Três dias de intenso planejamento, alternando grupos e consolidação

Um planejamento de cenários para três projetos ou módulos de missão crítica (*) envolveu 20 profissionais em média, negócios e tecnologia, cliente e fornecedor, 10 passos desde o input resultante de uma oficina de Design Thinking até diferentes cenários de equipes e tempo.

(*) Missão crítica – Termo relativo a alta disponibilidade e segurança de aplicações, serviços e processos dos quais qualquer perda pode gerar transtornos, não apenas financeiros, mas também em imagem e social.

O primeiro passo foi um exercício Miro onde todos registraram a si mesmo através de postits, emojis e icones, uma forma de integração e treinamento no nosso whiteboard, que foi integralmente preparado de forma antecipada a partir de uma reunião prévia e acesso a material sobre os projetos.

A e B) Recebemos um resumo completo, um showcase sobre a oficina de Design que em meio a dezenas de possibilidades, mapeou aquilo que era de mais relevante para Conta, PIX e Onboarding. Revisitamos as personas e jornadas construídas;

C) Em um primeiro exercício em três grupo, passamos a avançar alternando debates em grupos multidisciplinares previamente definidos, cada um montou um elevator statement com a sua interpretação de toda a apresentação feita sobre a oficina de Design, mostrando 100% de entendimento e convergência;

D) Cada um materializou em um exercício (três grupos + apresentações aos demais + consolidação) a sua visão de prioridades em alto nível em um quadro de Road Map. Cada grupo discutiu a luz de valor para o negócio, Lean Startup e Agile, quais os temas e épicos, valor, ordem e pontos de atenção em cada um;

E, F e G) Foi o momento de arregaçar as mangas e debater três projetos em discussão, os mesmos que foram priorizados e sequenciados no Road Map no passo D acima. Aqui, um projeto por vez, uma discussão sobre features, pontos fortes e fracos, valor, registrando-se ao máximo todas as informações levantadas.

H) Inicialmente previsto um debate sobre uma aplicação para backoffice, foi debatido premissas e termos para a inexistência de um backoffice, valorizando especialmente o quanto as soluções deveriam ser intuitivas e garantir o fluxo pretendido, contando com um Poka Yoke básico.

I) O passo i foi a consolidação de tudo o que foi concluído nos passos anteriores, em especial E, F e G, para então procedermos o debate de priorização e sequenciamento, revendo e respeitando o road map elaborado e conceitos de valor, lean startup, MVP e MMP.

J) O passo J parecia ser muito desafiador, mas quando temos um time de excelência tudo fica mais fácil, porque em uma tarde, a última tarde dos três dias, montamos três cenários – estimativa, paralelismo, momentos mais cedo e mais tarde, uma visão de cenários versus dimensionamento de equipes e oportunidades.

Obs: Por envolver dois times, um de ecossistema e outro do App, os debates abriram tickets para as features em front e back da aplicação e para o desenvolvimento de serviços no barramento (tickets azuis).

A cada oportunidade de planejamento, estruturando antecipadamente o melhor possível para aproveitar os conhecimentos prévios, disponíveis, alavancáveis e possibilidades de aceleração, também mitigação prévia de riscos. Amo muito tudo isso!

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