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Uma alegoria livre sobre valor agregado para pensar nosso 2019

Equipes engajadas e auto-organizadas, ágeis, tem muito mais a contribuir além de (apenas) fazer aquilo que lhe solicitam (ordenam). Em equipes ágeis, valor agregado real pressupõe o entendimento e engajamento ao problema, no valor que uma solução representa para alguém em seu contexto, sem desperdício.

Sem este modelo mental ou paradigma aplicado, agilizamos o óbvio de forma tão aleatória quanto no passado, as vezes o erro, as vezes o acerto, mas jamais atingiremos a sinergia de nosso potencial. Trabalhando juntos, somando conhecimentos sempre seremos mais fortes que cada uma das partes.

Valor agregado não é uma receita de bolo, cada grupo de pessoas, empresa, contexto tecnológico, deve buscar as suas competências essenciais, hard e soft skills, criatividade, empreendedorismo, com um que de inovação, superação e reconhecimento.

Valor Agregado na cadeia produtiva

Quero partir deste conceito elementar para falar de pessoas, equipes e empresas. Valor agregado é o valor adicional que adquire um bem ou serviço ao serem transformados durante o processo produtivo. Em uma empresa, é a contribuição adicional de um recurso, atividade ou processo a um produto ou serviço.

Uma equipe ou profissionais que apenas cumprem ordens, como se militares fossem, equivaleria a plantar e vender o cacau in natura. Entretanto, quanto mais houver sinergia, pelo somatório de vida, experiências, paixões, interesses comuns versus objetivos, maior o valor agregado, equivalendo a processar, servir, encantar.

O erro nesta abordagem é fazê-lo sem ter um driver por valor iterativo-incremental-articulado, um passo de cada vez, racional e responsável. Trabalhar orientado a MVP (Minimum Viable Product), pequenas releases, seguindo o conceito de programas ou small project philosophy (Standish Group).

Valor agregado em equipes ágeis

Independente da metodologia ou nomeclatura, a base diz respeito a sinergia, alguns chamariam filosoficamente de egrégora. É como se denomina a força espiritual criada a partir da soma de energias coletivas, quando um grupo alia-se e congrega para gerar resultados além do racional, além do óbvio.

Empatia e dedicação de todos em relação ao ciclo de vida completo, desde o cliente que origina uma necessidade, passando por todos os envolvidos direta e indiretamente para que cada vivência pessoal e expertise somem-se gerando um substrato que racionalize cada passo na busca daquilo que precisa ser feito.

Para isto, é preciso haver clareza em um denominador comum, em equilibrio e equidade, onde todos percebem seu valor enquanto parte de algo maior que apenas pedidos, hierarquia, ordens e tarefas bem executadas. Não a toa o mindset ágil baseado em valor, empatia, sinergia e auto-organização está na moda.

O case de um presente de Natal

A Luisa Audy (21) está fazendo um curso de cinema no Canadá, venho passar 15 dias de férias conosco e resolvemos comemorar indo ao Natal Luz em Gramado. Desde o início ela queria comprar umas lembrancinhas de suas férias para os seus professores e pensava em chocolate de Gramado.

Exercitando empatia com seus professores, não só levou uma lembrança, mas ofereceu uma experiência. Ela poderia ter só levado chocolate, mas contou uma história criando um vínculo entre eles, apresentando Gramado, seus chocolates artesanais, o festival de cinema, o kikito e o prêmio oferecido pelo Canadá em 2017.

Junto de bombons, trufas e um Kikito de chocolate, criou uma tirinha relatando sua origem geográfica, as hortências, o chocolate artesanal, o festival de cinema latino-americano que premia desde 1973, a aproximação com o Canadá, com a VanArts e a TFS, resignificando aquela estatuetinha de chocolate que ganhariam.

Isso é valor agregado, é incluir paixão à algo que poderia ter sido apenas chocolate, neste caso mantendo tempo, custo e escopo, mas transcendendo e oferecendo uma experiência nova, agregando conhecimento, compartilhando vivência, um storytelling que transforma algo simples e objetivo em pura magia.

Ponto para reflexão para 2019

Ao entender um problema, negócio, cliente, desafio, carreira, não temos mais como missão só fazer o que foi solicitado, mas gerar uma experiência que traduza algo singular, o somatório do conhecimento de vida de um grupo de pessoas envolvidas, que oferecerão mais que “chocolate”, elas oferecerão uma “experiência de valor”.

Afora isso, no case acima apresentado, rolou paixão, viabilidade técnica, entendimento do que seria o mínimo produto viável, um protótipo, confecção, parceria na montagem, tudo isso em não mais que algumas horas espalhadas em alguns dias lastreado em um propósito singular … presentear seus professores como sinal de estima.

Vem aí 2019, qual é o seu propósito, como e com quem você quer encantar, não só o cliente, mas o mundo ao seu redor?

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O valor de uma certificação não está no certificado

Certificações não atestam domínio, mas conhecimento em determinado momento, podem atestar que alguém sabe ou tem boa memória, porque é a prática, experiência, vivências, interações cotidianas e evolução que atestarão nosso real interesse, aprendizados reais, práticos, evitando fazer por fazer.

A meus alunos eu afirmo que certificações são como histórias do usuário em um planejamento de produto, ela não está sozinha, e a priorização de sua obtenção e investimento, deve ser avaliado de forma holística, conforme valor comparativo a outros cursos e investimentos que poderia fazer e se beneficiar.

O Brasil possui muitas empresas reconhecidas como algumas das melhores do mundo, com excelentes profissionais, por exemplo, a PSPO que fiz com o Alexandre Mac Fadden é oficial, ele atua nos EUA e internacionalmente como instrutor preparando turmas e profissionais para certificarem-se.

Há alguns anos atrás fui aprovado na PSM I por solicitação da empresa, era importante ter alguma certificação oficial na mão. Optei pela PSM I da Scrum.org ao custo de US$100 na época, pois a Scrum Alliance e PMI eram bem mais caros. De lá para cá o mercado de certificações recebeu de forma consistente a Scrum Study, a EXIM, etc.

Uma coisa não mudou, o Brasil possui uma riqueza de eventos nacionais, regionais e locais de classe mundial – Agile Brazil, Scrum Day, Agile Trends, Agile Days, Gathering, meetups a rodo e Comunidades de Prática como o TecnoTalks. Participar de eventos e comunidades geram profundos aprendizados vicários e networking.

Eu não sou apaixonado por certificações, mas tenho consciência e recomendo a alunos e amigos que reflitam transversalmente como se sua carreira e vida tivesse sprints, nos quais eles precisam estabelecer metas e valor com mínimo desperdício e máxima agregação às dimensões que mais lhe abrirão portas e reconhecimento.

O mercado de cursos e certificações movimentam centenas de milhões, talvez bilhões a cada ano, o que não é um demérito, mas é preciso que tenhamos consciência destas cifras, para relativizar tudo o que assistimos e ouvimos versus a nossa realidade e de mercado.

Todas as organizações certificadoras de Scrum, Kanban, Lean, SAFe, PMI, coaching, e muito outros, possuem valor em determinado momento e contexto e é importante que dediquemos algum tempo tentando esclarecê-lo antes de sair investindo por impulso ou sem clareza de objetivos …

Antes de fazer, aproveite as simulações que as instituições abaixo oferecem, existem certificações gratuitas de entrada e provas simuladas que possuem questões reais da prova de certificação … leia o Scrum Guide e faça várias vezes as simulações para entrar no clima e ganhar ritmo, até atingir 100%.

Não é preciso dizer que ler algumas vezes, se possível debater o Scrum Guide, é muito importante para uma certificação Scrum, mas também tem outros materiais, ebooks, livros, até mesmo um BOK (corpo de conhecimento oferecido gratuitamente pela Scrum Study):

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Curso de Governança de TIC para Governo Digital

Tive o privilégio de assumir o módulo de gestão de projetos de um curso inovador entre govero do estado e a escola de negócios da PUCRS. Fui convidado pela Profª Edimara e o Prof Guilherme a compartilhar teoria e prática em governança de projetos, desde e ideação e portfólio.

Com média presencial de 25 gestores de TI do governo, realizado no vigésimo andar do Centro Administrativo do Estado do RS, tive o prazer de rever alguns conhecidos de projetos que me envolvi no passado recente e com certeza ganhei novos parceiros de viagem.

O substrato de todo o curso é governo digital, governo 3.0, smart cities, governança de TIC e governança de projetos, PMO, Agile, inovação e empreendedorismo, ambidestria organizacional.

Composto por oito módulos, um curso intensivo onde governo digital, governança, inovação, gestão de projetos e empreendedorismo foram a grande tônica … inspirados permanentemente pela lembrança da abordagem oferecida pelo novo governador eleito para 2019 – 2022.

  • Transformação Digital;
  • Governo 3.0;
  • Governança de TIC;
  • Gestão de Serviços de TIC;
  • Gestão de Projetos;
  • Segurança da Informação;
  • Data Analytics;
  • Atividade Integradora.

O meu módulo foi denso, com muito conhecimento e exemplos práticos, a cada tópico oferecendo uma visão o mais ampla e eclética possível, com uma última aula 100% prática, servindo de elo de ligação entre um módulo e outro, especialmente uma oficina integradora que encerrará o curso.

O feedback no fechamento foi prazeroso, tendo conseguido passar além de conhecimento e informação, também crenças e princípios que venho defendendo na última década, como consultor pela DBServer e professor da Escola Politécnica da PUCRS.

A tempo, a oportunidade de interagir desde 2013 pela DBserver em grandes projetos com empresas de TI da união, estadual e municipal, como SERPRO, PROCERGS, PROCEMPA, Defensoria Pública do RS e outras, me agregou muita experiência vicariante a compartilhar.

A expectativa de todos nós, gaúchos, é que a experiência exitosa do governo do Sr governador Eduardo Leite frente ao municipio de Pelotas, reconhecido meritóriamente pelo viés de tecnologia aplicada a favor do cidadão gerará uma espiral crescente de otimismo e empreendedorismo no estado.

Que venha 2019, será um ano de virada! \o/

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Seleção e ranking like “Bolsa de Valores”

Uma vez constituido um painel com todas as ideias ou projetos, é possível usar uma técnica chamada “bolsa de valores” para priorização, com lances investidos em cada ideias, ítens de um portfólio, desafios, gerando nosso índice “Dow Jones”.

A técnica é muito simples, prepare bloquinhos de postits com valores monetários, número compatível ao número de ítens, eu já rodei com 15 “notas” (postits), de forma que totalizavam R$40.000,00 seguindo fibonacci em centenas (1, 2, 3, 5 e 8 x 1000).

A tempo, podem ser notas de 1, 2, 3, 5 e 8, mas aí quebra a mágica do fundo de cena com valores finais de milhares de reais investidos. Outra observação relevante, é chamar a atenção de que o número de notas deve ser compatível ao número de ítens, se forem 5 ou 6, pode ser apenas uma nota de cada valor por pessoa 🙂

Eu, para facilitar a visualização e controle pessoal de seus investimentos, uso uma cor para cada investidor, uso uma letra/símbolo diferente para cada 15 notas de cada participante e uma só cor para cada valor de nota. O motivo é que cada um precisa se achar onde investiu e as vezes remanejar.

Qtde Notas Total
5 $1,000.00 $5,000.00
4 $2,000.00 $8,000.00
3 $3,000.00 $9,000.00
2 $5,000.00 $10,000.00
1 $8,000.00 $8,000.00
15 $40,000.00

A dinâmica é cada empreendedor social, stakeholders, colegas, amigos, alunos ou executivos, recebam 15 postits pequenos, cada um com um valor estampado de R$1000, R$2000, R$3000, R$5000 e R$8000, podendo investir seu dinheiro a seu critério entre os ítens em discussão.

Na parede, uso uma folha A5 ou A4 para cada ítem, detalhando informações ou critérios comparativos, pessoalmente eu prefiro a seleção de campos do Lean Project Canvas, aqueles que mais nos ajudam na comparação, mas tem GUT, RAB, ANSOFF, etc.

A parede fica com várias folhas, cada uma com uma ideia ou ítem, mais informações adicionais, como solução atual, tendência, grandeza para valor e custo, volume ou comparativo, benefício, mercado, … cada participante colará postits (seu dinheiro) nas folhas.

Após concluir a rodada de distribuição de investimentos, montamos o nosso índice “Dow Jones” somando os investimentos em cada um e gerando assim o ranking daqueles que mais os participantes investiriam, seguido de um debate sobre o resultado (ranking) gerado.

  1. Prepare antecipadamento os valores em postits pequenos;
  2. São 15 postits por pessoa – 5×100, 4×200, 3×300, 2×500 e 1×800;
  3. Pode ser uma cor para cada valor ou cor/símbolo por participante;
  4. Os ítens disponíveis para investimento devem estar na parede;
  5. Cada integrante distribui seus postits (valores) a seu critério;
  6. Após 15 minutos (*) todos ajudam a totalizar os valores de ítens;
  7. Após totalizados é possível movimentá-los e materializar o ranking.
  8. Estabeleça um breve debate para confirmar o ranking.

Um overview inicial caso os ítens já venham estabelecidos, mas com frequência o ranking é uma etapa sequencial após um processo de ideação, design thinking, onde todos participaram da construção do mural de ideias, desafios ou ítens a serem priorizados.

Um debate final é importante porque por mais provável que a técnica estabelecerá um ranking bastante consistente, é muito comum que algumas alterações de posições sejam acordadas entre os presentes e isso está previsto, a matemática não pode ser absoluta frente à riqueza de argumentos e debate coletivo.

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Ranking com apenas 7 pontos … por vez

No curso PSPO com o Alexandre Mac Fadden rodou uma técnica de priorização em duplas, ítem a ítem, onde cada discussão entre dois ítens distribuia 7 (sete) pontos de valor. Sendo um número ímpar a ser distribuido entre dois ítens, um deles sempre receberá mais pontos que o outro.

Se fossem 4 ítens a serem priorizados – ideias, projetos, produtos ou serviços – com 4 pessoas participantes, cada um receberia um ítem e a cada 2 minutos trocariam de par, a cada par formado eles debatem e decidem como distribuir 7 pontos de valor entre os dois ítens.

Vamos supor que após 6 minutos com os participantes circulando pela sala e falando com quem ainda não falou, a cada par distribuindo 7 pontos entre eles, … ao final é possível somar quantos pontos cada ítem ganhou e assim gerar um ranking de forma muito descontraída.

Por exemplo, sendo apenas 4 pessoas e 4 ítens pode ter acontecido o relatado abaixo:

  1. O Jorge tem o ítem A e o Mário o ítem B e distribuem 5 para o A e 2 para o B;
  2. O Xavier tem o C e a Renata o D, distribuindo 6 para o C e 1 para o D;
  3. O Jorge agora faz dupla com Renata e decidem 3 pontos para A e 4 para D;
  4. O Mário agora faz dupla com o Xavier, distribuindo 2 para o B e 5 para o C;
  5. A Renata agora faz dupla com o Mário e distribuem 5 para o D e 2 para o B;
  6. O Jorge forma uma dupla com o Xavier, distribuindo 3 para o A e 4 para o C.

Ao final o A tem 11, o B tem 6, o C tem 15 e o D tem 10, ordenando C > A > D > B. A partir deste ranking, construindo um-a-um de forma descentralizada em duplas, é possível debater e ajustar conforme argumentação pontual, mas após várias interações entre várias pessoas o ranking tende a ser bem consistente.

Contorno: É possível se utilizar desta técnica entre vários integrantes e uma lista bem maior de ítens, pressupondo que o ranking seja apenas com o objetivo de ter-se rapidamente uma primeira versão para discussão, não é preciso cruzar todos com todos, o que seria o ideal mas em grande número pode ficar cansativo.

Desafio: É possível númerar todos e a cada dupla os ítens troquem de mãos, evitando que cada um tenha o “seu” ítem, se trocar de mãos a cada rodada este risco é eliminado. Entretanto, é preciso anotar no postit ou folha com quais já cruzou para não repetir a mesma dupla de ítens. É mais caótico, mas divertido e eficiente.

 

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Jogo Mega-Master em escala real

Um jogo muito divertido, um tabuleiro gigante, que pode ser feito com folhas, fita crepe, riscado com giz, eu fiz um com placas de pvc de 50 x 30 cm. São 40 placas, 70% delas com um símbolo de interrogação, 15% com bônus ou penalidades ao acaso e 15% com bônus ou penalidades mediante papel, posse ou condição prévia.

Cada um recebe ou assume um papel, de forma que haverá jogadas que apenas um ou outro possa seguir. Eu fiz um dado gigante, feito de espuma e recoberto com TNT amarelo, os pontos dos números do dado com círculos de TNT vermelho. Formadas equipes, um de cada toma posição na largada, no início da trilha das placas.

A primeira equipe arremessa o dado e seu jogador no tabuleiro dá os passos nas placas, se parar em uma interrogação, responde uma pergunta, se errar passa a vez, se acertar continua. Se cair em um bônus ou penalidade, deve cumprir, se a posição tiver uma condição, se for o caso cumpre o bônus ou penalidade.

PRINCÍPIOS: Trabalho em equipe, colaboração, valorização do capital intelectual, senso multi-disciplinar de time.

DICA: As perguntas podem ser sobre tecnologia, metodologia, pode ser uma preparação para uma certificação, pode ser princípios e valores, eu tenho um pack sobre escotismo, também sobre ciências, com polvos, morcegos e aranhas. A tempo, um dos baralhos de perguntas é o do jogo Rock Animal, que uso como fundo de cena.

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Balanço de seis anos e meio de TecnoTalks

Resgatei os posts de quase todos os TecnoTalks entre o primeiro em Julho de 2012 e Novembro de 2018, um grupo heterogêneo com mais de 2800 integrantes em 01/12/18. A cada ano o perfil dos eventos e protagonismos mudam, profissionais que chegam ao TecnoPUC e vão embora, hoje vivem em outros estados e países.

O maior desafio era demonstrar ao TecnoPUC que poderíamos seguir regras na utilização autônoma de salas e espaços, com responsabilidade às regras do parque, devolvendo como encontramos, dress code, convivência. As reservas passaram as ser feitas por alguém que atue em uma empresa do parque, mas não mais por uma das empresas.

As regras essenciais não mudaram nestes seis anos e 100 noites de eventos, mudam os temas, mas sempre em terças, quartas ou quintas a noite, raramente em finais de semana, mais raro ainda durante horário comercial. Todos foram gratuitos, houve um de arduino que repassou um custo pelo uso dos kits.

Em resumo as regras consolidadas são: preferencialmente nas noites de terça/quarta/quinta, sem apelo comercial, com seleção via enquete, sem restrições a temas, desde que de interesse, comissões de organização auto-organizadas, sempre no TecnoPUC e cumprindo a risca suas normas, eventos abertos, palestrantes e participantes com ou sem vinculo com as empresas do parque.

Houveram anos em que startup puxou, outros tecnologia, questões mais pedagógicos e mais próximos das faculdades e programas de pós, mas absolutamente todos abertos e sem qualquer apelo comercial, jamais puxado por empresas ou apresentando produtos, o foco sempre é o compartilhamento de conhecimento.

No último ano passei a compartilhar via Face Live, comprei tripé e aos poucos começou a dar certo, o próprio local passou a ser escolhido dependente de disponibilidade de rede cabeada ou wi-fi, a cada evento atingimos mais de 800 visualizações em menos de 48Hrs … assim quem não pode ir assiste remotamente ao vivo e muita gente assiste depois.

Outro babado é que vários eventos passaram a ter participações remotas via Apper.in, Skype ou HangOut, como o Deli Matsuo desde Boston, o Fábio de Salles e o Madalosso desde SP, professores da UFRJ no de Design Thinking na educação … seis anos de adaptação e abordagens variadas … amo muito tudo isso!

https://www.facebook.com/groups/tecnotalks

18/07/12 – Open Space no TecnoPUC – Cartaz – Ata
20/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia1
21/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia2
22/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia3
23/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia4
24/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia5
25/09/12 – III TecnoTalks – 1º Dia
27/09/12 – III TecnoTalks – 2º Dia: pré e pós
24/10/12 – IV TecnoTalks – 1º Dia – Introdução RoR
28/11/12 – TecnoTalk 5 – 1ª Noite
28/11/12 – TecnoTalk 5 – 2ª Noite
28/11/12 – TecnoTalk 5 – 3º dia + RHoK
04/12/12 – UStream do Lean StartUp Conference San Francisco
09/12/12 – Ação da Onda Sócio Ambiental em Gravataí
11/12/12 – Tecnotalks 6, diferente de tudo o que já fizemos – pré e pós
20/12/12 – 6 meses de tecnotalks e detalhes 6º TecnoTalks / depoimentos
26/12/12 – McKenna tinha razão
14/01/13 – Reunião comissao especial Tecnotalks 2013
07/03/13 – 1º GUMA-TecnoTalks Dojos (divulgação)
20/04/13 – Idéias em Produção (Falando sério sobre dojos) – 8º TecnoTalks
11/06/13 – 9º TecnoTalks – Dia 11/06, 3ªfeira
18/07/13 – 10° TecnoTalks – Divulgação + Relato completo com fotos
19/07/13 – O melhor Tecnotalks entre tantos inesquecíveis
07/08/13 – Manifesto Luca Bastos – divulgação – relato do evento
20/08/13 – 13° TecnoTalks + GUGC – divulgação – relato do evento
07/09/13 – 14° Tecnotalks vamos planejar gestão do conhecimento
16/09/13 – TTalks FACE e FACIN – divulgação 1 – divulgação 2
22/10/13 – FACE/FACIN – 1ª noite do 15° TecnoTalks
23/10/13 – FACE/FACIN – 2ª noite do 15° TecnoTalks – chamada – relato
09/11/13 – Open Data e Smart City no TecnoTalks – chamada
18/11/13 – Startup Dojo de aniversário da RAIAR – chamada – relato
26/11/13 – Inception do http://www.tecnotalks.com.br/
29/01/14 – 1º Pic-Nic do TecnoTalks no TecnoPUC – chamada – relato
16/04/14 – TTalks sobre Gamification e Gamestorming – chamada – relato
25/04/14 – Vamos falar de lagartas e borboletas
29/04/14 – Startup Dojo com Luis Cipriani do Twitter
03/06/14 – Service Thinking – #1 Evento#2 Conceitos e #3 Visão
16/07/14 – Tecnotalks 2 Anos – DivulgaçãoComemoração e Relato
26/08/14 – ASL e TecnoTalks – Startup Livre Dojo
13/09/14 – Prototipar Hardware – Tecnotalks Arduino de 27/10/14
18/11/14 – Pré-TTalks Agile SubWay Map – TTalks Subway Maps 27/11
21/01/15 – 1º TecnoTalks de 2015 é com o POA Neters (relato pós-evento)
05/02/15 – 11/02 – Happy hour TecnoTalks esquentando os tamburins
26/02/15 – GUMA e TecnoTalks é nitroglicerina
01/04/15 – Relato sobre o POA startup talks na RAIAR
30/07/15 – Tecnotalks Vamos Falar de Empreendedorismo
09/09/15 – Vamos falar de empreendedorismo II
29/09/15 – Global TPUC – Prévia – Programa – Inauguração
07/10/15 – TecnoTalks 06/10 – LEGO Serious Play
08/11/15 – TecnoTalks 24/11 – 12º Troca de Cartões do CRA-RS
23/11/15 – Vamos falar de Empreendedorismo – BMC/LC
25/11/15- CONECTE.ME – Uma nova dinâmica de networking
30/11/15 – 12ª Troca de Cartões ainda gerando valor e reflexões
22/12/15 – Elevator pitch N x N no próximo troca de cartões
11/03/16 – GUAN/TecnoTalks – Papel de HRBP / lição aprendida
12/03/16 – 29 de 03 – TTalks Realidade virtual / Relato
09/08/16 – Mais um TecnoTalks sobre empreendedorismo
17/08/16 – BPW/TTalks – Business Dojo divulga relato extra
24/09/16 – Vamos falar sobre inteligência de negócios
25/09/16 – Semana acadêmica FACIN 2016 divulga info relato
20/10/16 – BI, Big Data, Data Mining e Data Science
02/11/16 – Desenvolvimento mobile – divulga – vídeos/relato
16/12/16 – PHP Laravel – divulgação – relato
17/01/17 – Planejando Carreiras – Felicidade e discriminação
18/01/17 – Planejando Carreiras – Networking e soft skills
19/01/17 – Planejando Carreiras – Planejamento
18/04/17 – TTalks UX dojo – relato
28/07/17 – Documentação / debate e insights
02/08/17 – TTalks Pais & Filhos – divulgação – relato do evento
18/01/18 – Storytelling & Jornada do Herói
21/02/18 – Design Thinking na Educação
28/03/18 – Painel e debate sobre TI Bi-Modal
02/05/18 – Palestras sobre BI e Data Science
10/05/18 – Debate sobre especif. por Exemplos
06/06/18 – Palestras sobre People Analytics
07/06/18 – Debate sobre Linha de Produto de SW
21/06/18 – Palestra sobre arquitetura de software
22/06/18 – Debate sobre Agile e PMBOK
23/06/18 – Toolbox na Educação
23/06/18 – Toolbox no RH
11/10/18 – Debate sobre Domain Driven Design
19/10/18 – Debate sobre GP, SM, PMO e Agile Coachs
25/10/18 – Oficina de BDD e Examplo Mapping
31/10/18 – Debate sobre O papel de PO
08/11/18 – Debate sobre DevOps & Pipeline