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Inicie questionando tudo, inclusive as certezas – How Might We?

Uma das forças motrizes da inventividade humana é questionar o que sabemos, como fazer diferente, este simples ato continuado tem o poder de nos impulsionar além de nossa zona de conforto. A arte de nos colocarmos em cheque, na busca pelo até então desconhecido.

  • Se fazemos um tanto – Como podemos fazer mais?
  • Se fazemos algo – Como podemos fazer diferente?
  • Se vamos até um ponto – Como podemos ir além?

 

No início do duplo diamante de DT, uma explosão de questionamentos- tente distribuir postits e canetões, proponha um desafio, estabeleça uma discussão, enquanto cada um anota questionamentos propositivos, sem pré-conceitos, sem filtros, colocando tudo em cheque?

  • Como nós podemos construir com mais qualidade
  • Como nós podemos envolver melhor o cliente?
  • Como nós podemos fazer mais com menos?
  • Como nós podemos confirmar esta informação?
  • Como nós podemos garantir mais valor?
  • Como nós podemos ser mais pró-ativos?
  • Como nós podemos ter retrospectivas + efetivas?

A técnica nos induz a iniciar sempre nos questionando ao invés de ter tantas certezas, termos mais dúvidas abertas, menos filtros auto-impostos. Uma técnica Google para gerar o maior número de questionamentos sobre como podemos fazer melhor e inovar, mudar, resolver, aproveitar.

Na página da DesignSprintKit da Google, eles sugerem que tenhamos sempre um bloco de postits e um canetão a mão, pois ao assistirmos uma preleção, palestra, debate, especialmente quando o “momento” em questão tiver o objetivo de ideação ou proposição de soluções e mudanças.

https://designsprintkit.withgoogle.com/methods/understand/hmw-directions/

O slideshare abaixo é de 20/01/17, Borrys Hasian, especialista Google UX/UI, que propõe um Design Sprint de apenas 3 dias. Porque não?

Até mesmo para nos questionar é preciso ver além da caixa, na Teoria da Absorção, base daquilo que chamamos de Capacidade Absortiva, se aprendermos não só sobre o que sabemos, mas diversificarmos nossos conhecimentos, é uma forma de gerar sinapses inesperadas, daquilo que chamamos de criatividade, inovação, inventividade.

Capacidade Absortiva é a medida do quanto podemos ser inovadores e empreendedores no nosso cotidiano, empreendendo novas formas de fazer, inovando nossa rotina com criatividade, redesenhando processos, experimentando, aprendendo, melhorando.

Uma abordagem semelhante ao famoso 5W2H, quando em um braisntorming levantamos todas as perguntas possíveis – O que, Porque, Como, Quando, Qual, Quem, Quanto, Quando – para então buscar respostas ou ações para buscar as respostas.

Também na linha da Matriz CSD, onde dispomos em um quadro nossas aparentes certezas, tanto quanto dúvidas e suposições, uma forma de mapear o que sabemos e o que não sabemos, tentando estabelecer e priorizar os próximos passos, as próximas respostas.

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Virada Ágil 2016 – ToolBox 360° (Banco Intergaláctico) – Dia 1

O treinamento proposto e executado na Virada Ágil 2016 com a colega DBServante Marina Bellenzier em uma agenda contigua ao Agile Brazil Curitiba 2016, é um curso ToolBox usando o Banco Intergaláctico como fundo de cena. São 16 horas de muita fundamentação, teorias, exercícios e exemplos práticos, não é um curso leve, tem muito conteúdo, cada jogo, dinâmica e momentos de diversão são equilibrados em meio a muita informação.

Tem muita teoria, mas o tempo passa rápido, exercícios de elicitação em pré-game, diferentes Canvas, planejamento e estimativas, execução ágil em equipes auto-organizadas, gestão do conhecimento e um bom tanto de boas práticas. Como sempre, quer com o Mário Bros, Picachú ou Darth Vader … não é recreio, é mais um curso denso que precisa momentos de descompressão para aliviar o cérebro.

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A seguir o 1/3 de páginas da apresentação que resumem a essência da essência do que o curso apresenta e exercita. Limpei porque ao todo são quase 70 telas com conteúdo, conceitos, exercícios e muito mais. Nas paredes foram pipocando em uma dezena de folhas de flipchart coladas lado-a-lado, diferentes dos meus diagramas, ciclo duplo com DoR e DoD, Scrum Setup Canvas, pirâmide de abstração, alçada, entre outros.

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Ainda estamos no meio do curso, tem mais um dia, amanhã complemento o post 🙂

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O mini-Pokecurso foi um sucesso, agora quero as Pokedex

Foi muito bacana, os três primeiros a chegar ganharam o livro ToolBox 360 e uma boa charla sobre assuntos de interesse, os seguintes puderam tomar um cafezinho, suco e biscoitinhos oferecido pela DBServer e bater um papo de aquecimento. A noite foi quente, pelo menos para mim, porque aquele Kigurumi de Pokemón de pelúcia estava ligado no Hot e o calor humano ativava ainda mais meu entusiasmo em uma noite de 9° lá fora.

Obrigado!

Contei com a parceria da Marina Bellenzier, com quem pareei em diferentes momentos de um curso focado em passar a essência do método SCRUM … conseguimos passar princípios, técnicas complementares, conceitos adicionais a prática e variados exemplos do cotidiano de equipes ágeis.

Foram três horas sem intervalo nem tempo para respirar, quem já conhecia um pouco dos paranauês interagiu bastante, enriquecendo o passar do tempo, mas meu objetivo secundário de construir 14 Pokedex (uma por bancada) não foi possível. Prioridade para o objetivo principal, alinhado no início, que era ser um Mini-curso sobre fundamentos, princípios e práticas de equipes SCRUM.

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Fossem 4 horas e sairíamos com as Pokedex, igual, o feedback foi muito legal e fiquei pilhado para uma revanche … no próximo vai ter Pokedéx!  \o/

1. Introdução com um quebra-gelo, cada grupo (bancada) desenhou sua Pokedex em EVA, apresentei a análise causal, porque usar Agile e a importância de não idealizar ou superestimar a que o Agile se dispõe, seus pilares e sustentação:

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2. Trago sempre a pirâmide Lean do grande Samuel Crescêncio, essencial, e o papel de um profissional de TI (sempre falo de planejamento de carreira). Depois iniciamos a entender o negócio com um Business Model Canvas:

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3. O que é a base dos processos criados a partir do framework SCRUM e a vital discussão inicial e importância do Prof Finocchio através do Project Model Canvas para um termo de abertura com premissas, restrições, riscos, expectativas:

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4. Papéis do SCRUM e sua prática, a técnica de inception e User Story Mapping, valorizando sobremaneira o uso desta técnica durante toda a fase de pré-game para ir modelando funcionalidades e necessidades de forma visual:

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5. A técnica ou mindset mais relevante para estimular a colaboração e efetividade em times ágeis através de mapas mentais, do conceito da pirâmide de abstração frente ao ciclo de vida SCRUM … aspecto importante para entender e praticar:

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6. O que são e exemplos de parâmetros de projeto e a importância na clareza deles para irmaos adiante no planejamento. A técnica de Customer Journey Map e Release Plan para a assertividade visual e alinhamento permanente:

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7. A formalização e fixação de nosso Release Plan de forma visível e permanente para usá-lo como diário-de-bordo de nosso projeto, mudanças, ocorrências, a prática de Sprint Planning e a relevância de Sprints Reviews:

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8. Um exercício de desenvolvimento de uma tela fictícia para certificação na tecnologia PTC (papel-tesoura-cola), construíndo nossa primeira tela da Pokedex, quadros kanbans e fluxos de trabalho em exercícios práticos:

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9. Retrospectiva, daily Standup Meetings, Reviews e uma revisão geral do framework, uma noite pegada, repleta de detalhes e exemplos práticos, com muitas P&R … todos saímos com novos insights e caraminholas na cabeça  \o/

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Ahhhhh, a customização do Kigurumi da minha Luisinha ficou massa, o fundo de cena Pokemón deu um astral legal e as brincadeiras e sutilezas mantiveram um mini-curso especialmente denso um pouco mais leve … amo muito tudo isso!

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Até a próxima!

 

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Evento GUAN de 18/07 vai ter BDDWarriors

No dia 18/07/2016, uma segunda-feira as 19:00 na FACE da PUCRS, a previsão do tempo prevê frio do lado de fora e o GUAN promete calor do lado de dentro, contando com palestras e o game BDDWarriors.

Um evento voltado ao aprendizado experiencial e prático, onde eu vou falar de metodologias e técnicas, o Abílio mostrará um passo-a-passo do valor de BDD, desde a escrita até o código de testes gerado, a Ana Hermann aplicará o jogo BDDWarriors usando seus baralhos e tabuleiros novinhos em folha.

A abertura será com a Mayra falando sobre a técnica de modelagem e planejamento de MVP chamada Direto ao Ponto, tendo desde o início o Cesar Coutinho e Carlos Giovani do GUAN e IIBA na batuta … quem for vai curtir e aproveitar:

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http://www.sucesurs.org.br/evento/toolkit-do-analista-de-negocios-com-jorge-audy-e-convidadas

Teremos o sorteio de duas inscrições para a palestra sobre Data Science puxado pelo Felipe Cabral lá no Nós Coworking – http://www.eventick.com.br/data-science

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Relato do 1° workshop ToolBox 360º

Registro da primeira edição do workshop ToolBox 360°, um Sábado inteiro de compartilhamento em que o objetivo era demonstrar os diferentes usos e oportunidades dos 70 tópicos descritos no meu terceiro livro. O treinamento teve um custo de R$100, recebendo uma unidade do livro com seu encarte sintético e mais de oito horas de práxis e exercícios.

Só tenho a agradecer o apoio da DBServer ao acreditar no valor que meus livros poderiam agregar a nosso ecossistema. Foram iniciativas independentes que contaram com diferentes formatos de patrocínio ou aquisição de até 25% da primeira edição com o objetivo de viabilizar os projetos – SCRUM 360°, JOGOS 360° e TOOLBOX 360°.

A primeira edição do workshop TOOLBOX 360° só se viabilizou pela logística proporcionada mais uma vez pela DBServer. Se o livro é um guia de 70 boas práticas em projetos, operações e escritório, o treinamento busca explicar como juntar as peças, alguns roteiros conforme contexto, riscos e oportunidades.

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Fotos: Claudio Dias Junior

A programação foi seguindo a ordem proposta pelo livro, iniciando pelas premissas e modelo mental, seguindo com uma primeira layer de cada uma das metodologias-base que usamos (SCRUM, Kanban, Lean, Design Thinking e Lean Startup) para falar de princípios, colaboração, empatia e outras paradas.

Nessa viagem, falamos um pouco de cada estação, técnicas e artefatos para ideação, visão, estratégia, modelagem, planejamento, discovery e delivery, fechando com um tanto de gestão do conhecimento, desde retrospectivas a comunidades de prática, com o bom e velho Modelo Seci dos meus gurus máximos – Takeushi & Nonaka.

Os participantes foram: Adriana Germani, André Luis da Silveira, André Santos, Augusto, Carlos Giovani Rodrigues, Cássio Antoniazzi, Catarina Nogueira, Catarina Nogueira, Claudio da Silva Dias Junior, Cristiane Nogueira dos Reis, Denise da Silva Dariva, Eduardo Oliveira, Francielle Vareira, Gabriela Antunes, Gustavo Nogueira dos Reis, Henrique Zmuda da Silva, Joao Vicente, Luiz Carlos Santos Jr, Manoela, Marcelo Meruvia, Michel Gomes da Silva, Rafael Szarblewski, Renato Severo, Rodrigo Boehl e Thiago pinheiro.

Além destes, tive o prazer da presença dos colegas Cássio Trindade da PUCRS, Denize Vásques e Jonatan Baptista da DBServer, sempre parceiros de viagem.

A foto abaixo não contou com todos porque foi tirada apenas após o término, mas me dei conta apenas após alguns já terem ido embora … mas nas muitas fotos padrão profissionais tiradas pelo Claudio Dias Junior, acho que todos aparecem.

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Menção honrosa para o Business Model You do Batman, só podia ter DBServantes no meio dessa equipe  🙂  rsrsrsrsrsrsrsrs

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O maior insight que tive foi a oportunidade de em futuras edições fazer turmas segmentadas, com pessoas com interesse de igual interesse. Essencialmente interessados em projetos e operações relativo a desenvolvimento de software e outros como startups e iniciativas não TI, pois assim aprofundaria alguns temas.

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Agile é exercitar cenários e futurologia … todos os dias

Deming deve se revirar na cripta cada vez que uma equipe que toca PROJETO afirma que “não planeja MVP e Releases, devidamente fracionados em sprints, porque não precisa, porque eles são ágeis”. O uso de práticas tradicionais ou ágeis para gestão de projetos pressupõem algum tipo de planejamento … de projeto.

“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia” – William Deming:

SCRUM se propõem a mitigar o efeito negativo do desconhecido através do planejamento e monitoramento de cenários. Conscientes que as coisas mudam, planejamos, executamos uma primeira parte, construímos, analisamos e aprendemos, revendo nossos cenários a cada passo, pura futurologia.

Certos de que estes cenários são mutantes, valorizamos ciclos curtos de feedback – transparência, inspeção e adaptação – estruturados em boas práticas iterativo-incrementais, onde nos preparamos … projetando cenários, dando um passo, confirmando os resultados, corrigindo o rumo.

Cenários Prospectivos

Há três métodos: Um OBJETIVO, via brainstorming para análise e priorização. Um SUBJETIVO via benchmarking para criar uma imagem ideal e os eventos que nos levam a ele, causas e efeitos. Uma TÉCNICA NOMINAL DE GRUPO (NGT) com especialistas, discutindo Pertinência, Probabilidade e Auto-avaliação.

“Cenários Prospectivos” é o esforço em projetar um futuro provável através do desenho de uma visão desejável, que desdobra-se em cenários alternativos.

Na teoria dos Cenários Prospectivos, brainstormings, benchmarking, delphi (análise individual de especialistas), impactos cruzados (causa-efeito entre diferentes cenários), análise prospectiva (cenário ideal, mais provável e alvo) e interações estratégicas (ação de um ator influenciando outros).

Futurologia

O objetivo sempre é fazer projeções, perspectivas, estimativas, sempre distinguidas entre possíveis, prováveis e desejáveis. Técnicas que analisam passado, presente e projetar possíveis cenários de futuro, uma ferramenta de apoio à decisão.

Futurologia é o exercício de prever o futuro, usando técnicas científicas, traçando seus diferentes cenários.

Cenários Prospectivos e Futurologia focam na estratégia em gestão pública e em grandes corporações, mas quero traçar um paralelo com métodos ágeis. Frente a certeza de que planos são frágeis, a solução não é deixar de planejar, mas fazê-lo na granularidade adequada, iniciar, aprendendo e ajustando enquanto avança.

Métodos Ágeis

Projetos caracterizam-se por um conjunto de atividades que devem ser geridas e executadas em um intervalo de tempo para chegar a um resultado singular. Entre os diferentes métodos ágeis, SCRUM é de longe o mais utilizado no mundo, acima de 70% das empresas que dizem praticar Agile afirmam seguir SCRUM.

O SCRUM se utiliza de um planejamento de releases, último passo antes de iniciar os sprints de execução é um planejamento de escopo e tempo, histórias e sprints. Sem planejar é Go Horse Ágil, sem planejamento não é projeto, é operação ou, sem planejar, qualquer caminho serve, qualquer resultado fará sentido.

A seguir, demonstro exemplos destes quadros de planejamento, cenários, futurologia, para então iniciar construção e entregas a cada 2 semanas, contando com princípios básicos de gestão visual, informações, mudanças, de forma que uma simples olhada à parede é o suficiente para entender de onde viemos, o que aconteceu, onde estamos e para onde acreditamos ir:

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Inception, Direto ao Ponto, tanto faz, eu não uso nem um, nem outro, sempre trabalhei com um conceito de User Story Mapping, mas jamais me preocupando em ter que escrever a narrativa completa, menos ainda os critérios de aceitação durante a técnica de Mapping, assim mesmo, apenas Mapping. Abaixo os passos de 4 a 8, um mapa estruturado de necessidades, podendo ser com histórias ou épicos, dimensionamos e depois a priorização ou vice-versa, incluindo histórias técnicas, para enfim discutir o que cabe em cada sprint … é mais fácil do que parece.

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Se é um projeto, tem plano, data de início e data prevista para o fim, com expectativas de entregaveis, o que muda é o nível de abstração ou detalhamento. Eu trabalho desde 2011 implantando Scrum quando a equipe é de projeto, Kanban cabe para os casos de operação, enquanto Lean Office cabe para tudo o mais  😉

Se você é de projeto, levante as mãos para os céus, há uma infinidade de livros, vídeos, artigos, ebooks, blogs, palestras, cursos e certificações em profusão, é só querer … difícil são os outros que não são das paradas de projetos, esses tem um caminho menos mapeado, possuem mais variações, adaptações e peculiaridades.

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Aquecendo as sinapses: Imaginação e improviso

Um jogo para aquecimento neural, provocando a criatividade, desinibição e integração. Uma dinâmica que pode ser usado tanto como quebra-gelo como aquecimento, porque aproxima as pessoas, facilitando o desenvolvimento de empatia e sinergia em um grupo disposto a inovar e fazer diferente.

O jogo é quase uma aula de artes cênicas, daquelas clássicas, provavelmente é usado em cursos de teatro, aqueles que a gente vê em esquetes na TV em que as pessoas tem que representar uma árvore, pedra, etc. Impossível participar e não divertir-se de tal forma que esquecemos um pouco da nossa mesa e telefone.

Mais um jogo que trago da minha época de escotismo, mas que revi em um curso de Design Thinking no CriaLab em 2015 durante uma oficina sobre ideação. É na origem um jogo infanto-juvenil, usando mímica ou imagens, garantia de criatividade, perspicácia e imaginação.

A técnica é muito simples, devemos expor um objeto ou se não for possível ou não tivermos nada disponível, colocar uma palavra escrita no meio de um quadro branco, folha de flipchart ou algo assim. Disponha todos ao redor do jarro, na distância mais conveniente possível conforme o número de pessoas.

Por exemplo, podemos expor um jarro com água e cada um, um por vez, deverá dizer a mímica de uma nova possibilidade de uso ou referência e a galera tem que tentar descobrir o que a mímica quer dizer. Não pode falar, só mímica, usando ou não mobiliário e material disponível ao redor.

Se for um jarro com água, pode ser para beber, lavar, banhar, pintar, cantar, quebrar, assustar, afogar, etc. Se for uma laranja, pode ser fruta, suco, táxi, gari, filme, desenho, … quando necessário tem que acertar direitinho, como o filme Laranja Mecânica, o time da Holanda, o mascote Naranjito.

De 5 a 15 minutos de dinâmica é possível chegar de 10 a 30 utilidades e referências ao objeto ou palavra, a seguir tem as regras, bem fáceis deste bom jogo:

  • Disponha um objeto (ou palavra) no centro da sala;
  • Todos devem pensar em todos os usos imagináveis;
  • Um por vez deve fazer a mímica daquilo que pensou;
  • O restante do grupo deve descobrir o que é a mímica;
  • Pode pedir a um colega para fazerem a mímica juntos;
  • A cada mímica concluída, anota-se no quadro.

Dica: Podemos também usar desenho ao invés de mímica, como uma espécie de Imagem e Ação, é tão divertido quanto. Também é um jogo que pode ser jogado sob uma árvore, em ambiente externo.

Objetos legais que já usei? Água, Laranja, Fio, Papel, Vela, Postit, Cadeira, …

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