diferentes técnicas, para ser preenchido e mantido pela própria pessoa estudada (*) ou por um observador próximo.

(*) Há uma técnica chamada diário, em que pedimos que a própria pessoa registre e mantenha tudo o que acontece durante um certo período de horas ou dia, pois ao ter que registrar provavelmente ele próprio perceberá fatos que lhe passam desapercebido em meio a rotina.

Um super-artigo sobre shadowing em pesquisa é https://www.interaction-design.org/literature/article/shadowing-in-user-research-do-you-see-what-they-see

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Ishikawa para análises de causa-efeito

Não sou preconceituoso com boas práticas só pela idade, talvez por empatia, afinal já ultrapassei a barreira dos 55 anos há algum tempo, então uma técnica conhecida e fácil sempre é uma opção conforme o perfil, formação e área do grupo. Dito isto, já usei Ishikawa e continua sendo uma opção na minha Toolbox.

O Diagrama de Ishikawa é usado para análises causais, por isso é conhecido como “Diagrama de Causa-Efeito”, mas devido ao formato é conhecido como “Espinha de peixe”. Em grandes grupos sigo os princípios de Dojo com piloto e copiloto como no Managing Dojo e World Coffee.

  • Efeito – O que queremos entender e solucionar;
  • Categoria – Principais grupos de problemas;
  • Causa – Causa possível pertencente a um grupo;
  • Soluções – Alternativas ou oportunidades.

Análise causal de problemas, utilizada por equipes empenhadas na busca por soluções ou melhorias em seu processo ou produto. Apesar do original da década de 50 ter sido criado em um formato para a indústria, eu não uso os temas originais e defini-los faz parte da dinâmica, como tecnologia, ambiente, processo, pessoas, empresa, cliente, etc.

Segundo a Wikipedia: “O Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito ou Diagrama Espinha de peixe, é um gráfico cuja finalidade é organizar o raciocínio em discussões de um problema prioritário, em processos diversos, especialmente na produção industrial. Originalmente proposto pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa em 1943 e aperfeiçoado nos anos seguintes.”

No original, Ishikawa fixou as seis áreas (6M) que exigem reflexão para a identificação de soluções para um problema em uma unidade fabril – Método, Máquinas, Medidas, Mão-de-Obra, Material ou Meio-Ambiente. Entretanto, para desenvolvimento de software é mais flexível – Processo, Ambiente, Ferramental, Tecnologia, Time e Relacionamento.

  • Método: causas no método que estava sendo executado o trabalho;
  • Material: causas no material que estava sendo utilizado no trabalho;
  • Mão-de-obra: causas nas atitudes – pressa, imprudência, qualificação;
  • Máquina: causas envolvendo a máquina que estava sendo operada;
  • Medida: instrumentos de medida, calibração, indicadores, acompanhamento, frequência;
  • Meio ambiente: poluição, calor, poeira, layout, falta de espaço, dimensionamento.