Nos bastidores da PIXAR

O livro inicia afirmando que devemos ver o mundo pelo olhar das crianças, que são por sua inocência infantil, sonhadoras, criativas, inovadoras, destemidas, empreendedoras, pois não sofrem a pressão de ter que acertar, de não poder errar, elas não sabendo o que não pode, acabam fazendo o impossível.

Esta passagem do livro lembra o debate que se constituiu na segunda reunião do GUMA (Grupo de Usuários de Métodos Ágeis da SUCESU) deste ano, quando o Felipe Cabral e a Bárbara Cones da Engage iniciaram um debate sobre o quanto a escola e universidade bitolam e apagam as centelhas de inovação e criatividade dos jovens, enquadrando-os em padrões e modelos.

O livro mergulha na cultura corporativa e inovadora da PIXAR, traçando inúmeros paralelos entre os irmãos Walt e Roy Disney e os criadores da PIXAR, Ed Catmull e John Lasseter. Um traço comum enfatizado várias vezes é a sinergia, a simbiose existente entre estes líderes inspiradores, complementares entre sí e que buscavam colaboradores tão inovadores quanto eles.

Há um sem número de relatos de dinâmicas, de idéias, de formas de incentivar a inovação, empreendedorismo, a auto-organização, colaboração,respeito mútuo, especial atenção e convergência na certeza de que o cliente é merecedor da melhor qualidade e de receber mais do que espera de nós, de ser surpreendido.

A Pixar tem a mesma convicção dos grandes agilistas, devemos aprender com nossos erros, entender que é uma forma consistente de aprendizado. Eles vão além, afirmando que devemos comemorar novos erros, pois indica que estamos tentando coisas novas. Uma de suas frases afirma que um patinador que não cai, nunca será medalha de ouro.

Na verdade, muitas das sugestões e oportunidades são assim como um desfile de alta costura em Paris,  o importante não são os vestido malucos, mas as idéias e conceitos por tras daquilo tudo … os padrões, tendências, etc. O livro afirma que a Disney passou um período difícil após a morte dw Walt, porque tentava copiar a receita de um gênio que inovava a cada oportunidade, logo, não havia receita.

Menção honrosa no livro é a apresentação do projeto OMA (Abrindo Mentes através das Artes), com uma visão de “melhorar o desempenho estudantil com a cosntrução de conexões entre as artes e o currículo”, visão equivalente a da própria PIXAR, que afirma ver a “Arte como um esporte de equipe!”.

2 comentários sobre “Nos bastidores da PIXAR

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