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28/03/2018 – TecnoTalks debateu a TI Bi-Modal

O evento foi proposto para entendermos o que é a TI Bi-Modal, o momento e quais os cenários evolutivos, porque “pedras que rolam não criam limo” e a evolução ou transmutação de tudo é inevitável … para melhor. Os modelos de Pace Layered e TI Bi-Modal do Gartner podem ter contribuído para quebrar o gelo, mas anos se passaram e o mundo mudou.

http://www.gartner.com/it-glossary/bimodal/

O Gartner previu e acertou que até 2017 mais de 75% das grandes empresas estariam trabalhando em uma TI Bi-Modal, equalizando projetos de registro, conhecidos e previsíveis, de outros com inovação. De certa forma, poderíamos dizer que no modelo o Gartner revisitou o conceito de exploration e exploitation, domínio e disrupção.

A seguir um trecho gravado e transmitido pelo Jonatan Aguiar durante o debate e algumas fotos. Foram 320 inscritos e em torno de 200 presentes. O facebook dos debatedores são Eduardo Meira Peres, Luiz Claudio Parzianello, Rafael Prikladnicki, Paulo Caroli, Marco Migliavacca, Karina Kohl e Annelise Gripp.

Como todo TecnoTalks, uma equipe trabalhou para que acontecesse, como a Claudia Dos Santos Flores, Andreza Deza Deza, Dreyson Queiroz, Profª Alessandra C S Dutra, Profª Aline de Campos e outros que ajudaram curtindo, sugerindo, apoiando, votando, compartilhando, sem isso tudo não teriamos mais de 60 dias de eventos TecnoTalks desde 2012.

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28/03/18 as 19:00 tem TecnoTalks sobre Bi-Modal

Vamos debater o conceito, o contexto e a evolução da TI Bi-Modal do Gartner com uma mesa e tanto, inclusive você, porque vamos reservar um tempo para as perguntas mais relevantes propostas pela galera.

Qual o papel desempenhado até aqui pela Bi-Modal, qual o status quo hoje, cenários e quais os próximos passos. Uma visão 360º de mercado, das organizações e profissionais envolvidos em projetos e equipes.

Inscrições em http://bit.ly/tecnotalks-bimodal

Em 2016 questionei um provável equívoco, consciente ou inconsciente – https://jorgeaudy.com/2016/07/27/pulo-do-gato-ou-equivoco-da-ti-bi-modal-do-gartner/, mas isso é passado, hoje temos mais, creio que seja um Agile Multimodal \o/ Porque independente do seu processo de trabalho, Lean Thinking, com ciclos iterativo-incrementais-articulados, auto-organização, gemba, kaizen, poka-yoke, etc.

Agile Multimodal remetendo não a método ou framework, mas a princípios. A meu ver estamos imersos em conceitos de Transformação Digital, de Organizações Exponenciais, Indústria 4.0, Management 3.0, Agile Transformation, neste contexto sobra pouco espaço para um Modo #1 ainda em waterfall (sem iterações), centrado na TI e convencionalmente hierárquico … correto?

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Tecnotalks 18/01 as 19:00 – Também tem o Arco do Personagem

A programação do dia 18/01 a noite na sala 204 e 206 do 99A do TecnoPUC é uma proposta de start criativo para 2018. Para amantes de livros, filmes, quadrinhos, games, todo tipo de narrativa de histórias, aquelas boas, que geram empatia com seus personagens.

Pense bem, não é diferente de uma inception, um planejamento ágil, enxuto, iterativo-incremental-articulado:

  • Qual a Ideia? (elevator)
  • Quem são os atores? (Personas)
  • O que querem? (Objetivos)
  • Quais são as jornada? (journey map)
  • Começa com temas, épicos, histórias, …
  • Fazemos desenhos e diagramas se preciso
  • No final temos tudo planejado  \o/

A criatividade não tem receita de bolo, ela precisa de substrato multivariado, vem da Maiêutica Socrática, na Poiésis de Platão, no Ócio Criativo de Domênico De Masi, na Teoria da Capacidade de Absorção de Cohen & Levinthal, também está nos estudos de Campbell.

Queremos viajar na maionese sobre as bases conceituais de Campbell sobre o MonoMito, o herói de mil faces, a Jornada do Herói, no Arco do Personagem. Conhecer múltiplas teorias e o passado, nos ajuda a entender o presente e projetar o futuro.

Já falei um tanto da Jornada do herói de Campbell, mas tem muitas outras técnicas e desdobramentos que nos ajudam a materializar, a tirar da cabeça nossas ideias. Assim como grandes escritores, que se utilizam de técnicas para fazer fluir e garantir consistência a suas histórias.

  • Quem é o seu herói? Como ele é?
  • Onde vive? Qual é o seu cotidiano?
  • Quem são seus parceiros nessa viagem?
  • Quem ou o que irá tirá-lo do previsto?
  • Como ele reagirá? Quais suas forças?
  • Quais os embates, aventuras, desafios?
  • Como se sai e se transforma nosso heroi?

A partir disto, vamos evoluindo, mergulhando em mapas, diagramas, desenvolvendo ao máximo empatia. Também aqui temos sprints, MVP’s, Releases … assim como também temos stakeholders e parceiros que contam e com quem contamos.

Afinal, é mais um projeto, iguais e diferentes daqueles do trabalho, de nossa carreira, as férias, um filho, de forma fluida usamos nossos conhecimentos e substrato para tudo em nossas vidas, inclusive quando queremos contar histórias  \o/

Nós, assim como nossas histórias e heróis, estamos em uma jornada, a seguir para fechar esta provocação, alguns Arcos de Personagens:

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18/01 – TecnoTalks sobre Storytelling com a Jornada do Herói

Teremos um bucaneiro puxando o Tecnotalks sobre storytelling no dia 18/01/18 as 19:00, o Dreyson Queiroz fará uma palestra e depois faremos um Startup Dojo diferente, baseado na jornada do herói, no arco do personagem e a jornada do gamer. Vamos idear e desenhar novas histórias, personagens, heróis, talvez virem livros, tirinhas, filmes, animações, talvez novas oportunidades de negócios.

Mini-CV da fera: Único gaúcho a participar do Sprint no Google Venture, ele trabalhou na Substantiva e foi diretor de Arte na Paim Comunicação e na Cadastra. Hoje é um dos protagonistas no Estaleiro Liberdade e é designer de interações na empresa Clashdi.

O evento está no facebook no grupo TecnoTalks – https://www.facebook.com/events/1549969218456078

Uma oportunidade de conhecer técnicas utilizando as jornadas, mas se você não conhece as jornadas, imperdível para conhecer e refletir o número de oportunidades que esta abordagem abre para games, livros, vídeos, filmes, animações, quadrinhos, storytelling …

Aqui vai um tira-gosto sobre a jornada do herói de Campbell:

Tem uma apresentação que mostra sete tipos de heróis e anti-heróis, os desenhos são muito legais e a caracterização é bem didática:

Também tem um vídeo do VDB que é nota 10 sobre Storytelling que vale dedicar alguns minutos para assistir:

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TTalks documentação – Debates não miram receitas, mas insights

Após o TecnoTalks do dia 26/07/17, algumas pessoas me mandaram mensagens e conversaram comigo sobre suas percepções de que esperavam outra coisa do debate proposto sobre documentação, eles queriam uma palestra sobre documentação. Uma em especial disse ter saído mais cedo porque achou caótico demais, percebeu que não obteria as respostas que procurava, um passo-a-passo.

Mas o formato quebrando em pequenos grupos para gerar debates e compartilhamentos finais entre eles era o objetivo desde o início quando propus um debate. Já temos receitas de bolo demais, métodos, frameworks e boas práticas, ao procurar mais uma receita de bolo, só o que acharemos é mais uma entre várias. Temos passo-a-passos em palestras, quando alguém apresenta ou resume um tema, como documentação por exemplo.

Um debate serve para nos tirar da zona de conforto, sua missão é o confronto de ideias, somente será um sucesso se seus participantes tiverem que se virar nos 30 para desenvolver suas argumentações. Pode debater aspectos teóricos ou ter base prática de seus debatedores, mas sua natureza é o debate. Documentação, por exemplo, é documentação de valor, conforme contexto, necessidade e valor que agrega.

Além de métodos, frameworks e processos, já há receitas e dogmas demais, tradicionais e ágeis. O que pesa mesmo são valores e princípios, de resto, cada vez mais acho que inexiste projeto ágil ou tradicional, existem projetos, apenas projetos bem ou mal gerenciados conforme a necessidade, não existe documentação ágil ou tradicional, o que existe ou não é documentação útil e efetiva, adequada a necessidade e realidade.

Dito tudo isso, a chave-mestra é Lean, é potencialização de valor e eliminação de desperdício em equidade, iniciando em algum lugar e melhorando continuamente, debatendo o que acontece no mundo, em outras empresas, seus acertos e erros, aprendizado vicariante, para então construir sua própria história … sem tantos dogmas, tabus e maldições.

Sobram operários e faltam filósofos na era do conhecimento
Poiesis, a arte da criação, da construção, do ser criativo

Os parceiros da noite na facilitação foram a Karina Kohl e o Vladson Freire, os dois deram uma aula de facilitação de um debate:
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A seguir os vídeos do debate sobre documentação no TTalks de 26/07 as 19:00, para a maioria foi uma oportunidade para debater, argumentar, refletir, colocar em cheque ou re-significar suas crenças sobre o assunto. Para mim, uma noite incrível de provocações, com dezenas de parceiros de viagem, muitos amigos, colegas e conhecidos de estrada. Pretendo fazer outro post mais adiante, mas por enquanto esse

 

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Evento sobre Coaching Criativo de 22/03/17

O evento do dia 22/03 foi uma montanha russa, eu, um cara de TI, fez a abertura falando de nossa realidade em equipes ágeis, do desafio de estabelecer a alta performance, da necessidade de buscar fundamentos essenciais em modelos da psicologia, como faço com Karasek, Tuckman, Bandura, Kohl e tantos outros.

Na passagem do bastão para a estrela da noite, a psicóloga e arte-terapeuta da Centrarte, Gislene Guimarães, a parada ficou séria, ela trouxe uma introdução embasada em Freud e Jung, um abstract de nossa formação emocional desde o útero materno, nascimento e fases … para então fazer uma dinâmica de grupo sensacional baseada nos quatro elementos – água, fogo, terra e ar …

No auditório do Global no TecnoPUC, muitos dos meus gurus e muitos TTalkers, as meninas da BPW, consultoras de carreiras e colegas DBServantes em meio a 110 pessoas presentes, vieram para saber qual é a parada do Coaching Criativo. Eu ainda fiquei com dúvidas. Eu sou de TI, então já pedi para a Gislene uma lista com bullets e tópicos, se possível com ilustrações 🙂

Ahhh, estou de Mário Bros porque o mote é ToolBox e o Mário como bom encanador, tem martelo, chave de fenda, chave inglesa, serrote, etc. O profissional do século XXI precisa buscar o equilíbrio em amplitude de conhecimento e profundidade, quando falamos do profissional T Shaped ou Pi Shaped, falamos de profissionais com uma boa caixa de ferramentas, utilizando diferentes técnicas e dinâmicas conforme contexto.

Coach é o profissional que exerce o coaching, ferramenta de desenvolvimento pessoal e profissional. No início do século XIX o termo Coach era usado na Universidade de Oxford como gíria de “tutor particular”, aquele que “conduz”. Sendo assim, o termo coaching refere-se ao processo, Coach àquele que conduz, e o Coachee à pessoa conduzida na direção do objetivo que deseja alcançar.

Segundo o dicionário, criatividade é um substantivo feminino, qualidade ou característica de quem ou do que é criativo; Relaciona-se a inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar em qualquer campo. A proposta da Gislene é lançar mão de dinâmicas de grupo e elementos que façam as pessoas se conhecerem melhor através de dinâmicas de grupo e técnicas oriundas da arte-terapia.

Segundo a Sociedade Brasileira de Coachig: “O processo de Coaching é, essencialmente uma assessoria focada na geração de motivação pessoal e profissional, que tem como objetivo potencializar o nível de resultados positivos de pessoa, grupo ou empresa.”

As empresas já investem em processos de Coaching para seus executivos a décadas, mas nos últimos anos intensificou-se um investimento pessoal em em coaching profissional, life coaching, coaching individual e em grupo, coaching Teen, etc. A associação Brasileira de Coaching e outras organizações e iniciativas com a de Coaching Criativo da Centrarte oferecem de formação de coach a coaching.

O objetivo primordial é auto-conhecimento, planejar a mudança e realizá-la, trabalhando crenças limitantes, potencializando forças e mitigando fraquezas. Na foto abaixo tínhamos um grande número de coachs, com formação específica, muitos facilitadores, Agile Coachs, também consultores de RH e pessoas que curtem conhecer técnicas que possam ajudá-las a atingir seus sonhos.

“Não seja empurrado por seus problemas, prefira correr atras de seus sonhos!”

O mundo está em permanente movimento, tem sempre “alguém” mexendo no seu queijo, você pode até não mudar, não se adaptar, mas é importante se conhecer o suficiente para saber se você é o Hem, Haw, Sniff ou Scurry e estar ciente do que isso significa, estar atento. Tem gente que sente o cheiro da mudança porvir, tem gente que adapta-se quando percebe que a mudança começou, muitos só mudam sob pressão após todos os outros já terem mudado e há quem ache que o fato de o mundo mudar, do queijo acabar, ele não é obrigado a mudar!

O primeiro passo é auto-conhecimento, para então partir para a ação. Quem você é entre os personagens do Quem Mexeu No Meu Queijo? É um dos ágeis ratinhos ou um dos homenzinhos – Hem, Haw, Sniff ou Scurry?

 

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TTalks – Keep Calm and Trust Your Product Owner

Hoje rolou o quinto dia de evento TecnoTalks 2017, os três primeiros foram três abordagens sobre planejamento de carreira, networking, meninas na TI e uma oficina, o quarto foi sobre o papel de Scrum Master e o quinto hoje foi o papel de Product Owner.

Nenhum dos cinco possui uma receita de bolo, mas todos os cinco contaram com muita gente boa, com muitos debatedores e participantes com muita experiência no assunto da rodada. As técnicas e formato a cada dia foi diferente e mesmo quando igual, melhorado ou tentamos melhorar …

O evento desta noite “Keep Calm and Trust Your Product Owner” discutiu no mesmo formato de ontem, pequenos grupos propuseram temas que desejavam discutir, clusterizamos (agrupamos sugestões semelhantes) e os clusters que tiveram mais votos foram o próprio papel e outros papéis alinhados a negócio, seguido de questões pertinentes a definição, prioridade e mudanças … valor.

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A primeira parte gravada em Face Live focou no que é o papel do Product Owner e o quanto outros papéis acima ou abaixo de sua alçada foram se compondo com o passar do tempo, como Chief PO, Business Owner, Analista de Negócios, entre outras siglas e funções.

O que mais se destacou no meio da discussão é o quanto diferentes contextos nos permitem defender uma abordagem, mas não que seja o melhor em qualquer contexto, há muitas diferenças que geram reflexos na melhor opção de perfil e atuação do PO, time e papeis adjacentes.

Continuação, porque minha bateria acabou, neste momento mais focados na abordagem de business, de tomada de decisão, responsabilidade na definição, mudança, negociação, para entrega de valor a cada sprint, release, até o final do projeto. Iterativo-incremental-articulado!

Novamente a discussão não era para achar uma receita de bolo ou solução mágica, mas compartilhar vivências e debater ideias, experiências e convicções, de forma que cada um dos participantes pudessem levar um mix de informações e oportunidades, acoplando a sua realidade conforme aderência e possibilidades.

Continuação parte II, porque me atrapalhei e encerrei o vídeo, mas a Andrea Balle percebeu e começou a compartilhar na sua timeline, ainda no tópico valor para o negócio, adaptação a mudanças necessárias, ROI, …

 

Ao final da noite registramos com uma foto oficial, alguns já tinham saído, mas a maioria marcou presença na foto de fechamento:

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Link compartilhado pelo Parzianello – 7-skills-to-be-a-great-product-owner

Link compartilhado pelo Motta – PO-x-BA-x-analista-de-sistemas