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Programa Business RS – 10/11, Domingo, 23h30m

No dia 10/11/19, Domingo as 23h30m no canal 14 da NET (vale dos sinos), na valetvplay, no app da ValeTVPlay e no canal de youtube do programa business com o Ronald Dennis Pantin vai rolar uma entrevista conduzida por esse cara singular que vem trazendo pro seu canal muita gente boa … e pelo menos um (eu) meio de fora do circuito principal.

Uma visão muito apaixonada sobre pessoas, abordagem que venho disseminando, fruto de três décadas renovando como aprendiz de feiticeiro, igualzinho ao Mickey em Fantasia, porque fui concursado nos anos 80, empresário nos 90, gestor de desenvolvimento nos 2000, em uma multinacional e depois uma regional, agora consultor e apaixonado professor.

O último foi o nosso secretário de tecnologia, o Luis Lamb, falando dos seus planos na secretaria, projetos, Pacto Alegre e Inova RS, além de muita paixão por inovação e empreendedorismo. Já estiveram lá o Paulo Kendzerski do Instituto de Transformação Digital (ITD) e Francisco Hauck da Fábrica do Futuro com quem estive no Contraponto da Rádio Guaíba.

Como sempre nestes casos, pergunto se é comigo mesmo ou confusão com meu irmão famoso, mas era indicação de um amigo em comum, o programa é muito empreendedor ao trazer muitos temas de real interesse, mas ele é conhecido também pela SGC – Sociedade Gaúcha de Coaching, com formações, grupos de estudos, eventos e compartilhamentos.

https://www.facebook.com/programabusinessrs

https://valetvplay.com/Ao-Vivo

Programas:

“O Programa Business RS é uma proposta nova na Programação Televisiva do RS, pois traz entrevistas com Presidentes, CEOs, Diretores, etc… das mais renomadas  empresas do nosso estado, bem como trará novidades em termos de  tecnologia, empreendedorismo, disruptura, indústria 4.0, entre outras. Além  disso, tem um quadro de agenda empresarial e dicas com os principais  eventos de negócios do RS, bem como, sugestões de livros, cursos e eventos.”

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6ª edição do jogo Desafio Toolbox 360°

A nova versão está muito profi, o trabalho da Marinês com as cartas e o tabuleiro ficou sensacional, as cartas aumentaram na largura e altura, ganharam em tamanho e personalidade, estamos experimentando uma legenda.

A cada rodada em workshops e posterior, recebo muitos feedbacks e aos poucos vou refinando, eliminando algumas cartas, ajustando alguns textos, incluindo outros, atualmente conta com 130 técnicas para projetos e operações.

Como as cartas cresceram, o tabuleiro aumentou proporcionalmente, ganhou duas dobras ao invés de uma e o desafio acabou sendo uma grande solução, de um lado do fechamento a identificação, do outro um índice de cartas/técnicas.

Tudo começou com o livro em 2015, com o apoio da DBServer lançamos e aos poucos foi surgindo o jogo e a dinâmica de wall, em 2017 no primeiro play test com a Adri Germani no térreo do 99A tinha um tabuleiro em lona resinada.

O livro iniciou com 72 cartas um pouco maiores que as desta 5ª versão, até a 3ª ainda existiam as fichas e o dado, com algumas regras tipo o jogo Master que deixavam o jogo mais sofisticado, mas a galera dispersava com a competição.

De lá para cá, a cada nova edição, semestralmente, o jogo foi focando na sua maior meta, pedagógico, 115 e depois 130 técnicas, retirei os dados e as fichas, bem como o perímetro… talvez voltem em uma edição comemorativa futura.

tabuleiros

Por capricho do destino, casei com a Marinês (arquiteta e designer – UniRitter) e tivemos a Luisa (artista e ilustradora – PUCRS e VFS), gerado uma sinergia nas artes, editorações e principalmente na diversão durante a jornada.

A Adri Germani estava no primeiro play test, uma amiga que conheci em eventos Tecnotalks da época, para três anos depois criar o vídeo-tutorial do jogo, uma obra de arte que aproveitou os personagens criados pela Luisa para a ação.

Meus dias são na cidade em que nasci, em um apartamento que escolhemos e adoramos, a 18 minutos da PUCRS e TecnoPUC, local de trabalho para mim na DBServer, para a Mari e onde a Luisinha estagiou … tudo de bom!

Com as duas dobras, a Marinês acabou gerando uma emenda melhor que o próprio soneto, imposto em função do aumento das cartas, ao fazer as duas dobras gera um envelope, de um lado a identificação do jogo e do outro o índice.

Ao abrir a primeira aba com as ferramentinhas, a identificação do modelo Agile Design e da DBServer, minha segunda casa, só não tem o logo da PUCRS porque em uma organização do tamanho da universidade demandariam muito esforço.

A primeira rodada afora os play tests foi em sala de aula na disciplina de Tópicos Especiais em Engenharia de Software, no início cabreiros, aos poucos a meninada começou a curtir e aproveitou muito a dinâmica, gerando bons debates.

A categorização das cartas demorou, sempre achei que tentar facilitar a escolha das técnicas as bitolavam, mas encontrei uma forma de fazê-lo que não impacte na interpretação e adaptação das técnicas – PDCL.

Ficou basicamente com uma legenda no pé de página de cada carta com 6 categorias não exclusivas – Strategy (estratégia), Ideation (inspiração), Plan (planejamento), Do (execução), Check (acompanhamento), Learn (aprendizado).

Um alvo (meta), uma lâmpada (ideia), um marco ou bandeira (plano), mãos a obra (chave de boca), monitoramento (lupa com métrica) e o símbolo de kaizen sobre melhoria (aprendizado):

O vídeo merece estar sempre em qualquer post sobre o jogo, é didático e muito bonito, melhor forma de encerrar uma postagem sobre o conceito Toolbox 360° é com ele:

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Maratona de 12Hrs de jogos e seus aprendizados

Um workshop no Sábado dos dias das crianças para debater e experienciar dezenas de jogos para icebreakers, warm ups, agile games e pedagógicos, iniciando as 09AM e indo até as 19PM, parando apenas para o almoço.

Uma imersão passando por todas as páginas do livro Jogos 360° e a partir dele usando diferentes canvas para mapear, selecionar e criar novos jogos, um baseado no banco imobiliário para educação financeira infanto-juvenil, um outro mixando Grok para comunicação não violenta e Trocaletra, mais um outro discutindo emoções usando acordes de um piano.

Cada jogovivenciado, suscitando uma discussão sobre seu objetivos, oportunidades, mediadores, facilitação e conversão, executados no Café Coworking do prédio Global, na área interna e uma tentativa na área externa (tava calor pra xuxu).

Um mix maravilhoso como sempre, profissionais de variadas áreas de atuação e empresas, inclusive professores, a convite vieram alunos de alguns dos MBA’s deste semestre nos quais sou professor, gerando uma energia e debates sensacionais.

Quando trabalhávamos agile games ou jogos pedagógicos, nos dividíamos em três times e cada um jogava um diferente ou uma variação, uma forma de mostrar o potencial e vivenciar maior amplitude de jogos e aprendizado vicariante.

Do alinhamento logo de inicio em vivenciarmos uma maratona de conceitos e jogos até os feedbacks finais, foram mais de dez horas de práticas, sem ppt’s, apenas algumas telas de apoio vez em quando, deu tudo certo e todos saíram felizes.

“Team Building, um presente a minha criança, que mantém a adulta que sou feliz, realizada e certa de suas escolhas… Uma maratona vivencial com muita diversão, pessoas legais e aprendizado. A todos que querem desenvolver suas relações em grupo, eu recomendo, é mais do que levar novos olhares ao ambiente de trabalho (isso certamente encontraram) mas muitos outros ganhos acontecem contatos que proporcionam conversar e insights incríveis, oportunidades únicas…” – Mariane Braga – Especialista em Gestão de Pessoas, Desenvolvimento Pessoal e Organizacional, Apaixonada por T&D e Gestão de Carreira

“Dia agitado e tudo valeu a pena! Grande oportunidade para aprender novas técnicas de engajamento, motivação, quebra gelo, aquecimento e muito mais! Crescimento pessoal e profissional, melhoria continua sempre. Mais uma vez, superou todas minhas expectativas. Recomendo!” – Luis Fernando Moraes – Agilista | Facilitador | CSM | CSPO | ICP-ACC | CLF

“A nossa vida é um jogo ou podemos jogar ela com projetos, planejamento, brainstorming, trocas de experiências, comunicação, reflexão com muita persistência e resiliência? Depende do quanto você está disposto a ser protagonista do seu eu inovando de forma simples rompendo pragmatismos complexos! ” – Alexandre Silveira – Ph.D Candidate in Business Management, Professor e Palestrante

Um workshop que iniciou com duração de 4Hrs com o objetivo de exercitar duas ou três dezenas de jogos, mas que a cada edição foi evoluindo, sofisticando-se com exercícios de embasamento, seleção, criação e facilitação, hoje com 12Hrs.

Discutimos o planejamento de jogos, sobre a estrutura de aulas com jogos, de jogos como contingências, experimentamos alguns canvas criados para modelagem de jogos e para gamification, inclusive o meu para mapeamento e seleção.

Até a próxima, em breve pretendo fazer uma edição especial para filmarmos cada jogo e compartilhá-los …

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Criando jogos para times, grupos, turmas

Tenho um livro e vários posts sobre jogos que uso em sala de aula, em equipes de clientes no trabalho, neles compartilhei diferentes canvas sobre gamification, sobre team building games, sobre diversão e ludificação do trabalho como tranpolim para maior empatia, sinergia e resultados.

Parceiros – se você juntar uma galera que curte jogos fica mais fácil, mas isso não é pré-condição, qualquer um pode criar um jogo se tiver motivação, inspiração e tempo suficiente dedicado. Ao convidar alguns parceiros, peça que cada um pesquise e também traga jogos que curte;

Oportunidade – a primeira coisa é fazer um bom brainstorming sobre o motivo ou oportunidade que nos leva a criar um novo jogo, de onde vem essa ideia ou missão. É uma demanda de alguém, pense nesta persona e na proposta de valor com um AS IS e um TO BE para entender os porquês;

Personas – identifique os perfis ou tipos de pessoas que querem ou irão jogar o jogo, comportamento, necessidades gerais e específicas previsíveis. Pode ser também um empathy canvas, o importante é conhecê-los um pouco mais – crianças, adultos, profissionais, área, alunos EF, EM, faculdade;

Objetivos – quais os resultados desejados, diferenciando os objetivos SMART com key-results que após executá-lo poderão ser medidos no curto, médio e longo prazos para atestar sua eficácia e eficiência, mesmo que o desejo seja apenas relaxar, integrar, apresentar ou quebrar-gelo;

Inspiração – que tipos de jogos e quais jogos conhecemos e curtimos, quais os que atraem nossa atenção, serão úteis como referência para a criação. É muito importante ter uma variedade de jogos, pelo menos imagens ou um computador para que façamos pesquisas na internet;

Elementos – experimente todos, mas seja crítico com cada elemento de jogo introduzido, como dados, fichas, personagens, fundo de cena, desafios, recompensas, fases, sempre balanceando simplicidade x complexidade, volumes, quer em quantidade de itens, número de peças, peso;

Materiais – providencie e tenha a mão material, sucata e elementos de jogos como ampulhetas, dados, peões, fichas, papel e lápis. Desenhe, rabisque, prototipe, use cores, não tenha muitos filtros nem seja muito crítico, o processo criativo tende a ser mais efetivo se for livre de preconceitos;

Play Test – tente organizar vários play test com amigos, colegas, convidados, a cada teste de jogo anote tudo, peça feedbacks, volte à prancheta para repensar, debater, pivotar, refazer e testar novamente. O bom é inimigo do ótimo, então improvise, não deixe muito tempo passar;

Distribuição – É possível criá-lo para uso, talvez “print and play”, onde todo o material está disponíveis para download. Eu tenho vários que compartilho e alguns que eu transformei em produto, uma forma de criar fôlego para me dedicar a criação e desenvolvimento de outros.

Sábado, dia 12/10/19 entre 09AM e 19PM vai rolar um workshop de jogos em que vamos exercitar tudo isso e mais um pouco … sem aula, sem ppt, muita prática e debates sobre quebrar o gelo, gerar reflexões e pedagógicos para gestão do conhecimentos – https://jorgeaudy.com/…/criando-jogos-para-times-grupos-tu…/

Por exemplo, abaixo um exemplo de jogo e a evolução do tabuleiro, além das cartas e demais elementos – https://jorgeaudy.com/desafio-toolbox:

tabuleiros

Este foi um dos jogos criados para meus workshops, também tem o Prêt-Á-Porter:

Também tem o Banco Intergaláctico, criado especialmente para uma instituição financeira:
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Existem bons canvas para modelar treinamentos, jogos e gamestorming, por exemplo:

games jogos

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Outubro com Toolbox e Jogos 360° em POA

Em Outubro de 2019 vai rolar mais dois workshops, um de Toolbox 360° e um do Jogos 360°, serão mais de oito horas com muita interação em iterações, reflexões e aprendizados, debates em grupos e geral.

Se der uma navegada aqui no blog, vai encontrar muitos relatos, fotos, vídeos e depoimentos da galera que já participou, nesta edição terá muitas novidades, ambos evoluirão para ainda maior práxis, mais práticas e ludicidade.


Dois workshops versáteis e evolutivos em Outubro, mais de mil pessoas já participaram, foco em carreira, facilitação, instrutores, equipes, lideranças:

05/10/19 – TOOLBOX 360° – Inscrições http://bit.ly/toolbox-360 – Vamos debater e vivenciar uma centena de técnicas e boas práticas úteis em carreira, equipe, estratégia, projetos e operações. EVENTO: https://www.facebook.com/events/2572447976177326/

O de Toolbox pivotará das 10 disciplinas propostas nas últimas 10 edições, mantendo aquelas que batizei de essenciais e substituindo as outras seis que chamei de pragmáticas por exercícios transversais de estratégia, projetos e operações.

12/10/19 – JOGOS 360° – Inscrições https://bit.ly/tbg360-audy – Vamos experienciar uma centena de jogos, entre quebra-gelos, aquecimentos e pedagógicos para uso em nosso dia a dia. EVENTO: https://www.facebook.com/events/1354084891433294/

O de Jogos consolida o canvas de apreensão e seleção de jogos, opções e práxis da melhor delas, além de um exercício lúdico e divertido, colaborativo, para a criação de um jogo para um tema selecionado pelos grupos ali formados.

Obs importante: Alguns dias após a inscrição, todos receberão dicas prévias, reflexões e orientações adicionais, quem já possui o kit ou livro reduz em cem pilas porque não precisará levá-los.

As mudanças são permanentemente para torná-los mais pedagógicos e empíricos, não só focados na prática e aprendizados durante os workshops, como para conversão em valor no contexto de cada um a partir do dia seguinte.

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Jogo – Terra de Gigantes

Pegue um cano de um metro ou um cabo de vassoura e fixe em sua ponta um canetão, daqueles conhecidos como pincel atômico. Fixe algo nas duas extremidades do cano, de forma que possa esticar cordas em quatro direções, cada corda com pelo menos 1,5 metro.

Fixe com fita crepe um grande papel pardo no chão e no centro uma folha A3 branca, onde o time deverá escrever ou desenhar algo, como SOS, uma estrela, etc.

Pelo menos três jogadores, cada um pega uma corda fixada nas pontas, uma em cada extremidade, assim deverão manter as cordas esticadas e escrever … um jogo que exige trabalho em equipe de forma a manter as cordas tensionadas enquanto movimentam o canetão.

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Jogo – Toca do Coelho

Um jogo em equipe muito divertido, mais ainda se transformada em uma competição, lembrando um pouco o vôlei colaborativo … que lembra muito de certa forma.

Neste jogo é preciso pegar um tecido grande, como um toalhão daqueles de praia, que parece mais um lençol felpudo, e costurar nele buracos com bordas coloridas.

Pegue 4 bolas pequenas de plástico, uma de cada cor, depois em algumas toalhas gigantes ou lençois faça alguns buracos redondos do tamanho das bolas.

Em cada buraco costure uma borda da cor de uma bola, cada integrante do time pegará uma ponta ou lateral e tentará uma bola por vez fazer cair no buraco de sua cor.