Cenários Prospectivos – De olhos nos muitos futuros líquidos

É o esforço em projetar um futuro provável através de uma visão desejável e diferentes cenários alternativos. Por exemplo, as grandes empresas de tecnologia possuem áreas de pesquisa e desenvolvimento de produtos, assim como seus concorrentes, de posse de informações e percepções é possível tentar antecipar os cenários possíveis.

Um conceito em que usamos Futurologia, Teoria dos Jogos, Árvore de Decisões, Teoria das Restrições, tudo isso e muito mais, em dinâmicas colaborativas de criação de cenários, estruturação de planos de ação com intenção de aproveitá-los, direcioná-los, mitigá-los, mudá-los, em ciclos iterativo-incrementais-articulados.

Sabemos que grandes empresas possuem cenários prospectivos projetando décadas, dezenas de variáveis, como domínio, investimento, concorrência, governo, mercado, tendências diversas, projeções que algumas empresas do passado e recentemente a Kodak não exercitaram e se deixaram envolver sem ação.

Mesmo não sendo uma mega-corporação, mesmo uma pequena startup, no formato de planejamento estratégico ou um simples jogo de CHARETTING, ter ciência do que é, benefícios e mecânica, nos ajuda a aproveitar seus mecanismos e possibilidades, quer para décadas ou semanas a frente.

 

Há diferentes métodos: OBJETIVO, via brainstorming para análise e priorização, um SUBJETIVO via benchmarking para criar uma imagem ideal com causas e efeitos, uma TÉCNICA NOMINAL DE GRUPO (NGT), com especialistas discutindo pertinência, probabilidade e auto-avaliação.

É um exercício de CHARETTING, uma técnica muito utilizada em ideação, onde vamos alterando premissas, restrições, oportunidades, para então tentar exercitar seus desdobramentos. Em cenários prospectivos há lentes conhecidas por montanhas e oceanos, entre outras.

Diferentes técnicas são comuns, como brainstormings, benchmarking, delphi (análise individual de especialistas), impactos cruzados (causa-efeito entre diferentes cenários), análise prospectiva (cenário ideal, mais provável e alvo) e interações estratégicas (ação de um ator influenciando outros).

Mas essa teoria abre as portas para técnicas mais contemporâneas como Grupos Desfocados, Técnicas de Design Thinking, dinâmicas de Art of Hosting, onde buscamos não só com especialistas, mas aproveitar a totalidade do capital intelectual a disposição, potencializando-o com muita multidisciplinaridade e técnicas.

As grandes empresas aplicam esta técnica e possuem especialistas na facilitação destas técnicas, como Sony, Samsung, Shell, … achei divertido oferecer como valor agregado dois vídeos IGUAIS, um tradicional e outro usando PowToon com o mesmo conteúdo, só para descontrair:

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