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Após 6 anos o layout mudou, qual sua opinião?

Por favor, quero sua opinião, comenta aqui, quem puder dar uma olhadinha geral no blog e dar sua opinião. Fiz uma grande mudança, um layout mais descolado e aderente ao Savana SCRUM, o que mais você mudaria???  o/

Após 6 anos ele mudou, assinei a versão paga de entrada do wordpress por US$33 anuais, mudei o tema, limei as propagandas que o WP coloca no meio dos posts na versão gratuita e dei umas ajeitadinhas aqui e ali. Aproveitei para explicitar o conceito lúdico do Savana SCRUM que a Luisa criou para mim e está recém começando.

Inclui uma opção de língua oferecida pelo Google para tradução instantânea para uma centena de opções, não sei se é útil, mas é divertido ver em espanhol, inglês, japonês, etc.

Esse tema destaca melhor a direita os três livros, o ebook, o Scrum Setup Canvas e o Desafio ToolBox, também o menu superior. Talvez assim de destaque às páginas e conteúdo identado dos livros, das tirinhas, o blogmap com quase todos posts categorizados e a agenda, além de links úteis e o famoso about (eu):

blog II

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Savana Scrum – Para muitos, procrastinar é uma camuflagem

Muitas vezes nossas posições e dúvidas são apenas uma camuflagem para nossa zona de conforto, falamos em mudança e insatisfação ao mesmo tempo que procrastinamos qualquer ação real para fazer acontecer. Por muito tempo eu atribui isto ao medo da mudança, mas na maior parte das vezes acho que é apenas acomodação.

Algumas pessoas são conscientes de certas prioridades e necessidades para que seus planos ou sonhos fiquem mais próximos, mas o medo de errar, de falhar, ter que se posicionar, faz com que muitos ignorem sonhos, procrastinem, consciente ou inconscientemente deixam recorrentemente para “amanhã”.

Alguns assumem uma ignorância induzida como camuflagem, fazem de conta que não veem ou sabem o que fazer. Quando alguém tenta ajudar, agradecem a ajuda, sugestões, dicas, mas é tudo o que não querem, porque dicas o colocam na estrada e o que eles querem mesmo é poder se resignar, fazer de conta e nada fazer.

Os efeitos da procrastinação serão ainda mais penosos quando não temos a benção da ignorância, pois quando conscientes das consequências, o ato de procrastinar toma outra dimensão em nossas vidas. Por mais que possamos culpar os outros, transferir ou negar, sabemos que nós mesmos deveríamos ter feito algo.

Procrastinação – adiamento, ato recorrente de negligenciar algo; quando um trabalho não recebe a devida atenção, sendo deixado de lado para produção de outros menos importantes.

Camuflagem – A camuflagem é um conjunto de técnicas e métodos que permitem a um organismo permanecer indistinto do ambiente que o cerca, desapercebido, sem chamar a atenção.

Quantos profissionais estão insatisfeitos com o que fazem? Não gostam de onde estão, as condições em que trabalham, tecnologia, salário, parceiros? Querem mudar algo, mas procrastinam diariamente? Desconversam, cavam trincheiras, zonas de conforto, rabugentos, sempre arautos do que os outros deveriam fazer.

Muitos preferem não ter planos, não ter sonhos, preferem se convencer de que é o destino ou simplesmente não pensam em nada disso, preenchem todo o seu tempo com novela, futebol, séries, brigas, corrida, filhos, saturam até não sobrar tempo para mais nada, sem refletir, sonhar, definir novas metas, afinal não sobra tempo.

Eu “quero”, mas não sei o que fazer

A alguns dias atrás eu fiz uma brincadeira e fiquei rindo sozinho enquanto a repetia várias vezes. A pessoa com quem estava me dissera que minha camiseta estava com um furo na manga: Eu coloquei o dedo no furo e disse: “Não sei o que fazer”, ela disse que era fácil costurar e eu repeti “Não sei bem o que fazer”. Ela achou estranho e me disse que é fácil costurar, talvez na recepção houvesse agulha e linha ou que deixasse para fazer isso a noite … mas propositalmente eu repetia: “Não sabia o que fazer” … rsrsrsrsrsrsrs

Algumas pessoas são assim, sabem o que fazer, sabem quais as opções, mas apesar de ameaçar, não fazem nada, talvez porque não queiram tomar decisões difíceis, talvez não queiram correr riscos, é muito mais fácil deixar o tempo passar. Quem sabe algo aconteça, talvez a mudança venha sem ter que decidir, só precisará seguir a maré e … se algo der errado terão quem culpar, nem que seja o destino.

Em meus treinamentos eu advirto que se alguém é o único a perceber um risco ou problema, ele é o maior responsável pela solução, posto que os outros neste caso são ignorantes. Se isso impede que as coisas deem certo, de nada adianta avisar ou culpar, precisamos agir, nos mobilizar, buscar alternativas, propôr alternativas e assumir nosso protagonismo como agentes de mudanças.

A melhor estratégia: Parceiros de viagem

Assim como em um regime, na academia, em uma formação, a melhor estratégia é termos parceiros de viagem, quer por semelhança nos objetivos, por amizade ou oportunismo acabam por nos incentivar a ir persistir e além. É bem mais fácil quando conversamos com alguém sobre nossos sonhos, riscos e oportunidades.

Alguns optam por um círculo íntimo de amigos com sonhos semelhantes, lembro que na época de faculdade e nos anos seguintes meus melhores amigos e parceiros eram da minha área, todos analistas de sistemas. Depois disso, ao natural, a participação em grupos de usuário e comunidades de prática acabaram me aproximando de pessoas tão inquietas quanto eu … que vem e vão a cada ano.

A arte de correr atrás de seus sonhos é não esquecer deles, mantê-los vivos, evoluindo sem perder suas essências, evitando conformar-se e acomodar-se. Com a estratégia que for, importante é manter-se aprendendo, se valorizando, certo de que estamos melhores que há alguns meses atras e continuaremos crescendo. Por isso parceiros, porque juntos somos mais, tudo se acelera.

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​Savana Scrum – Mudança, porque quem não muda, dança! (LCP)

Tirinha da semana – Frente a mudanças significativas de mercado ou organizacionais, há profissionais que preferem adaptar-se de forma positiva, buscando alternativas, novas formas de fazer, tentam entender os fatos e circunstancias, enquanto outros optam por arrastar correntes pelos corredores, insistindo em reclamar que alguém mexeu no seu queijo … fica ligado, porque vem muita mudança por aí, 2017 não venho a passeio 🙂

Créditos – A autora da tirinha é a Luisa Audy e a frase do título é do Luiz Parzianello.

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Savana Scrum – mutar conhecimento em algo útil vale o dobro

Ao final de cada treinamento ou workshop eu sempre chamo a atenção que para aquele evento ser realmente útil, alguma coisa ele instigará em nossa atitude, prática, comportamento, convertendo-o em ação e benefício a nós mesmos, à empresa onde trabalhamos, nas comunidades onde estamos inseridos.

Não é raro quando estamos em um evento, quer seja uma palestra, oficina, debate, entre outras oportunidades de compartilhamento e aprendizado, quando temos insights, imaginamos pontos úteis de melhoria em nosso cotidiano, mudanças em nossos fluxos de trabalho, processos, relacionamento ou produção.

É um ponto de reflexão relevante se vamos a eventos ou cursos de variados tipos e conteúdos, mas após assisti-los continuamos a fazer tudo como antes. Ainda mais quando ao fazê-lo temos diferentes insights, percebemos oportunidades, mas depois negamos a possibilidade de experimentar, tentar algo diferente e melhor.

Antes de mais nada, sempre no início dos cursos e treinamentos elogio quem trouxe bloco de notas (aos outros ofereço folhas e caneta), é obrigação de qualquer profissional ter algo onde anotar insights e dicas diversas, como citações, livros, conceitos, teorias e modelos, pois desenvolvemos mudanças e argumentos assim.

A possibilidade de conversão diminui com o passar do tempo, aquela energia gerada naquele momento, a cada insight ou percepção de benefício se arrefece a cada dia que passa sem uma ação que a resgate ou potencialize … esvanecendo até que desapareça em meio as atribulações do dia-a-dia.

Quanto a empresas, mais ainda, eu acredito em programas de replicação, logo, qualquer colaborador que vá a um evento tem a responsabilidade previamente acordada que na volta irá fazer um resumão daquilo que de melhor teve a oportunidade de assistir ou experimentar.

Em equipes ágeis, retrospectivas não são apenas para discutir falhas a melhorar, mas como melhorar continuamente, porque o foco não são apenas erros ou falhas, mas melhoria contínua de forma mais abrangente, introdução de novas práticas, técnicas, adoção de novos conceitos, experimentações.

É claro que capacidade absortiva diz muito respeito ao acumulo de diferentes conhecimentos que nos proporcionarão maior habilidade em ver oportunidades de melhorias, pois nem todo o conhecimento é convertido imediatamente em ação … mas são exceções que fazem a regra, normalmente geram oportunidades.

De toda forma, para tudo nessa vida devemos ter claro a estratégia, a cada novo conhecimento ou vivência que adquirimos, ter clareza se é útil ou não, como talvez tiremos melhor proveito, compartilhando e traçando planos de ação ou meios pelos quais podem se materializar em práticas e resultados.

Sempre se pergunte: Isso que estou aprendendo pode me ajudar a ser um melhor profissional e pessoa? Como converto isto em melhorias de algum tipo? Se é algo para o futuro, como não deixar isso cair no esquecimento? Como compartilhar com outras pessoas?

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Miyazaki tem tudo a ver com minhas crenças

A cada tanto, curto compartilhar algo legal em culinária, ações sociais, fundos de cena sobre paixões que tem tudo a ver com minhas crenças e valores ágeis, dentre elas curto cultura japonesa. Não por acaso minhas principais referências são Takeushi, Nonaka, Taiichi Ohno, entre outros, como o mestre Miyazaki.

Hayao Miyazaki (宮崎 駿?) nasceu em Tóquio no dia 05 de Janeiro de 1941, bem no meio da segunda guerra mundial, um japonês que viria a se tornar uma lenda viva no mundo dos desenhos animados no mundo todo.

Pedra-fundamental dos estúdios Ghibli, o mítico estúdio de animação que ajudou a criar e projetar seus longas como a melhor e maior produtora de animações do Oriente, uma paixão nerd, com status cult para quem curte cultura japonesa.

Um longa que eu adoro e tornou-se um marco chama-se Nausicaä do Vale dos Ventos, uma história que acabou desenvolvida em anime. Foi este filme que lhe rendeu os recursos necessários para a criação dos estúdios Ghibli ao lado de seu antigo colega Isao Takahaka.

Um artista a frente de seu tempo, empenhou-se desde seu primeiro longa a criar e compartilhar personagens positivos, histórias humanas, construtivas, ricas em significados, sempre com meninas e mulheres independentes e fortes.

No final do século XX uma parceria dos estúdios Ghibli com a Disney trouxe seus longas para o alcance do mundo ocidental, colocando sua grande máquina de distribuição e promoção a serviço de animações que não poderiam ficar restritas ao mercado japonês e alternativo … para deleite de quem curte animações.

Atualmente ele dedica-se a criar sucessores, com a saúde fragilizada pelos seus quase oitenta anos de vida, preocupa-se em preparar e deixar uma nova geração de ilustradores para o futuro dos estúdios Ghibli.

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A filmografia em português está em site.studioghibli.com.br/filmografia
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O site do Museu Ghibli está em www.ghibli-museum.jp/en
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O finsite oficial do estúdio está em www.onlineghibli.com
ghibli-online

Eu assisti a vários deles, todos os que consegui acesso e são obras de arte, nunca se repetem, jamais são óbvios, sempre com múltiplas mensagens, sempre sustentáveis, pró-ecológicos, sempre uma luta do bem e do mal. As crianças gostam, mas com certeza absoluta só conseguem ficar na superfície, adultos conseguem captar a animação e seus personagem em toda sua profundidade.

1984 – Nausicaä do Vale do Vento
1988 – Meu Vizinho Totoro
1989 – O Serviço de Entregas de Kiki
1994 – Pom Poko
1997 – Princesa Mononoke
2001 – A Viagem de Chihiro
2004 – O Castelo Animado
2006 – Contos de Terramar
2008 – Ponyo
2010 – O Mundo dos Pequeninos
2013 – Vidas ao Vento
2013 – O Conto da Princesa Kaguya

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JOGOS 360° – Um guia de jogos para facilitadores

Em Agosto estarei lançando mais um livrinho compartilhando experiências, desta vez serão entre 70 e 80 jogos, entre quebra-gelos, para aquecimento mental e Agile Games. Quem me conhece sabe o quanto minha vida pessoal e escoteira influenciou uma guinada em minha vida profissional, quero compartilhar um trunfo para quem aplica o conceito de aprendizado construtivo e vicariante.

Para corroborar minha percepção, trago percepções de grandes nomes, em especial da área da educação, trago meus textos falando sobre construtivismo, sobre aprendizado vicariante, sobre metodologias ágeis. Um papo-cabeça inicial mostrando o valor destas abordagens.

Por enquanto a editoração, revisão e compilação final para enviar à gráfica está no osso, eu mesmo montei para ter uma melhor percepção do que tenho nas mãos, mas ainda tenho algumas semanas pela frente, as últimas, então a partir de agora é que começa a tomar a forma final.

Impossível detalhar tudo o que eu falo e provoco em cada jogo, mas procurei passar o cerne de cada um, contexto, regras, princípios e dicas. A maioria ocupa uma página de descrição, alguns duas ou no máximo três. Ficarei, como sempre estou, a disposição de quem quiser mais detalhes, sugestões, adaptações, etc.

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As ilustrações são da minha filha, a Luisa Audy, que desde o jardim já chamava a nossa atenção, de professores e amigos quanto a sua habilidade com desenho e no campo das artes. Ela ilustrou 35% dos jogos em quadros com aquarela e ela pretende no lançamento colocá-los a venda ou fazê-los acompanhar as primeiras 30 unidades vendidas.

Para o prefácio, convidei uma das pessoas que mais admiro e provavelmente uma das que mais cito em palestras, cursos e workshops, o guru Paulo Caroli da TW. Ele é uma referência mundial em Agile Coach pela Thoughtworks, já tendo atuado em diferentes países e com diferentes livros em Inglês sobre o tema.

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A revisão do meu primeiro livro, que tratou do método ágil SCRUM, mas com uma abordagem mais holística e abrangente, sem se preocupar com aquilo que os outros livros já trabalham, mas oferecendo uma visão 360° de teorias, modelos, princípios, a prática real e tão mais complexa que o manual demonstra.

Neste livro contarei com o profissionalismo da amiga e jornalista Camila Dilélio, que trabalha com assessoria de comunicação em um dos lugares mais apaixonantes com quem tenho contato, na incubadora RAIAR do TecnoPUC, além da agência FATO e do caderno Casa & Cia da Zero Hora, entre outros.

No SCRUM 360° contratei o trabalho da Fernanda Dora da Multiplicadora Edições, Traduções, Assessoria de Imprensa e Produção de Conteúdo, por indicação da Tatiana Ximenes e que atende e assessoria de imprensa da DBServer – https://www.linkedin.com/pub/fernanda-dora-luzzatto/66/924/641

Entre os posts sobre retrospectiva, agile games e dinâmicas, recentemente postei dois com ilustrações da Luisinha, o Mochilão e aquele da Cobra e do Tigre. A digitalização dos desenhos não refletem a realidade, pois foram feitos em A3 especial para este fim, para a técnica de aquarela e acabamento em nanquim. Material adquirido nas viagens da Luisa e em lojas especializadas:

13/07/15 – O quebra gelo da cobra e do tigre
16/07/15 – Jogo-do-mochilão

O primeiro livro imprimi na gráfica Odisséia e provavelmente este segundo o farei pela gráfica Camaleão, mas esta é uma questão que ainda não me debrucei em definitivo, mas não é procrastinação, apenas vou praticar isso no conceito de “ultimo momento responsável”. Este livro tem a peculiaridade de ter os desenhos coloridos, o que aumenta significativamente seus custos para mais que o dobro do primeiro … mesmo assim vale a pena, não vejo como fazê-lo daltônico  🙂

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O quebra-gelo da cobra e do tigre

Um jogo escoteiro (Kaa & Shere Kan), onde equipes competem ao ar livre em filas, um segurando o outro na cintura, bem firme, evitando se separarem. Um aprendizado sobre cadência e trabalho em equipe, pois todos devem respeitar o ritmo do grupo, cada equipe com a meta de tirar os outros do jogo. O segredo é manter uma unidade e velocidade que todos consigam sustentar, para o feitiço não virar contra o feiticeiro, porque se a fila se separar o jogo acaba.

O desenho abaixo é uma arte que a Luisa Audy, minha pequena, me deu de presente, os jogadores não estão segurando na cintura da frente, mas é devido a uma liberdade poética, ela imaginou as equipes com uma pele de tigre e de cobra sobre eles  🙂  eu curti demais, a sensação de movimento e a expressão dos jogadores ilustram o jogo em suas principais características:

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Divida o grupo em equipes de forma aleatória, se serão três equipes, conte todos os participantes, lhes dando um número de 1 a 3, pedindo que se agrupem os 1, os 2 e os 3. Explique qual é o espaço de jogo, de onde eles não podem sair, algo em torno de 5 x 5 metros, usualmente ao ar livre. Explico as regras e peço que cada fila (equipe) coloque o “rabo” que entrego a cada equipe (eu uso uma tira de 50 cm de TNT colorido) em seu último integrante, para então posicione-se onde achar mais conveniente dentro do campo de jogo.

Antes de começar, faço uma breve provocação sobre sistemas empurrados e puxados, sobre trabalho em equipe, também lembro da teoria das restrições, onde a força da equipe esta em conhecer e desenvolver o seu elo mais fraco. Feito isso, eles devem segurar a cintura do colega que está a frente e não mais largar, ao mesmo tempo tentarão ajudar o primeiro a pegar o “rabo” dos outros e o último a proteger o seu “rabo”.

A sensação é de serem juntos uma minhoca, mas somente se todos estiverem unidos pelo objetivo sairão vencedores, valor é pegar o rabo dos outros e desperdício é deixar que peguem o seu rabo ou alguém soltar a cintura do outro … A diferença entre sistemas empurrados e sistemas puxados é que ao invés de pensar só no SEU objetivo, todos precisam pensar nos objetivos principal e individual. Sistema puxado geram menos desperdícios, ao contrário do sistema empurrado, onde um integrante pode tentar ser a estrela, ser o herói, em uma velocidade que a equipe não acompanha, gerando problemas as vezes ocultos.

  • O campo de jogo é limitado (5 x 5), para concentrar a disputa;
  • O tempo também é limitado, 15 minutos contando tudo;
  • Forme equipes, que após definidas devem formar filas indianas;
  • Cada um do time deve segurar firme na cintura do da frente;
  • O último de cada time, pendura na cintura atrás de si um “rabo”;
  • O rabo (corda, TNT ou tecido) deve estar pendurado, solto;
  • O jogo é tentar pegar outro “rabo”, sem desproteger o seu;
  • Só o primeiro da fila pode tentar arrancar o “rabo” de outra;
  • A fila se move como minhoca para pegar sem ser pego (rabo);
  • Termina ao esgotar o tempo ou sobrar só um “rabo”;
  • Se ao correr a fila se separar, a equipe é eliminada.

No escotismo falamos que sempre deve ficar um gostinho de quero-mais, todo e qualquer jogo não deve ser exaurido em sua fórmula, porque aquilo que instiga, acaba saturando e o aprendizado vira cansaço e incomodo. Cabe ao facilitador aplicar de forma que a galera divirta-se aprendendo, perceba as mensagens subliminares. Interrompa se necessário, caso alguém seja competitivo demais e gere riscos, só isto já é uma boa reflexão, jogo ou trabalho não são uma guerra.

Um jogo que passa o recado sobre aprendizado vicário, auto-organização, senso de time, liderança, sustentabilidade, sistemas puxados, empatia, tudo isso deve ser refletido ao final, porque tudo isso se explicita durante o jogo.

Bom jogo, se você o aplicar, compartilha por aqui como foi, Ok!