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Já mandei o kit com tabuleiro e baralho para todos os cantos do Brasil

Estou mandando os baralhos para várias cidades do Brasil, a pedido em breve vou largar um vídeo explicando visulamente o jogo, o tabuleiro e o baralho:

Para adquirir o kit, envie para toolbox.audy.360@gmail.com seu endereço completo, o que quer e quantidade, eu postarei registrado via correios. Posto uma vez por semana e a média para chegar em capitais é de até uma semana. Assim que postar envio mais orientações.

1 kit = R$ 100,00 (baralhos extras por R$75 cada)
3 kits = R$ 250,00 (baralhos extras por R$65 cada)
5 kits = R$ 375,00 (baralhos extras por R$55 cada)

KIT COM TABULEIRO E BARALHO TOOLBOX 360°

O novo baralho possui 115 cartas, cada kit com o tabuleiro pode ser usado por uma equipe ou grupos de 5 pessoas por vez. Muitas empresas possuem 5 kits, permitindo realizar dinâmicas com até 5 grupos de 5 pessoas. Sua natureza e propósito é voltado a instigar o aprendizado, inovação e protagonismo.

O jogo Desafio Toolbox é uma criação minha, uma dinâmica com vocação para ser usada para disseminação, ensino e aprendizado de técnicas e boas práticas de mercado.Eu o uso recorrentemente em workshops, equipes, eventos e em sala de aula na Politécnica da PUCRS.

As regras do jogo são simples e muito descontraídas, fico a disposição, mas estou preparando vídeos explicativos ao uso do mural e do jogo/tabuleiro para que todos possam tirar o máximo de valor agregado em todas as suas variações de uso e aproveitamento.

Um jogo para ser usado a partir de um desafio ou cenário, quer para aquecimento da galera ou planejamento, para afiar sinapses sobre fazer diferente, experimentar novas técnicas, no dia-a-dia, em retrospectivas, em futurespectivas.

O jogo tem regras simples voltadas a instigar debate e negociação em torno do atendimento de um cenário real ou fictício a ser resolvido, oferece 6 (seis) cartas com exemplos, mas os jogadores podem propor cenários com desafios reais de projetos, equipes, mercado, produtos, problemas, empreendedorismo, etc.

A seguir apresento as regras e sugestões para o uso do jogo: INICIAÇÃO > CENÁRIO > CARTAS > NEGOCIAÇÃO > ENCERRAMENTO > DICAS & VARIAÇÃO.

O custo para mandar imprimir o tabuleiro e 115 cartas avulsas em gramatura 300, colorido frente e verso e recortes é quase o valor de venda do jogo (R$100 entregue em casa), para receber é só mandar email para toolbox.audy.360@gmail.com dizendo que quer o jogo e informando o seu endereço completo.

INICIAÇÃO

1. As equipes devem ser de 5 jogadores, um ponto de equilíbrio para gerar e permitir o debate e argumentação;
2. Cada equipe escolhe um mestre, ele terá a responsabilidade de resolver impasses e fazer fluir o jogo;
3. O mestre também joga, como os outros jogadores, ele se diferencia apenas quando o jogo não estiver avançando;

CENÁRIO

4. A equipe sorteia ou escolhe uma das seis cartas-exemplo de cenários, mas pode propor um cenário real;
5. O objetivo de todos, como um time, é escolher as melhores cartas para atender o melhor possível o cenário;

CARTAS

6. O mestre mistura o baralho de cartas de técnicas e depois distribui cinco cartas aleatórias a cada jogador;
7. Os jogadores analisam suas cinco cartas e o mão (primeiro a esquerda do mestre) inicia com a sua melhor carta;
8. O jogador ao propor uma carta, a justifica brevemente e indica qual acha que é a sua posição (de 1 a 6) no tabuleiro. Por exemplo, provavelmente uma carta de planejamento é mais para o início e lições aprendidas é mais para o fim.
9. Em sentido horário, a partir do primeiro, um jogador por vez propõe uma carta ou passa a vez se não tiver mais nenhuma carta útil;

NEGOCIAÇÃO

10. Após as seis posições do tabuleiro ocupadas, a cada nova jogada é possível propor trocas (retirar uma das já propostas por uma melhor), pode-se propor a retirada de uma das cartas justificando porque aquela carta não é útil e/ou propor trocas de posições entre as 6 cartas para que a sequência faça melhor sentido para execução;
11. Um a um, em sequência jogam novas cartas, propondo mudanças ou passando a vez;
12. Assim que concordarem que as cartas no tabuleiro são as melhores jogadas até o momento com o objetivo de atender o melhor possível o cenário proposto no início, encerra-se a jogada;

ENCERRAMENTO

13. Somente após encerrada a jogada é que todos mostram as cartas restantes em mãos, é uma oportunidade de aprender um pouco mais ao perceberem que haviam boas cartas que poderiam ter sido usadas;
14. Encerrado o breve debate que pode acontecer ao terem sido definidas as 6 melhores cartas para atender o cenário e terem sido apresentadas todas as cartas em mão, recolhem-se todas as 25 cartas da rodada e as colocam bem embaixo do baralho para que o jogo seguinte se utilize de novas cartas;
15. Reiniciar o jogo com a definição de um cenário em comum acordo e distribuição de novas cartas.

DICAS & VARIAÇÕES

A. O objetivo do jogo, em sua origem, é pedagógico e busca proporcionar e instigar o debate sobre técnicas e abordagens. A existência do mestre é para evitar que o foco se perca e acabem gastando mais tempo discutindo opiniões detalhes ou sutilezas, ao invés de oportunidades e abstração;

B. É importante perceber que muitas técnicas possuem grande versatilidade, podendo serem utilizadas em diferentes momentos e contextos, mas podem ser adaptadas, utilizadas, por isso é de bom tom instigar a reinterpretação do uso de suas boas práticas, desde que façam sentido e aparentemente gerem valor no uso.

C. O baralho pode ser usado para montar um primeiro mural de boas práticas, pode ser usado de forma versátil como fonte de consulta e organização, principalmente como uma técnica de gestão do conhecimento, a galera cola postits verdes naquilo que pode ajudar, amarelos naquilo que quer aprender ou precisa de ajuda.

D. É possível fazer mais de uma rodada com o mesmo cenário, buscando provocar o debate sobre o melhor atendimento com diferentes cartas, contando com 25 cartas novas a cada vez e assim abrindo diferentes percepções de uso e aprendizados sobre a existência de variadas opções para cada fim;

E. É possível distribuir até 3 notas ou moedas fictícias de R$100 para cada jogador, que na sua vez de jogar pode se utilizar delas para comprar ao custo de R$100 uma nova carta por vez. Esta variação permite ao final da rodada a reflexão se era realmente necessário ter gasto dinheiro atrás de outras técnicas ou não;

F. É possível retirar do baralho aquelas cartas de técnicas fora de contexto, bem como incluir novas cartas que podem ser impressas e recortadas em uma gráfica expressa, reorganizando o baralho e utilizando-o como uma técnica de planejamento, distribuindo todas as cartas com o objetivo de encontrar a melhor composição possível.

Vale a pena dar uma olhada no registro do último workshop com fotos, informações e depoimentos acumulados de várias edições – https://jorgeaudy.com/2018/09/17/workshop-toolbox-360-a-cada-passo-um-novo-se-descortina/

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Pipeline como gestão visual

Esse termo é utilizado em variados contextos, na minha adolescência o usávamos ao discutir sobre Surf, olhando as fotos da revista Fluir, comparando condições do mar com os míticos tubos rápidos, longos e secos, estilosos de Pipeline.

Entretanto, pipeline pode ser uma ferramenta que mostre o fluxo de um processo relevante do cotidiano de áreas e profissionais. Essa abordagem permite a fácil identificação, análise e ações em relação ao andamento, etapas, fluindo em relação ao nosso objetivo.

No RH, por exemplo, temos o pipeline de contratação, é possível explicitarmos em etapas cada passo desde a abertura, divulgação, recepção, avaliação, entrevistas, decisão, documentação, efetivação e integração.

Em vendas, temos análise de mercado, contato, visita, proposta, decisão, minuta, contrato, assinatura, encaminhamento, e assim como no RH, reproduzimos na parede uma visão tática de nosso trabalho.

Outras áreas, como Planejamento, Contratos, Consultoria, Marketing, Eventos, … se beneficiam ao assumir uma abordagem ágil ao materializarem em um quadro sua estratégia, tática e execução. Se falar Kanban eles dizem que não é para eles, mas se falar Pipeline, rola! \o/

Como construir um Pipeline Visual?

Lembre-se que feito é melhor que perfeito, seja ágil, iterativo-incremental-articulado, inicie rapidamente e evolua a cada aprendizado ou retrospectiva.

1. Aquecendo sinapses e conexões – Comece por uma boa técnica sobre “quem nós somos”, “missão”, “o que fazemos”, “como trabalhamos”, se utilizando de alguma das técnicas já compartilhadas e disponíveis no nosso Toolbox, como SWOT, É|Não É, Role Model Canvas, etc;

2. Mapeie seu fluxo de trabalho, foque naquele que queremos modelar no pipeline, como vagas até contratações no RH, como prospects até contratos em vendas, podendo usar Personas, Jornadas, Storytelling, Fluxos de valor, etc;

3. Faça uma checagem do fluxo a luz de passos adicionais de valor significativos a serem explicitados na alçada de “clientes”, parceiros ou “fornecedores”. Isso é importante para não olharmos só para dentro, mas ao fluxo de forma holística;

4. Desenvolva em cada uma de suas etapa mapeadas buscando as tarefas executadas em sua operação, isto permitirá eventualmente não só confirmar o fluxo e a divisão em etapas como alinhar um certo padrão formal ou informal de tarefas x etapas;

5. É muito significativo tentarmos materializar conceitos de WIP (work in progress), tempos médios esperados, baseados em histórico, e Throughput (número de entregas por período) … o que nos oferece cada vez maior auto-conhecimento de nossa capacidade e tática;

6. Registre lições aprendidas em uma linha própria, normalmente a última em destaque, registrando riscos e oportunidades, pontos de atenção. Está alinhado a proposta de regras explícitas do Kanban e ajudarão muito no dia-a-dia;

7. Desde o início explicite suas metas e indicadores, assim o quadro terá um forte apelo a ação, convergência, proporcionando boas reuniões diárias e semanais de alinhamento e geração de micro-planos de ações para maximização de resultados.

Parece muita informação ou em um espaço tão limitado, mas é apenas o caso de usar bom senso e evoluir (Kaizen) permanentemente a cada aprendizado, na prática é como dirigir, no começo parece difícil, mas depois abstraímos e nem percebemos o freio, pisca, acelerador, etc.

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Em uma hora, como gerar um início consistente = 5-10-15-30

Criei esta técnica com o objetivo de ajudar aqueles grupos que debatem muito desde o início e acabam esgotando o tempo antes de ter uma massa desejada de proposições, porque ao gastar muito tempo no primeiro, segundo, acaba não sobrando tempo pros demais.

Em reuniões propositivas, quer sejam possibilidades para um tema, direcionadores, ideias, projetos, etc, é possível gerar um mapeamento inicial bem consistente em uma hora usando uma técnica de brainstorming que eu chamei de 5-10-15-30.

O utilizei em várias facilitações, sempre que a discussão é sobre um tema ou contexto razoavelmente conhecido, mas com diferentes visões ou necessidades pelos diferentes players, recentemente em um planejamento estratégico 2019.

Os números representam minutos, que somados totalizam 60 minutos, a primeira meia hora garante a criação de uma lista consolidada, a segunda meia hora é suficiente para um rápido debate para manutenção, exclusão e eventuais novos.

É claro que depende de uma acordo inicial e engajamento, mas a técnica ajuda a direcionar de uma forma muito eficiente, operacionalmente falando. Faça o acordo e mantenha os participantes cientes do tempo que transcorre.

Os primeiros 15 minutos não tem debate e visa garantir a maior massa de proposições:

5 minutos – Os primeiros 5 minutos são para descarregar o buffer, cada um gera uma lista em uma folha, alguns já trouxeram listas e lembretes, cinco minutos são suficientes para lembrarem ou organizarem suas necessidades e proposições;

10 minutos – Nos 10 minutos seguintes eles criam os postits, de forma que um primeiro integrante dita a sua lista e um ou mais contribuem redigindo os postits, a cada ítem, os outros vão riscando da sua lista se coincidir. É possível imediatamente colocar palitinhos ou brotoejas para representar quantos propuseram. Assim que o primeiro acabar de ditar sua lista, os outros ditam o que não foi dito nas listas dos outros;

Os 45 seguintes há dois momentos para debate contido e o seguinte com maior tempo aberto:

15 minutos – O grupo debate o entendimento do que ali está, pode ser que algum dos itens lembrou de outro que não foi proposto, se discordam da manutenção de outro, se dois deveriam ser fundidos, um dividido, etc;

30 minutos – em apenas 30 minutos temos uma lista geral organizada, com algum entendimento, agora temos 30 minutos para perguntas e respostas, discutindo ideias e validade, mas já partindo de uma lista consistente;

Para ideias do zero há técnicas variadas como o crazy eight ou o uso da combinação inicial com um 5w2h e depois respostas, um storytelling com How Might We seguido de brainstorming cadenciando respostas, há canvas e direcionadores, mas o 5-10-15-30 é muito efetivo e produtivo em situações mais conhecidas.

Lembre-se que é muito importante quando do convite de participação gerar as provocações necessárias, elas gerarão um start de trabalhos aquecidos por reflexões, pesquisa, debates e talvez materializações prévias …

Recentemente usei em uma facilitação e a técnica foi usada para mapear direcionadores no início da manhã e inicativas no início da tarde, após cada uma delas usamos técnicas diferentes para geração de rankings e alinhar informações complementares.

Na prática o 5-10-15-30 é uma técnica de aceleração, como é o Crazy Eight para ideias, tenho conseguido bons resultados esporadicamente quando a uso  o/

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Vem pro 2° workshop Toolbox 360° em São Paulo

Workshop Toolbox 360° em São Paulo – Estarei na segunda-feira de 08/10 a tarde em São Paulo e quero aproveitar para rodar mais uma turma do Workshop Toolbox 360° – http://bit.ly/toolbox-out-sp. Se você é de SP, compartilha e fecharemos o quórum \o/

Todos os inscritos ganham o kit do jogo contendo o tabuleiro A3 e o baralho fartamente ilustrados e coloridos, contendo 115 técnicas e boas práticas desde estratégia, ideação, planejamento, validação, brainstormings, gestão do conhecimento e mais.

Uma tarde inteira de interação, com o jogo, mural e debates sobre variadas técnicas disponíveis no baralho que cada um levará. Estou abrindo inscrições, dependerá de quórum mínimo para sair, confirmarei se será no WeWork Berrini.

https://jorgeaudy.com/2018/09/17/workshop-toolbox-360-a-cada-passo-um-novo-se-descortina/

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Estou enviando os baralhos e tabuleiros para todo o Brasil o/

Fiz um lote muito especial e limitado com a ajuda da DBServer, um Toolbox Essencial com 115 técnicas ao preço de impressão individual em uma gráfica expressa, com gramatura 300 e colorido. Quem for aplicá-lo, pode contar comigo para ajudar no que estiver ao meu alcance, quem quiser receber o tabuleiro e baralho do Toolbox 360° para montar seu primeiro mural, para instigar, jogar ou planejar, estou enviando kits para qualquer cidade do Brasil:

Para adquirir o kit, envie para toolbox.audy.360@gmail.com seu endereço completo, o que quer e quantidade, eu retornarei com instruções e postarei registrado via correios para rastreio. Posto uma vez por semana e a média para chegar em capitais é de 3 ou 4 dias úteis!

1 kit = R$ 100,00 (baralhos extras por R$75 cada)
3 kits = R$ 250,00 (baralhos extras por R$65 cada)
5 kits = R$ 375,00 (baralhos extras por R$55 cada)

Obs: Quem me acompanha vai compartilhar, mas para incentivar também os outros, quem compartilhar nas redes meus posts para ajudar a fazer chegar a mais pessoas ganha 10% de desconto … basta ter compartilhado como público no Linkedin ou Facebook.

KIT COM TABULEIRO E BARALHO TOOLBOX 360°

O baralho possui 115 cartas, menor, portátil, muito melhor que um livro com folhas presas, é possível manipular da forma a agregar mais valor pela versatilidade, podendo-se ordenar, separar, marcar, categorizar e muito mais.

Cada kit com o tabuleiro pode ser usado por uma equipe ou com grupos de 5 pessoas por vez. Muitas empresas possuem 5 kits, permitindo realizar dinâmicas com até 5 grupos de 5 pessoas. Sua natureza e propósito é voltado a instigar o aprendizado, inovação e protagonismo.

O jogo Desafio Toolbox é uma criação minha, uma dinâmica com vocação para ser usada para disseminação, ensino e aprendizado de novas técnicas, para planejamento e modelagem de uso em projetos ou operações. O uso recorrentemente em workshops, equipes, eventos e com alunos em sala de aula.

Em 2015 eu lancei o livro TOOLBOX 360°, um guia então com mais de 70 técnicas, em 2016 lancei o jogo DESAFIO TOOLBOX 360° com tabuleiro e cartas, para finalmente lançar a técnica TOOLBOX WALL 360°, destinado a estabelecer uma gestão do conhecimento auto-organizada.

As regras do jogo são simples e muito descontraídas, fico a disposição, mas estou preparando vídeos explicativos ao uso do mural e do jogo/tabuleiro para que todos possam tirar o máximo de valor agregado em todas as suas variações de uso e aproveitamento.

Um jogo para ser usado a partir de um desafio ou cenário, quer para aquecimento da galera ou planejamento, para afiar sinapses sobre fazer diferente, experimentar novas técnicas, no dia-a-dia, em retrospectivas, em futurespectivas.

As regras de uso do mural são ainda mais simples e igualmente interativas, influenciando auto-organização e gestão do conhecimento ativa, pois a partir do mural utilizamos postits para marcar como especialistas ou conhecedores, interessados ou pedindo ajuda, desaconselhando:

Vale a pena dar uma olhada no registro do último workshop com fotos, informações e depoimentos acumulados de várias edições – https://jorgeaudy.com/2018/09/17/workshop-toolbox-360-a-cada-passo-um-novo-se-descortina/

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Impact Mapping & Example Mapping

Já havia falado sobre Impact Mapping do Gojko Adzic, um consultor estratégico te TI que ganhou o prêmio Jolt Award de melhor livro de 2012. Eleito como o profissional de testes ágeis mais influente em 2011, seu blog ganhou o Agile Award UK pela melhor publicação on-line em 2010.

A questão não é executar a técnica de Impact Mapping ou Example Mapping para construir nossas histórias, mas o quanto exercícios como esse nos ajudam a estabelecer um mindset focado na necessidade, entendendo as personas, para só depois discutir o como e o que.

Pode até mesmo ser usado como um jogo de quebra-gelo ou aquecimento ao propormos um desafio, talvez usando um brainstorming em busca das mais importantes e valorosas necessidades, para quem sabe fazer um rodízio tipo Dojo ou World Café bem dinâmico.

IMPACT MAPPING (Gojko Adzic)

IM-Adzik

No Impact Mapping, partimos sempre de necessidades e desafios, evitando começar por software e contornando o que não precisa ser feito. É preciso entender cada objetivo e alternativa, este é o primeiro passo, depois teremos PDCL, melhoria contínua em ciclos iterativo-incrementais-articulados.

As principais vantagens inerentes a técnicas colaborativas são baseada em comunicação verbal e visual entre todos os envolvidos em tempo real, gerar modelagem consensuada a partir de diferentes prismas e expertises, mitiga ou remove pressupostos inconsistentes e gera forte compromisso e senso de pertença a todos.

Dito isso, técnicas colaborativas e visuais estabelece fortes “pactos” focados em valor real ao cliente, esclarece uma visão estratégica de seus entregáveis, prioriza explicitamente seus critérios de valor e qualidade, tudo sob uma abordagem iterativo-incremental-articulada, permitindo desenvolver-se em camadas.

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1. O que é Impact Mapping?

  • É um mapeamento de escopo e pressupostos de necessidades;
  • Uma técnica colaborativa tal qual uma User Story Mapping;
  • Um mapa que materializa Quem, Como e Valor frente a Objetivos;
  • Entender os porques, a necessidade primária antes da solução;
  • Identificar o que realmente precisa ou não ser feito.

2. Principais Quesitos dos principais entregáveis?

  • WHY? Para cada Objetivo representado como nodo, abriremos um mapa com quem, como e o que deve ser feito para atingi-lo;
  • WHO? A partir dos objetivos, mapeamos as personas que impactam ou são impactadas na busca por estes resultados;
  • HOW? A partir das personas, ações e comportamentos, tentando entender como podem eles impactar o atingimento dos objetivos;
  • WHAT? Finalmente, o que precisa e pode ser feito, qual a solução a ser entregue ou construída.

3. Benefícios e regras dos mapas de impacto?

  • Entendimento das motivações, causas, meios e desejos;
  • Não se preocupa com priorização e cronologia, mas com valor;
  • É iterativo – módulos, funcionalidades ou histórias do usuário;
  • Estabelece desde o início uma linguagem ubiqua com os usuários.

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EXAMPLE MAPPING (Matt Winne)

Winne propôs uma técnica muito poderosa para a modelagem de histórias a partir de necessidades e comportamentos desejados, estabelendo um diálogo colaborativo para estabelecer e confirmar os critérios de aceitação.

Pode ser feito durante o trabalho de construção do DoR (Definition of Ready) de cada história, em reuniões de refinamento ou no planejamento das Sprints. Certo de que esta modelagem gera muito valor agregado, propôs algo que chamou de Example Mapping:

1. Selecione uma história do usuário por vez, quer seja um exercício ou para a definição do DoR (Definition of Ready), pode ser utilizada em um Sprint Planning, pode ter sido previamente debatido em um refinamento;

2. Inicie sempre pelo compartilhamento daquilo que já se sabe, não é uma técnica para envolver gente demais, é uma técnica para o trabalho de modelagem das nossas histórias. Importante é ter diferentes papéis representados para termos múltiplos prismas e conhecimentos;

3. Queremos estabelecer pertença e entendimento, mas se alguma questão não tem resposta ou é polêmica, registre no cartão de pergunta (rosa) e siga adiante. Importante usar textos simples e imagens, algo que incite a o domínio mínimo suficiente da história;

4. A partir da construção do Example Mapping, é possível pedir para um dos presentes ou pares construirem como cenários Gherkin o mapa de uma história. Importante entender que BDD inicia no mapeamento original e colaborativo dos comportamentos, a automação é consequência.

A cada rodada, não esqueça de praticar Kaizen, estabelecendo eventuais lições aprendidas, melhorando a facilitação e a técnica para as próximas.

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Workshop Toolbox 360° – A cada passo um novo se descortina!

No próximo Sábado, 22/09, teremos mais um workshop Toolbox, desta vez com uma nova edição do jogo, colorida e turbinada, das 13:00 as 18:00. Fale com sua empresa, garanto que o conteúdo é de interesse – http://bit.ly/toolbox2209

Quem já fez e curtiu, por favor, ajuda a compartilhar e fazer chegar \o/

É um treinamento de interesse de empresas, cada semana mais delas estão adotando o mural, o jogo e abordagem. Os R$250 cobrem os custos do workshop, wall, logística e material, wellcome-coffee e coffee-break, ao final cada um leva um kit – tabuleiro e baralho coloridos com 115 técnicas.

O baralho é melhor que um livro, é mais flexível no uso, é possível fracionar, é fácil de manipular como insumo de planejamento, muito além do jogo, prático para ter consigo na mochila, na mesa de trabalho, sendo possível incrementar, incluir novas cartas, manter só aquelas mais úteis.

Workshop Toolbox 22092018 II

A seguir algumas fotos de edições anteriores, do jogo e do mural, além de depoimentos de três edições:

Algumas fotos e depoimentos:

“Trabalho na área de Marketing Digital, e é incrível aprender coisas novas e poder adaptar para o meu contexto. O Workshop proporcionou conhecimentos e reflexões não só sobre processos de trabalhos, mas também sobre carreira. É incrível ver como todos os problemas e desafios se tornam mais leves e simples de se resolverem quando pensamos de forma sistemática, organizada e com propósito, entregando valor.” – Carolina Ullian – Analista de Marketing Digital na RedeHost (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“O workshop Toolbox 360° possibilitou ter contato com dezenas de ferramentas que muito úteis em minha atividade profissional. Recomendo, em especial para quem trabalha com grupos e deseja conhecer formas disruptivas de conduzir e engajar equipes.” – Barbara Silva Costa – Sistemica desenvolmento educacional (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Percebi que projetos que estava desenvolvendo poderiam ser muito mais colaborativos e com mais sentido para as minhas equipes de trabalho. Alterei uma metodologia de um projeto já na segunda-feira e obtivemos um resultado com um propósito muito mais alinhado com a missão deste projeto. A forma apenas começou a ser mudada e já vemos um horizonte muito mais eficiente. Acho que está é a forma de criarmos algo realmente novo no mundo corporativo.” – Alexandre Ascal – Consultor e Coaching Executivo. (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Vivenciar esse momento no sábado foi muito gratificante, além de todo o conhecimento absorvido com foco em desenvolvimento de projetos, o professor Jorge nos auxilia no planejamento da nossa carreira, eu que de certa forma me sentia “perdida” nessa jornada profissional saí de lá cheia de respostas. Só tenho a agradecer pela tarde de valor imensurável.” – Pamela Moraes da Rosa – analista de Suprimentos Gerdau (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Eu pessoalmente já tenho em mente utilizar a Janela de Johari no meu ambiente pessoal para me tornar uma pessoa melhor com meus familiares, amigos, enfim, pessoas próximas.” – Vinicius Bittencourt Ramos – Analista de testes (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Participar do workshop para mim foi muito mais que aprender e discutir ferramentas, conheci novas pessoas e pude ver a aplicação das técnicas através de outros olhos. Excelente experiência!” – Camila da Silva Capellão – Analista de Negócios CWI (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Tirou minhas ideias do lugar e me pôs a pensar…” – Mara Lúcia Barbosa da Silva – Educadora Escola Convexo (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Foi útil, divertido e traduziu o sentido da aprendizagem 3.0, que valoriza o conhecimento dos indivíduos e constrói novos conhecimentos a partir da troca de experiências. A condução foi consistente e fluída, combinou jogos, teoria e exemplos práticos de aplicação. Além disso, a conexão das pessoas potencializou a criatividade, a visão crítica e a flexibilidade cognitiva, características relevantes na sociedade do século XXI.” – Fabiane Castro – Inteligência Competitiva e de Mercado | Escola de Negócios da PUCRS (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“A experiência foi sensacional. Tive inúmeros insights de erros que costumamos cometer sem nos darmos conta e consegui pensar em inúmeras aplicações de jogos em ambientes de sala de aula visando a maximização do processo de aprendizagem. ” – Barbara Silva Costa – Professora Unisinos (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“Foi uma tarde maravilhosa, muito aprendizado, troca e carinho! Por mais dias como este! Gratidão imensa por estar con vc e os outros amigos!” – Déborah Zavistanavicius Zapata – Agile Think Consultoria (Edição SP)

“Aprendemos de forma bem prática sobre o uso das técnicas, como encaixá-las nos diversos cenários e como adaptar. Adaptar sempre!” – Gabriela Corrêa – BRQ IT Services (Edição SP)

“Sábado de mais aprendizado! Tollbox 360° Wall … Foi show!” – Edilaine Miguel – Vagas.com (Edição SP)

“Foi um grande prazer participar desse workshop, simplesmente sensacional!” – Camila Fonseca – Santander (Edição SP)

ESTRATÉGIA

  • Opportunity Canvas
  • ROI, Capex & Opex
  • OKR
  • Lean Project Canvas (Portfólio)
  • Café Kaizen
  • SWOT
  • Matriz Ansoff
  • Benchmark
  • Dragon Dreaming
  • XP
  • Kanban
  • Briefing

EQUIPE / PESSOAS

  • Feedback Canvas
  • Pomodoro
  • Toolbox Wall
  • Roda da Vida
  • 7 Minutos
  • Design Ops Canvas
  • Janela de Johari
  • GROW (auto-coaching)
  • Mapa de Competências
  • Reuniões
  • Mapas Conceituais
  • Quadrantes Mágicos
  • Team Alignment Map

IDEAÇÃO / INOVAÇÃO

  • Google Design Sprint
  • Observação (Sombra)
  • Grupos Desfocados
  • How Might We?
  • IDEO Collage
  • IDEO Deep Dive
  • Crazy Eight
  • Oficina de Futuro
  • Charetting
  • Matriz CSD
  • MVP x Pivots
  • MVP Canvas

RESOLUÇÃO DE PROBLEMA

  • Ishikawa
  • Managing Dojo
  • A3 Report
  • Learning Canvas

MODELAGEM

  • Lean UX Canvas
  • Game Model Canvas
  • Game Design Canvas
  • Gamification Canvas
  • User Story Mapping
  • Lean Nonprofit Canvas
  • SIPOC
  • Personas
  • Empathy Canvas
  • Lean Canvas
  • Customer Journey Map
  • Strategy Proposal
  • UX Value Proposition
  • Impact Mapping
  • Product Box
  • Business Model Canvas
  • Pretotyping
  • Prototyping
  • UX Dojo
  • Canvas Governamental

VALIDAÇÃO / DEBATE

  • Focus Group
  • Open Space
  • Comunidades
  • Validation Board
  • Validated Learning Board
  • Wizard Of Oz

PLANEJAMENTO

  • POC & Spike
  • Mapa Stakeholders
  • Project Model Canvas
  • Elevator Statement
  • Scrum Setup Canvas
  • Doc Journey Map
  • Matriz RAB
  • Matriz GUT
  • Card Sorting

EXECUÇÃO

  • User Story
  • Daily (Stand Up Meeting)
  • Métricas
  • Quadro de Tarefas (kanban)
  • Sprint Review
  • Retrospectiva
  • Peer Review
  • Débito Técnico (Dívida)
  • Dashboards
  • Burndown
  • BDD
  • TDD
  • Mapa Autonomia
  • Status Report
  • Diário de Bordo
  • Mapa de Riscos