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Oito aceleradores da mudança em empresas Dual Operating System

Além de cases, GU’s e CoP’s, conhecer teorias e conceitos aceleram nossas sinapses, tanto Scrum DT, e Mng 3.0, quanto a Teoria da Agência, Institucional, Job Strain Model, Tuckman, Exponencial, Yerkes-Dodson, Maiêutica Socrática, … , hipertexto e a Dual de Kotter.

Kotter propôs oito aceleradores da mudança para empresas que buscam criar condições internas para enfrentar um mercado cada vez mais veloz e fluido, se utilizando de duas estruturas uma linear e hierarquizada, outra em rede e dinâmica, auto-organizada.

Organizações ágeis, sonhando em se tornar exponenciais, necessitam ter velocidade na inovação e empreendedorismo, não só na resposta ao mercado mas na otimização plena de seus modelos e processos, tornando-os cada vez mais enxutos e escaláveis.

É impossível ser sempre a protagonista em inovação e disrupção, mas sempre que não for, é preciso ser ágil e assertivo na interpretação e adaptação, evitando casos trágicos recentes como os da Kodak e Nokia, inovadores, líderes, dinossauros que não souberam se adaptar.

A lentidão, dependência, centralização, nível de hierarquização inútil, o microgerenciamento, a falta de delegação, … Cuidado, o século XXI esta cobrando caro das empresas que não estão conseguindo fazer sua transformação, muitos não estão sequer tentando.

#1. SENSO DE URGÊNCIA

O primeiro e mais importante passo, pois é a tomada de consciência de todos os envolvidos quanto a necessidade de mudar, de adaptar-se a novos tempos, novos profissionais, novas tecnologias, um novo mercado. Não é comunicar, mas envolver e todos se conscientizarem de seu papel e responsabilidade na busca e construção da mudança;

#2. DEFINIR UMA EQUIPE DE APOIO

Nada mais consenso que a necessidade de se ter um ou mais grupos de trabalho multi-disciplinares para apoiar aspectos básicos, como treinamentos, gerar condições, tomar providências, endereçar necessidades transversais. Trata-se de equipe(s) de apoio a este projeto de mudança organizacional, não hierárquico, mas para apoio;

#3. VISÃO DE MUDANÇA

É fundamental ter clara a missão, objetivos, resultados-chave, ter uma percepção explícita de tempo, custo e metas. Não se promove este tipo de mudança cultural sem transformar todos os envolvidos em agentes e protagonistas. As pessoas tem que entender claramente o 5W2H da mudança de forma a acoplar a ela seus próprios objetivos de carreira e pessoais;

#4. COMUNICAÇÃO

Um bom plano de comunicação, bi-direcional, é essencial, a visão comum construída no passo #3 precisará ser mantida e mecanismos de comunicação sobre o andamento, percepções dos participantes, riscos e oportunidades percebidas, até mesmo eventuais apreensões e inquietações, de forma a serem entendidas e assimiladas positivamente de forma orgânica;

#5. GOVERNANÇA E EMPODERAMENTO

Desde o início é vital que a unicidade de visão e objetivos, mais o estabelecimento de uma comunicação ativa e de resultados, visa rapidamente gerar substrato e remover impedimentos e resistências. A cada passo temos um substrato acumulado para gerar senso de pertencimento, mesmo assim acontecerão situações ou percepções que exigirão ação para ajustes, adaptação, reorganização;

#6. ITERATIVO-INCREMENTAL-ARTICULADO

É preciso estabelecer um ciclo virtuoso de mudança em pequenos passos, baby steps, iterativo-incrementais-articulados. Segundo a psicologia, trabalhamos melhor se tivermos objetivos de curto prazo, desafiadores e passível de serem conquistados, devendo ser comemorados, retroalimentando novos desafios e conquistas;

#7. APROPRIAR-SE DE CADA MELHORIA

O objetivo não é parecer estar dando certo, é fazer certo e manter o esforço para consolidá-lo. Mudança cultural é para ser cumulativa, um passo de cada vez, sustentável, se tirarmos de nosso radar pequenas mudanças conquistadas em detrimento a “novas” mudanças a serem feitas, há um grande risco de que as pequenas mudanças anteriores se amenizem ou mesmo se percam;

#8. UMA NOVA CULTURA

Todo este processo pode durar anos, mas é fundamental que seja consistente, as pessoas precisam perceber que o esforço está gerando mudanças, que por menor que sejam são percebidas como algo que venho para ficar. Um ponto importante é que cultura é para ser coesa, vale para todos, é importante que todos da organização demonstrem interesse e assimilação destas mudanças.

https://www.kotterinc.com/8-steps-process-for-leading-change/

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IDEO – Collage, um mural ou clipagem, o que somos ou o que queremos

Uma dinâmica lúdica e perceptiva, que nos permite transcender o material, trabalhando o aspecto mais interpretativo, criativo e abstrato de nossas percepções. Uma boa dinâmica para warm-up, ma passível de solicitar coleta de imagens como tarefa prévia, durante alguns dias.

Imagine um mural com imagens coladas como melhor convier para um storytelling, coletadas individualmente, podendo o mural ser montado coletivamente. Folhear revistas e material nos obriga a sair de nosso script mental, buscando em cada imagem algo ainda desconhecido.

Ao fazer um desenho ou montar um Customer Journey Map, materializamos no papel aquilo que pensamos, mas quando temos imagens aleatórias, elas nos induzem linhas de pensamentos imprevisíveis, criativas, adaptativas, que poderão fazer emergir novas percepções.

Podem ser usadas imagens quaisquer, recortes, fotos, ilustrações, montadas de forma linear e cronológica, zoneadas por grupos, relatando uma única narrativa ou múltiplas. Não há restrições ou regras, pois o próprio autor(es) irá(ão) depois relatar/explicar suas abstrações visuais.

Esta técnica ou jogo tem como objetivo facilitar novas percepções da questão a ser discutida, auxiliando na abstração criativa de um problema ou no relato de questões em seus 360°, de forma menos explícita e racional, privilegiando a imaginação e criatividade.

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IDEO – O valor de termos “Grupos Desfocados”

Ao invés de um grupo focal (Focus Group), a IDEO também propõe grupos desfocados (Unfocused Group), privilegiando e garantindo perceber e debater desafios sob diferentes abordagens, substratos, materiais, teorias e práticas, processos e pessoas.

Vai muito além do conceito de multi-disciplinaridade, estamos falando de reunir um grupo diversificado de pessoas talentosas em diferentes áreas, oferecendo a cada uma e a todas uma gama estimulante de materiais para criação de soluções díspares e instigantes.

Há um exemplo da IDEO que tratava de novas ideais para novas soluções em calçados, para o que buscaram historiadores, podólogos, massagistas, sociólogos, profissionais de marketing e produção.

Em se tratando da IDEO, com Deep-Dive e Design Thinking, não surpreende, chega a ser óbvio, mas apesar disto, empresas mundo afora tentam repetir suas façanhas reunindo pessoas que representem os clientes, desenvolvimento, GP e produção, … não é bem isso né!

É comum nos estudos de casos da IDEO termos psicólogos, sociólogos, historiadores, artistas, … alguns nada tem a ver com a empresa ou segmento, são fora da caixa. Eu nunca vivenciei uma sessão na IDEO, sei quem já fez treinamentos por lá, mas é difícil replicar por aqui.

Enquanto isso, pelo custo ou simplificação, falta de imaginação ou por pressa, vemos sessões deste tipo com poucos perfis envolvidos, todos funcionários ou clientes já com um modelo mental e paradigmas, influenciados pelo seu próprio envolvimento e histórico.

Não estou dizendo que é bom ou ruim, mas é diferente, tem outra matriz e outro resultado, pode ser inovador, disruptivo até, mas limitado pela própria limitação de espectro de conhecimento, expertise e vivências envolvidos.

Para disrupção e empreendedorismo, empresas deveriam ser mais ousadas para alocação de profissionais diversificados de grande conhecimento em suas áreas, áreas fora da caixa, além do óbvio, cliente, negócios e TI é bom para algo previsível, mais que isso exige mais.

Nos próximos posts vou compartilhar outras técnicas e dinâmicas relacionadas a DT e IDEO.

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Reflexões sobre o conceito IDEO Deep-Dive

O Design Thinking proporcionou resultados que projetaram a IDEO como a maior e mais conhecida empresa de design de produtos do mundo, tudo isso graças a um processo de trabalho reconhecido como orientado a empatia, sinergia, disrupção e resultados muito rápidos.

De produtos Apple a seringas para insulina, de carrinhos de supermercado a cabines de votação, de desfribiladores a canetas esferográficas, design de produtos para AT&T, Palm e Western Digital, também design de serviços para a Lufthansa e diferentes cadeias de produção.

O Deep-Dive é um conceito proposto pela IDEO para o desenvolvimento rápido de novos produtos, serviços, processos. Por ser a IDEO, trata-se de envolver rápida e profundamente um grupo multi-disciplinar e clientes para geração de novas soluções em alguns dias.

Na minha opinião, há três virtudes na cultura IDEO em patamares tão arraigados e intensos que os tornam únicos a décadas:

1. Soma, uma tática entendida mas não reproduzida por limitações de diferentes gêneros, a constituição de equipes de projeto verdadeiramente multi-disciplinares, a inovação inicia pelo choque de prismas e domínios em variados campos do conhecimento e vivências.

2. Liberdade, outro princípio anulado com frequência por limitações variadas, lideranças imperativas, gerando profissionais que tentam dizer e fazer aquilo que eles acham que o seu líder faria ou esperam dele, suprimindo a criatividade e disrupção.

3. Empatia, não é só se colocar no lugar do outro, é a soma de colocar-se e sentir o que o outro sente, é buscar a compreensão melhor possível do porque, como, quando, sua história, consciente e inconsciente … é o sustentáculo do Design Thinking.

O conceito prático proposto pela IDEO é mais que conhecido e vem evoluindo, não só pelas mãos da IDEO, mas da Google e outros players que dedicam-se a inovação e liderança em seus segmentos, na vanguarda de produtos e serviços.

Não se iluda, a proposta de concentrar uma supercarga de energia em cinco dias de intensa interação, colaboração e propósito exige estudo, habilidade, conhecimento, informação, preparação, fosse fácil e qualquer um faria com sucesso.

Quer aprender a fazer, experimente, atraia e reúna talentos, invista direta e indiretamente em políticas e técnicas inclusivas e participativas, é preciso amplitude de conhecimento, senso de auto-eficácia, talento e atitude, tem muito a ver com a Teoria da Capacidade de Absorção.

A Teoria da Capacidade de Absorção (Cohen e Levinthal, 1990) é a capacidade de uma empresa reconhecer o valor de novas informações externas, assimilá-las em um estoque ativo e renovável, aplicando-as para fins de inovação e empreendedorismo.

Creio que todos os cursos introdutórios ao Design Thinking se veem obrigados a falar da IDEO e do trabalho de desenvolvimento de um novo carrinho de supermercado em 5 dias … sustentado por muita colaboração e experimentação prática, o resto é história!

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Pontos de atenção

Perceba no vídeo que não partem do zero, há pesquisa, benchmark, sombra, levantamentos, dados primários e secundários. Muitas empresas reinterpretam o Deep-Dive e pulam estudos e pesquisa porque tem pressa em chegar onde sempre chegam.

Um trunfo da IDEO são seus times realmente multi-disciplinares e talentosos, muitas empresas investem mais na sala colorida, cheias de tecnologia e puffs amarelos que em pessoas, mas enfiar muitas pessoas em uma “sala criativa” exigirá tempo e experiência para fazer efeito.

O primeiro passo é dedicado ao entendimento do que temos em mãos, já no segundo iniciam as técnicas e sessões de brainstorming, individuais, em grupos e coletivas, com amplo espectro, sem pré-conceitos, críticas, nem líderes. Só muitas ideias, debates e exposição visual.

Estamos seguindo o duplo diamante, primeiro divergimos para depois convergir, há várias técnicas de convergência em grupos de trabalho, de forma que as ideias vão sendo postas e todos podem votar naquelas que mais chamam a atenção por serem inovadoras, boas e factíveis.

O passo seguinte a escolha das melhores ideias é o de prototipação e validação, rapidamente materializando de diferentes formas, se utilizando de quaisquer técnicas e materiais para tanto em rápidos ciclos de feedback, ajustes e nova validação.

Há um permanente sentido de facilitação e organização, é preciso gestão e staff para prover as condições e gerenciar pessoas, material, garantir regras de convivência, alimentação, não só prover mas ter uma visão estratégica sobre o andamento.

Técnicas como a IDEO Deep-Dive não encerram-se em si mesmas, são aceleradores para transformar ideias em algo validável junto ao mercado a que se destina, é concentrar uma dúzia de pessoas em alguns dias, gerando um somatório de centenas de horas concentradas e dirigidas por uma técnica orientada a inovação, buscando extrair o máximo de sinergia e resultados no menor tempo possível.

Encerro citando o duplo diamante do Design Thinking, tanto quanto os novos conceitos de Design Sprint experimentados pelo Google, também técnicas de Inception Enxuta como a Direto ao Ponto do Paulo Caroli. É preciso ter explosão e direção, desde a percepção da necessidade, ideação e prototipação, intercalado com validação e ajustes a cada passo … arriscar-se a errar cedo, aprender com os erros e melhorar.

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26/04 – TTalks UX Dojo | Relato

O TecnoTalks UX Dojo do dia 26/04 na sala 204 do prédio 99A teve em torno de 30 pessoas presentes e usou como desafio o aplicativo Serviço Legal, que motivou uma hora de debate e proposição visual de melhorias através de pitchs e P&R.

No início tivemos algumas lightning talks e após o UX Dojo, através dos pitchs por equipe tivemos como resultado dezenas de insights, muita energia, provocações, interação, ensinos e aprendizagens … como deve ser qualquer dinâmica de Dojo.

Dá uma olhada na apresentação do aplicativo, no desafio e nos quatro pitchs:

Início do UX Dojo, apresentação das personas, estabelecimento dos grupos:

Pitch Equipe #1

Pitch Equipe #2

Pitch Equipe #3

Pitch Equipe #4

 A última foto da noite foi essa aqui ó:

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Coisas que nos inspiram a ir além – Revista RULEZ

Nem sei dizer o quanto me sinto lisonjeado pela publicação RULEZ ter escolhido post meus para as duas primeiras edições. Quem me acompanha já leu os meus posts, mas garanto que vale muito a pena ler no site todo o conteúdo da revista, é pra seguir, ler e compartilhar – http://somosrulez.com.br

No site: “Mais do que transformar ideias em negócios, trabalhamos para desenvolver projetos e produtos extraordinários. Apoiamos startups de cabo a rabo, com um time de confiança para arregaçar as mangas e construir algo incrível. Trabalhamos motivados, mas acima de tudo trabalhamos muito. Afinal, sucesso pode até ser relativo, mas evolução é a nossa missão.”

A revista RULEZ é uma publicação bimestral da RULEZ Lançadora de Startups, Cascavel, Paraná. A jornalista responsável é a Ana Karla Martins. Em uma época cada vez mais virtual, eles acreditaram, buscaram bons parceiro, foram lá e fizeram acontecer. Uma revista saborosa, com tiragem de 2000 exemplares, edição primorosa, com conteúdo em papel e impressão realmente diferenciados.

Mas, fica ligado, cada edição também está disponível no site … e muito mais!

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Modelagem de negócio e Validation Canvas foram as escolhas, mas como eu sempre digo, explicar como preencher é o de menos, porque muita gente faz isso em pelo menos 20 línguas diferentes no Youtube, SlideShare, entre eles o próprio Alexander Ostherwalder … o que eu faço sempre é dar minha opinião, sempre em primeira pessoa.

Meus mais de 800 posts no blog e milhares nas redes tem cunho propositivo, críticos, de opinião, por isso mesmo meus livros tem a alcunha de serem 360° … eu tento não ficar no mais do mesmo, dizer o que todos já disseram, seguir a receita ou fazer porque um guru disse que seria assim … Shu-Ha-Ri: Eu experimento (shu), levanto feedbacks e testo variações (ha), para então formatar como eu vejo agregar melhores resultados e seguir adiante (ri). Resumindo, sou rebelde!

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Tenho provavelmente 70% dos posts do meu blog devidamente linkados e categorizados na página POSTS do menu, centenas de posts sobre substrato e boas práticas em equipes de alta performance, três livros e muitas dicas. A galera da RULEZ chegou a mim como todo mundo chega, por buscas e navegação, entraram em contato, se apresentaram e com o maior prazer aceitei o convite de participar destas primeiras edições …

A mais ou menos um ano parei de escrever para o Baguete, meu objetivo foi valorizar minha rede, quer oriunda de GU, TecnoTalks, DBServer ou alunos de Ciências da Computação ou Sistemas de Informação da FACIN na PUCRS. Desde então me sinto mais a vontade para escrever e me divertir enquanto interajo com internautas do Brasil e de brasileiros pelo mundo.

A participação destas duas edições da RULEZ foi depois de navegar, conhecer o site e proposta, falar com a Ana Karla e me identificar com os valores e propósitos, era para ser só na revista Nº 01, mas acabou rolando também na N° 02. Parabéns à RULEZ, que venham muitos números, que lancem muitas startups, que inspirem muitos jovens empreendedores a irem de encontro aos seus sonhos \o/

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Depois dessa estou pensando em criar uma categoria STARTUP, tenho dezenas de posts dedicados a esta paixão, já atuei como Agile Coach em uma aceleradora e amo ajudar a galera com facilitação, orientação e parceria quando possível. Mas o fato é que estes posts startupeiros estão distribuídos em método, dinâmicas, pessoas, estratégia e outros tantos tópicos … mas vou tentar resolver essa questão.

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Qual é o Canal? Vamos falar de pessoas, carreiras e realização

Na terça-feira do dia 22/11/16 das 17:30 as 19:00 vai rolar a primeira edição dos eventos “Qual é o Canal?” que vai se propôr a debater temas de interesse da comunidade do ecossistema PUCRS – TECNOPUC.

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Nas palavras da mediadora Cíntia Becker, este primeiro evento será sobre:

No dia 22/11 falaremos principalmente sobre a mudança de mindset que estamos vivendo e consequentemente novos cenários de futuro do trabalho que estão sendo projetados para os próximos 15 – 20 anos.  Fomos e ainda somos formados em uma lógica linear, segmentada, repetitiva e previsível, mas em uma era pós digital, a lógica passa a ser não linear, conectada, multidisciplinar e exponencialmente imprevisível. 

Estima-se que até metade das ocupações atuais deixem de existir e que mais da metade das crianças que estão sendo formadas hoje, trabalharão em profissões que ainda nem existem.

Para este cenário futuro (e por que não já presente?!), as habilidades sociais serão mais valorizadas do que as habilidades técnicas. Como isso muda a nossa forma de pensar? Quais são os impactos disso na nossa formação? Como podemos nos adaptar ou nos reinventar para esse novo contexto?

Para saber mais sobre a mediadora, debatedores e anfitriões:

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Não sei onde vai dar o debate, mas escolhi três post ano-a-ano desde 2012:

23/05/12 – Individualismo e Coletivo
07/07/12 – Ser “Feliz” ou “Bem-Resolvido”
19/11/12 – De Baby Boomers a Millennial
08/01/13 – A vida é como banana-boat, …
06/04/13 – O destino dos profissionais do século XXI
24/04/13 – E por falar em felicidade no trabalho
11/03/14 – Leve seu cérebro para passear ou ele irá petrificar
11/08/14 – Você está em uma Rainforest ou Blackforest
11/08/14 – Business Canvas You e o mapa de Achados e Perdidos
23/04/15 – Planejamento pessoal e de carreira
28/09/15 – Métrica de desperdício ou valor após eventos e cursos
27/10/15 – Quem é o profissional do século XXI?
30/03/16 – Estratégia, Tática e Planejamento de Carreiras
28/04/16 – Sobram operários e faltam filósofos
21/05/16 – Mudamos porque o mundo e pessoas mudaram
08/06/16 – Carreira ou emprego?

05/08/16 – T Shaped
02/09/16 – Todos nós somos GP