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II Toolbox na Educação na Politécnica – 1ª parte

Uma noite mágica, o privilégio de interagir com mais de 50 professores da Politécnica, colegas e amigos dos cursos da engenharia, arquitetura e informática. Uma sequência de dinâmicas 100% horizontais, auto-organizadas, descontraidas … que geraram um mapa inicial de técnicas e estabeleceram metas para a segunda parte, mais duas horas semana que vem onde teremos Lightning Talks e detalhamento auto-organizado das melhores sugestões para 2019/1.

Rolou um papo inicial sobre o conceito e oportunidades, seguido de um super-warm up que adoro, o dos bonecos, que se transformaram em três personas em um exercício de empatia sobre o que esperam e pensam sobre o semestre que em mais um mês se inicia. Depois debates em grupos sobre aulas, técnicas e boas práticas, com a escolha e apresentação daquelas que cada grupo acreditava serem as mais impactantes e clusterização de todas. Daqui a uma semana tem mais …

A preparação foi desde cedo, murais, material distribuido em mesas para 10 grupos, chegando ao prédio 32 sob o coro de passarinhos, em meio a uma vegetação ímpar e que transmite uma grande satisfação em poder considerar a PUCRS-TecnoPUC minha segunda casa. Hoje seria a primeira parte de duas, a segunda será daqui a mais uma semana e terá a missão proposta pelo próprio grupo de montar nosso mural e cada um detalhar aquela técnica que mais curte, para aplicar a técnica de wall com postits verdes e amarelos sobre dompinio e desejo … gestão do conhecimento em sua materialização mais distribuida.

Todos nós somos mestres e alunos nessa vida, nos inspiramos e somos inspiração, curto Piaget, Bandura, Prensky, Ausubel, Kolb, Maturana, Ebbinghaus, … dezenas de mestres que interpretamos e nos apropriamos, resignificamos a nosso contexto, porque o mundo gira e muda um pouco a cada volta. Como base, cada mesa ficou com uma provocação falando sobre Educação 3.0, nativos/imigrantes digitais e sobre o movimento PUCRS 360° cada vez mais materializado em cada prédio e colega.

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As 10 disciplinas organizacionais básicas

Comecei a disseminar de forma estruturada a compilação do meu livro TOOLBOX 360° em 2015, lancei o jogo DESAFIO TOOLBOX em 2016, a técnica TOOLBOX WALL em 2017 e finalmente um workshop baseado no jogo em 2018, que foi evoluindo para um baralho com 115 técnicas e boas práticas.

Durante o transcorrer desta estrada foi preciso diferenciar a executivos, gestores e profissionais envolvidos quais seriam as disciplinas envolvidas, já que a angústia sempre era o fato de existirem centenas de métodos, frameworks, técnicas e boas práticas … aos poucos estabeleci 10 delas.

As 10 disciplinas organizacionais por mim propostas foram divididas em 4 disciplinas essenciais – Pessoas, Equipes, Lideranças e Conexões – e 6 disciplinas pragmáticas – Estratégia, Modelagem, Validação, Planejamento, Engenharia e Desafios.

Não tem nada a ver com polarização ou discução sobre qual o método, framework ou corpo de conhecimento ideal, mas ser preciso conhecer ao maior número possível deles, pontos fortes e fracos, especialmente complementares, caso-a-caso, conforme cultura, contexto e pessoas.

Pela visão poética do Pequeno Príncipe, do ócio criativo proposto pelo sociólogo italiano Domenico de Masi, passando por desenvolvimento pessoal, carreira, desenvolvendo projetos e operações, produtos e serviços, uma provocação à frequente miopia organizacional ao focar apenas em uma delas.

Por exemplo, materializando este sincretismo, eu mesmo publiquei alguns livros e ebooks ecléticos sobre SCRUM, Toolbox, Team Building Games, todos com reflexões sobre modelos e teorias, muitas oriundas da filosofia, psicologia, sociologia, ciências sociais, um deles só sobre isso – “Sobre os Ombros de Gigantes!”.

Tudo parte de um modelo mental iterativo-incremental-articulado, um passo de cada vez, com foco naquilo que é mais relevante e voloroso, eliminando ou mitigando todo tipo de desperdício. Isto exige empatia, sinergia e protagonismo, individual e coletivo em seu sentido mais amplo.

As essenciais refletem e provocam a necessidade da mudança pessoal, coletiva, na relação líder-liderados e principalmente na relação entre todos os envolvidos, gerando conexões fortes lastreadas em metas e objetivos comuns ou complementares, convergentes ou coopetidos (*).

(*) “Coopetição é uma estratégia de negócios baseada na Teoria dos Jogos, combinando cooperação e competição, com ganhos percebidos a todos os envolvido”.

As 4 disciplinas que eu batisei de “essenciais”, dizem respeito a base cultural, pessoas e suas relações, desde aspectos de carreira (proteana), passando por equipes (auto-organizadas), lideranças (management 3.0) e as conexões espontâneas, induzidas ou orquestradas.

Não adianta debater metodologias sem antes refletir sobre paradigmas de valores pessoais e coletivos, desenvolvimento de carreira, nossos sonhos e seus reflexos comportamentais, preferencialmente sinérgicos às metas e objetivos organizacionais – Pessoas, Equipes, Lideranças e Conexões:

Nas 6 disciplinas que batisei de pragmáticas, complementares e consequentes às anteriores, estabelece-se a necessidade de alinhamento em seus 360°, desde o mercado, empresa, missão, visão, objetivos, de forma a gerar resultados valorosos em equidade a todos os envolvidos.

O foco aqui é o permanente ajuste do próprio foco, usando de empatia e sinergia, na construção de processos fluidos onde o protagonismo é compartilhado em 360° e constantemente redirecionado à melhoria contínua – Estratégia, Modelagem, Validação, Planejamento, Engenharia e Desafios.

Cada uma destas disciplinas possui dezenas de oportunidades, algumas fundamentais, por vezes complementares, outras divergentes, mas ao todo são centenas de  boas práticas para desenvolvê-las a bom termo. Este substrato garantirá que nossas escolhas não sejam casuais, mas uma opção comparativa e depois evolutiva.

Human Thinking – Das 10 disciplinas básicas de uma organização, quatro delas são essenciais a qualquer objetivo e ao seu sucesso, dizem respeito à pessoas e suas relações, outras seis são mais pragmáticas, relativas a projetos e operações, produtos e serviços, exploitation e exploration. Em uma visão holística, todas são igualmente relevantes, mas em uma visão sustentável e exponencial, pessoas são a base

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O valor de uma certificação não está no certificado

Certificações não atestam domínio, mas conhecimento em determinado momento, podem atestar que alguém sabe ou tem boa memória, porque é a prática, experiência, vivências, interações cotidianas e evolução que atestarão nosso real interesse, aprendizados reais, práticos, evitando fazer por fazer.

A meus alunos eu afirmo que certificações são como histórias do usuário em um planejamento de produto, ela não está sozinha, e a priorização de sua obtenção e investimento, deve ser avaliado de forma holística, conforme valor comparativo a outros cursos e investimentos que poderia fazer e se beneficiar.

O Brasil possui muitas empresas reconhecidas como algumas das melhores do mundo, com excelentes profissionais, por exemplo, a PSPO que fiz com o Alexandre Mac Fadden é oficial, ele atua nos EUA e internacionalmente como instrutor preparando turmas e profissionais para certificarem-se.

Há alguns anos atrás fui aprovado na PSM I por solicitação da empresa, era importante ter alguma certificação oficial na mão. Optei pela PSM I da Scrum.org ao custo de US$100 na época, pois a Scrum Alliance e PMI eram bem mais caros. De lá para cá o mercado de certificações recebeu de forma consistente a Scrum Study, a EXIM, etc.

Uma coisa não mudou, o Brasil possui uma riqueza de eventos nacionais, regionais e locais de classe mundial – Agile Brazil, Scrum Day, Agile Trends, Agile Days, Gathering, meetups a rodo e Comunidades de Prática como o TecnoTalks. Participar de eventos e comunidades geram profundos aprendizados vicários e networking.

Eu não sou apaixonado por certificações, mas tenho consciência e recomendo a alunos e amigos que reflitam transversalmente como se sua carreira e vida tivesse sprints, nos quais eles precisam estabelecer metas e valor com mínimo desperdício e máxima agregação às dimensões que mais lhe abrirão portas e reconhecimento.

O mercado de cursos e certificações movimentam centenas de milhões, talvez bilhões a cada ano, o que não é um demérito, mas é preciso que tenhamos consciência destas cifras, para relativizar tudo o que assistimos e ouvimos versus a nossa realidade e de mercado.

Todas as organizações certificadoras de Scrum, Kanban, Lean, SAFe, PMI, coaching, e muito outros, possuem valor em determinado momento e contexto e é importante que dediquemos algum tempo tentando esclarecê-lo antes de sair investindo por impulso ou sem clareza de objetivos …

Antes de fazer, aproveite as simulações que as instituições abaixo oferecem, existem certificações gratuitas de entrada e provas simuladas que possuem questões reais da prova de certificação … leia o Scrum Guide e faça várias vezes as simulações para entrar no clima e ganhar ritmo, até atingir 100%.

Não é preciso dizer que ler algumas vezes, se possível debater o Scrum Guide, é muito importante para uma certificação Scrum, mas também tem outros materiais, ebooks, livros, até mesmo um BOK (corpo de conhecimento oferecido gratuitamente pela Scrum Study):

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Curso de Governança de TIC para Governo Digital

Tive o privilégio de assumir o módulo de gestão de projetos de um curso inovador entre govero do estado e a escola de negócios da PUCRS. Fui convidado pela Profª Edimara e o Prof Guilherme a compartilhar teoria e prática em governança de projetos, desde e ideação e portfólio.

Com média presencial de 25 gestores de TI do governo, realizado no vigésimo andar do Centro Administrativo do Estado do RS, tive o prazer de rever alguns conhecidos de projetos que me envolvi no passado recente e com certeza ganhei novos parceiros de viagem.

O substrato de todo o curso é governo digital, governo 3.0, smart cities, governança de TIC e governança de projetos, PMO, Agile, inovação e empreendedorismo, ambidestria organizacional.

Composto por oito módulos, um curso intensivo onde governo digital, governança, inovação, gestão de projetos e empreendedorismo foram a grande tônica … inspirados permanentemente pela lembrança da abordagem oferecida pelo novo governador eleito para 2019 – 2022.

  • Transformação Digital;
  • Governo 3.0;
  • Governança de TIC;
  • Gestão de Serviços de TIC;
  • Gestão de Projetos;
  • Segurança da Informação;
  • Data Analytics;
  • Atividade Integradora.

O meu módulo foi denso, com muito conhecimento e exemplos práticos, a cada tópico oferecendo uma visão o mais ampla e eclética possível, com uma última aula 100% prática, servindo de elo de ligação entre um módulo e outro, especialmente uma oficina integradora que encerrará o curso.

O feedback no fechamento foi prazeroso, tendo conseguido passar além de conhecimento e informação, também crenças e princípios que venho defendendo na última década, como consultor pela DBServer e professor da Escola Politécnica da PUCRS.

A tempo, a oportunidade de interagir desde 2013 pela DBserver em grandes projetos com empresas de TI da união, estadual e municipal, como SERPRO, PROCERGS, PROCEMPA, Defensoria Pública do RS e outras, me agregou muita experiência vicariante a compartilhar.

A expectativa de todos nós, gaúchos, é que a experiência exitosa do governo do Sr governador Eduardo Leite frente ao municipio de Pelotas, reconhecido meritóriamente pelo viés de tecnologia aplicada a favor do cidadão gerará uma espiral crescente de otimismo e empreendedorismo no estado.

Que venha 2019, será um ano de virada! \o/

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Diferentes alegorias para Débito Técnico

Em meio a um debate sobre Débito Técnico no curso de PSPO no TecnoPUC neste mês de Dez/2018, o Alejandro Olchik da Ionatec compartilhou uma alegoria categórica que merece estar aqui registrada no blog junto a outras que já compartilhei para ilustrar Débito Técnico.

1. Alejandro Olchik e a alegoria do Restaurante

Débito técnico equivale a um restaurante optar por ser mais “ágil” abrindo mão de perder tempo em lavar a louça que suja na cozinha e durante o atendimento, vai chegar uma hora em que não terá mais loça para fazer os pratois ou atender os clientes.

Se não tomar o cuidado de manter a cozinha, louça e instalações limpas, esta decisão oportunista começará a gerar problemas de forma cumulativa e chegará uma hora em que sua operação será paralisada porque de tanto acumular chega-se à inflexão.

2. Ward Cunningan e a alegoria do empréstimo bancário

Ward Cunningham apresentou em 1992 uma metáfora onde o débito técnico de um projeto é como se endividar, decisão que pode acelerar o desenvolvimento e entregas em determinados momentos, mas que deve ser seguido de resgates e quitação.

Sem executar os devidos refatoramentos para reduzir o endividamento, podemos perder o controle e esta dívida não mitigada pode acumular, dívida sobre dívida, colocando em risco todo o projeto.

3. Martin Fowler e seu canvas do Débito Técnico

Eu tenho utilizado uma canvas de mapeamento e planejamento de riscos, quando sob controle é o mesmo canvas – Probabilidade x Impacto. Mas Martin Fowler propõe uma nova perspectiva visual – Domínio (conhecimento prévio) x Risco (prudência).

Fowler propôs um canvas para diagnosticar débito técnico que busca explicitar os fundamentos ou explicações racionais acordadas que o originam, explicitando ser aconteceu(rá) por pressa ou conveniência, um risco calculado ou desconhecido.

4. Neal Ford e a alegoria da Dietzler’s Law

Vale a pena citar Neal Ford da TW, keynote no primeiro dia do Agile Brazil de 2012, ele diz que nós temos 2 usuários, um visível que se beneficia do software que vamos construir e um usuário oculto, que são os próximos profissionais que irão dar continuidade e manutenção futura no software que construímos.

Ele provocou uma reflexão sobre as distrações das abstrações, como a Dietzler’s law sobre o paradoxo de soluções que abstraem e facilitam a construção de uma solução, agilizando resultados iniciais, mas que podem tornar o projeto inviável na reta final, quando exigir especialização ou flexibilidade do framework inicialmente abençoado. Exemplificou alguns que ajudam nos primeiros 80%, dificulta nos 10% seguintes e inviabiliza nos últimos 10%.

5. Uncle Bob e a primazia do Refactoring

Uncle Bob afirma que código de má qualidade NÃO é dívida técnica, a premissa para dívida técnica é uma decisão calculada, uma estratégia não desejável e não sustentável, mas que gera valor antecipado, garantindo uma entrega importante para o cliente, mas sujeito a refactoring.

Este conceito está ligado a boas práticas de engenharia relacionadas à XP (Extreme Programming), a refatoração, ação recomendada como parte importante do processo de desenvolvimento, de forma a ter-se uma visão evolutiva contínua do software.

6. As 8 leis de Lehman (’70)

O conceito de evolução contínua e “refatoração” não é novo, nos anos 70 haviam as 8 leis da evolução de software de Meir Lehman. Com uma abordagem técnica, por 30 anos a Lei de Lehman esteve para o Software do século XX assim como a Lei de Moore esteve para o hardware.

A lei #2 tratava da complexidade crescente e afirmava que se não forem tomadas medidas para reduzir a complexidade do software conforme ele é alterado sua complexidade irá aumentar progressivamente. Deve haver um esforço para reduzir a complexidade final de um sistema enquanto este recebe alterações.

E-Type é um conceito ou categorização proposta por Lehman que caracteriza sistemas que resolvem ou contribuem com um desafio do mundo real, desta forma, sua evolução precisa ser orgânica, conseqüência direta de existir em um mundo real e dinâmico, mutável, evolutivo.

Acordos e estratégias para o Débito Técnico

Débitos técnicos devem ser mapeados e uma estratégia deve ser estabelecida pelo Time Scrum para mitigá-lo permanentemente, eventualmente incorporando-o ao product backlog, sendo reduzido dentro do fator de ajuste ou reserva técnica.

Algumas equipes, após alguns sprints e primeiras entregas, combinam que a cada novo sprint será incluído algo de refactoring, como história ou ocupando um % dedicado a sustentação (reserva técnica).

Alguns desenvolvedores reclamam muito do débito técnico, mas é para ser uma estratégia envolvendo entrega + refactoring, cabe ao time manter explícito em um canvas, mapa ou categorizado no product backlog restante.

Já vi times com uma enorme lista de débito técnico, mas aí a primeira pergunta não é como reduzí-lo, mas porque ele existe, para que serviu plannings, reviews e retrospectivas se esta dívida foi-se acumulando tanto.

Um dos soft skills mais relevantes para um time ágil é a arte da negociação, do poder de argumentação, base para a auto-organização. Afinal, se temos problemas e não sabemos explicá-los, dimensioná-los ou priorizá-los … a culpa não é dos outros.

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Lean Space Conference | Floripa | SoftPlan

O Lean Space Conference será o maior evento gratuito sobre Lean & Agile do Brasil, as vagas esgotaram rapidamente, instigado pela galera da SoftPlan que empreende a algum tempo um processo de adaptação de seus processos à princípios Lean de fluxo contínuo em meio a um processo pró-ativo de melhoria contínua.

https://www.sympla.com.br/lean-space-conference__384096

AGENDA:

9h00 às 10h00 – Dr. Rupy Sawhney – University of Tennessee – USA
Tema: People driven Lean Systems : A model for Sustanability

10h00 às 11h00 – Luiz Cláudio Parzianello – Surya
Tema: Lean Business: Muito além de uma análise enxuta!

11h00 às 12h00 – Samuel Crescêncio – Lean it 101
Tema: Tendências tecnológicas para 2019 e o seu impacto nos modelos existentes

14h00 às 15h00 – Luiz (Lula) Rodrigues – Knowledge 21
Tema: Introduzindo o Lean Kanban: Uma abordagem sistêmica

15h00 às 16h00 – Jorge Horácio Audy – DBServer
Tema: Carreira em tempos de mudança! Interativa, incremental e articulada

16h30 às 17h30 – Erasto Meneses – Softplan
Tema: Lean na veia, uma história real

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Rupy Sawhney:
Atualmente é professor de Engenharia Industrial e de Sistemas no Universidade do Tennessee, Knoxville; Heath Fellow em Negócios e Engenharia; Professor em Programa Interdisciplinar em Energia; Nomeação conjunta com o Complexo de Segurança Nacional Y12; e professor visitante na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Ele era um professor de Weston Fulton e Chefe de Departamento durante 2010-2013. Sua pesquisa atual se concentra em idéias inovadoras para melhorar
excelência operacional em sistemas complexos. Ele decompôs sua pesquisa em três componentes (i) inteligência de fabricação, (ii) inteligência organizacional e (iii) design baseado em pessoas. Já trabalhou com mais de 200 empresas e é ganhador de vários prêmios (Boeing Welliver Fellow, Prêmio Faculdade Alcoa, IIE Lean Teaching Award, Reuben Harris Award e Accenture Teaching Excellence Award)

Luiz Cláudio Parzianello :
Engenheiro Eletricista pela PUCRS e Mestre em Engenharia Biomédica pela USP, acumulou experiências profissionais durante 30 anos em Tecnologia da Informação, Gestão de Negócios, Pessoas, Projetos, Produtos Digitais e Processos Ágeis. Durante esse período, atuou para grandes empresas e fundou a Surya. Foi um dos pioneiros na adoção e disseminação dos valores, princípios e práticas do Manifesto Ágil no Brasil. Coautor da Agile Extension to the BABOK (Business Analysis Body of Knowledge), um projeto conjunto entre o International Institute of Business Analysis e a Agile Alliance, também é autor e promotor das abordagens Lean Business Analysis e Scrum for Business no Brasil.

Samuel Crescêncio:
Engenheiro de software, autor, instrutor, empreendedor e executivo experiente, com mais de 23 anos de experiência prática. A experiência completa de Samuel ajuda-o a estruturar sistemas de entrega contínua totalmente automatizados, com automação de testes completa construída a partir do zero, levando a arquiteturas verdadeiramente evolutivas e de alta qualidade.

Luiz (Lula) Rodrigues:
Luiz Rodrigues​, ou Lula, desenvolve sistemas desde 2008. É um facilitador hábil, com uma mente aguçada que consegue atuar de uma forma leve e serena. Coordenou projetos de software para o mercado financeiro durante quatro anos, com o desafio de tornar mais ágil um setor historicamente tradicional. Apaixonado pela comunidade ágil, é atuante em discussões abertas, palestrante e voluntário em grandes eventos de tecnologia e agilidade. Segue fortemente valores e princípios que norteiam não só as decisões no seu trabalho, mas também em todas as camadas da sua vida.

Jorge Horácio Audy :
Agilista e escotista 24 horas por dia ! Sou Agile Coach pela DBServer, professor na FACIN/PUCRS nas disciplinas de Tópicos Especiais em Eng de SW e Gerenciamento de Projetos. Mestre na linha de pesquisa de Gestão da Informação pela FACE/PUCRS, ativo organizador, participante e palestrante na comunidade ágil brasileira. Já coordenou projetos de maturidade de software, treinamento e coaching para formação de equipes, mentoria a startups, autor de livros sobre SCRUM, Team Building Games e Toolbox, além de blogueiro.

Erasto Meneses:
Profissional com 20 anos de experiência profissional, sendo os últimos 7 anos em gerenciamento de projetos, coaching ágil, gerenciamento de mudanças, analista de sistemas, testes de software e garantia de qualidade, mais 5 anos de experiência em gerenciamento de grandes contas e coordenação de pessoal e 5 anos de experiência na área. área comercial e atendimento ao cliente. Certificado em processos Kaizen / Lean com uma longa experiência em melhoria contínua e transição / transformação ágil a partir de métodos tradicionais de desenvolvimento.

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10/11 – Workshop de Jogos e Toolbox no mesmo dia

Serão dois workshops no dia 10/11/18, Sábado, pela manhã Jogos 360° (Team Building Games) e à tarde Toolbox 360°. O objetivo de fazer os dois no mesmo dia é facilitar para quem é de fora de Porto Alegre poder participar dos dois. Outro motivo fundamental é fotografar e fazer takes para vídeos explicativos, posto que na semana seguinte espero começar a formar facilitadores Brasilsão afora.

Manhã: Jogos 360°
Cada participante irá debater fundamentos e exercitar dezenas de jogos de quebra-gelos, aquecimento e Agile Games. Ao final ganha o livro Jogos 360° e um A3 com um canvas para planejamento de jogos.

Tarde: Toolbox360°
Cada participante debaterá dezenas de técnicas, vamos jogar o Desafio Toolbox, experimentar a técnica de Toolbox Wall, muita interação em grupo. Ao final todos levam o kit do jogo com o tabuleiro e o baralho com 115 técnicas.

Alguns depoimentos:

“Trabalho na área de Marketing Digital, e é incrível aprender coisas novas e poder adaptar para o meu contexto. O Workshop proporcionou conhecimentos e reflexões não só sobre processos de trabalhos, mas também sobre carreira. É incrível ver como todos os problemas e desafios se tornam mais leves e simples de se resolverem quando pensamos de forma sistemática, organizada e com propósito, entregando valor.” – Carolina Ullian – Analista de Marketing Digital na RedeHost (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“O workshop Toolbox 360° possibilitou ter contato com dezenas de ferramentas que muito úteis em minha atividade profissional. Recomendo, em especial para quem trabalha com grupos e deseja conhecer formas disruptivas de conduzir e engajar equipes.” – Barbara Silva Costa – Sistemica desenvolmento educacional (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Percebi que projetos que estava desenvolvendo poderiam ser muito mais colaborativos e com mais sentido para as minhas equipes de trabalho. Alterei uma metodologia de um projeto já na segunda-feira e obtivemos um resultado com um propósito muito mais alinhado com a missão deste projeto. A forma apenas começou a ser mudada e já vemos um horizonte muito mais eficiente. Acho que está é a forma de criarmos algo realmente novo no mundo corporativo.” – Alexandre Ascal – Consultor e Coaching Executivo. (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Vivenciar esse momento no sábado foi muito gratificante, além de todo o conhecimento absorvido com foco em desenvolvimento de projetos, o professor Jorge nos auxilia no planejamento da nossa carreira, eu que de certa forma me sentia “perdida” nessa jornada profissional saí de lá cheia de respostas. Só tenho a agradecer pela tarde de valor imensurável.” – Pamela Moraes da Rosa – analista de Suprimentos Gerdau (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Eu pessoalmente já tenho em mente utilizar a Janela de Johari no meu ambiente pessoal para me tornar uma pessoa melhor com meus familiares, amigos, enfim, pessoas próximas.” – Vinicius Bittencourt Ramos – Analista de testes (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Participar do workshop para mim foi muito mais que aprender e discutir ferramentas, conheci novas pessoas e pude ver a aplicação das técnicas através de outros olhos. Excelente experiência!” – Camila da Silva Capellão – Analista de Negócios CWI (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Tirou minhas ideias do lugar e me pôs a pensar…” – Mara Lúcia Barbosa da Silva – Educadora Escola Convexo (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Foi útil, divertido e traduziu o sentido da aprendizagem 3.0, que valoriza o conhecimento dos indivíduos e constrói novos conhecimentos a partir da troca de experiências. A condução foi consistente e fluída, combinou jogos, teoria e exemplos práticos de aplicação. Além disso, a conexão das pessoas potencializou a criatividade, a visão crítica e a flexibilidade cognitiva, características relevantes na sociedade do século XXI.” – Fabiane Castro – Inteligência Competitiva e de Mercado | Escola de Negócios da PUCRS (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“A experiência foi sensacional. Tive inúmeros insights de erros que costumamos cometer sem nos darmos conta e consegui pensar em inúmeras aplicações de jogos em ambientes de sala de aula visando a maximização do processo de aprendizagem. ” – Barbara Silva Costa – Professora Unisinos (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“Foi uma tarde maravilhosa, muito aprendizado, troca e carinho! Por mais dias como este! Gratidão imensa por estar con vc e os outros amigos!” – Déborah Zavistanavicius Zapata – Agile Think Consultoria (Edição SP)

“Aprendemos de forma bem prática sobre o uso das técnicas, como encaixá-las nos diversos cenários e como adaptar. Adaptar sempre!” – Gabriela Corrêa – BRQ IT Services (Edição SP)

“Sábado de mais aprendizado! Tollbox 360° Wall … Foi show!” – Edilaine Miguel – Vagas.com (Edição SP)

“Foi um grande prazer participar desse workshop, simplesmente sensacional!” – Camila Fonseca – Santander (Edição SP)