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Uma visita ao Pelotas Parque Tecnológico

Em Outubro/2018 estive em Pelotas com a Tatiana Ximenes para interagir com a galera do Parque Tecnológico Pelotas em um dia especial, pois no saguão ao lado acontecia uma feira de ciências estudantil com stands de projetos e iniciativas de professores e alunos com quem pudemos interagir e trocar conhecimentos.

O prédio é uma preciosidade arquitetônica, reformado de forma a oferecer grandes espaços comuns, um saguão ímpar, espaço de coworking, murais de tirar o fôlego e tudo o mais esperado para um lugar que inspira a interação, sinergia e criatividade, HWang curtiria o ecossistema formado  \o/

A edição de Toolbox 360° by DBServer foi a maior até então, contando com 10 mesas e mais de 50 pessoas presentes. Profissionais, professores, alunos, integrantes das startups do parque, tudo isso pareando com profissionais da equipe do próprio parque, com a Tati e com a colega Luciane Zamban Schilling.

Ao chegarmos fomos recebidos pela equipe do parque – Leandro Gausmann, Rosani Boeira Ribeir, Milena Rota Sena e o Felipe. Durante toda nossa estada nos acompanharam na interação com os diferentes players e espaços, dentro do possível, porque para conhecer tudo e todos precisaríamos mais que um dia e uma noite.

http://pelotasparquetecnologico.com.br – “O Pelotas Parque Tecnológico tem como foco principal o desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras para nós e para o mundo.Para que isso seja possível, foram escolhidas três grandes áreas de atuação nas quais o município já se destaca como polo: tecnologia da informação e comunicação; tecnologia em saúde e indústria criativa”

“O Pelotas Parque Tecnológico é o ambiente para convergência de interesses comuns. Local onde a sinergia entre os players consolidará o ecossistema de inovação e cooperação da cidade e da região, onde instituições públicas e privadas trabalharão em conjunto para o desenvolvimento. Nosso foco principal é o desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras para nós e para o mundo.”

Há um grupo no Facebook exclusivo do Pelotas Parque Tecnológico em https://www.facebook.com/groups/183711252024683/

Av. Domingos de Almeida, 1785 – Areal – CEP 96085470 – Fone (53)32257755 – contato@pelotasparquetecnologico.com.br

 

 

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Projetos de Games? Christian Likawka / Rockhead Games

Convidei o Christian Likawka da Rockhead Games para dar um overview sobre projetos de games aos alunos da disciplina de gerenciamento de projetos do curso de Sistemas de Informação da Escola Politécnica da PUCRS no dia 04/05/18 as 19:30.

O resultado foi uma super-aula sobre projetos de games, estratégia, mercado, como iniciar, com a experiência como professor no programa de pós-graduação, ele ofereceu uma visão 360º deste segmento a partir de sua exitosa carreira.

Na medida que ele ia falando, fui registrando tópicos, tags, dicas, fases, etc, colei as fotos deste registro logo após o vídeo, apenas para efeito de marcação, pois garanto que o vídeo vale cada segundo, ele dá muitas dicas legais para quem tem interesse ou curte games.

O registro de dicas e bullets da narrativa a medida que ele ia falando está logo abaixo, inclusive as dicas de sites e links:

Quer saber mais sobre a Rockhead? http://gamereporter.uol.com.br/rockhead/

Quer saber mais sobre o Starlit Adventures? http://starlitadventures.com/

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Coisas que nos inspiram a ir além – Revista RULEZ

Nem sei dizer o quanto me sinto lisonjeado pela publicação RULEZ ter escolhido post meus para as duas primeiras edições. Quem me acompanha já leu os meus posts, mas garanto que vale muito a pena ler no site todo o conteúdo da revista, é pra seguir, ler e compartilhar – http://somosrulez.com.br

No site: “Mais do que transformar ideias em negócios, trabalhamos para desenvolver projetos e produtos extraordinários. Apoiamos startups de cabo a rabo, com um time de confiança para arregaçar as mangas e construir algo incrível. Trabalhamos motivados, mas acima de tudo trabalhamos muito. Afinal, sucesso pode até ser relativo, mas evolução é a nossa missão.”

A revista RULEZ é uma publicação bimestral da RULEZ Lançadora de Startups, Cascavel, Paraná. A jornalista responsável é a Ana Karla Martins. Em uma época cada vez mais virtual, eles acreditaram, buscaram bons parceiro, foram lá e fizeram acontecer. Uma revista saborosa, com tiragem de 2000 exemplares, edição primorosa, com conteúdo em papel e impressão realmente diferenciados.

Mas, fica ligado, cada edição também está disponível no site … e muito mais!

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Modelagem de negócio e Validation Canvas foram as escolhas, mas como eu sempre digo, explicar como preencher é o de menos, porque muita gente faz isso em pelo menos 20 línguas diferentes no Youtube, SlideShare, entre eles o próprio Alexander Ostherwalder … o que eu faço sempre é dar minha opinião, sempre em primeira pessoa.

Meus mais de 800 posts no blog e milhares nas redes tem cunho propositivo, críticos, de opinião, por isso mesmo meus livros tem a alcunha de serem 360° … eu tento não ficar no mais do mesmo, dizer o que todos já disseram, seguir a receita ou fazer porque um guru disse que seria assim … Shu-Ha-Ri: Eu experimento (shu), levanto feedbacks e testo variações (ha), para então formatar como eu vejo agregar melhores resultados e seguir adiante (ri). Resumindo, sou rebelde!

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Tenho provavelmente 70% dos posts do meu blog devidamente linkados e categorizados na página POSTS do menu, centenas de posts sobre substrato e boas práticas em equipes de alta performance, três livros e muitas dicas. A galera da RULEZ chegou a mim como todo mundo chega, por buscas e navegação, entraram em contato, se apresentaram e com o maior prazer aceitei o convite de participar destas primeiras edições …

A mais ou menos um ano parei de escrever para o Baguete, meu objetivo foi valorizar minha rede, quer oriunda de GU, TecnoTalks, DBServer ou alunos de Ciências da Computação ou Sistemas de Informação da FACIN na PUCRS. Desde então me sinto mais a vontade para escrever e me divertir enquanto interajo com internautas do Brasil e de brasileiros pelo mundo.

A participação destas duas edições da RULEZ foi depois de navegar, conhecer o site e proposta, falar com a Ana Karla e me identificar com os valores e propósitos, era para ser só na revista Nº 01, mas acabou rolando também na N° 02. Parabéns à RULEZ, que venham muitos números, que lancem muitas startups, que inspirem muitos jovens empreendedores a irem de encontro aos seus sonhos \o/

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Depois dessa estou pensando em criar uma categoria STARTUP, tenho dezenas de posts dedicados a esta paixão, já atuei como Agile Coach em uma aceleradora e amo ajudar a galera com facilitação, orientação e parceria quando possível. Mas o fato é que estes posts startupeiros estão distribuídos em método, dinâmicas, pessoas, estratégia e outros tantos tópicos … mas vou tentar resolver essa questão.

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Amazon Dash Button valida novos pressupostos

O colega Douglas Nunes de Mello do comercial da DBServer me comentou sobre o Amazon Dash Button. O business me parece a validação de um modelo de passagem para IoT, prático e imediato, onde ao invés de levar para a internet a geladeira, fogão e lavadora, acoplamos um pequeno dispositivo com autonomia para se comunicar com qualquer equipamento via bluetooth e gerar pedidos.

IoT (Internet of Things) descreve um paradigma tecnológico onde qualquer objeto físico poderá ser conectado a rede através da Internet.

Bluetooth é um padrão de comunicação sem fio de baixo consumo de energia para transmissão de dados entre dispositivos próximos uns aos outros;

O TecnoTalks já realizou e promove eventos falando de ideação, modelagem de novos negócios, já trouxemos o Roben e a galera do IFRS da Restinga para uma oficina antológica sobre Arduino e prototipação de hardware. Mas, enquanto a IoT parece ainda distante do nosso dia, diferentes empresas vem preparando o futuro.

TecnoTalks é um grupo auto-organizado que em 2014 contabilizava 1500 profissionais, com eventos mensais no TecnoPUC, sobre temas de interesse.

O Amazon Dash Button é uma proposta que antecipa a conexão e inteligência proposta pela IoT, ao invés do próprio equipamento, indumentária ou produto conectar-se, o usuário se utiliza de um botão incorporado ao contexto … isso já é um primeiro passo.

A proposta é simples, um pequeno dispositivo com bateria e autonomia para 1 ano, que deve ser fixado junto ao contexto de interesse, podendo ser acionado para requisitar reposição de um produto. Por exemplo, colocando o de reposição de sabão líquido junto a botoeira da lava-roupas ou o de cápsulas de café na cafeteira.

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Eu vejo esta opção do Dash Button como vejo uma peça em um desfile de alta costura, Prêt-àPorter, pois sua principal missão é provocar a reflexão e indicar tendências. Digo isso, porque não vejo o futuro com dezenas ou centenas de botões para reposição de produtos ou mesmo serviços … se é que você me entende!

Creio que trata-se de uma proposta preliminar para validação de hipóteses de IoT, a existência destes botões permitirá validar transações semi-automáticas de reposição individual, a necessidade de redes de distribuição capazes de fazê-lo a custo acessível versus modelos tradicionais. Mas, na minha opinião o modelo atual é inviável, porque não elimina a minha necessidade de ir comprar o resto tudo que preciso no dia-a-dia e um a um tem uma logística e custos impossíveis tanto para quem vende quanto para quem compra.

Hoje cada botão sincroniza com o App da Amazon via Bluethooth com o seu celular ou tablet, gerando pedidos de reposição. Logo em frente, cada botão acionado gera um “pedido” ao app, que semanalmente pode consolidar, permitir acréscimos e também sugerir a partir dos tempos médios de cada item, coletados pelo app a partir do cotidiano e práticas de cada usuário …

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Talvez no futuro este modelo transforme grandes super-mercados em entrepostos de distribuição em sua zona de atuação, mantendo apenas pequenos mercadinhos de conveniência, ou talvez a viabilidade e custos apontem apenas uma solução de nicho para classe A e B+, não sei, mas a validação ou não está em curso  \o/

De toda forma, a proposição deste um novo e pequeno artefato da Amazon, sua integração via sistema de comunicação sem fio de curta distância com um app mobile, alimentando uma cadeia de suprimento e distribuição direta ao consumidor … caraca, tem uma porção de reflexões em uma só proposição.

Ano passado e em 2015, nos eventos de Arduíno para prototipação de hardware e nos RED#1 e #2 sobre robótica, TecnoTalks e SENAI incentivando a reflexão sobre o quanto há um universo ainda a ser explorado em integração do nosso mundo e seus objetos com artefatos de integração e automação com negócios e soluções disponíveis ou facilmente desenvolvidas na internet.

Sugestão, se você curtiu o Amazon Dash Button, clique aqui ou navegue a partir de buscas no Google sobre IoT e exemplos … tem muitas oportunidades de negócios para quem transcender novos softwares e enxergar SW + HW trabalhando integrados para novos modelos e soluções ainda inexistentes … o céu é o limite!

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Vem aí um TecnoTalks diferente – Vamos prototipar hardware

Inscrições abertas em http://bit.ly/tt-arduino para dia 27/09 um Tecnotalks diferente de tudo o que já fizemos, será em um Sábado, manhã e tarde, sendo que cada inscrito pode escolher se participará da manhã, tarde ou ambos, pela natureza da oficina teremos vagas limitadas a no máximo 50 participantes.

Manhã – 9:30 as 12:00 – Workshop sobre inovação e empreendedorismo, exercitaremos uma dezena de métodos e técnicas típicas do universo startup, desde design thinking, lean startup, service thinking, scrum, com a participação dos alunos de tecnologia e robótica do IFRS (Instituto Federal do RS), que a tarde atuarão como monitores a tarde.

Tarde – 13:30 as 17:30 – Sob a batuta do Prof Roben, mestre pela UFRGS e que recentemente participou com seus alunos do RED#1 de Robótica na Educação no SENAI, teremos uma oficina de Arduíno envolvendo o uso da lista acima citada, iniciando pela instalação e configuração do software que permite programar as placas, na prototipação de hardware e software.

Excepcionalmente, pela natureza do evento, estipulamos taxa de participação de R$ 20,00 para dar cobertura ao uso dos componentes e materiais necessários, repôr no caso de danos e trazer a galera do IFRS para ministrar. A lista completa ilustrativa dos 10 kits que cada equipe irá utilizar será:

  • Placas Controladoras Arduino UNO R3
  • Conjunto de resistores e capacitores
  • Protoboard
  • buzzer
  • conjuntos de leds (verde, amarelo, azul e vermelho)
  • conjuntos de leds de alto brilho
  • pushbutton
  • sensor LDR
  • emissor infravermelho
  • servo motor
  • relé

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Incubadoras, aceleradoras, coworking e anjos

Para empreender no meio digital não é preciso muita grana, com conhecimento, alguma habilidade e um computador conectado a internet é possível competir de igual para igual com Americanos, Australianos, Russos ou Tibetanos, pode-se tocar algo sozinho ou acompanhado, nem de TI precisa ser, dá-se um jeito.

É possível iniciar algo e validá-lo nas horas de folga, montar um time mesmo geograficamente distantes, tudo é possível … a tecnologia e a web nivelaram as coisas. Conheço cada vez mais pessoas tentando, construindo um sonho, como hobby, como negócio ou porque curte o astral da galera das startups.

O que mudou na nossa cabeça? Mudou nossa auto-confiança e auto-estima, nos predispomos a correr mais riscos, temos vontade de ir atrás de nossos sonhos, tão forte que as vezes nem sabemos qual é o sonho, mas já vamos para a estrada, pois lé a gente descobre 🙂

Até aqui eramos educados para procurar um emprego, um concurso público se possível, mas isto está mudando na cabeça da meninada. Eles leem sobre as grandes empresas DOT COM americanas e casos de sucesso brasileiros e não querem ficar sem saber se não serão os próximos.

O RS é um dos estados com maior número de iniciativas, temos vários parques tecnológicos, entre eles o TecnoPUC, considerado um dos melhores da América Latina. Incubadoras, aceleradoras, espaços de coworking, condomínios de empresas startups, escolas de inovação, comunidades de interesse e muito mais.

PARQUES TECNOLÓGICOS

Parques tecnológicos são iniciativas baseadas na famoso conceito da tripla hélice, integrando recursos de universidades, governo e iniciativa privada. Assim como um shopping atrai clientes cientes que em um único lugar há variada gama de lojas e serviços com segurança e organização, um parque possui suas âncoras, condomínios, incubadoras, aceleradoras e tudo o mais necessário para criar um ecossistema de negócios, inovação e empreendedorismo.

Há neles mecanismos que fomentam a integração e geração de negócios entre seus multiplos players, modelos especialmente úteis a empresas nascentes que sob esta chancela interagem facilmente com grandes empresas. A proximidade possibilita também a aproximação de múltiplas linhas de pesquisa científica. O primeiro parque teve base na UNiversidade de Stanford na Califórnia, gerando tamanho sucesso e reconhecimento que foi replicado em todo o mundo.

  • ANPROTEC é a associação nacional de parques tecnológicos e incubadoras possui muita informação e divulgação (clique aqui).
  • SCIT – Secretaria de Ciência, Inovação e Tecnologia do RS, com uma lista completa de parques, contatos e emails (clique aqui).
  • REGINP – Rede Gaúcha de incubadoras e parques, possui uma lista com incubadoras do estado (clique aqui).
  • O exemplo não poderia ser outro senão o TecnoPUC da PUCRS – http://www3.pucrs.br/portal/page/portal/inovapucrs/Capa/Tecnopuc

ESPAÇOS DE COWORKING

São espaços dominados por ambiente normalmente descolado, com espaços coletivos e bancadas nas quais os participantes podem locar, por hora ou mês, uma posição de trabalho, que ficará ao lado, atrás e em frente a outros empreendedores. Alguns usam estes espaços principalmente pelas oportunidades de networking entre iguais, onde um cara criativo e empreendedor se sentirá melhor entre outros fora da caixa como ele?

Os valores são atraentes, pois são espaços coletivo, fica-se entre pessoas de outras empresas na mesma bancada, salas, copa, cozinha, banheiros, áreas de descompressão, se por um lado gera muitas interações e networking, por outro exige disciplina quanto a direitos e deveres, afinal por ser coletivo devem haver regras claras de convívio. Novamente Porto Alegre e RS não fica para trás e possui várias iniciativas interessantes e muito conhecidas.

  • COWORKING BRASIL – É um site que lista e possibilita aos espaços de coworking brasileiros se cadastrarem (clique aqui)
  • Um exemplo que posso citar é um dos espaços de coworking mais antigos de Porto Alegre – http://www.noscoworking.com.br/

INCUBADORAS

Geralmente uma peça-chave em um parque tecnológico, é uma espécie de condomínio de startups e spin offs para as quais a incubadora apóia com mentoring em diferentes áreas, como análise de negócio, design, administrativo, comunicação, entre outras. O foco é fomentar o empreendedorismo em jovens inovadores, com idéias possíveis, mas que carecem de orientação inicial.

Não é gratuito, há uma taxa e o espaço possui um contrato de aluguel, a grande vantagem é o apoio e influência, pois através da incubadora é possível potencializar iniciativas junto ao parque, universidade, empresas relacionadas e mercado. Novamente neste quesito o RS é um estado privilegiado com diversas incubadoras, não só em parques vinculados a universidades como particulares.

  • ANPROTEC é a associação nacional de parques tecnológicos e incubadoras possui muita informação e divulgação (clique aqui).
  • Um exemplo que posso citar é o da RAIAR, incubadora do TecnoPUC – http://www.pucrs.br/raiar/

ACELERADORAS & INVESTIDORES

A principal diferença entre as aceleradoras e as incubadoras ou mesmo espaços de coworking é que as aceleradoras acolhe empresas nas quais decide investir, normalmente com uma contrapartida em ações ou quotas. Uma empresa aceita para aceleração receberá algum dinheiro, entregue um pouco de cada vez, enquanto recebe mentoria naquilo que necessita e se utiliza do espaço disponível, muito semelhante a um coworking.

Se alguns anos atrás era raro encontrar processos de aceleração ou oferta de investimento de capitais de risco em empresas nascentes, hoje em dia isso é comum, empresas e investidores nacionais e estrangeiros garimpam o mercado e promovem competições para identificar ideias promissoras e investir, entrando como sócios. Há profissionais inovadores por todo lado e algumas empresas encontram assim um meio de reter e gerar negócios com jovens e promissores talentos que de outra forma perderia para o mercado.

  • ANJOS DO BRASIL – Uma organização que se propõe a informar sobre eventos, oportunidades, fomentando investimentos anjo no Brasil (clique aqui).
  • STARTUPI – Neste site tem listas de sites de investidores de risco, governo, aceleradoras, informações e muito mais (clique aqui).
  • Um exemplo que conheço de perto é uma aceleradora sediada no bairro Azenha – http://www.estarte.me/

Se você é jovem de espírito, inquieto, empreendedor e quer tentar algo diferente, vai achar guarida em alguma destas iniciativas, pode formar uma empresa e alugar uma sala em um parque tecnológico, pode tentar uma incubadora ou aceleradora, buscar o apoio de um investidor anjo ou mesmo alugar uma mesa em um coworking.

Boa sorte!

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Lean StartUp é “double loop learning” na veia!

Já escrevi sobre Lean Startup e sobre StartUp, sobre minha percepção do que é e qual é o momento da vocação ao verdadeiro empreendedorismo no Brasil, especialmente aqui em Porto Alegre e no TecnoPUC, já escrevi sobre incubação, sobre a RAIAR e até sobre o Professor Pardal e o lampadinha eu já escrevi, mas hoje vou falar de aprendizado ágil.

Conheço os guris da http://piggli.com a dois anos e eles se reinventaram várias vezes, uma personificação dos princípios do Lean StartUp, o Tiago Moreira Totti e o Felipe Miranda Dorneles passaram por todas as etapas, aproveitando o contexto e vocação do ambiente TecnoPUC em que estavam inseridos, usaram o que chamam em estratégia organizacional de “double loop learning”.

Nada mais Agile, pois enquanto o “single loop learning” é quando executamos algo, erramos e aprendemos com o erro ajustando nosso processo operacional, no “double loop learning” () o aprendizado é desdobrado em uma análise causal mais profunda, podendo envolver questionamentos francos às políticas, valores e objetivos de forma a corrigir a estratégia e não só o operacional.

O conceito de “single and double loop learning” eu interpretei durante leitura da tese de mestrado do TecnoTalker da Thoughtworks Lourenço Piuma Soares no programa de pós-graduação em administração da UFRGS em 2011, a qual pretendo citar em minha dissertação devido a qualidade e profundidade. Se quiser dar uma olhada na tese do Lourenço, clique aqui.

Quanto ao http://piggli.com, eles vem palestrando em diferentes eventos sobre tudo o que aprenderam e tem a compartilhar, jovens egressos da PUCRS, com destacada passagem pelo Centro de Inovação da Microsoft no TecnoPUC, fundadores da DevelopIT, lançaram o serviço JuntaAi, validaram ali seus pressupostos e agora empreendem em um serviço que está dando o que falar …

Tem tudo a ver com o meu post sobre construtivismo ou sobre a maiêutica Socrática, da uma olhada lá se o assunto interessa, mas antes de encerrar quero compartilhar e deixar registrado aqui no meu blog o desenho que o pessoal da Piggli fez de mim 🙂 

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