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Seleção e ranking like “Bolsa de Valores”

Uma vez constituido um painel com todas as ideias ou projetos, é possível usar uma técnica chamada “bolsa de valores” para priorização, com lances investidos em cada ideias, ítens de um portfólio, desafios, gerando nosso índice “Dow Jones”.

A técnica é muito simples, prepare bloquinhos de postits com valores monetários, número compatível ao número de ítens, eu já rodei com 15 “notas” (postits), de forma que totalizavam R$40.000,00 seguindo fibonacci em centenas (1, 2, 3, 5 e 8 x 1000).

A tempo, podem ser notas de 1, 2, 3, 5 e 8, mas aí quebra a mágica do fundo de cena com valores finais de milhares de reais investidos. Outra observação relevante, é chamar a atenção de que o número de notas deve ser compatível ao número de ítens, se forem 5 ou 6, pode ser apenas uma nota de cada valor por pessoa 🙂

Eu, para facilitar a visualização e controle pessoal de seus investimentos, uso uma cor para cada investidor, uso uma letra/símbolo diferente para cada 15 notas de cada participante e uma só cor para cada valor de nota. O motivo é que cada um precisa se achar onde investiu e as vezes remanejar.

Qtde Notas Total
5 $1,000.00 $5,000.00
4 $2,000.00 $8,000.00
3 $3,000.00 $9,000.00
2 $5,000.00 $10,000.00
1 $8,000.00 $8,000.00
15 $40,000.00

A dinâmica é cada empreendedor social, stakeholders, colegas, amigos, alunos ou executivos, recebam 15 postits pequenos, cada um com um valor estampado de R$1000, R$2000, R$3000, R$5000 e R$8000, podendo investir seu dinheiro a seu critério entre os ítens em discussão.

Na parede, uso uma folha A5 ou A4 para cada ítem, detalhando informações ou critérios comparativos, pessoalmente eu prefiro a seleção de campos do Lean Project Canvas, aqueles que mais nos ajudam na comparação, mas tem GUT, RAB, ANSOFF, etc.

A parede fica com várias folhas, cada uma com uma ideia ou ítem, mais informações adicionais, como solução atual, tendência, grandeza para valor e custo, volume ou comparativo, benefício, mercado, … cada participante colará postits (seu dinheiro) nas folhas.

Após concluir a rodada de distribuição de investimentos, montamos o nosso índice “Dow Jones” somando os investimentos em cada um e gerando assim o ranking daqueles que mais os participantes investiriam, seguido de um debate sobre o resultado (ranking) gerado.

  1. Prepare antecipadamento os valores em postits pequenos;
  2. São 15 postits por pessoa – 5×100, 4×200, 3×300, 2×500 e 1×800;
  3. Pode ser uma cor para cada valor ou cor/símbolo por participante;
  4. Os ítens disponíveis para investimento devem estar na parede;
  5. Cada integrante distribui seus postits (valores) a seu critério;
  6. Após 15 minutos (*) todos ajudam a totalizar os valores de ítens;
  7. Após totalizados é possível movimentá-los e materializar o ranking.
  8. Estabeleça um breve debate para confirmar o ranking.

Um overview inicial caso os ítens já venham estabelecidos, mas com frequência o ranking é uma etapa sequencial após um processo de ideação, design thinking, onde todos participaram da construção do mural de ideias, desafios ou ítens a serem priorizados.

Um debate final é importante porque por mais provável que a técnica estabelecerá um ranking bastante consistente, é muito comum que algumas alterações de posições sejam acordadas entre os presentes e isso está previsto, a matemática não pode ser absoluta frente à riqueza de argumentos e debate coletivo.

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Ranking com apenas 7 pontos … por vez

No curso PSPO com o Alexandre Mac Fadden rodou uma técnica de priorização em duplas, ítem a ítem, onde cada discussão entre dois ítens distribuia 7 (sete) pontos de valor. Sendo um número ímpar a ser distribuido entre dois ítens, um deles sempre receberá mais pontos que o outro.

Se fossem 4 ítens a serem priorizados – ideias, projetos, produtos ou serviços – com 4 pessoas participantes, cada um receberia um ítem e a cada 2 minutos trocariam de par, a cada par formado eles debatem e decidem como distribuir 7 pontos de valor entre os dois ítens.

Vamos supor que após 6 minutos com os participantes circulando pela sala e falando com quem ainda não falou, a cada par distribuindo 7 pontos entre eles, … ao final é possível somar quantos pontos cada ítem ganhou e assim gerar um ranking de forma muito descontraída.

Por exemplo, sendo apenas 4 pessoas e 4 ítens pode ter acontecido o relatado abaixo:

  1. O Jorge tem o ítem A e o Mário o ítem B e distribuem 5 para o A e 2 para o B;
  2. O Xavier tem o C e a Renata o D, distribuindo 6 para o C e 1 para o D;
  3. O Jorge agora faz dupla com Renata e decidem 3 pontos para A e 4 para D;
  4. O Mário agora faz dupla com o Xavier, distribuindo 2 para o B e 5 para o C;
  5. A Renata agora faz dupla com o Mário e distribuem 5 para o D e 2 para o B;
  6. O Jorge forma uma dupla com o Xavier, distribuindo 3 para o A e 4 para o C.

Ao final o A tem 11, o B tem 6, o C tem 15 e o D tem 10, ordenando C > A > D > B. A partir deste ranking, construindo um-a-um de forma descentralizada em duplas, é possível debater e ajustar conforme argumentação pontual, mas após várias interações entre várias pessoas o ranking tende a ser bem consistente.

Contorno: É possível se utilizar desta técnica entre vários integrantes e uma lista bem maior de ítens, pressupondo que o ranking seja apenas com o objetivo de ter-se rapidamente uma primeira versão para discussão, não é preciso cruzar todos com todos, o que seria o ideal mas em grande número pode ficar cansativo.

Desafio: É possível númerar todos e a cada dupla os ítens troquem de mãos, evitando que cada um tenha o “seu” ítem, se trocar de mãos a cada rodada este risco é eliminado. Entretanto, é preciso anotar no postit ou folha com quais já cruzou para não repetir a mesma dupla de ítens. É mais caótico, mas divertido e eficiente.

 

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BrainWriting (co-criação individual e colaborativa)

Imagine 5 pessoas na sala, cada uma com uma folha grande, um desafio ou problema em comum, individualmente desenhariam três ideias ou abordagens para solução, 5 a 15 min, em seguida passariam sua folha adiante e receberiam a de outro, podendo alterar e evoluir a ideia iniciada, assim prosseguindo até a hora do debate coletivo.

Há um incentivo ao registro e evolução de ideias de forma visual, por desenhos, mas eu sempre flexibilizo para que cada um se sinta a vontade para complemntar com observações na forma de balões ou de qualquer outra forma criativa … exigir que todos só utilizem desenhos pode inibir ou desperdiçar insights.

Uma técnica que neutraliza a influência dos mais enfáticos, extrovertidos, quer pela função ou hierarquia, incentivando que todos tenham a oportunidade de propôr qualquer sugestão ou ideia, tanto quanto evoluir a ideias de outros. Ao final dos ciclos individuais são apresentadas as ideias, debatidas e selecionadas as melhores.

Podemos dizer que há quatro momentos:

  1. Briefing – Apresentação de um problema ou desafio;
  2. Ideação – N ciclos de tempo para registro visual e evolução de ideias;
  3. Apresentação – Compartilhamento do status final de cada ideias registrada;
  4. Seleção – Debate, escolha das melhores proposições e próximos passos.

Possui basicamente três regras:

  • Desenhar – O meio de expressão é essencialmente visual, através de desenhos de diferentes tipos, modelando ideias com lápis e papel;
  • No Filter – evitar falar, pedir explicações, debater, justificar ou criticar as ideias desenhadas até que todos tenham contribuido, folha-a-folha;
  • Evolutivo – O objetivo é evoluir os desenhos, cada um agregando suas percepções, logo, podem alterar, incluir e excluir sem preocupações.

Em termos de tempo, se forem 5 pessoas, podem ser cinco ciclos de 10 minutos, totalizando 50 minutos, mas a técnica prevê ciclos de 5 até 15 minutos conforme a predisposição de todos e tempo disponível. Lembrando que ao final, após os ciclos de ideações há uma apresentação, debate e seleção das melhores ideias.

Os tempos e a dinâmica podem ser adaptados conforme o perfil do grupo participante, mais importante que seguir a risca a técnica proposta é obter bons resultados. Cabe ao facilitador ajustar tempos às possibilidades e percepção de potencial disponível.

BrainWriting DOJO

Havendo um número maior e par de integrante, é possível aplicar um sistema de DOJO, com um piloto e outro co-piloto. Por exemplo, se tivermos 12 pessoas, divida em duplas, cada dupla com uma folha A3 e um lápis, ofereça um ciclo de 5 a 15 minutos, em cada dupla apenas um terá o lápis e poderá fazer os registros.

Ao final de cada ciclo, o piloto passa o lápis e o papel para o co-piloto de outra dupla e passa a ser o co-piloto desta pessoa, assim a cada ciclo a dupla muda e alterna piloto e co-piloto. Também é possível ser mais provocativo de forma que o piloto passe a um co-piloto a folha e caneta, mas faça dupla com outro para evitar sua influência.

Há vantagens e desvantagens em ir mudando, mais ou menos, mantendo as duplas, alternando piloto e co-piloto, quem era piloto montar nova dupla mas passando a ser co-piloto ou optar por uma dupla completamente nova a cada rodada. Lembrando que podemos usar como icebreaker, warm up ou como dinâmica principal da reunião.

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Game Mapping – Um passo-a-passo no planejamento de jogos

Racionalizando a escolha de jogos, quer seja quebra-gelos, aquecimentos e Agile Games, podemos usar postits explicitando a oportunidade, objetivo, local, pessoas e contexto, para então selecionar e justificar pelo valor que agrega, quais os recursos necessários, antecipação necessária e a forma de execução.

Não para colocar na parede, mas é um exercício a ser internalizado, para escolher um ou mais Team Building Games para serem usados em um evento, treinamento, retrospectiva, planejamento, etc, pensar claramente nos mediadores e moderadores que nos levam a escolhê-lo(s) para cada contexto e objetivos.

A parte mais a esquerda ilustra todas as informações disponíveis que irão nos ajudar a tomar as melhores decisões:

1.1. Qual a oportunidade? Para qual evento ou reunião queremos selecionar um ou mais jogos, um nome que o identifique, a data e horário;

1.2. Objetivo? Qual o objetivo do evento ou reunião, importante para a nossa escolha provocar um viés que colabore para o clima e objetivos;

1.3. Qual o local? Se o local já está definido, onde é, como é, quais os recursos disponíveis. Se não está, quais as opções conhecidas;

1.4. Pessoas envolvidas? Qual o mix de presenças conhecidas, papéis, protagonismo, se alguém vem de longe, perceber os participantes;

1.5. Principalmente, qual o contexto? Qual o momento do projeto, operação, equipe ou grupo, Tuckman, inclusive como veem jogos.

A parte mais a direita oportuniza até quatro opções de jogos, quebra-gelos, aquecimentos ou Agile Games:

2.1. Qual o valor que cada jogo se propõe a agregar? Cada jogo possui variantes em seus objetivos, contribuindo de forma primária e subjacente;

2.2. Quais os recursos necessários? Quais os materiais, equipamentos, espaço e ambiente necessários para que seja executado na forma ou variantes;

2.3. Qual a antecipação necessária? Desde aquisição, preparação, arrumação do local, separação, organização de material, etc;

2.4. Como é a sua execução? Características essenciais, pontos de atenção, ganchos e gatilhos, oportunidades durante o seu andamento.

Pode ser usado para registro de todas as informações disponíveis e necessárias na escolha de jogos, para um debate entre organizadores ou facilitadores de um evento, para ensino ou mesmo debater lições aprendidas.

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Estou enviando os baralhos e tabuleiros para todo o Brasil o/

Fiz um lote muito especial e limitado com a ajuda da DBServer, um Toolbox Essencial com 115 técnicas ao preço de impressão individual em uma gráfica expressa, com gramatura 300 e colorido. Quem for aplicá-lo, pode contar comigo para ajudar no que estiver ao meu alcance, quem quiser receber o tabuleiro e baralho do Toolbox 360° para montar seu primeiro mural, para instigar, jogar ou planejar, estou enviando kits para qualquer cidade do Brasil:

Para adquirir o kit, envie para toolbox.audy.360@gmail.com seu endereço completo, o que quer e quantidade, eu retornarei com instruções e postarei registrado via correios para rastreio. Posto uma vez por semana e a média para chegar em capitais é de 3 ou 4 dias úteis!

1 kit = R$ 100,00 (baralhos extras por R$75 cada)
3 kits = R$ 250,00 (baralhos extras por R$65 cada)
5 kits = R$ 375,00 (baralhos extras por R$55 cada)

Obs: Quem me acompanha vai compartilhar, mas para incentivar também os outros, quem compartilhar nas redes meus posts para ajudar a fazer chegar a mais pessoas ganha 10% de desconto … basta ter compartilhado como público no Linkedin ou Facebook.

KIT COM TABULEIRO E BARALHO TOOLBOX 360°

O baralho possui 115 cartas, menor, portátil, muito melhor que um livro com folhas presas, é possível manipular da forma a agregar mais valor pela versatilidade, podendo-se ordenar, separar, marcar, categorizar e muito mais.

Cada kit com o tabuleiro pode ser usado por uma equipe ou com grupos de 5 pessoas por vez. Muitas empresas possuem 5 kits, permitindo realizar dinâmicas com até 5 grupos de 5 pessoas. Sua natureza e propósito é voltado a instigar o aprendizado, inovação e protagonismo.

O jogo Desafio Toolbox é uma criação minha, uma dinâmica com vocação para ser usada para disseminação, ensino e aprendizado de novas técnicas, para planejamento e modelagem de uso em projetos ou operações. O uso recorrentemente em workshops, equipes, eventos e com alunos em sala de aula.

Em 2015 eu lancei o livro TOOLBOX 360°, um guia então com mais de 70 técnicas, em 2016 lancei o jogo DESAFIO TOOLBOX 360° com tabuleiro e cartas, para finalmente lançar a técnica TOOLBOX WALL 360°, destinado a estabelecer uma gestão do conhecimento auto-organizada.

As regras do jogo são simples e muito descontraídas, fico a disposição, mas estou preparando vídeos explicativos ao uso do mural e do jogo/tabuleiro para que todos possam tirar o máximo de valor agregado em todas as suas variações de uso e aproveitamento.

Um jogo para ser usado a partir de um desafio ou cenário, quer para aquecimento da galera ou planejamento, para afiar sinapses sobre fazer diferente, experimentar novas técnicas, no dia-a-dia, em retrospectivas, em futurespectivas.

As regras de uso do mural são ainda mais simples e igualmente interativas, influenciando auto-organização e gestão do conhecimento ativa, pois a partir do mural utilizamos postits para marcar como especialistas ou conhecedores, interessados ou pedindo ajuda, desaconselhando:

Vale a pena dar uma olhada no registro do último workshop com fotos, informações e depoimentos acumulados de várias edições – https://jorgeaudy.com/2018/09/17/workshop-toolbox-360-a-cada-passo-um-novo-se-descortina/

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Workshop Toolbox 360° – A cada passo um novo se descortina!

No próximo Sábado, 22/09, teremos mais um workshop Toolbox, desta vez com uma nova edição do jogo, colorida e turbinada, das 13:00 as 18:00. Fale com sua empresa, garanto que o conteúdo é de interesse – http://bit.ly/toolbox2209

Quem já fez e curtiu, por favor, ajuda a compartilhar e fazer chegar \o/

É um treinamento de interesse de empresas, cada semana mais delas estão adotando o mural, o jogo e abordagem. Os R$250 cobrem os custos do workshop, wall, logística e material, wellcome-coffee e coffee-break, ao final cada um leva um kit – tabuleiro e baralho coloridos com 115 técnicas.

O baralho é melhor que um livro, é mais flexível no uso, é possível fracionar, é fácil de manipular como insumo de planejamento, muito além do jogo, prático para ter consigo na mochila, na mesa de trabalho, sendo possível incrementar, incluir novas cartas, manter só aquelas mais úteis.

Workshop Toolbox 22092018 II

A seguir algumas fotos de edições anteriores, do jogo e do mural, além de depoimentos de três edições:

Algumas fotos e depoimentos:

“Trabalho na área de Marketing Digital, e é incrível aprender coisas novas e poder adaptar para o meu contexto. O Workshop proporcionou conhecimentos e reflexões não só sobre processos de trabalhos, mas também sobre carreira. É incrível ver como todos os problemas e desafios se tornam mais leves e simples de se resolverem quando pensamos de forma sistemática, organizada e com propósito, entregando valor.” – Carolina Ullian – Analista de Marketing Digital na RedeHost (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“O workshop Toolbox 360° possibilitou ter contato com dezenas de ferramentas que muito úteis em minha atividade profissional. Recomendo, em especial para quem trabalha com grupos e deseja conhecer formas disruptivas de conduzir e engajar equipes.” – Barbara Silva Costa – Sistemica desenvolmento educacional (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Percebi que projetos que estava desenvolvendo poderiam ser muito mais colaborativos e com mais sentido para as minhas equipes de trabalho. Alterei uma metodologia de um projeto já na segunda-feira e obtivemos um resultado com um propósito muito mais alinhado com a missão deste projeto. A forma apenas começou a ser mudada e já vemos um horizonte muito mais eficiente. Acho que está é a forma de criarmos algo realmente novo no mundo corporativo.” – Alexandre Ascal – Consultor e Coaching Executivo. (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Vivenciar esse momento no sábado foi muito gratificante, além de todo o conhecimento absorvido com foco em desenvolvimento de projetos, o professor Jorge nos auxilia no planejamento da nossa carreira, eu que de certa forma me sentia “perdida” nessa jornada profissional saí de lá cheia de respostas. Só tenho a agradecer pela tarde de valor imensurável.” – Pamela Moraes da Rosa – analista de Suprimentos Gerdau (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Eu pessoalmente já tenho em mente utilizar a Janela de Johari no meu ambiente pessoal para me tornar uma pessoa melhor com meus familiares, amigos, enfim, pessoas próximas.” – Vinicius Bittencourt Ramos – Analista de testes (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Participar do workshop para mim foi muito mais que aprender e discutir ferramentas, conheci novas pessoas e pude ver a aplicação das técnicas através de outros olhos. Excelente experiência!” – Camila da Silva Capellão – Analista de Negócios CWI (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Tirou minhas ideias do lugar e me pôs a pensar…” – Mara Lúcia Barbosa da Silva – Educadora Escola Convexo (Ed 02/06 – TecnoPUC)

“Foi útil, divertido e traduziu o sentido da aprendizagem 3.0, que valoriza o conhecimento dos indivíduos e constrói novos conhecimentos a partir da troca de experiências. A condução foi consistente e fluída, combinou jogos, teoria e exemplos práticos de aplicação. Além disso, a conexão das pessoas potencializou a criatividade, a visão crítica e a flexibilidade cognitiva, características relevantes na sociedade do século XXI.” – Fabiane Castro – Inteligência Competitiva e de Mercado | Escola de Negócios da PUCRS (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“A experiência foi sensacional. Tive inúmeros insights de erros que costumamos cometer sem nos darmos conta e consegui pensar em inúmeras aplicações de jogos em ambientes de sala de aula visando a maximização do processo de aprendizagem. ” – Barbara Silva Costa – Professora Unisinos (Ed 14/07 – TecnoPUC)

“Foi uma tarde maravilhosa, muito aprendizado, troca e carinho! Por mais dias como este! Gratidão imensa por estar con vc e os outros amigos!” – Déborah Zavistanavicius Zapata – Agile Think Consultoria (Edição SP)

“Aprendemos de forma bem prática sobre o uso das técnicas, como encaixá-las nos diversos cenários e como adaptar. Adaptar sempre!” – Gabriela Corrêa – BRQ IT Services (Edição SP)

“Sábado de mais aprendizado! Tollbox 360° Wall … Foi show!” – Edilaine Miguel – Vagas.com (Edição SP)

“Foi um grande prazer participar desse workshop, simplesmente sensacional!” – Camila Fonseca – Santander (Edição SP)

ESTRATÉGIA

  • Opportunity Canvas
  • ROI, Capex & Opex
  • OKR
  • Lean Project Canvas (Portfólio)
  • Café Kaizen
  • SWOT
  • Matriz Ansoff
  • Benchmark
  • Dragon Dreaming
  • XP
  • Kanban
  • Briefing

EQUIPE / PESSOAS

  • Feedback Canvas
  • Pomodoro
  • Toolbox Wall
  • Roda da Vida
  • 7 Minutos
  • Design Ops Canvas
  • Janela de Johari
  • GROW (auto-coaching)
  • Mapa de Competências
  • Reuniões
  • Mapas Conceituais
  • Quadrantes Mágicos
  • Team Alignment Map

IDEAÇÃO / INOVAÇÃO

  • Google Design Sprint
  • Observação (Sombra)
  • Grupos Desfocados
  • How Might We?
  • IDEO Collage
  • IDEO Deep Dive
  • Crazy Eight
  • Oficina de Futuro
  • Charetting
  • Matriz CSD
  • MVP x Pivots
  • MVP Canvas

RESOLUÇÃO DE PROBLEMA

  • Ishikawa
  • Managing Dojo
  • A3 Report
  • Learning Canvas

MODELAGEM

  • Lean UX Canvas
  • Game Model Canvas
  • Game Design Canvas
  • Gamification Canvas
  • User Story Mapping
  • Lean Nonprofit Canvas
  • SIPOC
  • Personas
  • Empathy Canvas
  • Lean Canvas
  • Customer Journey Map
  • Strategy Proposal
  • UX Value Proposition
  • Impact Mapping
  • Product Box
  • Business Model Canvas
  • Pretotyping
  • Prototyping
  • UX Dojo
  • Canvas Governamental

VALIDAÇÃO / DEBATE

  • Focus Group
  • Open Space
  • Comunidades
  • Validation Board
  • Validated Learning Board
  • Wizard Of Oz

PLANEJAMENTO

  • POC & Spike
  • Mapa Stakeholders
  • Project Model Canvas
  • Elevator Statement
  • Scrum Setup Canvas
  • Doc Journey Map
  • Matriz RAB
  • Matriz GUT
  • Card Sorting

EXECUÇÃO

  • User Story
  • Daily (Stand Up Meeting)
  • Métricas
  • Quadro de Tarefas (kanban)
  • Sprint Review
  • Retrospectiva
  • Peer Review
  • Débito Técnico (Dívida)
  • Dashboards
  • Burndown
  • BDD
  • TDD
  • Mapa Autonomia
  • Status Report
  • Diário de Bordo
  • Mapa de Riscos
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Wearables – um jogo para aquecer sinapses e criatividade

Uso um bom warm up (aquecimento) antes de algumas dinâmica de ideação, modelagem ou mesmo planejamento, um ótimo exercício de empatia, discutindo o entendimento de mercado e uso de um produto para alavancar novas soluções. Aguarde boas discussões sobre linguagem ubiqua, experiência do usuário e valor.

Eu peguei meu óculos de grau, colei nele uma haste e um “visor” de plástico transparente simulando o Google Glass que proporcionaram uma introdução bem divertida ao jogo enquanto mostrava o “equipamento” e explicava a dinâmica … só não deu tempo de passar em uma loja e comprar óculos plásticos para fazer um para cada equipe.

1. Divida o grupo em equipes, cada uma com três a cinco integrantes;

2. Mostre seu protótipo de Google Glass e desafie-os a um exercício de empatia, criatividade e perspicácia;

3. Desafie cada equipe a listarem quais os diferentes argumentos de venda para soluções a seus clientes usando o Google Glass;

4. Peça que sejam criativos, mas exercitem soluções viáveis, posto que um óculos conectado como esse é um wearable com grande potencial de uso;

5. O jogo consistirá de uma equipe por vez ir apresentando suas proposições de argumentos de vendas usando o Google Glass, assim por diante em fila circular, não podendo-se repetir argumentos equivalentes, apenas novos;

6. Estabeleça a discussão se o argumento e a solução propostas são factíveis e os diferentes prismas, mais técnicos, mais negócio, mais conceituais ou práticos.

Hoje mesmo usei antes de um grande brainstorming e exercício de empatia e experiência do usuário usando o Product/Market Fit Canvas e o jogo ajudou muito para descontrair, aproximar, proporcionar interação positiva e fazer todos esquecerem um pouco suas obrigações e entrarem no espírito da tarde.

Rola muita coisa, várias já existem e é só uma questão de tempo para o uso de wearables, mas pensando em seus softwares e produtos, há sempre muitas percepções incríveis de como poderiam usar a nível estratégico com stakeholders e tático ou operacionais com key-user e usuários.

Outras opções são todo tipo de wearables, como anéis, pulseiras, phones, roupas, etc … cada um destes ítens permitem muita criatividade e sempre grandes ideias que com certeza veremos realizadas no futuro breve.