O termo T-Shaped vem do inglês e significa “em formato de T”, referindo-se a uma haste vertical representando profundidade de conhecimento em sua especialização e uma haste horizontal representando amplitude de conhecimentos variados.
O profissional T-Shaped possui áreas de conhecimento onde tem especialização específica e desejável à sua atuação, mas ao mesmo tempo transita em outras disciplinas, hard e soft skills com os quais contribui muito mais, com diferentes prismas e abordagens complementares.
Presumivelmente, identifica proissionis que dedica algum tempo em outros aprendizados, cursos e áreas de competência, habilidades que somadas a outros colegas impulsionam seu time ou área para resultados superiores e diferenciados.
AGILE
Você pode não acredita na abordagem Lean (década de 50) ou Agile (década de 80), ou mesmo as deste século em conceitos de Design Thinking, Gamestorming e Gamification? Tudo bem, mas a geração Y (Millenials) já está no mercado e a Z se preparando 100% conectadas e multithread.
Houve época em que metodologias ágeis eram novidade, hoje seus princípios e métodos, incluindo o Lean do casal Poppendieck e principalmente o Lean Kanban de David Anderson, já são mainstream, usados por inúmeras empresas.
A diferença? Na década de 80 um desenvolvedor apenas desenvolvia, hoje participa de sessões de planejamento, discussão sobre métricas de qualidade e de negócios, participa de daily e muito mais oportunidades de co-criação e aprendizados.
Dependendo da estrutura ou engajamento da organização e seus colaboradores, há momentos de trocas internas e externas, participação em eventos, muitas vezes como palestrantes. Em modelos em escala temos diferentes formatos de chapters e guildas.
VIDA
Desde 2011 venho defendendo a necessidade de visão e planejamento de carreira usando os mesmo princípios (e métodos) que usamos no nosso trabalho em projetos e estratégia empresarial. Quem me acompanha já leu váááários posts falando sobre o conceito de profissionais T Shaped.
Mas eu quero ir além, T Shaped é muito mais que diferentes tecnologias e negócio, os melhores e mais valorizados profissionais do século XXI não são descolados e curtem a vida por acaso, eles praticam esporte, escotismo, montanhismo, etc, trazendo estas experiências e vivências como diferencial em valor profissional.
Somos um só, não somos vários, pessoas que pensam e agem diferente no trabalho, no lazer, no esporte e em família são muito Baby Boomers ou X, porque as novas gerações são sinceras, mais transparentes, singulares, legítimas e trazem suas alegrias e sonhos para a vida profissional.

Tenho gurus que sigo e interajo a meia década, como o Paulo Caroli, Eduardo Peres, Luiz Parzianello, Daniel Wildt, Rafael Prikladnicki, mas outros tantos que sigo como o grande Samuel Crescêncio, Manoel Pimentel, Nelson Abu Samra, entre outros, cada um compartilhando mais princípios que técnicas, mais alegria em fazer que o roteiro a ser seguido.
Olha só o Daniel Wildt, ele trás aprendizados do basquete, esporte e vida para suas equipes no cotidiano de projetos de desenvolvimento de software, eu trago 100% de minhas vivências no escotismo para o ambiente organizacional, a Morvana Bonin, provoca o quanto aprendizados e vivências em Teatro e artes cênicas podem ajudar.

Link: https://medium.com/@morvanabonin/um-olhar-al%C3%A9m-510a1a55034#.lyuvokcbg
Quem quiser conhecer melhor a Morvana é só ir a eventos da área, inevitavelmente ela estará lá, organizando, palestrando, interagindo, … um exemplo para a gurizada – https://www.linkedin.com/in/morvana-bonin-0271b215
A nova geração venho para ficar, contagiando os triceratops, Brachiosaurus (pescoçudos) e Tyranossaurus com novos paradigmas de viagem, aproveitando muito mais um trajeto que dura décadas, não apenas as paradas e destino. Sendo assim, com auto-conhecimento e boa vontade em trazer para o cotidiano técnicas e dinâmicas que nos inspirem a sermos melhores, não só mais produtivos, mas mais felizes com o que e com quem fazemos.
Saia do quadrado, saia da curva, experimente e divirta-se, ao contrário de assumidos Baby Boomers e X, o que mais importa NÃO é o fim da jornada, mas aproveitar a viagem e crescer no conceito de Inteireza do Ser (Prof Leda Lísia).

Show de bola! Autenticidade pra mim eh a palavra chave aqui. Aquilo que somos reflete em todos nossos aspectos da vida (profissional, pessoal, familiar, etc).
Outra coisa, ja ouviu falar da evolucao do profissional T ->
profissional Π (Pi)
o profissional # (hash tag)
🙂
Olha esse artigo aqui
https://agileleanlife.com/t-shaped-skills-every-area-life/
Abracos!
Leandro
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Muito legal, Pi Shaped ou Hash Shaped … agora estou em transito, mas final de semana vou dar uma olhada 🙂 valeu a dica e parceria por aqui [ ]
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Lido em pára-choque de caminhão: “O que se leva da vida é a vida que se leva”. Gênio, não? 🙂
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Férias tem parachoque de caminhão \o/ bom retorno, de bateria carregada, sai da frente 😉
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