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Workshop Toolbox no Agile Trends 2019 em SP

O workshop Toolbox 360° by DBServer vai debater os drivers de mercado, alguns dos diferentes caminhos possíveis, o sincretismo entre diferentes abordagens, partindo da própria cultura organizacional, a identificação de oportunidades, passando por pareto, cynefin, metas, plano de ação e muita colaboração para fazer dar certo.

Vai rolar muita interação, debatendo diferentes opções, caso a caso, em equipes, cada uma irá discutir e selecionar técnicas, frameworks, métodos e boas práticas que perceberem como valorosas frente aos desafios selecionados, metas acordadas, conforme suas perspectivas e experiências.

A provocação diz respeito a um ou mais dos 10 prismas organizacionais que entrelaçam-se em meio ao nosso dia-a-dia, como pessoas, equipes, lideranças e conexões, além de estratégia, modelagem, validação, planejamento, execução e desafios.

Será um workshop bem divertido, focado em perceber diferentes dominios e opiniões sobre cada técnica ou boa prática debatida, nosso objetivo será o de muita interação, porque o que vale mesmo não é conhecimento expositivo e unilateral, mas compartilhado em 360°

Depois que o Trends passar, eu vou compartilhar aqui o material. O ano de 2019 começou intenso, com muita coisa acontecendo, muitos projetos e iniciativas, entre uma e outra vamos revalidando nossas percepções e posicionamentos … correria, isso que o ano está recém começando, tem muito 2019 pela frente!

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Dizer que o mercado tem cada vez mais aventureiros é axiomático

Estou pasmo com a repercução do meu post sobre a promiscuidade do mercado, vou em empresas, converso com profissionais, tanto quanto com professores e alunos, toda semana fico sabendo de mais gente que está se aventurando sem ter conhecimento.

Já me pediram para ministrar cursos de Kanban, XP, Lean, Management, Agile Coach, sempre recuso, tanto quanto coaching, recuso porque não é minha praia, os conheço, uso algumas de suas técnicas, mas jamais me verão ministrando um desses ou prestando estes serviços, não me especializei neles …

O que me deixa pasmo são profissionais qualificados e reconhecidos achar que estou falando deles, ou mesmo achar que issso não está acontecendo, me fez lembrar o “Agile is Dead” de 2015 do Dave Thomas, onde ele alerta para a promiscuidade do mercado sobre Agile.

O Brasil é uma referência internacional em Agile, grandes nomes nossos, incluindo alguns dos ofendidos tem uma carreira internacional, tenho dificuldade para entender de que forma esses ícones do Agile Brazuca tomam dores tão facilmente no nosso mercado.

Talvez eu tenha tido azar e tenha conversado com profissionais incomodados com uma bolha de promiscuidade, empresas, mas tenho convicção que essa realidade não é Brazuca, é mundial, … tá certo que não sou Dave Thomas, mas a discussão não é uma insanidade.

O que relatei acontece com frequência e está presente em debates de gente grande e não aprendizes de feiticeiro, não critiquei nem faria sentido criticar métodos nem instituições, fiquei surpreso com os desdobramentos agudos de algumas pessoas, que nada tinha a ver com o que eu disse.

As vezes em empresas me perguntam por alguém que eu nunca ouvi falar, que nunca vi no GUMA, NMAF, TecnoTalks quando eventos sobre o tema, dou uma procurada e nada, nenhum artigo ou interação … isso não chega a ser demérito, mas com frequencia esse papo é decorrente de questionamentos sobre métodos e técnicas ensinados ou disseminados de forma precária.

Mas, ok, peço desculpas aos ofendidos, apesar de muito provavelmente não estar falando deles, quem me conhece sabe disso, muitos entraram em contato e se mostraram tão surpresos quanto eu … alguém disse que a culpa é minha por eu não ter citado nomes, mas o objetivo não era esse, nem tampouco dizer que o Agile está morto, só chamar a atenção para algo que me incomoda muito.

Afora isso, quem sou eu para colocar em cheque pessoas que o mercado (inclusive eu) reconhece e reverencia?

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Rede pessoal, amigos, colegas e contatos próximos

Galera querida, meu blog não tem qualquer pretenção de posicionamento, é destinado a minha rede mais próxima, não uso tagueamento para buscadores, nem (jamais) o divulgo em grupos regionais ou nacionais, exclusivamente compartilho na minha rede pessoal – Facebook e Linkedin.

Se alguém que acessa o meu blog se sente contrariado com algo, peço desculpas, mas talvez o acessou fora de contexto!

Provavelmente não me conhece e por isso a reação, trata-se de minha opinião pessoal sobre meu dia-a-dia com e entre amigos de longa data, não tem objetivo maior que esse, mesmo ao compartilhar centenas de técnicas e team building games sempre compartilho minha experimentação, a do autor todos já tem.

Sou feliz, trabalho na empresa que escolhi trabalhar por crença e paixão, dou aulas na faculdade que é minha segunda casa, viajo a trabalho e sempre volto porque curto minha cidade, amigos, etc …

Quem me conhece sabe que tenho um caquete … aquilo que converso durante o dia com colegas ou profissionais e acho relevante compartilho com a minha rede (*), o que gera bons debates …

(*) Quem me acompanha ou interage é porque de alguma forma ambos ganhamos, concordando ou discordando, tenho amigos de todas as correntes, ideologias, pensamentos e profissões, essa é a rede que considero a minha rede :o)

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Opção para Team Building – Desenvolvimento de Times!

Que tal estabelecer o debate das disciplinas organizacionais, especialmente as quatro primeiras, humanas e essenciais – Pessoas, Equipes, Lideranças e Conexões? O objetivo é estabelecer um processo alinhado a princípios Lean ou ao sistema STATIC do Kanban para entendimento, aprimoramento, organização, experimentação e melhoria contínua. A partir deste estudo, técnicas e boas práticas inerentes a projetos, operações, produtos ou serviços poderão ser escolhidas:

Aquecimento – A técnica dos 7 minutos, um 5w2h, uma matriz CSD, uma matriz SWOT, uma dinâmica inclusiva e colaborativa para instigar a empatia e sinergia entre os participantes. O objetivo é trazer todo mundo pra sala, ao mesmo tempo esquecer o telefone tocando e outros compromissos para fazer valer o momento;

Senso de Time – Um Role Model Canvas, discutir nossa missão, restrições, parcerias, informações (avaliação), ferramentas e finalmente a identificação de quais seriam nossos fluxos de trabalho, uma relação e observações sobre como entram demandas ou entregas e quais destes fluxos são mais relevantes (Pareto);

Jornadas – Debate daquela jornada mais relevante mapeada, quer pela importância, oportunidades de enxugamento ou otimização, o objetivo é revisar e resignificar aquela que pode gerar melhores retornos, valor ou satisfação. Se possível, revisar uma e passar para outras, mas garantir sequenciar conforme relevância;

Cynefin – Durante a jornada são debatidos as principais questões, sentimento e oportunidades para cada passo. As ações acordadas podem representar algo complexo a ser executado, questione-se se é possível fracionar e trazer para si aquilo que só depende de nós ou de parcerias – de complexo para complicado para simples;

Plano de ação – Organização, priorização, valoração e sequenciamento daquilo que são ações a serem realizadas, pensando iterativo-incremental-articulado, se possível sob o modelo mental dos conceitos de “mínimo produto viável”, antecipação, frequência, satisfação.

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Novos conhecimentos: Objetividade com ou sem parênteses?

Vale a pena conhecer a autopoiese de Humberto Maturana, biólogo chileno que deixou sua marca no século XX, retroalimentando conceitos pelos quais tenho apreço, onde o conhecimento é construido internamente. Em resumo, incentivos externos são gatilhos que proporcionam um conhecimento autoconstruído.

A autopoiese proposta por Maturana caracteriza um sistema cognitivo que se autoconstrói a partir de si mesmo. Lembra Sócrates, Piaget, os subsunçores de Ausubel, pois estímulos e informações são elementos externos que dependem de relações internas para a autoconstrução do conhecimento.

Socrates propôs a Maiêutica, questionadora, a cada resposta novas perguntas, até chegarmos ao melhor entendimento, limitada pelo nosso intelecto;

Ausubel na aprendizagem significativa temos subsunçores, conhecimentos prévios que serão utilizados para que o processo de aprendizado aconteça;

Piaget debruçou-se sobre o protagonismo da criança no seu aprendizado, na autoconstrução do conhecimento ao invés de escuta e repetição imposta.

Maturana reflete sobre diferentes abordagens, mas especialmente valoriza cada indivíduo e seu sistema cognitivo para a construção de cada novo saber. O agente externo geraria provocações, transformando-se em gatilhos ou incentivos à autopoiese, a autoconstrução da “explicação”.

Explicação ou Objetividade, com ou sem parênteses

A explicação entre parênteses é quando a realidade depende do observador questioná-la e construir seu entendimento, assimilando-a, estabelece-se uma negociação, teórica ou experiencial, que agregará o substrato de cada observador ao questionar-se em seu processo cognitivo interno.

A explicação sem parênteses é quando a realidade é imposta ao observador, independente de sua capacidade em questionr e assimilar como conhecimento, a realidade é posta por um agente, independe do observador, logo, há a tentativa de imposição de uma realidade creditada.

A pirâmide do aprendizado de William Glasser

William Glasser nasceu em 1925, americano, psicólogo, propôs uma teoria que nega o valor do aprendizado baseado na memorização pela repetição, a imposição tende a garantir apenas temporariamente a memorização.

Glasser chamou-a de Teoria da Escolha (1998)! A partir desta premissa, Glasser propôs um grau de aprendizagem decorrente da técnica utilizada neste processo:

Facilitadores, professores, coachs

Em nosso papel como agentes externos ou provocadores da autopoiese, não cabe impôr verdades, mas instigar e proporcionar um processo de maiêutica, para autoconstrução de cada realidade. Nós professores há muito buscamos em múltiplas técnicas de inversão de aula uma foma mais efetiva de ensino e aprendizado.

Memorização não é conhecimento, alguém com um mínimo de atenção e estudo é capaz de certificar-se em qualquer assunto ao qual dedique tempo o suficiente de preparação, desde que seja avaliado na sequência. Mas, sem prática e experimentação, trata-se de informação, de repetição, espelhamento, não é conhecimento.

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As 10 disciplinas corporativas, Pareto e o modelo Cynefin

O modelo Cynefin nunca esteve tão na moda, mas como tudo o mais é preciso entender sua essência para depois treinar seu mecanismo e aproveitamento. Quando falo de essência, é possível aprender muito e realizar diferentes exercícios nele, enfatizando e refletindo sobre Pareto, MVP, alçada, timing, muito sobre Lean Thinking. O utilizo há 10 anos em transformação cultural, adoção de novas metodologias, no treinamento de equipes com mindset ainda muito tradicional.

Nos meus workshops eu o utilizo para debater formas racionais de fracionamento, priorização, antecipação, frequencia e entrega continua de valor. Frente a percepção de um desafio Complexo, vivenciar a arte de extrair dele aquilo passível de ser Complicado e deste o que pode ser considerado Simples. Frente a algo complexo, o mote é mitigar uma tendência natural à Dissonância Cognitiva e suas defesas psiquicas, assumindo a estratégia de Baby Steps, retroalimentando nossa energia à frente.

Uma abordagem assertiva para discutir disciplinas essenciais – Pessoas, Equipes, Líderes e Conexões – usando técnicas singulares em cada uma delas, aderentes a estas pessoas, (macro e micro) cultura organizacional, momento e características. Por exemplo, poderíamos usar um 5w2h, matriz CSD, uma matriz de Team Building, desenhar Jornadas ou mesmo técnicas de retrospectivas como a estrela de cinco pontas ou um storytelling com HMW.

O objetivo é materializar nossos desafios, quer baseados em retrospectivas ou futurespectivas. Na sequência podemos usar o mindset de Lean Thinking, típico em seleção para um MVP, como em User Story Mappings, quadrante mágico ou seguindo a linha de raciocínio do MVP Canvas. A meta é termos uma espécie de Product Backlog gerado pelo time reunido com suas necessidades priorizadas por valor, conversão, timing – usável, factível e valioso!

De posse do primeiro ítem mais valioso e efetivo para enquadramento, seguindo o substrato conceitual do Small Project Philosophy do Standish Group, queremos analisar nossos desafios como sendo passíveis de serem fracionados, analisando suas partes de forma a trazer algumas delas de complexo para complicado e de complicado para óbvio. O objetivo principal é mostrar que quase sempre algo complexo pode ser quebrado em partes consideradas mais fáceis ou previsíveis.

A pergunta que fica estampada quando fazemos este exercício é – porque estamos demorando tanto para coisas simples e de domínio, que só dependem de nós, ou complicadas que com algum esforço são possíveis de serem executadas. É fácil postergar algo grande e complexo, mas com frequência é também fácil fracionar e executar partes valorosas e que já colocam algo complexo em marcha, com entregas imediatas ou frequentes.

Não é uma análise aleatória ou displicente, mas de grande responsabilidade, por isso usamos a força do coletivo em técnicas colaborativas de debate e tomadas de decisão, técnicas oriundas do Design Thinking, UX, Lean Startup, Agile. Importante não subestimar os conceitos de latência do lean Project Canvas, evitando gerar desperdício ao executar partes simples e complicadas de algo complexo, caso explicitamente gerem estoque inútil e sem valor devido a dependências ou desdobramentos (latência).

Gosto de dizer que a habilidade e o treino em perceber partes simples ou complicadas, passíveis de serem antecipadas, em meio a algo grande e complexo, é uma forma intensa de gerar a energia cinética que vai nos ajudar a iniciar, manter e ter sucesso em muitas empreitadas. Vale para o trabalho e vale para a vida, em ambos a força do coletivo, debate, capital intelectual, antecipação de riscos e oportunidades.

São abordagens que precisam ser introjetadas e quanto mais exercitarmos, assim como movimentos em um Dojo de artes marciais, mais as seguiremos sem ter que lembrar delas, negociá-las e facilitá-las … é um mindset que tem que estar nos hábitos do nosso dia-a-dia, do café ao projeto, de reuniões a operações. Pense nisso e boa sorte!

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Fazer mestrado, MBA, especialização ou comprar uma bicicleta

Uma amiga me perguntou o que poderia eu ajudar a entender melhor o caminho para um mestrado, expliquei a ela qual foi a minha estrada em um passo-a-passo que acho que pode ajudar outros jovens a direcionar seus esforços pós-graduando … vou compartilhar algo e se quiser saber algo mais, pergunta o/

A tempo, durante o mestrado um professor comentou que na cultura européia é muito comum executivos terem títulos de mestre ou doutores, etapa que lhes permitiu ter uma visão de mundo mais ampla, seguindo o bordão no PPGA da PUCRS, título de um dos meus livros, frase atribuida a Newton – “Sobre os ombros de gigantes!”.

Mestrado no Brasil se apresenta e tem foco na formação de professores e pesquisadores, normalmente há bolsas integrais ou parciais, um MBA é mais focado em carreira e mercado. Em um mestrado terás uma centena de leituras e debates sobre artigos, dos atuais aos seminais, de grandes pesquisadores, enquanto o MBA possui um viés mais de mercado, pragmático, le-se mais livros e fundamentação voltado a prática.

Benchmarking

Pesquise com calma e sem paixões os programas disponíveis e especialmente os mais aderentes a sua pretenção, orientadores, linhas de pesquisa, previsão de bolsas disponíveis, instalações, localização. Eu visitei os que considerei serem os melhores e mapeei prós e contras, inclusive logística.

É muito importante analisar as disciplinas obrigatórias, facultativas, transversais, elas dizem muito sobre o curso, prós e contras. Se possível, eu tive esse privilégio, poste nas suas redes e bata um papo com outras pessoas que já fizeram os cursos.

Visitas Mestrado, MBA ou especialização

Eu me reuni com coordenadores de programas de mestrado, MBA’s e especializações para depois decidir qual tinha maior valor para mim, levando em consideração a entrada, curso e após concluído. Perguntei sobre tudo, inclusive bolsas de mestrado, custos dos outros.

É importante entender as disciplinas, tanto quanto ritmo de trabalhos, leituras, TCC ou condições gerais da construção da dissertação. Estas questões são do maior interesse e o programa quer que você entenda, não se apresse, nem você nem eles querem que alguém depois abandone.

Linhas de Pesquisa

Eu acessei o site do programa de pós preferencial e pesquisei quais foram as últimas dissertações e seus orientadores nos últimos três anos, baixei as que mais tinham a ver comigo, dei uma olhada no resumo e na sugestão de pesquisas futuras, fiz isso em umas duas horas e algum tempo depois muitos colegas me pediram cópias.

Se uma linha em questão lhe chamar atenção, ligue para a secretaria e marque um papo com o orientador, converse sobre você e sobre ele, onde você trabalha, seus objetivos com o curso, também sobre ele … Se houver química entre vocês, com certeza tudo dará certo e ele também se esforçará para que você entre.

Aluno Especial

Se for possível, a estratégia de ser aluno especial e fazer algumas disciplinas do programa de mestrado mesmo antes de decidir fazê-lo ou saber se será selecionado e ganhará bolsa é ótima, assim conhecerá melhor os professores, gerará vínculos com o orientador desejado e mostrará seu potencial.

Os colegas que tinham sido aluno especial no semestre anterior, além de já anteciparam leituras e estudos, ao entrarem oficialmente no programa estavam bem a frente dos demais, já tinham muito domínio do ambiente, professores, disciplinas e um relacionamento mais seguro com o orientador.

Bolsas

Os programas que eu me envolvi tinham provas de proeficiencia, a administração possui a ANPAD, a informática tem o PÓSCOMP, são provas básicas apenas para mostrar que você vai entender o básico e não vai ficar completamente perdido nas aulas por falta de embasamento essencial, é barbadinha.

Mas tem uma coisa, alguns programas usam as provas de proeficiencia como eliminatórias ou como ranking para as bolsas, então vale a pena baixar edições anteriores, estudar, pedir dicas a conhecidos que já fizeram. Não é importante, mas é legal saber as médias no último ranking do programa que você quer entrar, isso tranquiliza.

Não é concorrência

Tem muita gente que faz as provas de proeficiência por fazer, não altere seu humor porque vai ter um monte de gente fazendo, jovens e veteranos, apenas estude e fique tranquilo para dar o seu melhor, não é difícil nem é um bicho de sete cabeças … mas não seja dos que fazem por fazer, pesquise, estude, se prepare do seu jeito.

Se entrar no curso, faça amigos no 1° dia, será uma jornada extenuante e se puder contar com parceiros para estudos, leituras e aulas a jornada será muito mais fácil. Não caia na piada de mal gosto que é preciso quase morrer para chegar ao fim, use a cabeça, gere sinergia, faça um plano de estudos e aproveite.

Aulas, leituras, debates e trabalhos

Tudo, absolutamente tudo que usamos profissionalmente você usa em um mestrado, MBA ou especialização, quer dizer – planeje-se, faça um swot, siga Pareto e CYNEFIN, não se deixe levar pelas baboseiras de que não é possível dormir, visitar a mãe ou ir no aniversário da filha … tudo é uma questão de organização e equilíbrio.

A não ser que busque laurea, procure ser racional no que ler, profundidade, porque também tem que descansar a mente, isso diz respeito a felicidade, acredito em curtir a viagem e não sofrer em dobro porque só o que interessa é o destino (inspire mais que tranpire).

Dissertação

No programa de mestrado que cursei, o tema de sua dissertação é fruto de muita leitura e de paixão durante todo o primeiro semestre. Pesquisa, navegação, muitos resumos e mais ainda pesquisas futuras, registre tudo em mapas mentais para não perder na poeira o melhor e ter que procurar denovo pelo que já tinha achado.

No meu caso, usei linhas de tempo em mapas mentais com artigos, isso ajudou uma barbaridade para pinçar o melhor tema, com citações matadoras de hoje até o artigo seminal ou pelo menos mais relevantes e maiores índices, como por exemplo, abaixo um dos últimos foi o que sustentou minha dissertação.

Boa sorte!