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Scrum Prêt à Porter para DBServantes

O Agile Game do Scrum Prêt à Porter ficou ao mesmo tempo muito didático e muito fofo, estou adorando e a cada edição melhorando, não sei se vou voltar a aplicar os meus do Banco Intergáctico ou Pokedéx, acho que já ficaram na história.

O Prêt à Porter desde o quebra gelo, o storytelling, a construção do manequim, o planejamento para o Oscar e a execução das sprints gera todos os ganchos que necessito de uma forma mais lúdica e muito mais intensa em relação ao recado a passar.

Assim como o banco intergaláctico e a Pokedéx, contei com a arte e sensibilidade da Luisa e da Marinês para os desenhos do storytelling, os ATM’s do Banco Intergaláctico são uma obra de arte e agora a Mari vai montar meus manequins em escala com um material mais durável e chique.

Os que fiz e faço até aqui são recortes de caixas de servidores da Dell, sempre que acho uma a deriva para ser jogado fora lá no quinto do 99A eu pego e separo, porque eles se estragam e lá vou eu noite adentro fazer mais alguns para eliminar os que se danificam … Acho divertido essa parada de usar caixas, desenhá-las e recortar.

Os modelitos criados foram muito divertidos, nesta teve superman, modelitos pós-modernos like Andy Warhol anos 60, roupinhas casuais e um vestido com a saia toda rendada muito chique. Um Agile Game que exige preparação, organização, uma hora para start e uma hora para desmobilizar, mas vale cada minuto dedicado.

Sempre justifico um jogo pelo valor que agrega, os Agile Games que criei são lúdicos, para fixação, mas tem um papel fundamental para descontração em um workshop denso e pegado, com muita informação e compartilhamento de aprendizados por minuto … sem eles seria muito tenso, mas não deixam espairecer demais.

Estar entre colegas é diferente, já ministrei cursos os mais variados para milhares e milhares de profissionais, mas não estou acostumado a treinar colegas, isso me faz lembrar o tempo de RBS, porque treinar colegas é bem diferente de treinar clientes ou realizar workshops abertos … tem outra batida, links e contrapontos.

Ao contrário de outros workshops meus, neste eu foco mais em trabalho, avesso a meu estilo, não entro em mediadores e moderadores, modelos e teorias … todas vão aparecendo como observações a medida que avançamos, mas não tem páginas e imagens explícitas … o foco é SCRUM em 360°, acoplando tudo o mais necessário.

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Seleção e ranking like “Bolsa de Valores”

Uma vez constituido um painel com todas as ideias ou projetos, é possível usar uma técnica chamada “bolsa de valores” para priorização, com lances investidos em cada ideias, ítens de um portfólio, desafios, gerando nosso índice “Dow Jones”.

A técnica é muito simples, prepare bloquinhos de postits com valores monetários, número compatível ao número de ítens, eu já rodei com 15 “notas” (postits), de forma que totalizavam R$40.000,00 seguindo fibonacci em centenas (1, 2, 3, 5 e 8 x 1000).

A tempo, podem ser notas de 1, 2, 3, 5 e 8, mas aí quebra a mágica do fundo de cena com valores finais de milhares de reais investidos. Outra observação relevante, é chamar a atenção de que o número de notas deve ser compatível ao número de ítens, se forem 5 ou 6, pode ser apenas uma nota de cada valor por pessoa 🙂

Eu, para facilitar a visualização e controle pessoal de seus investimentos, uso uma cor para cada investidor, uso uma letra/símbolo diferente para cada 15 notas de cada participante e uma só cor para cada valor de nota. O motivo é que cada um precisa se achar onde investiu e as vezes remanejar.

Qtde Notas Total
5 $1,000.00 $5,000.00
4 $2,000.00 $8,000.00
3 $3,000.00 $9,000.00
2 $5,000.00 $10,000.00
1 $8,000.00 $8,000.00
15 $40,000.00

A dinâmica é cada empreendedor social, stakeholders, colegas, amigos, alunos ou executivos, recebam 15 postits pequenos, cada um com um valor estampado de R$1000, R$2000, R$3000, R$5000 e R$8000, podendo investir seu dinheiro a seu critério entre os ítens em discussão.

Na parede, uso uma folha A5 ou A4 para cada ítem, detalhando informações ou critérios comparativos, pessoalmente eu prefiro a seleção de campos do Lean Project Canvas, aqueles que mais nos ajudam na comparação, mas tem GUT, RAB, ANSOFF, etc.

A parede fica com várias folhas, cada uma com uma ideia ou ítem, mais informações adicionais, como solução atual, tendência, grandeza para valor e custo, volume ou comparativo, benefício, mercado, … cada participante colará postits (seu dinheiro) nas folhas.

Após concluir a rodada de distribuição de investimentos, montamos o nosso índice “Dow Jones” somando os investimentos em cada um e gerando assim o ranking daqueles que mais os participantes investiriam, seguido de um debate sobre o resultado (ranking) gerado.

  1. Prepare antecipadamento os valores em postits pequenos;
  2. São 15 postits por pessoa – 5×100, 4×200, 3×300, 2×500 e 1×800;
  3. Pode ser uma cor para cada valor ou cor/símbolo por participante;
  4. Os ítens disponíveis para investimento devem estar na parede;
  5. Cada integrante distribui seus postits (valores) a seu critério;
  6. Após 15 minutos (*) todos ajudam a totalizar os valores de ítens;
  7. Após totalizados é possível movimentá-los e materializar o ranking.
  8. Estabeleça um breve debate para confirmar o ranking.

Um overview inicial caso os ítens já venham estabelecidos, mas com frequência o ranking é uma etapa sequencial após um processo de ideação, design thinking, onde todos participaram da construção do mural de ideias, desafios ou ítens a serem priorizados.

Um debate final é importante porque por mais provável que a técnica estabelecerá um ranking bastante consistente, é muito comum que algumas alterações de posições sejam acordadas entre os presentes e isso está previsto, a matemática não pode ser absoluta frente à riqueza de argumentos e debate coletivo.

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Ranking com apenas 7 pontos … por vez

No curso PSPO com o Alexandre Mac Fadden rodou uma técnica de priorização em duplas, ítem a ítem, onde cada discussão entre dois ítens distribuia 7 (sete) pontos de valor. Sendo um número ímpar a ser distribuido entre dois ítens, um deles sempre receberá mais pontos que o outro.

Se fossem 4 ítens a serem priorizados – ideias, projetos, produtos ou serviços – com 4 pessoas participantes, cada um receberia um ítem e a cada 2 minutos trocariam de par, a cada par formado eles debatem e decidem como distribuir 7 pontos de valor entre os dois ítens.

Vamos supor que após 6 minutos com os participantes circulando pela sala e falando com quem ainda não falou, a cada par distribuindo 7 pontos entre eles, … ao final é possível somar quantos pontos cada ítem ganhou e assim gerar um ranking de forma muito descontraída.

Por exemplo, sendo apenas 4 pessoas e 4 ítens pode ter acontecido o relatado abaixo:

  1. O Jorge tem o ítem A e o Mário o ítem B e distribuem 5 para o A e 2 para o B;
  2. O Xavier tem o C e a Renata o D, distribuindo 6 para o C e 1 para o D;
  3. O Jorge agora faz dupla com Renata e decidem 3 pontos para A e 4 para D;
  4. O Mário agora faz dupla com o Xavier, distribuindo 2 para o B e 5 para o C;
  5. A Renata agora faz dupla com o Mário e distribuem 5 para o D e 2 para o B;
  6. O Jorge forma uma dupla com o Xavier, distribuindo 3 para o A e 4 para o C.

Ao final o A tem 11, o B tem 6, o C tem 15 e o D tem 10, ordenando C > A > D > B. A partir deste ranking, construindo um-a-um de forma descentralizada em duplas, é possível debater e ajustar conforme argumentação pontual, mas após várias interações entre várias pessoas o ranking tende a ser bem consistente.

Contorno: É possível se utilizar desta técnica entre vários integrantes e uma lista bem maior de ítens, pressupondo que o ranking seja apenas com o objetivo de ter-se rapidamente uma primeira versão para discussão, não é preciso cruzar todos com todos, o que seria o ideal mas em grande número pode ficar cansativo.

Desafio: É possível númerar todos e a cada dupla os ítens troquem de mãos, evitando que cada um tenha o “seu” ítem, se trocar de mãos a cada rodada este risco é eliminado. Entretanto, é preciso anotar no postit ou folha com quais já cruzou para não repetir a mesma dupla de ítens. É mais caótico, mas divertido e eficiente.

 

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Folding Burritos é sobre empatia e satisfação

O mais importante em cursos relevantes ja conhecidos é, em igual patamar, networking e conhecer novas dicas, sempre agrega valor.

Participei do 1° PSPO da scrum.org em Porto Alegre, iniciativa do Rafael Alves com o instrutor certificado Alexandre Mac Fadden.

Um site muito legal, com bons artigps e propostas de leitura e estudo por times ágeis e agilistas sobre empatia com o cliente.

Exemplo, o modelo de Noriaki Kano com um modelo para entender a satisfação do cliente através de valor a ser entregue.

Outro modelo legal é a tabela periódica de técnicas de priorização de produto, uma boa leitura para o time e quase obrigatória para PO’s.

https://foldingburritos.com/product-prioritization-techniques/

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A “nova escola” alemã em jogos de tabuleiro

Sempre curti jogos, sem nunca dedicar tempo excessivo a eles é verdade, mas a cada oportunidade eu me dedicava a planejar e preparar para que tudo desse certo – local, jogos adequados à idade da galerinha, atraentes, variados, divertidos, tinha que providenciar material, preparação e facilitação.

Em 2005 fiz uma compilação de JOGOS CLÁSSICOS, de rua, papel, cartas e muitos tabuleiros. Na época achei relevante compila-los em um livreto para usar offline, em qualquer lugar, e distribuir para lobinhos e escoteiros … dos 500 livrinhos, restaram uns 10 que guardei de recordação.

Em 2015 lancei o livro JOGOS 360° com foco em Team Building Games – Icebreakers, warm ups e Agile Games – quase uma centena de jogos para mobilizar equipes, grupos, alunos e pessoas a debaterem assuntos relevantes – conhecimento, pessoas, equipes, processo e ambiente – https://jorgeaudy.com/jogos-360o/.

Não sou um especialista em jogos, mas tenho alguma prática, desde a década de 90 usava em mini-gincanas nos aniversários infantis da família e hoje os compartilho em workshops de Team Building Games. Sempre criei variações e já criei mais de um autoral, recentemente o Desafio Toolbox 360°.

A “nova escola” alemã de tabuleiros (anos ’90)

Eurogames ou “Nova Escola” alemã de jogos de tabuleiro é um estilo surgido nos anos 90 na alemanha, que se disseminou rapidamente pela Europa e ganhou o mundo com jogos de regras simples, fáceis de entender e jogar, privilegiando a interação e interesse de todos até o fim.

* Mantenha regras simples, privilegiando a interação – evite regras complexas, para que qualquer um possa rapidamente entender e jogar, depois a cada jogada ir evoluindo e melhorando;
* Há competição, mas preferencialmente indireta – evite regras em que um jogador elimina o outro, gere objetivos construtivos em que mesmo competitivo a meta seja ganhar e não “competir”;
* Todos interessados e participantes até o fim – evite regras em que os jogadores sejam eliminados precocemente ou torne seus objetivos inatingíveis e assim percam o interesse no jogo;
* Tempo limitado e regras instigantes – evite regras que inviabilizem um jogo divertido e instigante em menos de uma hora, há sugestões que um jogo criativo de 30 minutos é melhor que 4 horas;
* Mitigar o fator sorte (dados|sorteio) – pode incluir fatores de sorte como jogar dados ou retirar cartas, mas o imponderável não pode subjugar completamente uma boa estratégia no jogo;
* Privilegiar a tomada de decisão – dentro do possível cada jogador deve sentir-se instigado a criar estratégias e mudá-las a medida que o jogo avança, tentando mudar os rumos e resultados.

São considerados ícone deste pradigma o jogo Catan, Carcassonne, Ticket to Ride, Puerto Rico, Zombicide, 7 wonders, Dixit, entre muitos outros. Nem melhores nem piores que outros jogos, mas incentivando todos a objetivos passíveis de serem atingidos em um curto espaço de tempo, de forma instigante.

Desenvolvimento de Jogos

Escolher jogos, adaptá-los ou mesmo mudá-los para adequarem-se ainda mais as características do grupo e objetivos é apaixonante, uma atividade divertida por natureza, ainda mais se houver uma boa parceria. A partir dela, seguimos um processo mais estruturado e técnico ou empírico e aleatório, não importa muito.

Mas, pode crer que as mesmas técnicas dos processos criativos de sucesso são aplicadas a qualquer tipo de oportunidade, projeto, operação … são centenas de opções conforme estratégia, negócio, pessoas, contexto e objetivos. Mas, antes de começar, sugiro alguns pontos de atenção:

  • É mais difícil se você não gosta e não joga  😦
  • Quando jogar, discuta os mecanismos com a galera;
  • Exercite pensando algumas mudanças em jogos existentes;
  • Todo jogo tem um objetivo, de pedagógicos a simples diversão;
  • Feito é melhor que perfeito, use sucata e crie uma versão inicial;
  • Realize play tests, convide amigos e colegas, peça feedbacks.

Pense em técnicas oriundas do Lean Startup, nos quatro passos para a Epifania, Design Thinking, com os canvas para modelagem de games e para gamification, business, value proposition e empatia, dinâmicas para brainstorming, criatividade, inovação e empreendedorismo.

Você pode criar um jogo sozinho, like lobo solitário, mas é muito mais divertido e produtivo se tiver parceiros para trocar ideias, prototipação e validação … as vezes não é fácil engajar alguém porque dá muuuuuito trabalho, paciência e perceverança são tão importantes quanto a paixão.

Desafio Toolbox 360°

O jogo que criei e batizei de Desafio Toolbox é um exemplo de mudanças a cada play test, buscando equilíbrio na usabilidade, inicialmente havia um dado, fichas, competição, regras bem sofisticadas que foram simplificando enquanto eu focava mais nas técnicas do baralho e no desafio que na dinâmica.

Desde o início queria algo atraente, divertido, instigante, mas valorizando o pedagógico, seguindo as premissas da nova escola alemã dos jogos de tabuleiros – regras simples, muita interação, competição indireta, todos juntos, rápido, menos sorte ao azar e mais estratégia, com tomada de decisão e estratégia.

Exemplo, um jogo do zero contendo desafio, estratégia, tabuleiro e baralho com foco em debate e aprendizado: https://jorgeaudy.com/desafio-toolbox/

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BrainWriting (co-criação individual e colaborativa)

Imagine 5 pessoas na sala, cada uma com uma folha grande, um desafio ou problema em comum, individualmente desenhariam três ideias ou abordagens para solução, 5 a 15 min, em seguida passariam sua folha adiante e receberiam a de outro, podendo alterar e evoluir a ideia iniciada, assim prosseguindo até a hora do debate coletivo.

Há um incentivo ao registro e evolução de ideias de forma visual, por desenhos, mas eu sempre flexibilizo para que cada um se sinta a vontade para complemntar com observações na forma de balões ou de qualquer outra forma criativa … exigir que todos só utilizem desenhos pode inibir ou desperdiçar insights.

Uma técnica que neutraliza a influência dos mais enfáticos, extrovertidos, quer pela função ou hierarquia, incentivando que todos tenham a oportunidade de propôr qualquer sugestão ou ideia, tanto quanto evoluir a ideias de outros. Ao final dos ciclos individuais são apresentadas as ideias, debatidas e selecionadas as melhores.

Podemos dizer que há quatro momentos:

  1. Briefing – Apresentação de um problema ou desafio;
  2. Ideação – N ciclos de tempo para registro visual e evolução de ideias;
  3. Apresentação – Compartilhamento do status final de cada ideias registrada;
  4. Seleção – Debate, escolha das melhores proposições e próximos passos.

Possui basicamente três regras:

  • Desenhar – O meio de expressão é essencialmente visual, através de desenhos de diferentes tipos, modelando ideias com lápis e papel;
  • No Filter – evitar falar, pedir explicações, debater, justificar ou criticar as ideias desenhadas até que todos tenham contribuido, folha-a-folha;
  • Evolutivo – O objetivo é evoluir os desenhos, cada um agregando suas percepções, logo, podem alterar, incluir e excluir sem preocupações.

Em termos de tempo, se forem 5 pessoas, podem ser cinco ciclos de 10 minutos, totalizando 50 minutos, mas a técnica prevê ciclos de 5 até 15 minutos conforme a predisposição de todos e tempo disponível. Lembrando que ao final, após os ciclos de ideações há uma apresentação, debate e seleção das melhores ideias.

Os tempos e a dinâmica podem ser adaptados conforme o perfil do grupo participante, mais importante que seguir a risca a técnica proposta é obter bons resultados. Cabe ao facilitador ajustar tempos às possibilidades e percepção de potencial disponível.

BrainWriting DOJO

Havendo um número maior e par de integrante, é possível aplicar um sistema de DOJO, com um piloto e outro co-piloto. Por exemplo, se tivermos 12 pessoas, divida em duplas, cada dupla com uma folha A3 e um lápis, ofereça um ciclo de 5 a 15 minutos, em cada dupla apenas um terá o lápis e poderá fazer os registros.

Ao final de cada ciclo, o piloto passa o lápis e o papel para o co-piloto de outra dupla e passa a ser o co-piloto desta pessoa, assim a cada ciclo a dupla muda e alterna piloto e co-piloto. Também é possível ser mais provocativo de forma que o piloto passe a um co-piloto a folha e caneta, mas faça dupla com outro para evitar sua influência.

Há vantagens e desvantagens em ir mudando, mais ou menos, mantendo as duplas, alternando piloto e co-piloto, quem era piloto montar nova dupla mas passando a ser co-piloto ou optar por uma dupla completamente nova a cada rodada. Lembrando que podemos usar como icebreaker, warm up ou como dinâmica principal da reunião.

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Game Mapping – Um passo-a-passo no planejamento de jogos

Racionalizando a escolha de jogos, quer seja quebra-gelos, aquecimentos e Agile Games, podemos usar postits explicitando a oportunidade, objetivo, local, pessoas e contexto, para então selecionar e justificar pelo valor que agrega, quais os recursos necessários, antecipação necessária e a forma de execução.

Não para colocar na parede, mas é um exercício a ser internalizado, para escolher um ou mais Team Building Games para serem usados em um evento, treinamento, retrospectiva, planejamento, etc, pensar claramente nos mediadores e moderadores que nos levam a escolhê-lo(s) para cada contexto e objetivos.

A parte mais a esquerda ilustra todas as informações disponíveis que irão nos ajudar a tomar as melhores decisões:

1.1. Qual a oportunidade? Para qual evento ou reunião queremos selecionar um ou mais jogos, um nome que o identifique, a data e horário;

1.2. Objetivo? Qual o objetivo do evento ou reunião, importante para a nossa escolha provocar um viés que colabore para o clima e objetivos;

1.3. Qual o local? Se o local já está definido, onde é, como é, quais os recursos disponíveis. Se não está, quais as opções conhecidas;

1.4. Pessoas envolvidas? Qual o mix de presenças conhecidas, papéis, protagonismo, se alguém vem de longe, perceber os participantes;

1.5. Principalmente, qual o contexto? Qual o momento do projeto, operação, equipe ou grupo, Tuckman, inclusive como veem jogos.

A parte mais a direita oportuniza até quatro opções de jogos, quebra-gelos, aquecimentos ou Agile Games:

2.1. Qual o valor que cada jogo se propõe a agregar? Cada jogo possui variantes em seus objetivos, contribuindo de forma primária e subjacente;

2.2. Quais os recursos necessários? Quais os materiais, equipamentos, espaço e ambiente necessários para que seja executado na forma ou variantes;

2.3. Qual a antecipação necessária? Desde aquisição, preparação, arrumação do local, separação, organização de material, etc;

2.4. Como é a sua execução? Características essenciais, pontos de atenção, ganchos e gatilhos, oportunidades durante o seu andamento.

Pode ser usado para registro de todas as informações disponíveis e necessárias na escolha de jogos, para um debate entre organizadores ou facilitadores de um evento, para ensino ou mesmo debater lições aprendidas.