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Iniciando um Toolbox sobre Educação entre colegas de Politécnica PUCRS

A convite da professora Ana Paula, em parceria com as professoras Milene Silveira e Cristina Nunes, que reuniram professores da Escola Politécnica da PUCRS para debater educação, facilitei a construção de um Toolbox Wall do zero, contendo apenas o que cada um usa em sala de aula.

Foram em torno de três horas de debates, world café, clusterização, com revisão e edição das categorias propostas e ítens distribuídos entre Ações Externas, Dinâmicas, Método, Avaliação, Recursos, Engajamento … com muita descontração, brincadeiras e camaradagem.

Para melhor entendimento, levei meus walls de boas práticas e de jogos, fiz uma introdução ao conceito de Toolbox Wall, cheguei mais cedo, organizei a sala em ilhas de seis, cada uma contendo uma folha grande de papel pardo, muitos postits grandes, quadrados e pequenos, além de canetões.

Este foi o primeiro passo, agora o mural vai para uma parede junto a sala dos professores, onde queremos que aos poucos vão surgindo outras dinâmicas ainda não materializadas, refinamento delas com mais informações, para que no segundo semestre seja possível formatar além dos postits.

Tenho para mim que um mural desta natureza é um ativo, que expandido torna-se um ativo de interesse não só da politécnica, um mapa inspiracional com diferentes abordagens e técnicas praticadas por colegas, com quem podemos tirar dúvidas, experimentar, inovar, somar, fazer igual diferente.

Esta parada só está começando!  \o/

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Mais uma turma de GP na SI da Politécnica PUCRS

Na ementa da disciplina consta fundamentos sobre estrutura organizacional, sobre a arte do gerenciamento de projetos, sobre os diferentes ciclos de vida em projetos e o núcleo duro do corpo de conhecimento sobre este tema mantido pelo PMI – o PMBOK.

Mas como o assunto é GP e o método ágil mais usado no mundo para gerenciamento de projetos é o Scrum, para cada uma das 10 áreas eu explico adicionalmente diferentes técnicas praticadas por equipes Scrum,

Ao final de um semestre o que temos são trabalhos incrementais em que grupos vão desenvolvendo e discutindo e experimentando diferentes canvas, mapas, kanbans, matrizes, que vão de gestão de funil de ideias e portfólio, termos de abertura, wbs, tanto quanto oficina de futuro, personas, jornadas e user story mappings.

Aos poucos vamos passando por integração, stakeholders, comunicação, escopo, risco, qualidade, tempo, aquisição, recursos e custos, sempre convergindo os 5 grupos de processos do PMBOK e também o framework Scrum e dezenas de técnicas usadas por seus times.

No início do semestre após duas aulas introdutórias, experimentamos o Banco Intergaláctico, com direito a fundo de cena, mascotes e tudo o mais. Fazemos tudo em uma note, quatro créditos, desde a inception, estimativas em TShirt e fibonacci, passando por sprints, construindo e entregando as primeiras telas do nosso MVP.

Logo no início, logo após o embasamento teórico, mas não é um treinamento, é como colocar o bode na sala, em uma aula poder gerar o incômodo pela necessidade de conhecimento, organização, planejamento, senão pressão, problemas, dificuldades na entrega é uma roleta russa 🙂

Depois disso entramos em uma espiral e a cada aula revemos conceitos cada vez com mais detalhes, perto do final trago alguns profissionais de referência em PMO, GP e Agile, ano passado foi o Vladson, Paula e Patrícia, este ano foi o Jonatan, Denize e Tanara, para discutir o que são estes papéis na prática e como é o mercado.

Mais que isso, durante o debate eu convido profissionais de diferentes empresas da minha rede para participarem do debate, assim acaba gerando ainda mais valor.

Seguindo minha crença de que o valor não é despejar conteúdo, mas tentar garantir a melhor absorção possível, lanço mão de dinâmicas, alternando teoria e prática, iniciando sempre com uma revisão dos tópicos mais importantes vistos até então.

Outra opção é ir trabalhando em layers, em camadas, ao invés de apresentar um tópico em profundidade, vou alternando PMBOK e SCRUM em overviews superficiais e descendo mais e mais até termos tudo detalhados, sempre usando exercícios e vivências.

A cada aula chego uma ou duas horas antes, reorganizo a disposição da sala 314 do 32 em ilhas, assim como na de tópicos é em U, quer para trabalho em grupos ou para incentivar a interação e conquistar assim aliados para uma maior atenção e foco na aula.

Via de regra o quadro repete-se evoluindo em densidade, estrutura organizacional, ciclo de vida, SCRUM e seus fundamentos e uma enorme matriz com 10 zonas, uma para cada área de planejamento do PMBOK, dentro de cada uma as técnicas tradicionais e ágeis utilizadas para planejamento e gerenciamento.

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Debates entre Especialistas na Escola Politécnica

A cada semestre implemento um programa de Debate Entre Especialistas, convidando não só profissionais de muita experiência para montar um painel ou storytelling sobre um tema de grande interesse, como BDD (Behavior Driven Development), DDD (Domain Driven Design), DevOps e GP em projetos ágeis.

O objetivo é aproximar alunos e profissionais experientes para uma hora de interação, troca de percepções, muito aprendizado vicariante. As contribuições são em 360º, além dos debatedores ou palestrante, a aula é aberta, mesclando alunos com profissionais da comunidade TecnoTalks de empresas do parque TecnoPUC.

Não só em 2018, mas em anos anteriores sempre tive a oportunidade de contar com grandes profissionais, contando com a presença e contribuição do Sr Lincolm Aguiar, Matheus Alagia, Paula Martins, Patrícia Garay, a cada ano conforme o tema e interesse das turmas nas disciplinas de GP e Tópicos Especiais em Engenharia de SW.

Hoje (22/06/18 as 19:30) teremos o encerramento na disciplina de GP com três grandes nomes em PMO, Agile e Projetos com o objetivo de debater o papel do novo escritório de projetos em empresas ágeis, interagindo com os papéis de Agile Coachs, Scrum Masters e Gerentes de Projetos.

Na quinta-feira de 21/06 as 19:30 tivemos o compartilhamento de conhecimento de um dos grandes arquitetos de solução do RS, Cléber da Silveira falou todo o abecedário de um projeto do século XXI usando as melhores práticas de DevOps, automação, escalabilidade, papiline de infraestrutura a software.

No dia 07/06 tivemos um super-debate sobre uma disciplina obrigatória em equipes que buscam uma arquitetura de solução orientada a domínios e não a tecnologia, três profissionais responsáveis por aplicá-la em seus projetos ou empresa interagiram e compartilharam suas experiências.

Sobre BDD o bicho pegou, falamos da teoria e o contrastes com a prática de mercado, dificuldades, resistências e equívocos em lidar com BDD como uma técnica de automação de testes sem envolver todo o processo e desde o início para entendimento e modelagem a partir de comportamento.

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10/05 – Debate sobre BDD entre especialistas

“Behavior Driven Development ou Desenvolvimento Guiado por Comportamento é uma técnica de desenvolvimento Ágil que encoraja colaboração entre desenvolvedores, setores de qualidade e pessoas de negócios. Proposto em 2003 por Dan North como uma resposta à TDD (Test Driven Development ou Desenvolvimento Guiado por Testes). Para tanto, desenvolvedores usam uma linguagem ubíqua que abstrai a tecnologia e foca no comportamento desejado.”

Quem foi, participou do debate e isso trouxe diferentes perspectivas e opiniões. A seguir um post muito legal do DevMedia sobre Behavior-Driven Development na plataforma .NET – https://www.devmedia.com.br/behavior-driven-development-na-plataforma-net/33372

Os debatedores possuem variados projetos que acumularam diferentes experiências no uso de BDD, o que permitiu o compoartilhamento de muito aprendizado vicariante, com seus acertos e erros em diferentes contextos, clientes, tecnologia e equipes.

1. Post do Dan North de 2006 com uma introdução e status do BDD – https://dannorth.net/introducing-bdd/

“Comportamento” é uma palavra mais útil que “teste”
O JBehave enfatiza comportamento ao longo do teste
Determine o próximo comportamento mais importante
Requisitos são comportamento também
BDD fornece uma “linguagem ubíqua” para análise
Critérios de aceitação devem ser executáveis
Nomes de métodos de teste devem ser frases
Um modelo simples de frase mantém métodos de teste focados
Um nome de teste expressivo é útil quando um teste falha”

2. Post do Dan North apresentando a relevância do uso de histórias do usuário – https://dannorth.net/whats-in-a-story/

“O desenvolvimento orientado por comportamento usa uma história como a unidade básica de funcionalidade e, portanto, de entrega. Os critérios de aceitação são uma parte intrínseca da história, definem o escopo de seu comportamento e nos dão uma definição compartilhada de “feito”. Eles também são usados ​​como base para a estimativa quando chegamos a fazer nosso planejamento. Mais importante ainda, as histórias são o resultado de conversas entre as partes interessadas do projeto, analistas de negócios, testadores e desenvolvedores. O BDD é tanto sobre as interações entre as várias pessoas no projeto quanto sobre as saídas do processo de desenvolvimento.”

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Projetos de Games? Christian Likawka / Rockhead Games

Convidei o Christian Likawka da Rockhead Games para dar um overview sobre projetos de games aos alunos da disciplina de gerenciamento de projetos do curso de Sistemas de Informação da Escola Politécnica da PUCRS no dia 04/05/18 as 19:30.

O resultado foi uma super-aula sobre projetos de games, estratégia, mercado, como iniciar, com a experiência como professor no programa de pós-graduação, ele ofereceu uma visão 360º deste segmento a partir de sua exitosa carreira.

Na medida que ele ia falando, fui registrando tópicos, tags, dicas, fases, etc, colei as fotos deste registro logo após o vídeo, apenas para efeito de marcação, pois garanto que o vídeo vale cada segundo, ele dá muitas dicas legais para quem tem interesse ou curte games.

O registro de dicas e bullets da narrativa a medida que ele ia falando está logo abaixo, inclusive as dicas de sites e links:

Quer saber mais sobre a Rockhead? http://gamereporter.uol.com.br/rockhead/

Quer saber mais sobre o Starlit Adventures? http://starlitadventures.com/

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28/03/2018 – TecnoTalks debateu a TI Bi-Modal

O evento foi proposto para entendermos o que é a TI Bi-Modal, o momento e quais os cenários evolutivos, porque “pedras que rolam não criam limo” e a evolução ou transmutação de tudo é inevitável … para melhor. Os modelos de Pace Layered e TI Bi-Modal do Gartner podem ter contribuído para quebrar o gelo, mas anos se passaram e o mundo mudou.

http://www.gartner.com/it-glossary/bimodal/

O Gartner previu e acertou que até 2017 mais de 75% das grandes empresas estariam trabalhando em uma TI Bi-Modal, equalizando projetos de registro, conhecidos e previsíveis, de outros com inovação. De certa forma, poderíamos dizer que no modelo o Gartner revisitou o conceito de exploration e exploitation, domínio e disrupção.

A seguir um trecho gravado e transmitido pelo Jonatan Aguiar durante o debate e algumas fotos. Foram 320 inscritos e em torno de 200 presentes. O facebook dos debatedores são Eduardo Meira Peres, Luiz Claudio Parzianello, Rafael Prikladnicki, Paulo Caroli, Marco Migliavacca, Karina Kohl e Annelise Gripp.

Como todo TecnoTalks, uma equipe trabalhou para que acontecesse, como a Claudia Dos Santos Flores, Andreza Deza Deza, Dreyson Queiroz, Profª Alessandra C S Dutra, Profª Aline de Campos e outros que ajudaram curtindo, sugerindo, apoiando, votando, compartilhando, sem isso tudo não teriamos mais de 60 dias de eventos TecnoTalks desde 2012.

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Noite de formatura – SI, CC e EC – prédio 40, PUCRS

Para registro histórico, compartilho as fotos e dados relativos a mais uma noite de formatura dos estudantes de Sistemas de Informação, Ciências da Computação e Engenharia da Computação. Mais uma vez, é um privilégio poder estar perto e presente quando do encerramento de um ciclo de formação acadêmica que exigiu pelo menos 4 anos de muita dedicação.

Vou fechar três anos desde a conclusão do meu mestrado e o convite para ser professor desta que é uma das melhores universidades da América Latina. Nada mais justo que registrar aqui no blog, neste ínterim tive o privilégio de ser patrono de uma turma do SENAC de Análise de Sistemas, paraninfo de uma turma de SI da PUCRS e este ano como professor homenageado.

A maioria destes bacharéis já trabalham há algum tempo como desenvolvedores, testadores, em suporte ou sustentação de startups, pequenas, médias ou grandes empresas, muitos deles ali mesmo no TecnoPUC. A formatura abre novos horizontes, os libera para novos voos, a possibilidade de aperfeiçoarem-se com outros cursos, viagens, mestrado, pesquisa, o céu é o limite.