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Benchmark

É mais que analisar a concorrência, é tirar o máximo de proveito dos dados, informações e conhecimentos disponíveis sobre qualquer fonte, física ou virtual, primária ou secundária. No Design Thinking é a Pesquisa Desk, o Gartner oferece uma ideia de quadrante mágico, um eixo de inovação e execução, mas com frequência usamos planilhas comparativas de features, pontos fortes e fracos, valores e recursos necessários.

Ludicamente, é como um arquiteto ou estilistas que busca inspiração nas artes, nas ruas, revistas, hoje em dia a web é ponto de partida para tudo, mas com o cuidado de não se limitar, porque o mundo real desperta outros sentidos e percepções … eles chamam de repertorizar. Benchmark é evitar tentar reinventar a roda.

Se você teve uma ideia, o primeiro passo é pesquisar e ver quem mais a teve, a quanto tempo, quantos produtos semelhantes já estão no mercado, quais seus pontos fortes e fracos, características e estratégia adotada por suas empresas, matriz de funcionalidades, comercialização, …

Significado: “Benchmarking é um processo de comparação de produtos, serviços e práticas empresariais, e é um importante instrumento de gestão das empresas. O benchmarking é realizado através de pesquisas para comparar as ações de cada empresa. Tem o objetivo de melhorar as funções e processos de uma determinada empresa, importante aliado para vencer a concorrência, uma vez que analisa as estratégias e possibilita criar e ter ideias novas em cima do que já é realizado.”

Sempre que já existem opções, como sistema atual, alternativas, concorrentes, é preciso conhecê-los e compará-los, quer seja para não cometer erros conhecidos, como para inspirar-se naquilo que o mercado já confirmou ou rejeitou. Abaixo algumas matrizes comparativas para efeito de ilustração, entretanto benchmark pode vir na forma de um relatório ou fichas descritivas:

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Focus Group para assistir, pesquisar, consultar, avaliar

Focus Group é uma técnica de pesquisa qualitativa em que um grupo de pessoas é reunida em um ambiente exclusivo e interativo, questionados sobre suas percepções em relação à produto, serviço, conceito ou ideia ali apresentados. Neste contexto, assistido pelos facilitadores, visíveis ou ocultos, cada convidado é livre para falar com outros participantes, experimentar, opinar, debater.

Deve ser realizado em um ambiente adequado, descontraído, funcional, observável, registrando não só a opinião mas as interações entre os membros do grupo, o volume de dados gerados e riqueza de detalhes verbais e não verbais. Bem desenvolvido, geram um mar de oportunidades, analisados em tempo real e a posteriori por equipes multi-disciplinares que assistem a suas gravações.

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A análise dos dados dos grupos focais apresenta desafios e oportunidades quando comparado a outros tipos de dados qualitativos. Por ser uma experiência de grupo em ‘laboratório’, pode inibir ou potencializar, gerando características únicas e desafiadoras nos dados. Um facilitador inexperiente com certeza pode conduzir ou desperdiçar relevantes sutilezas e situações.

Existem variações para a realização de Focus Group, mas a mais comum trata-se do convite de grupos contendo de 6 a 12 participantes, onde um produto, serviço, conceito ou ideia é apresentada para opinião, podendo haver livre debate, apenas moderado a nível de dinâmica, mas jamais influenciando de alguma forma a opinião dos participantes.

Na minha dissertação de mestrado eu lancei desta técnica para convidar especialistas em implantação de metodologias ágeis para que de forma independente e sem influência externa cada um pudesse avaliar meu artefato de pesquisa e posicionar-se de forma a legitimá-lo e aprimorá-lo.

FOCUS GROUP ÁGIL

Em meados do mês de Outubro foi realizado um Focus Group organizado  pelo doutorando Guilherme Wiedenhoft e pela professora Edimara Luciano, que por acaso também é minha orientadora, com um formato a partir de dinâmica típica de um User Story Mapping. Uma semana antes debatemos o formato e eles optaram pelo uso de um Canvas semelhante ao quadrante mágico do Gartner com eixo X de Relevância (valor) e Y crescendo de específico para genérico.

Para ler mais sobre o tema de Efetividade em Governança de TI, linha de pesquisa da Profa Dra Edimara M Luciano, orientadora do Guilherme e minha:

O quadrante mágico eu uso a anos em workshops para gestão do tempo (importante x urgente), para princípios (crença x realização), para retrospectivas em debates no plano de ação de mudanças (valor x investimento). O principal benefício é favorecer a participação colaborativa e o uso de percepção visual, auditiva, motora, instigando a atenção, argumentação e convergência.

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O Focus Group iria discutir a relevância e validade de um pack de mais de 50 indicadores de efetividade da Governança de TI. Dados que vieram sendo levantados pelo Guilherme em meio a seus estudos, em uma revisão teórica sobre o tema e junto a especialistas. Ele concluiu o mestrado recentemente e hoje cursa o doutorado no PPGAd / FACE / PUCRS.

A dinâmica teve a oportunidade de acontecer em uma sala muito descolada, forrada de fórmica branca em todas as suas paredes, bem iluminada, agradável e que permitiu muita interação entre todos os participantes.

Iniciou com uma explanação feita pelos facilitadores, explicando a dinâmica e realizando um pacto a favor da colaboração franca e participativa. Os quadros, da esquerda para a direita, cfe segue:

  • Um quadro com a legenda de cores para cada critério (ilustrativo);
  • Um quadro contendo todos os indicadores sugeridos para cada critério, a serem discutidos e remanejados no transcorrer do debate;
  • Um canvas com os eixos crescentes de relevância (X) e utilidade (de nicho até os mais generalista);
  • Um quadro para os postits dos indicadores que o grupo concluísse como NÃO sendo indicadores ou inválidos para governança de TI.

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Durante o Focus Group, no transcorrer dos debates, os postits foram sendo movidos para os quadrantes do Canvas principal de valor e utilidade ou considerados inválidos. O legal desta dinâmica é que a cada nova movimentação somos obrigados a rever e validar os anteriores, reposicionando-os, reavaliando quando necessário um ou mais dos anteriores frente a novas percepções, pois na medida que se desenvolve vamos mais entendendo e nos apropriando.

canvas-focus-2Como qualquer outra técnica produtiva, o tempo deve ser planejado em mínimos ou máximos (timeboxes), pois se for rápido demais é porque não houve a devida reflexão, se for demorado demais, cansa e torna-se improdutivo. O tempo foi cumprido, uma hora e meia de debates, inicialmente contidos e um pouco caótico como sempre, seguido de um crescente de entendimento e posicionamento de parte a parte … muito legal.

Como sempre, uma pilha de lições aprendidas, coisas a iniciar, a manter e a melhorar … mas uma experiência interessante a ser compartilhada e repetida. Os eixos do Canvas são ajustáveis a cada tipo de pesquisa, assim como há vários outros formatos de Canvas, este é apenas um a ser considerado.

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Debates em Open Space

Open Space é uma técnica excelente para debates em grandes grupos, usualmente com tema(s) escolhido(s) pela galera e debatido em sub-grupos de forma a chegar a um bom termo em intervalos combinados de tempo e com apresentações dialogadas ao final.

No Agiles 2011 em Buenos Ayres a tarde do último dia foi realizada em várias salas, a partir da proposta de temas e votação da galera … durante dois dias a galera propôs e votou nos temas, que ganharam salas e horários, para que cada um escolhesse de quais participar.

Lembro que na entrada de cada sala havia um cartaz com a Lei dos Dois Pés em espanhol, dizendo que se você não está aproveitando nem ajudando, use seus dois pés e vá para um lugar que faça isso … esse é o espírito do Open Space, participação e debate.

Eu uso muito este formato de debate em grandes grupos, dividindo o grupo em equipes, cada sub-grupo discutindo e chegando a algo (conclusões, planos de ação, posições), que eram ao final compartilhado com os demais. Com certa frequência compilando coletivamente o melhor de cada grupo.

Como exemplo, no link abaixo tenho o relato do primeiro Open Space do grupo TecnoTalks que organizei em Julho de 2012 para estabelecer as regras e normas básicas para a nossa comunidade de prática sendo criada – https://jorgeaudy.com/2012/07/19/balanco-do-open-space/

Existe farto material sobre esta dinâmica, da uma olhada na Wikipedia – https://en.wikipedia.org/wiki/Open_Space_Technology

E o cara, um depoimento por Martin Fowler sobre estas dinâmicas – https://martinfowler.com/bliki/OpenSpace.html

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One Page Change Plan

Um canvas com uma abordagem concentrada e singular, que privilegia o debate e planejamento do fluxo de distribuição, implantação e transição, eu não a uso explicitamente, mas são questões comumente trabalhadas quando estamos debatendo a pré-inception para alinhar expectativas e contextualização com stakeholders.

  • A primeira parte resume o que é, o que impacta, como será monitorado e medido;
  • O segundo bloco, intermediário, esclarece quem será impactado e como serão apoiados na mudança;
  • No terceiro bloco, o plano, a mudança e a preparação para que dê certo, além dos próximos passos.

Mais informações podem ser encontradas na página da Lean Change.Org

Uma ferramenta poderosa para um alinhamento antes e depois de um planejamento, uma canvas de amplitude para entendimento do contexto e responsabilidade:

1. Que mudança estaremos fazendo? Qual o nosso objetivo? O que queremos implementar ou mudar?

2. Por que é importante para a organização? Por que estamos fazendo essa mudança? Quais as justificativas ou mesmo benefícios?

3. Qual é e como vamos medir o sucesso? Quais as métricas e indicadores que serão utilizados?

4. Como vamos apresentar o progresso? Quas o plano de comunicação para compartilhar e validar diferentes percepções?

5. Quem são as pessoas, áreas, stakeholders afetados pela mudança? Qual o seu papel?

6. Como nós ajudaremos as pessoas na transição? Além de requisitos de transição, como potencializar, manter o foco?

7. Qual é o nosso plano em alto nível? Preparação? Introdução? Estratégia de Rollout? Retroalimentação?

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Workshop ToolBox 360° e Jogos 360º para empresas

A partir do dia 26/06/18 estarei disseminando alguns dos meus Workshops 360º “In Company”, o de Toolbox e o de Jogos, em empresas, condomínios, startups, exclusivo a colaboradores ou integrantes, mas se houver preferência podem ser abertos como tenho feito desde o lançamento do jogo Desafio Toolbox.

Vários amigos, companheiros de viagem que hoje estão em outras cidades e outros estados me cobram a possibilidade de participarem dos workshops, esta é a maneira que encontrei. Aqui em POA tenho rodado nos Sábados e alguns a noite, mas posso bloquear um dia de semana de tempos em tempos.

O workshop ToolBox 360° pode ter um foco mais generalista ou um mais dirigido a projetos de SW em Scrum ou Kanban, envolve o livro, o jogo e a técnica de Toolbox Wall, mas tem também o workshop Jogos 360º (Team Building Games) inclui um mural, alguns livros, muito compartilhamento e práticas.

No caso de interesse, preencha o form que entrarei em contato – https://docs.google.com/forms

Wokshop Wall In Company

Um programa pessoal de disseminação e compartilhamento destes conteúdos, cada workshop terá 4Hrs, podendo ser manhã, tarde ou noite, em dia a combinar, para até 25 pessoas, com start de murais de boas práticas para gestão do conhecimento, livros e/ou tabuleiros/baralho para uso.

Se for em outro estado ou no interior do RS, teremos que ver quais seriam os custos de deslocamento e diária (hospedagem/alimentação), se for o caso. No caso de viagem, haverá também a necessidade de alinhamento de agendas, porque aqui em POA é só deslocamento interno em um turno – manhã, tarde ou noite.


Aposto no conceito de cada profissional, times e empresa no século XXI são percebidos pela sua caixa de ferramentas. O jogo Desafio Toolbox e a técnica Toolbox Wall são ferramentas vivas de Gestão do Conhecimento, 100% orgânicas para introdução, aprendizado e disseminação de boas práticas em empresas de qualquer porte.

São mais de 120 técnicas, dinâmicas e boas práticas dedicadas a todas as disciplinas exercitadas por profissionais e times cotidianamente, para estratégia, ideação, modelagem, validação, planejamento, especificação, execução e melhoria contínua, oriundos do Lean, Agile, Design Thinking, Art Of Hosting, PMBOK e outros mais.

Modalidade Aberta – Valor por pessoa e cada um ganha um livro ou tabuleiro/baralho a escolha;
Modalidade Fechada – VALOR FIXO com start do mural(is) e pack de 3 livros e 3 tabuleiro/baralhos.

No caso de interesse, preencha o form que entrarei em contato – https://docs.google.com/forms

O que é Toolbox Wall? – toolbox-wall/
Workshop 02/06 – workshop-toolbox-360o-de-02-06-2018/
Workshop 19/05 – workshop-toolbox-360o-de-19-05-2018/
Workshop 18/03 – mais-um-desafio-toolbox-e-toolbox-wall/
Workshop 02/02 – toolbox-360-com-a-galera-da-umbler-e-redehost/
Workshop 25/11 – 25-11-db-toolbox-wall/

O universo de Team Buiding Games é dividido em múltiplos tipos de jogos, mas podemos inicialmente percebê-los como Icebreakers (agitados, abertura, integração), Warm Ups (introdução, reflexivos, interpretativos) e jogos voltados a educação, ao aprendizados ou fixação de temas como Agile Games (Scrum, Kanban, Lean).

Não é um treinamento, muito menos é estático, é uma oficina interativa que envolve uma base de mais de 100 jogos, customizada a cada contexto e necessidade conforme percepção acordada de valor, com exercícios ilustrativos, por amostragem ou completos com foco no debate sobre fundamentos, preparação, execução e aproveitamento.

Modalidade Aberta – Valor por pessoa e cada um ganha um livro com encarte;
Modalidade Fechada – VALOR FIXO com um pack de 5 livros com os encartes.

No caso de interesse, preencha o form que entrarei em contato – https://docs.google.com/forms

O que é Jogos 360°? – https://jorgeaudy.com/jogos-360/
05/04/12 – Retrospectivas –  04/04/12 – Pacto de Equipe
25/04/12 – Dinâmicas Retrô – 23/05/12 – Retrô Ao ar livre
30/09/12 – dinâmicas Parte 1 – 02/10/12 – dinâmicas Parte 2
21/07/15 – Regras gerais sobre Team Building Games
06/03/17 – Um novo jogo equivale a escrever um livro

No caso de interesse, preencha o form que entrarei em contato – https://docs.google.com/forms

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Gamification Model Canvas

Basicamente trata-se do uso de técnicas típicas de jogos em outros contextos, visando fomentar engajamento, interesse, participação, pertença, conquistas, recompensas, etc. Tudo isso para a geração de um ambiente ou contexto mais lúdico, divertido, engajado, consciente ou inconscientemente.

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Agile Thinking e Game Thinking são novos modelos mentais, uma visão holística que nos desafia a sermos mais sustentáveis, Human Thinking afinal, mas mesmo empresas não dispostas a mudar podem sim mitigar suas dificuldades em inovar, superar-se, os dois são relativamente fáceis de adotar.

O Canvas ajuda a modelar a aplicação de mecanismos de jogo visando envolver as pessoas em um contexto que não é um jogo:

GMC

http://www.gameonlab.com/downloads/gamification_model_canvas_poster.pdf

  • Receitas: Descreva o retorno econômico ou social;
  • Jogadores: descreva quem e como são as pessoas;
  • Comportamentos: A desenvolver nos jogadores;
  • Aesthetics: As respostas emocionais desejáveis;
  • Dinâmica: Comportamento em tempo de execução da mecânica que atua sobre o jogador ao longo do tempo;
  • Componentes: Elementos ou características do jogo;
  • Mecânica: Regras do jogo para criar as dinâmicas;
  • Plataformas: Onde implementar a mecânica do jogo;
  • Custos: Os principais custos ou investimentos.

O melhor post que encontrei sobre o assunto é do próprio autor – Sérgio Jimenez – https://www.gamasutra.com/blogs/SergioJimenez/20131106/204134/Gamification_Model_Canvas.php

Sei de empresas aqui no TecnoPUC que se utilizam de Gamification para gerar sinergia, com ranking baseado em atividades e desafios que vão acontecendo no transcorrer de cada mês, com participação de todas as suas equipes e premiações de tempos em tempos.

Também conheço cases em que os pontos conquistados por variadas questões e origens, oriundos do próprio trabalho ou excepcionais, divertidas, que valorizam interação, empatia, sinergia entre as diferentes áreas da empresa e geram ao final destaque, visibilidade ou mesmo prêmios reais.

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Workshop Toolbox 360º de 02/06/2018

Não tinha registrado aqui no blog a edição do Workshop Toolbox 360º do dia 02/06/2018 a tarde no Global TecnoPUC, que mais uma vez agrupou vinte e cinco profissionais de diferentes áreas para debater e levar para casa o tabuleiro, o baralho e toda a inquietação gerada em quatro horas de interação sobre ideias, técnicas e boas práticas.

“Trabalho na área de Marketing Digital, e é incrível aprender coisas novas e poder adaptar para o meu contexto. O Workshop proporcionou conhecimentos e reflexões não só sobre processos de trabalhos, mas também sobre carreira. É incrível ver como todos os problemas e desafios se tornam mais leves e simples de se resolverem quando pensamos de forma sistemática, organizada e com propósito, entregando valor.” – Carolina Ullian – Analista de Marketing Digital na RedeHost

“O workshop Toolbox 360° possibilitou ter contato com dezenas de ferramentas que muito úteis em minha atividade profissional. Recomendo, em especial para quem trabalha com grupos e deseja conhecer formas disruptivas de conduzir e engajar equipes.” – Barbara Silva Costa – Sistemica desenvolmento educacional

“Percebi que projetos que estava desenvolvendo poderiam ser muito mais colaborativos e com mais sentido para as minhas equipes de trabalho. Alterei uma metodologia de um projeto já na segunda-feira e obtivemos um resultado com um propósito muito mais alinhado com a missão deste projeto. A forma apenas começou a ser mudada e já vemos um horizonte muito mais eficiente. Acho que está é a forma de criarmos algo realmente novo no mundo corporativo.” – Alexandre Ascal – Consultor e Coaching Executivo.

“Vivenciar esse momento no sábado foi muito gratificante, além de todo o conhecimento absorvido com foco em desenvolvimento de projetos, o professor Jorge nos auxilia no planejamento da nossa carreira, eu que de certa forma me sentia “perdida” nessa jornada profissional saí de lá cheia de respostas. Só tenho a agradecer pela tarde de valor imensurável.” – Pamela Moraes da Rosa – analista de Suprimentos Gerdau

“Eu pessoalmente já tenho em mente utilizar a Janela de Johari no meu ambiente pessoal para me tornar uma pessoa melhor com meus familiares, amigos, enfim, pessoas próximas.” – Vinicius Bittencourt Ramos – Analista de testes

“Participar do workshop para mim foi muito mais que aprender e discutir ferramentas, conheci novas pessoas e pude ver a aplicação das técnicas através de outros olhos. Excelente experiência!” – Camila da Silva Capellão – Analista de Negócios CWI

“Tirou minhas ideias do lugar e me pôs a pensar…” – Mara Lúcia Barbosa da Silva – Educadora Escola Convexo

Estou reorganizando todo meu arsenal de jogos e técnicas em Toolboxes especializados, um geral, um tecnológico, outro sobre Team Building Games, além dos de Educação e RH que vão ser gerados a N mãos no dia 23/06 próximo. Entre nessa vibe do Toolbox 360º, sou parceiro para construir em diferentes áreas Toolbox especialistas.