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Workshop Toolbox Jogos 360° – Team Building Games

O foco e a proposta era debater oportunidades de uso, experimentar alguns jogos, conversar e debater. Os jogos foram fundo de cena, contextualizados pelas contribuições de cada um, mas o objetivo foi debater escolha, planejamento, execução e aprendizados.

Toolbox Jogos 360

  • O tigre e a cobra
  • 12345
  • Marshmellow Challenge ágil
  • Rolos da cobre
  • Boneco ágil
  • 123
  • Círculo de conselho
  • Identidade & datas especiais
  • Esquis
  • Micróbio e o dente

Eu levei dezenas de outros jogos engatilhados, mas fui propondo algo mais olho-no-olho, no círculo de conselho em 4 grupos estabeleceram suas maiores dificuldades e diziam muito mais respeito a comunicação e comprometimento inter-equipes.

“Curso de Team Building Games: aprender a jogar para ensinar #teambuilding #games #facilitacao #lovelearning Muito Obrigada pela generosidade Jorge Audy” – Camila Morales – UniRitter

“Muito bom! A tarde passou voando e eu sai cheia de ideias!” – Márcia Vargas

“Que tarde maravilhosa, muitas dinâmicas, trocas de experiencia e novas ideias para aplicar.” – Jonatan Aguiar – Compasso Tecnologia

“Sempre aprendendo muito com Jorge Audy” – Joice Schwank Hahn – Sicredi

“Eu sou suspeita pra falar …. adoro os Games, me apaixonei no primeiro Agile Games Night do TecnoTalks lembra! Temos que repetir !” – Fran Vareira – CWI

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Debates em Open Space

Open Space é uma técnica excelente para debates em grandes grupos, usualmente com tema(s) escolhido(s) pela galera e debatido em sub-grupos de forma a chegar a um bom termo em intervalos combinados de tempo e com apresentações dialogadas ao final.

No Agiles 2011 em Buenos Ayres a tarde do último dia foi realizada em várias salas, a partir da proposta de temas e votação da galera … durante dois dias a galera propôs e votou nos temas, que ganharam salas e horários, para que cada um escolhesse de quais participar.

Lembro que na entrada de cada sala havia um cartaz com a Lei dos Dois Pés em espanhol, dizendo que se você não está aproveitando nem ajudando, use seus dois pés e vá para um lugar que faça isso … esse é o espírito do Open Space, participação e debate.

Eu uso muito este formato de debate em grandes grupos, dividindo o grupo em equipes, cada sub-grupo discutindo e chegando a algo (conclusões, planos de ação, posições), que eram ao final compartilhado com os demais. Com certa frequência compilando coletivamente o melhor de cada grupo.

Como exemplo, no link abaixo tenho o relato do primeiro Open Space do grupo TecnoTalks que organizei em Julho de 2012 para estabelecer as regras e normas básicas para a nossa comunidade de prática sendo criada – https://jorgeaudy.com/2012/07/19/balanco-do-open-space/

Existe farto material sobre esta dinâmica, da uma olhada na Wikipedia – https://en.wikipedia.org/wiki/Open_Space_Technology

E o cara, um depoimento por Martin Fowler sobre estas dinâmicas – https://martinfowler.com/bliki/OpenSpace.html

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Primeira edição do Toolbox Wall para RH

Assim como o Wall construído pela manhã para a área da Educação, o turno da tarde reuniu no Café Coworking do TecnoPUC uma galera apaixonada pelo que faz, engajada em comunidade e muito pilhada em construir um Wall inspiracional.

Uma reunião em que a parceirona Andreza Rocha, protagonista em diferentes comunidades de RH e Tecnologia, muito se empenhou para trazer o máximo de profissionais que teriam muito a contribuir na construção da primeira versão do Wall de RH.

Uma tarde descontraída mas super focada materializou uma centena de técnicas, boas práticas, ferramentas, fruto de muito debate, seguindo a receita básica para brainstorming, trabalho em grupos, apresentação, clusterização, categorização progressiva, debate e fechamento.

  • Recrutamento
  • Desenvolvimento Humano
  • Gestão do Conhecimento
  • Indicadores
  • Ferramentas de RH

Durante esta semana o material será transcrito, um grupo público criado no Facebook e um documento será criado no Google Drive para permitir colaboração remota de todos para instigar a melhoria contínua.

Assim como na de Educação, acreditamos todos que o próximo passo presencial será iniciarmos Oficinas para disseminar, exercitar, debater as boas práticas que merecerem manter-se no Wall como sendo talentos do RH que queremos em todas as empresas.

Eu não posso deixar de incluir como registro desta tarde uma foto editada e compartilhada pela Helena Lazzaretti, uma obra de arte  \o/

A seguir uma transcrição com certa liberdade, extraída das fotos do mural criado durante o evento, lembrando que foi um primeiro passo e com meu viés e certa liberdade poética:

1. DESENVOLVIMENTO HUMANO

  • Programa coaching, mentoria ou padrinho
  • Auto-alocação / projeto por habilidades
  • Programa de apoio a certificações
  • Programa desenvolvimento de lideranças
  • Programa business partner
  • Universidade / escola corporativa
  • Desenho de serviços (pareto)

2. GESTÃO DO CONHECIMENTO

  • Programa de gestão do conhecimento e informação
  • Program de comunidades CoP / Meetups / GU
  • Programa de workshops, palestras, lightning talks
  • Art of Hosting ~ Open Space, world café, fishbowls
  • Programa de Dojos / Hack days / Hackatonas

3. FERRAMENTAS

  • Quadros Kanban
  • Power BI (ferramentas de BI)
  • Team building games
  • Programa de gamification
  • Wiki (repositório) para lições aprendidas
  • Ferramentas para auto-conhecimento (~ SWOT)
  • Ferramentas de apoio a planejamento a carreira (~ BMY)

4. INDICADORES

  • Metas e indicadores de RH
  • Machine learning / people analytics
  • Métricas de mercado (benchmarks) x organizacionais
  • Avaliação de desempenho continuada, 360º, OKR
  • Pesquisa de clima / satisfação
  • Incentivo a KPIs (Key Performance Indicator)
  • Incentivo a BSC (Balanced Score Cards)

5. RECRUTAMENTO

  • Pipeline visual de vagas a lotação
  • Programa Employer of Choice
  • Entrevistas significativas
  • Entrevistas coletivas (time demandante)
  • Triagem com contatos virtuais
  • Programa de feedback de entrevistas
  • Programa de mídias e redes sociais (facebook, linkedin, …)
  • Perfis holísticos (CHA + personas / mapa empatia)
  • Programas de seleção com eventos preparatórios
  • Programa de participação e apoio a eventos
  • Realização de eventos abertos de inbound / atração
  • Vídeo institucional com cases e depoimentos (storytelling)
  • Aproximação de universidades e faculdades
  • Aproximação de formadores de opinião
  • Programa de apoio / outplacement
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Primeira edição do Toolbox Wall na Educação

Uma manhã de muita parceria, em um Sábado ensolarado, em que mais de uma centena de cards foram materializados em uma sequência de brainstorming, clusterização, debate, categorização e fechamento …

  • Dreyson Queiroz
  • Aline Zanin
  • Silvano Ozyrys
  • M Gloria Tassinari Yacoub
  • Aline Zanin
  • Taila Becker
  • Barbara Costa
  • Silvano Ozyrys
  • Bianca Costa
  • Aline Martins
  • Fabiane Castro
  • Miguel Matiolla
  • Jorge Audy

Um grupo muito afinado, desde as 09:00 do dia 23/06 empenhada para as 12:00 encerrarmos com a primeira versão de um Toolbox Wall para a Educação, onde aos poucos foi-se configurando as categorias abaixo:

  • Ambiente
  • Métodos
  • Técnicas
  • Oratória
  • Feedback
  • Tecnologia
  • Maker
  • Estudo de Casos
  • Pessoas
  • Teorias
  • Problematização
  • Expositivo-dialogado
  • Jogos
  • Arte
  • Gestão do Conhecimento

Os próximos passos serão a ativação de um grupo de interesse no FaceBook e a criação de um documento compartilhado no Google Drive a ser criado pelo Dreyson Queiroz para que seja possível colaborativamente transcrevermos todo o mural para um meio digital.

A seguir uma lista de tópicos que extraí das fotos, a totalidade está sendo transcrita de forma distribuída pela galera. Não houveram filtros nem revisões, foi uma versão Beta construída a partir de algumas horas de debate em grupo e clusterização:

1. Ambiente Físico

Sala de aula modificada (disposição)
Fundo de cena estático – paredes e côres
Fundo de cena dinâmico – aulas em imersão
Sala de aula como uma Startup (gestão visual)
Portfólio / mural
Exposições

2. Estudo de Campo

Estudos de casos
Estudo do Meio
Solução de problemas reais
Aulas abertas com palestrantes
Aulas abertas com alunos
Excursões
Visitas a empresas

3. Metodologias

Design Thinking (alunos)
Design Thinking (Professores)
Agile (SCRUM)
Agile (Kanban)
Art Of Hosting
Discussão Circular
Comunicação Não-Violenta
Dragon Dreaming
Teoria U (1 processo, 5 estágios)
Caórdico

4. Pessoas

Pequenos grupos
Atenção plena
Kairós
Educação Centrada no Aluno
IKIGAI
Inclusão
Tríade do Tempo
Pró-Action
World café
Open Space
Fishbowl
Lightning Talks

5. Teorias

Teoria de Ebbinghause
Behaviorismo
Cognitivismo
Construtivismo
Conectivismo
Taxonomia de Bloom
Maturana (Autopiesis)
Aprendizagem centrada na pessoa (Carl Rogers)
Abordagens Humanistas

6. Oratória

Storytelling
Psico-drama (interpretação)
Problem-Based learning

7. Feedback

Observação baseada em atitude
OKR estudantil
Feedback 360°

8. Learning 1, 2 e 3.0

Expositivo-dialogada
Seminário
Trabalho em grupo
Debate entre especialistas
Planejamento colaborativo
Proposta
Brainstorming

9. Jogos

Icebreakers
Warm ups
Jogos pedagógicos (conteúdo)
Agile Games
Extraordinaries Design Studio
Charetting

10. Artes

Biodança
Teatro
Cinema
Música
Desenho
Literatura
palhaçaria

11. GC

Toolbox Wall
Redes sociais
Material do professor online
Material do aluno-professor
Base de conhecimento digital

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Debates entre Especialistas na Escola Politécnica

A cada semestre implemento um programa de Debate Entre Especialistas, convidando não só profissionais de muita experiência para montar um painel ou storytelling sobre um tema de grande interesse, como BDD (Behavior Driven Development), DDD (Domain Driven Design), DevOps e GP em projetos ágeis.

O objetivo é aproximar alunos e profissionais experientes para uma hora de interação, troca de percepções, muito aprendizado vicariante. As contribuições são em 360º, além dos debatedores ou palestrante, a aula é aberta, mesclando alunos com profissionais da comunidade TecnoTalks de empresas do parque TecnoPUC.

Não só em 2018, mas em anos anteriores sempre tive a oportunidade de contar com grandes profissionais, contando com a presença e contribuição do Sr Lincolm Aguiar, Matheus Alagia, Paula Martins, Patrícia Garay, a cada ano conforme o tema e interesse das turmas nas disciplinas de GP e Tópicos Especiais em Engenharia de SW.

Hoje (22/06/18 as 19:30) teremos o encerramento na disciplina de GP com três grandes nomes em PMO, Agile e Projetos com o objetivo de debater o papel do novo escritório de projetos em empresas ágeis, interagindo com os papéis de Agile Coachs, Scrum Masters e Gerentes de Projetos.

Na quinta-feira de 21/06 as 19:30 tivemos o compartilhamento de conhecimento de um dos grandes arquitetos de solução do RS, Cléber da Silveira falou todo o abecedário de um projeto do século XXI usando as melhores práticas de DevOps, automação, escalabilidade, papiline de infraestrutura a software.

No dia 07/06 tivemos um super-debate sobre uma disciplina obrigatória em equipes que buscam uma arquitetura de solução orientada a domínios e não a tecnologia, três profissionais responsáveis por aplicá-la em seus projetos ou empresa interagiram e compartilharam suas experiências.

Sobre BDD o bicho pegou, falamos da teoria e o contrastes com a prática de mercado, dificuldades, resistências e equívocos em lidar com BDD como uma técnica de automação de testes sem envolver todo o processo e desde o início para entendimento e modelagem a partir de comportamento.

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06/06 – TecnoTalks People Analytics

Uma noite com grandes nomes ligados ao RH do século XXI, temas sobre People Analytics, avaliação continuada, atração, desenvolvimento e retenção. Online de Boston Deli Matsuo, ex-diretor do Google e ex-VP de pessoas na RBS, fundador da Appus, e de SP o Lauro Madalosso, gerente de produtos também da Appus.

Aqui do parque teremos Daniel Kafruni da startup Elofy sediada no TecnoPUC falando sobre gestão de metas e OKR, contaremos também com o Fernando Gutheil para falar sobre People Analytics na Renner, fechando a noite com a Carine Pereira da SerMais,  que também é curadora do TEDx Feevale.

Uma noite sobre pessoas e organizações, exercitando o tema da noite, conectando e interligando pessoas, Na organização contamos também com o Marco Migliavacca, a Andreza Deza e a Jéssica Aaraújo, parceiros e TecnoTalkers de outros carnavais. Na platéia muitos companheiros de jornada, mas a maioria da galera era da área de RH.

Desta vez a rede suportou bem, impecável, só foi preciso reiniciar uma vez, mas abaixo está em dois vídeos a totalidade das três horas de eventos – Deli e Madalosso da Appus, Gutheil da Renner, Kafruni da Elofy e Carine da SerMais.

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10/05 – Debate sobre BDD entre especialistas

“Behavior Driven Development ou Desenvolvimento Guiado por Comportamento é uma técnica de desenvolvimento Ágil que encoraja colaboração entre desenvolvedores, setores de qualidade e pessoas de negócios. Proposto em 2003 por Dan North como uma resposta à TDD (Test Driven Development ou Desenvolvimento Guiado por Testes). Para tanto, desenvolvedores usam uma linguagem ubíqua que abstrai a tecnologia e foca no comportamento desejado.”

Quem foi, participou do debate e isso trouxe diferentes perspectivas e opiniões. A seguir um post muito legal do DevMedia sobre Behavior-Driven Development na plataforma .NET – https://www.devmedia.com.br/behavior-driven-development-na-plataforma-net/33372

Os debatedores possuem variados projetos que acumularam diferentes experiências no uso de BDD, o que permitiu o compoartilhamento de muito aprendizado vicariante, com seus acertos e erros em diferentes contextos, clientes, tecnologia e equipes.

1. Post do Dan North de 2006 com uma introdução e status do BDD – https://dannorth.net/introducing-bdd/

“Comportamento” é uma palavra mais útil que “teste”
O JBehave enfatiza comportamento ao longo do teste
Determine o próximo comportamento mais importante
Requisitos são comportamento também
BDD fornece uma “linguagem ubíqua” para análise
Critérios de aceitação devem ser executáveis
Nomes de métodos de teste devem ser frases
Um modelo simples de frase mantém métodos de teste focados
Um nome de teste expressivo é útil quando um teste falha”

2. Post do Dan North apresentando a relevância do uso de histórias do usuário – https://dannorth.net/whats-in-a-story/

“O desenvolvimento orientado por comportamento usa uma história como a unidade básica de funcionalidade e, portanto, de entrega. Os critérios de aceitação são uma parte intrínseca da história, definem o escopo de seu comportamento e nos dão uma definição compartilhada de “feito”. Eles também são usados ​​como base para a estimativa quando chegamos a fazer nosso planejamento. Mais importante ainda, as histórias são o resultado de conversas entre as partes interessadas do projeto, analistas de negócios, testadores e desenvolvedores. O BDD é tanto sobre as interações entre as várias pessoas no projeto quanto sobre as saídas do processo de desenvolvimento.”