0

Serendipity é um achado casual resultado de muito empenho e saberes

“Alguém sempre poderá justificar dizendo que foi sorte!”

A criatividade e a inventividade é como um “músculo”, no caso de não os exercitarmos, eles ficam atrofiados, se de repente precisarmos dele … provavelmente não vão corresponder. Ideação e adaptação, jogos de improviso e charetting são bons exemplos, muitas pessoas travam ao tentar variar o contexto, pivotar ou idear.

O uso de técnicas colaborativas, cada vez mais disseminado em empresas de todos os portes e áreas de atuação, onde dezenas de profissionais usam dinâmicas e jogos para co-criação de estratégia, negócios, produtos, serviços, processos, mais sinergicos, lean, inovadores, é uma academia para a capacidade de questionar, idear, inventar, inovar,

A palavra Serendipity foi criada no século XVIII pelo escritor Walpole, referenciando os protagonistas de um dos seus livros que faziam descobertas “ao acaso”. A valorização se dava por não possuírem delimitações ou método, mas poder de observação, amplitude de conhecimentos e perspicácia, isso é serendipity!

Quando falamos de inovação, de design thinking, de Lean Startup, não estamos falando de genialidade, estamos falando de ideias, estudo, preparo, pesquisa, técnicas de brainstorming, métodos, mas também o acaso, como os Pivots oferecidos a qualquer momento, pois pior que não validar uma ideia, é fechar os olhos para a serendipity.

Pessoas bem sucedidas no Design Thinking por exemplo, estão dispostas a seguir métodos para ideação, modelagem, validação, tanto quanto dispostos a desapegarem de um pressuposto a fim de questionam ideias e hipóteses a luz do inesperado, é o famoso “evitar se apaixonar” pela solução ao fechar os olhos ao seu entorno.

Há oportunidades por todos os lados, Design Thinking, Lean Startup, métodos ágeis, Art of Hosting, comunidades, Dragon Dreaming, Team Building Games, Storytelling, … creio que todos nós estamos dispostos a investir algum tempo para o desenvolvimento desta habilidade. Se sozinho já é interessante, com parceiros de viagem é muito mais divertido.

Alguns casos se tornaram lendas, como o ovo de Colombo, a maça e a Física de Newton, a banheira e o princípio de Arquimedes, uma combinação de acasos e a Penicilina por Fleming, as rãs e a bioeletricidade de Galvani, … está ao nosso alcance em uma observação seguida de dedução, perspicácia, ideia, pivot, melhoria, solução, algo novo ou mudança.

Quanto tempo cada um de nós dedica para ampliar horizontes, novos conhecimentos, interagir com pessoas incríveis, participar de processo de ideação e inovação, se propõe a debater e melhorar aquilo em que está direta ou indiretamente envolvido, vale também voluntariado, somar sua experiência a contextos completamente diferentes … tudo é possível.

Conclusão

Serendipity pode ser um presente dos deuses, mas a amplitude de conhecimento, o estudo de diferentes assuntos, o interesse real pelo mundo que nos cerca, são características comuns que definem muitos dos maiores nomes da humanidade, a maioria deles capaz de navegar nos mais diferentes campos do conhecimento humano.

Serendipity não é fruto da sorte, ela tem a ver com alimentar sinapses, instigar a sinergia neural, a habilidade de somar 2 e 2 e descobrir um 5, tem a ver com networking, com capacidade de absorção, ambidestria, ócio criativo, se houveram Michelangelos, Galileus, Édisons, nos dias de hoje todos nós podemos desenvolver esta capacidade e habilidade.

De uma forma ou outra, serendipity representa alguns dos temas que mais compartilho aqui, relaciona-se à gestão do conhecimento, a ambidestria do conhecimento profissional e organizacional, dar-se ao direito de participar de coisas novas, de mudanças, de exercitar sua criatividade, sua perspicácia, senso de observação, síntese e dedução.

Afinal, seria natural dizer em 2020 que não queremos apenas fazer mais do mesmo, ver o tempo passar, queremos pensar, criar, nos surpreender, nos ver fazendo e ajudando a fazer algo diferente, criativo, inovador, … para isso é preciso estar atento, perceber sutilezas, somar detalhes, para debater e co-criar o melhor de nós mesmos.

1

Relato do primeiro 3×360° pela DB – Agile, Toolbox e Jogos

Não tinha relatado o que rolou na primeira edição 3×360° pela DBServer, foram três dias intensos com os meus workshops homônimos aos livros e baralhos. A alusão à 360° diz respeito a fugir do óbvio, do manual oficial e debater todas as possibilidades e oportunidades no seu entorno – Agile 360º, Toolbox 360° e Jogos 360°.

Como sempre, nestes workshops recebo profissionais de qualquer área de conhecimento e atuação, para discutir boas práticas oriundas de múltiplas origens, Lean, Design Thinking, Agile, Lean Startup, algumas remontam ao início do século XX, ainda úteis, outras propostas há poucos meses – Ideação, estratégia, planejamento, validação, execução, melhoria.

Se houver interesse pelos workshops, entra em contato comigo  😉

Agile 360° – O primeiro dia debateu o mindset ágil, compartilhou e debateu os métodos Scrum, Kanban e XP em suas semelhanças e diferenças, mas mais que isso alinhou o que é valor em equidade, auto-organização, interação, entregas e melhoria frequentes a partir de técnicas e modelos relativos a profissionais, equipe e escala.

Esta foi uma edição em que usamos o Agile Game das roupinhas (Prêt-à-Porter), que oferece um contexto lúdico bastante flexível e adaptativo para sprints ou fluxo contínuo, em ambos os casos discutindo Dor/DoD, alinhamento de expectativas até a qualidade na entrega baseada em muita interação entre todos os envolvidos e entregas frequentes de valor.

  • Fundamentos ágeis;
  • Histórico e atualidade;
  • Perspectivas futuras;
  • Framework Scrum;
  • Método Kanban;
  • XP (Extreme Programming).

Toolbox 360° – É um prazer debater paradigmas da era do conhecimento, abordagens de mercado, organizacionais e profissionais. Navegamos em modelos e boas práticas de facilitação e aceleração, para então discutir dezenas entre as 130 cartas pertinentes a pessoas, equipes, liderança e conexões, exercitando uma grande variedade delas.

Este workshop sempre permite que os grupos formados escolham desafios e objetivos a serem trabalhados, carreira, projetos, operações, família, startups, por um lado sempre surgem novidades e através do jogo, do baralho, dos debates e vivências de variadas técnicas as alternativas e soluções surgem e geram muitos insights e compartilhamentos.

  • https://jorgeaudy.com/toolbox-360/
  • Paradigmas, mercado, oportunidades;
  • Auto-organização, facilitação, aceleração;
  • Pessoas, carreiras, auto-conhecimento;
  • Equipes, team building, estrutura e fluxos;
  • Liderança, novos paradigmas no século XXI;
  • Conexões, redes, hubs, comunidades;
  • Overview sobre estratégia, projetos e operações.

Jogos 360° – Um dia dedicado ao conhecimento, debate e vivência de quebragelos (icebreakers), aquecimentos (warm ups), pedagógicos (agile games) e gamification através da proposta de desafios para co-criação de jogos que os atendam em seus objetivos. A cada jogo, exercitamos conceitos de seleção, valor, organização, execução e resultados.

Assim como o Toolbox, um workshop em que estou acostumado a receber profissionais e pessoas de todas sa áreas de conhecimento, o interesse vai do uso de jogos junto a família/filhos, no trabalho, em sala de aula, escotismo e vamos navegando e mapeando estas áreas de interesse e oportunidades de agregação de valor do início ao fim.

  • https://jorgeaudy.com/jogos-360o/
  • O workshop quase não tem “ppt” ou apresentação, ele foca em compartilhar, experimentar e debater o uso de jogos além da pura diversão;
  • Durante todo o workshop usamos um mural feito com o baralho de cartas que todos levaram para casa, contendo 130 jogos, distribuídos nas categorias abaixo, cada carta com um QRCode com mais detalhes;
  • Icebreakers (quebragelos);
  • Warm Ups (aquecimentos);
  • Agile Games (pedagógicos);
  • Co-criação de jogos, novos ou customizados).

IMG_20191206_004237_578

No somatório já enviei e entreguei em mãos mais de dois mil livros e kits com baralho, acabei de mandar fazer mais mil, a cada nova edição me energizo com a interação, feedback, curto cada um dos feedacks compartilhados nas redes:

“Muito bom, um Sábado de grande aprendizado. Agradeço a oportunidade de ter conhecido pessoas fantásticas e ideia incríveis. Parabéns Jorge pelo trabalho magnífico.” – Bruno Canal

“Foram três dias ricos de muito conhecimento, técnicas, métodos e muitas trocas e experiências. Gratidão ao Jorge Audy e ao caros colegas por todos os insight e vivências durante essa jornada.” – Diego Gualtieri

“Dia intenso de muito aprendizado com esse fera Jorge Audy!” – Patrícia Boeno

Em breve sai do forno mais animações de divulgação, o próximo será o de Jogos 360° …

0

Contornando crenças limitantes, síndrome do impostor e dissonância cognitiva

Um período agitado para organizações e profissionais imersos em um mundo globalizado, tecnológico, “líquido”, tão rico em riscos quanto oportunidades. Mudar e inovar deixou de ser um privilégio ou opção, mas para fazê-lo é preciso acreditar que somos capazes, com acesso a informações, técnicas e tecnologia.

Albert Bandura chamava esse sentimento de auto-eficácia, afirmando que somos tão mais capazes enquanto acreditamos que podemos, conceito fundamental na autoconfiança, é a crença que uma pessoa tem na sua própria capacidade em completar uma tarefa ou resolver um problema a bom termo.

gato ou leão

Acima de tudo, ano de 2020, é preciso ter crença no aprendizado pela experimentação, pois se estamos tentando algo com propósito, auto-organizado, iterativo-incremental, evolutivo, estamos no caminho certo … é certo que haverá dificuldades, mas vamos nos adaptando aos poucos, método e cultura, aprendendo e melhorando.

Síndrome do Impostor

Síndrome do Impostor – A síndrome do impostor é uma teoria da psicologia desde meados dos anos 70 (Clance e Imes), no qual pessoas capacitadas sofrem de uma inferioridade ilusória, subestimando as próprias habilidades, chegando a acreditar que outros indivíduos menos capazes também são tão ou mais capazes do que eles.

É essencial que nos sintamos empoderados através da busca contínua de novos conhecimento e vivências … evitando nos compararmos ao que os outros aparentam, evitando achar que os outros fazem melhor porque são melhores e o que estamos fazendo está errado. Vivemos uma realidade em que o showbiz apresenta suas façanhas de sucesso irretocável, contrastando com as dificuldades dos que iniciaram e praticam ciclos iterativos, melhoria contínua e evolutiva, auto-organização a se questionarem sobre sua capacidade, abrindo mão de seus aprendizados … um ciclo vicioso que os coloca à procura do santo graal, do método infalível que nunca é o atual, mas o do guru da vez com receitas infalíveis.

Crenças Limitantes

Determinados pensamentos nos impedem de fazer algo que desejaríamos ou precisaríamos que acontecessem, estes pensamentos acabam por força do hábito negando a nós mesmos oportunidades ao implicitamente justificar o porque não daria certo ou não poderia acontecer.

Desde sempre vamos materializando muros e limites imaginários, que para alguns passam a ser reconhecidos como intransponíveis. Alguns vem na forma de proteção, quando alguém em quem confiamos nos alertam para perigos que ao serem introjetados teremos no futuro dificuldades para nos libertar. Da mesma forma que estas crenças podem ser positivas ou protetivas, elas também podem ser negativas e acabar nos limitando e impedindo que cresçamos e alcancemos o sucesso, seja no âmbito pessoal ou no profissional. Estes pensamentos são conhecidos como crenças limitantes e nem sempre são reconhecidos como tal.

Dissonância Cognitiva

Proposta por Festinger, procura explicar a própria necessidade de coerência entre nossas ações e cognições (crenças e conhecimento). Sempre que nosso consciente não encontra explicação para uma inconformidade, mecanismos psíquicos de defesa criados pelo nosso inconsciente se encarregam de explicá-la.

Estas defesas psíquicas não são dolosas, existem para nos proteger de nossas angustias e mesmo não conscientes podem ser percebidas e melhoradas, alguns destes mecanismos de defesa, negam, projetam, transferem, racionalizam, substituem, identificam-se, reprimem ou geram uma formação reativa. O uso eventual de defesas pelo inconscientes é normal, passa a ser problema quando passamos a usá-las com muita frequência, mascarando a realidade, mentindo para nós mesmos, impedindo nossas reações e aprendizados. Frente ao excesso, este embate diário entre crenças e atitudes semi-conscientes podem gerar conflitos, internos e interpessoais.

Antídoto e alquimia

O autoconhecimento é o grande antídoto, aquilo que transmuta teorias, modelos e aprendizados em mudanças evolutivas tem a ver com querer saber, com a inquietação de quem acredita que há mais além do muro daquilo que já sabemos, envolvendo questionamento e aprendizado. Ao saber o que não sabemos, podemos tomar decisões melhores, escolher priorizar, aprender, internalizar, aplicar, sistematicamente melhores que ontem, piores que amanhã.

Do limão, uma limonada

O ideal é escolhermos nossas batalhas por estarmos de olho no mundo, no mercado e em nós mesmos, estudando e compreendendo os porquês, avaliando de que forma pode ou não ser bom cada técnica e boa prática, mantendo-se em movimento o suficiente para não sermos surpreendidos pelo óbvio (desconhecido).

Toolbox – Há uma infinidade de técnicas para autoconhecimento, muitas confrontam Crenças Limitantes, Síndrome do Impostor e Dissonâncias Cognitivas ao gerarem o debate e questionarem colaborativamente causas e efeito. O mínimo é escrever nossos objetivos, planos ou desafios para debate, registrando e debatendo restrições e motivações, questionando como ir além, desconstruindo cada limitação, ideando sem filtros para validar e seguir adiante – CSD, alçada, 5w2h, cynefin, HMW, C8′, Johari, MVP,  validation, N canvas, causa x efeito, desconstrução, há técnicas para todos os gostos 🙂

0

Eventos divulgados no blog em 2019

Aqui estão os eventos que ajudei a divulgar através da página de Agenda do blog, com interesse especial naqueles que organizei ou participei … 2019 foi um grande ano  \o/

JANEIRO/2019

08/01/19 – O poder da ação
até 20/01/19 – inscrições StartSe / turma 9
15 a 23/01/19 – Lean Business Analysis
23/01/19 – TecnoTalks Toolbox na Educação (*)
24/01/19 – TecnoTalks Toolbox no RH (*)
25/01/19 –  Cidade do Futuro | SP
25 a 27/01/19 – Startup Weekend SP | SP
26/01/19 – Scrum 360° | Ed Prêt à Porter (*)
26/01/19 – Accelerator Day | SP
26 e 27/01/19 – Coworking Brasil 2019 | SP

FEVEREIRO/2019

09/02/19 – (RE)Planejando 2019 | TecnoTalks (*)
12 a 17/02/19 – Campus Party | SP
13 a 14/02/19 – eCommerce Brasil SC | SC
15 a 17/02/19 – Art of Hosting
15 a 17/02/19 – Diversidade e Inclusão | SP
16/02/19 – SCRUM 360° | Ed Prêt à Porter (*)
20/02/19 – Deu Match!
21/02 – EdTech Conference | SP
22 a 24/02/19 – Global Legal Hackaton
23/02/19 – World IA Day  | SP

MARÇO/2019

Ação Volta as Aulas da Amigos Anjos
08 e 09/03/19 – Women Dev Summit: Universe | SP
19/03/19 – HSM HR Conference | SP
22 a 24/03/19 – Startup Weekend  | SP
26 e 27/03/19 – Mídia Master Brasil | SP
26 a 27/03/19 – Congresso Ads & Performance  | SC
28/03/19 – Cripto & Blockchain 2019 | SP
29/03/19 – ConstruTech 2019 | SP
30/03/19 – Silicon Valley Conference | SP

ABRIL/2019

01/04/19 – Fórum TI Inside | SP
12 a 18/04/19 – Agile Trends 2019 | SP (*)
16/04/19 – ERP Summit | SP
23 a 28/04/19 – Rio Creative Conference | RJ
23 a 27/04/19 – TDC | SC (*)
24 e 25/04/19 – Gartner IT | SP
30/04/19 – Locaweb Digital Conf | SP

MAIO/2019

06 a 08/05/19 – QCON | SP
07/05/19 – Digital Work Place Forum | SP
07 e 08/05/19 – ProXXima | SP
08 e 09/05/19 – HR4results: Digital HR | SP
10/05/19 – Open Banking Day | SP
15 a 17/05/19 – CONGREGARH-RS (*)
17 e 18/05/19 – UXConf Br
18/05/19 – TEDxLAÇADOR (*)
20 a 22/05/19 – 14° CBGPL | SP
27 a 29/05/19 – Wave Festival in Rio | RJ
29 e 30/05/19 – Gartner Data & Analytics | SP

JUNHO/2019

01 e 02/06/19 – Festival Path | SP
05 e 06/06/19 – API Experience 2019 | SP
10/06/19 – IoT Business Forum | SP
15/06/19 – Scrum Day | SP
15/06/19 – Workshop Toolbox 360°
18 e 19/06/19 – Customer Experience CX | SP
21/06/19 – AWS Summit | SP
24/06/19 – Equilibrando seus chacras!
27 a 29/06/19 – SCRUM GATHERING | RJ (*)
27 a 29/06/19 – Scrum Gathering RJ

JULHO/2019

Ação de Inverno da Amigos Anjos
07/07/19 – Ação Inverno GE Guia Lopes
08 a 12/07/19 – Agile Week | SP (Toolbox)
13/07/19 – Scrum com Kanban | SP
14/07/19 – Autoeducação das emoções
16 a 18/07/19 – eCommerce Brasil | SP
17 a 23/07/19 – Webinar LGPD
18/07/19 – Comunicação que conecta
19/07/19 – HackAffTon
22 a 26/07/19 – ServerLess Week
22/07/19 – Program.Ada | TecnoPUC
23/07/19 – Cynefin Webinar
23 a 25/07/19 – Whow! | SP
24 a 28/07/19 – TDC São Paulo | SP
25/07/19 – Afro’N’Talks
26 e 27/07/19 – Design & Experience | SP
27/07/19 – Linkedin na prática
27/07/19 – DevOps Day | Florianópolis
28/07/19 – Product Backlog Building
31/07/19 – Workshop Design Sprint

AGOSTO/2019

01/08/19 – Dinheiro para Startups?
01/08/19 – Chatbots e IA / PUCRS
03/08/19 – 3Re Carreira
05/08/19 – Workshop sobre facilitação
05 a 09/08/19 – Agile 2019 | EUA
07/08/19 – ZenDesk ShowCase | SP
07 e 08/08/19 – Super Bots Experience | SP
08/08/19 – Data Analytics / PUCRS
09/08/19 – Management 3.0
09/08/19 – Agile Floripa | SC
13 a 15/08/19 – ConaRH | SP
15/08/19 – xConf 2019 | SP
15/08/19 – Machine Learning / PUCRS
17/08/19 – Festival do Japão 2019
20 a 23/08/19 – Agile Trends Gov | BSB
23 a 24/08/19 – BrasilJS
28 e 29/08/19 – Expo Fórum Digitalks | SP
30/08/19 – TEDxUnisinos
30/08/19 – Exposição Enigma
30/08/19 – TEDx Unisinos – Cultura
30 e 31/08/19 – Cynefin | SP
30/08 a 01/09/19 – SW Santa Cruz
31/08/19 – Code

SETEMBRO/2019

02/09/19 – Fórum Saúde Digital | SP
02/09/19 – Coffe & IT
09 a 13/09/19 – Social Media Week | SP
09/09/19 – Cononmeta
11 a 13/09/19 – Agile Brazil 2019 | BH, MG (*)
11 a 13/09/19 – TDC Recife | PE
14/09/19 – Toolbox 360° no TecnoPUC
14/09/19 – Hackatona AGES
17/09/19 – IoT América Latina | SP
19 a 21/09/19 – Ágiles 2019 | Argentina
28 e 29/08 – Expo Fórum | SP 

OUTUBRO/2019

Ação de Dia da Criança da Amigos Anjos
01 e 02/10/19 – MaxMídia 2019 | SP
05 a 07/10/19 – PMI Global Conf | EUA
07/10/19 – RPA-Robotic Summit | SP
10 a 11/10/19 – Agile Trends | Floripa
10 a 12/10/19 – TDC Recife
14/10/19 – Jogos 360° no Café Coworking
16 e 17/10/19 – IT Forum Expo | SP
31/10 a 02/11 – Interation Latim America | Colombia

NOVEMBRO/2019

04/11/19 – Blockchain Forum | SP
04 a 06/11/19 – HSM Expo 2019 | SP
06 a 08/11/19 – RD Summit 2019 | SC
11/11/19 – Programa Business RS
11/11/19 – Papo de RH

DEZEMBRO/2019

Ação de Natal da Amigos Anjos
04 a 07/12/19 – TDC Porto Alegre (*)
05/12/19 – SCRUM 360° na DB
05 e 06/12/19 – CCXP 2019 | SP
06/12/19 – Toolbox 360° na DB
07/12/19 – Jogos 360° na DB

0

Exatos 8 anos de blog – Fev/2012 a Jan/2020

Já são 1260 posts, com 1503 comentários, divididos em três naturezas – boas práticas no trabalho, teorias/modelos aplicados e carreira. Foram mais ou menos 150 posts a cada ano, de 2 a 3 por semana, muitas resenhas sobre gestão e teorias das ciências sociais, psicologia, sociologia, filosofia, paradigmas de mercado, muitos livros, buscando oferecer interpretações de como usá-los como fundamentos, argumentação e práticas para melhorar nosso dia-a-dia.

+10k: Teoria institucional, Deming, retrospectivas, toolbox 360, …
+5k: Design Thinking, poder do hábito, curva de Tuckman, …
+4k: Apr vicário, Ebbinghaus, Equidade, GC, Jogos 360°, …
+3k: PMC, poiesis, SSC, absortividade, carreira proteana, …
+2k: Kanban, T-shaped, CSD, Flow, aprend signific, Lehman, …
+1k: Spotify, swot, cynefin, Yerkes-Dodson, agência, Juran, …

Nunca fui de tribo alguma, organizei mais de uma centena de eventos entre 2012 e 2018 pelo TecnoTalks sobre variados temas. Jamais se repetiam, os temas e fóruns sempre mudavam, de Arduíno a Jornada do Herói, de balcão de negócios a HRBP, de papéis a Startup Dojos, de People Analytics a Jogos, a única recorrência foram vários eventos focados em desenvolvimento humano e planejamento de carreira.

Não tenho uma fórmula ou programa, não tenho interesse em convencer ou vender uma ideia ou algo a quem quer que seja, assim tenho liberdade em opinar enquanto estudioso do comportamento humano, me identificando mais com a profissão de professor e mentor. Algo deu certo, porque 162 blogueiros me seguem no WordPress, 361 pessoas se subscreveram no blog, 503 pelas redes, além de 7968 contatos pelo linkedin.

Números totais de acessos a cada mês desde 2012:

Número médio de acessos por dia, incluindo finais de semana:

Hoje minha maior contribuição é compartilhar de forma ludica tudo o que aprendi, rodo workshops e remeto meus jogos para todo o Brasil. Oriundo do Design Thinking, Lean Startup, Métodos ágeis, Kanban, Lean, Pmbok, de Porter a Jurgen, de Ansoff a Osterwalder … No aniversário de 8 anos do blog, compartilho uma super animação, 100% criada e produzida pela Luisa Audy com os personagens que ela criou para o livro, jogo e workshop Toolbox 360° e Jogos 360°:

Antes disso, a Adri Germani e o Alexandre da Animapoket criaram com os personagens da Luisa um tutorial animado do jogo … que, na essência, definido um desafio, um grupo de 4 a 8 profissionais debatem e encontram a melhor alternativa sequenciada de técnicas onde o baralho com 130 delas é a alegoria perfeita a eles próprios, suas vivencias, seus conhecimentos e habilidades, proporcionando uma hora de rico e intenso compartilhamento e discussão:

Para saber mais ou adquirir os jogos e os workshops, é só se inscrever no blog com seu email ou me seguir nas redes sociais … é compulsivo, além dos 1200 já postados nos últimos 8 anos, 3 livros, alguns pdf’s, técnicas e conhecimento vicário, continuarei compartilhando mais 1200 post nos próximos 8 anos …

Protagonismo para a inovação nas organizações

Post de férias, houve época, em que o bom funcionário (operário) era o que executava sem pensar, rapida e repetitivamente, mas hoje queremos mais, nos sofisticamos, tecnologia, sociologia, era do conhecimento, empresas que aprendem, profissionais T-Shaped, transformação digital, estruturas Duais, … o tal mundo VUCA pegando.

Desde a revolução industrial, pessoas eram pagas ou para pensar ou executar, aos poucos surgiram as áreas de estratégia, criação, planejamento, centros de P&D, áreas de inovação, … resposta para desenvolver as ideias de visionários ou por exigência do mercado com sua mítica mão invisível.

Inovação imprescinde de estratégia

Curto a alegoria do PMRank do Ricardo Vargas, aquela imagem estimula a gestão continuada de um grande funil de ideias e iniciativas, com programas, projetos, ideias, problemas, desafios, necessidades, alternativas e prioridades fluindo para um portfólio com clareza no alinhamento estratégico para a gestão de tudo o que chega ou lá está.

Mas atenção, este modelo deveria ter uma espiral – A estratégia e inteligência de mercado como driver, retroalimentados pela inteligência de negócios e mercado, pela experimentação de possibilidades. Ele parece cartesiano, mas ao colocarmos uma espiral, estabelecemos o caminho na busca pela sinergia e entropia, entre a execução e a inovação:

Dito isso, a seguir listo algumas referências sobre modelos e paradigmas de entrega, invenção e inovação que valem serem conhecidos e melhor pesquisados e estudados:

1. Capacidade de absorção

Capacidade absortiva é “o conjunto de procedimentos e rotinas pelas quais as empresas adquirem, assimilam, transformam e exploram conhecimento para produzir uma capacidade organizacional dinâmica” (Zahra e George, 2002, p.186). Capacidade dinâmica é “a integração da visão de recursos e competências na compreensão não só da criação como também da sustentação da vantagem competitiva das empresas (Lin & Wu, 2014; Makadok, 2001; Wu, 2010).

Um resumo prático sobre o conceito de capacidade de absorção organizacional é o quanto uma empresa, através de seus profissionais, é capaz de se reinventar em um processo contínuo de melhoria de seus fluxos, ferramentas, ambiente e pessoas (desenvolvimento humano), gerando inovação não só em produtos e serviços, mas no seu cotidiano, Kaizen.

2. Ambidestria organizacional

A ambidestria organizacional (Duncan, 1976; Tushman e O’Reilly, 1996) reflete sobre equilibrar a rotina, a inovação e a invenção. É preciso entregar o necessário, garantindo algum tempo para a inovação e a invenção. Se a operação consomem todo o tempo, privamos a inteligência e a mudanças, a melhorias e a disrupção no futuro.

Se temos sobrecarga diária e reservar tempo para melhorias sempre parece impossível, provavelmente nunca teremos tempo para melhorar, fazer diferente, ir além. Desta forma, ambidestria trata-se de estratégia e gerenciamento de tempo, a busca de um equilíbrio entre o hoje e a construção do futuro de curto, médio e longo prazo.

3. Os três horizontes da McKinsey

Uma invenção é uma forma nova de se fazer algo, enquanto uma inovação é o quanto algo novo é implementado e consegue gerar resultado ou valor. O modelo de 3 horizontes da McKinsey tornou-se um paradigma ao propôr um domínio sobre a estratégia da execução, equacionando a entrega necessária hoje, a inovação do amanhã e a disrupção no futuro.

Disrupção é a quebra ou descontinuação de um processo estabelecido, a 3M possuia uma regra organizacional que desafiava seus colaboradores a sempre manter mais de 50% de seus resultados provenientes de lançamentos recentes, garantindo uma empresa permanentemente empenhadas em entregar o hoje, mas inquieta com o amanhã.

4. Innovation By All – GPTW

A GPTW propôs uma abordagem de mensuração sobre o quanto uma empresa instiga que a inovação aconteça da forma mais espraiada possível, um modelo que chamou de Innovation By All (link original). Seus cientistas de dados definiram como índice IVR (Innovation Velocity Ratio) a proporcionalidade de colaboradores tendendo a inovar versus os que não.

A cada ano em seus estudos de IVR em grandes empresas americanas, apontam que uma maior taxa disposta a inovação tem aparente relação direta a um maior desempenho organizacional. Enquanto algumas empresas com IVR maior, acima de 20, estão no topo do ranking de performance organizacional, as de menores taxas estão bem mais abaixo.

O índice IVR criado pela GPTW é inversamente proporcional ao atrito existente para que a inovação se desenvolva. O IVR pode ser lido como uma proporção entre profissionais que tendem a tentar inovar para aqueles sem disposição, como 20 (para cada 20 profissionais dispostos a inovar, há 2 não dispostos) ou 5 (para cada 5 pró-inovação, há 2 indispostos).

5. Exploitation x Exploration

O conceito de Exploitation e Exploration do conhecimento organizacional (James G March, 1991, Organization Science) é muito instigante, pois é possível perceber em meio a estes dois conceitos um continuum entre inovação e execução, fases simbióticas que podem ser entendidas pela alegoria da transpiração (produção) e inspiração (inovação).

March (1991) teorizou o exploitation do conhecimento como sendo a necessidade de investir em conhecimentos já assimilados, de forma a monetizá-lo, produzi-lo, refiná-lo, criar processos e relacionamentos para convertê-los em crescimento econômico. O exploration é simbolizada pela inovação, pela geração de novos conhecimentos, podendo este ser algo novo ou uma nova forma de trabalhar um conhecimento pré-existente.

6. Organizações Exponenciais

O livro Organizações Exponenciais, escrito por Salim Ismail, Michael Malone e Yuri van Geest, apresenta o conceito de estruturas organizacionais percebidas por empresas não lineares, não matriciais, mais leves e em condições de crescer exponencialmente com estrutura mínima, própria ou terceirizada, em rede, baseada em parcerias e não propriedade.

O mundo tornou-se exponencial, tecnologia, globalização, conectividade, densidade populacional, mercado e a informação, com aspectos positivos e negativos, exigindo soluções exponenciais para desafios com igual taxa de crescimento. Como disse Zygmunt Bauman, são tempos líquidos, a cada dia um mundo ainda mais dinâmico, fluído e veloz.

7. Fábrica 4.0

Para termos a agilidade necessária na interpretação de eventos, novos cenários, respondendo rapidamente com flexibilidade, adaptação e efetividade, é preciso ter profissionais e equipes descompromissadas com o trabalho mais repetitivo e braçal, mais focados na inteligência e melhoria contínua de forma auto-organizada.

A chave para fazer mais e melhor, inovando, é a máxima gestão do tempo, com a eliminação de todo desperdício, para tanto é preciso usar ao máximo a tecnologia, a informática, sensores, robôs, IoT, de forma que as pessoas possam focar naquilo que é mais importante, o negócio, o cliente, o relacionamento, a experiência, a sinergia.

8. Áreas de P&D

Apesar de muito gurus da nova ordem abominar e falar contra a existência de áreas de inovação, o que eles querem dizer (espero que sim) é que a inovação é papel de todos, a constante percepção de oportunidades, melhoria, evolução, aprendizado contínuo sendo convertido em novas e melhores práticas, produtos, serviços.

Ao lermos sobre a nova ordem da inovação organizacional, parece que eles acusam ser uma falácia as unidades ou áreas de inovação, mas nada substitui uma área dedicado a pesquisa e desenvolvimento ou os famosos Labs de toda a empresa que se prese, pesquisando, ideando, experienciando IoT, ciência de dados, experimentos sociais, etc.

Enfim, dizer que inovação é de todos não é incongruente com a afirmação e relevância da pesquisa aplicada por equipes multidisciplinares e especialistas, manipulando tecnologia de ponta … talvez haja falta de contextualização aos que são contra, talvez pela pouca clareza do contexto aos que dizem que áreas dedicadas a inovação são um erro.

9. Mecanismos variados

Há um sem número de mecanismos que retroalimentam cotidianamente o funil e execução de ideias e iniciativas, metodologias e boas práticas, desde um plano estratégico de inovação, sua curadoria, priorização, MVP’s, validação, aprendizado. Universidades corporativas, gestão do conhecimento, design thinking, agile thinking, lean startup, …

Um bom primeiro passo é a disseminação dos modelos acima, menos hierarquia e mais redes, treinamentos, instrumentalização tecnológica, o uso de bons modelos que estabeleçam processos e desafios auto-organizados, facilitação e gestão visual, hackdays, hackatonas, a liberdade de microculturas independentes por propósito.

Incentivo extra? Fica ligado na “LEI DO BEM”

A lei 11.196/05 concede incentivos fiscais às empresas que realizem P&D focada em inovação tecnológica. O objetivo do MCTIC é fazer girar a tripla hélice, aproximando empresas, universidades e institutos de pesquisa a gerarem novos conhecimentos, produtos, serviços e se possível patentes nacionais.

O enquadramento à Lei é através de pesquisa básica, pesquisa aplicada e desenvolvimento experimental. Todas as empresas com quem trabalhei desde 2005 vem buscando aproveitar a Lei para poder investir ainda mais em inovação através de pesquisa e desenvolvimento de novos softwares, produtos e serviços.

https://www.mctic.gov.br/…/Guia-da-lei-do-Bem-Outubro-de-2017.pdf

0

Baralho de Jogos 360° é para facilitadores, professores, mentores, coachs, …

Tenho centenas de posts sobre jogos, que em 2016 viraram um livro batizado de Jogos 360°, que posteriormente derivou para um workshop de 8Hrs em que além de teorias e práticas, debatemos a seleção e exercitamos a co-criação de jogos. Este ano mandei fazer um super baralho com os melhores 130 jogos, mais um guia e canvas.

O valor é R$100, só mandar email para toolbox.audy.360@gmail.com pedindo informações ou informando o endereço completo, ao responder, posto via correio, registrado e com seguro. combo com o novo baralho e tabuleiro redimensionados do Desafio Toolbox 360° é R$180.

No workshop, após experimentarmos e debatermos vários jogos ativos e também reflexivos, usamos vários canvas para modelagem de aulas com jogos, criação e desenvolvimento de jogos, canvas de gamification organizacional, exercícios inspiracionais em que cada grupo formado cria algo e apresenta.

1. Jogos 360° – https://jorgeaudy.com/jogos-360o/
2. Exemplo 1 – https://jorgeaudy.com/2018/08/06/11-08-18-1330-as-1730-jogos-360/
3. Team building games – https://jorgeaudy.com/2015/02/18/agile-games-team-building-games-icebreakers-warmups/

JOHAN HUIZINGA – O livro ‘Homo Ludens’ propõe o jogo como elemento cultural, inato ao homem e fundamental a sua evolução: “O jogo é uma atividade voluntária, exercida dentro de certos limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas obrigatórias; dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e de alegria e de uma consciência de ser diferente da vida cotidiana.”

4. Criando jogos – https://jorgeaudy.com/2019/10/09/criando-jogos-para-times-grupos-turmas/
5. Exemplo 2 – https://jorgeaudy.com/2019/10/14/maratona-de-12hrs-de-jogos-e-seus-aprendizados/
6. Exemplo 3 – https://jorgeaudy.com/2018/07/17/workshops-de-14-07-jogos-360-e-toolbox-360/

RAIMUNDO ANGEL DINELLO – Dr. em Ciências Psicológicas, Sociologia da Educação, fundador da ‘Federación Latinoamericana de Ludotecas’: “En la expresión ludocreativa están todas las dimensiones del ser humano: social, cultural, afectividad, cognición, motricidad, placer, imaginación, diversión y mucho estímulo para un permanente aprender dado que estimula interés y alegría por descubrir sus propias potencialidades”.

7. Escola alemã de jogos – https://jorgeaudy.com/2018/11/16/a-nova-escola-alema-em-jogos-de-tabuleiro/
8. Game Mapping – https://jorgeaudy.com/2018/11/07/game-mapping-um-passo-a-passo-no-planejamento-de-jogos/

JUAN ANTONIO MORENO MURCIA – No livro ‘Aprendizagem Através do Jogo’ o autor espanhol trabalha as características evolutivas em cada uma das etapas educativas – “A atividade lúdica é tão antiga quanto à humanidade, o ser humano sempre jogou e através do jogo aprendeu a viver. A identidade de um povo está fielmente ligada ao desenvolvimento do jogo como gerador de cultura”.

9. Organizando workshops – https://jorgeaudy.com/2019/03/05/organizar-workshops-e-muito-mais-que-burocracia/

JOGOS 360° em tabuleiro e baralho

O tabuleiro do JOGOS 360° é tamanho A3, dobrado ao meio, com frente e verso coloridos, de um lado temos um grande guia de possibilidades com espaço para marcação e possibilidade de uso de postits para apontamentos, no verso temos o meu canvas de mapeamento de jogos, desde a oportunidade/missão a sua organização e execução.

O baralho vem com quase o dobro de jogos que o livro, 130 icebreakers, warmups e agilegames, cada carta possui um QRCode que nos leva para o blog em um artigo mais detalhado sobre uso e com a possibilidade de comentários e contribuições, interagir comigo sobre detalhes, variações, material preparatório e muito mais.

Não acredito mais em livros para compartilhar conteúdos que são modulares, passíveis de serem reagrupados, versáteis o suficiente para montar murais, jornadas, marcações, … dezenas de possibilidades conforme nossa criatividade.

Não tenho mais livros, mas workshops e baralhos de TOOLBOX 360° e JOGOS 360°, cartas e tabuleiros ampliados, ainda mais úteis, fruto dos últimos meses de workshops, muitos feedbacks e aprendizados.

Um trabalho em equipe, a Luisa com sua arte, a Marinês com sua experiência em design, o investimento foi de 14k em gráfica e muito mais em tempo, preliminares, editoração, protótipos, bonecos, arte, editoração e atividades apaixonantes.

Jogos não são de hoje e vieram para ficar: