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GUMA – Workshop sobre facilitação com Mayra da TW

Dia 13/08 foi um dia de Sol intenso e temperatura amena, mesmo assim em torno de 30 pessoas estiveram presentes na sala 204 da sede da Decision/FGV na Rua Praia de Belas aqui em Porto Alegre para participar de um workshop sobre Facilitação ministrado pela Mayra da TW. Meu plano era ficar uma hora e sair para um compromisso pessoal e acabei ficando até as 11:30  🙂

Um excelente oficina para Agile Coachs e Scrum Masters, mas também uma oportunidade para integrantes de equipe interessados em auto-organização e práticas ágeis para desenvolvimento de times. Uma manhã foi pouco, inteiramente dedicada a Team Building Games – integração, interação, sinergia e empatia.

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A mayra falou sobre os fundamentos do papel de um facilitador, sobre comunicação não-violenta, a curva de Tuckman, sobre construção coletiva desde o estabelecimento de objetivos, colaboração e conclusão, com planos de ação se necessário. Debateu-se sobre comportamentos inadequados e endereçamentos.

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Iniciou com uma técnica de apresentação bem divertida, seguindo com uma outra para quebra-gelo usando desenho e muita interação, gerando aos poucos um card com o desenho colaborativo de cada um e um grande mural com um desenho para cada um dos presentes:

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Ela falou um pouco de conceitos tradicionais na PNL (programação neuro-linguística), sobre linguagem não verbal e comportamento disfuncional, passados por cada um de nós em gestos, atitudes, comportamentos. Tratou de pontos de atenção quanto a forma de perguntas, diretas, abertas, reativas, completas, …

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Apresentou o conceito de um quadro para parking lot para registro de assuntos não envolvidos nas questões relacionadas ao momento e objetivos, para posterior endereçamento. Não fiquie até o fim por causa de outro compromisso, mas o último jogo quase no fim do workshop foi um sobre frases inadequadas que escutamos e como poderiam ter outra postura, ética, positiva, sem preconceito, não violentas.

É preciso equilibrar nossas participações em eventos, mas pelo menos um a cada mês é um mínimo, pois em cada um deles saímos com caraminholas na cabeça que nos tornam melhores, pelo menos nos fazem pensar …

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Se você for a um evento, faça valer seu tempo, aproveite cada instante

Se você for a um evento, faça valer seu tempo, curta, tenha bom humor, aproveite-o ao máximo e não o transforme em um enorme desperdício. Acima tudo, lembre-se que está lá por sua própria vontade, logo, já que lá está, divirta-se, aprenda, troque, compartilhe, torne cada evento digno de nota.

1. Ajude a divulgar na sua rede: Tem gente que se inscreve, curte e não compartilha, algo tipo “é bom, curti, mas não vou falar para ninguém” ou “eu vou, mas não ganho nada para divulgar”. Quanto maior o quórum, melhores eventos!;

2. Não presuma, vá preparado: No lugar de prever que receberá um bloco e caneta, ou reclamar da qualidade, leve um caderno de capa dura, encaixe uma caneta nele e use-o em todos os eventos, como se fosse um caderno de atas;

3. Anote, não desperdice conhecimento: Dicas de artigos, livros, teorias, autores, frases antológicas, oportunidades ou mesmo riscos que mereçam ser lembrados. Ir a um evento sem um lugar para registro é o maior desperdício;

4. Se tiver pergunta, pergunte: É prejuízo ter medo ou timidez para perguntar, o evento existe exatamente para compartilhar conhecimento, se ficar inquieto com algo, externe via comentário ou pergunta, todos agradecem;

5. Não seja chato, daí não dá: Pergunte, comente, mas não monopolize, em um evento com 50 pessoas é sacanagem virar uma metralhadora de perguntas, pergunte, mas deixe também os outros perguntarem;

6. Siga as regras, seja educado: Se perguntas estiverem abertas durante, mande bala, levante a mão e aventure-se, senão, anote suas dúvidas no seu caderno ou bloco (físico ou virtual) e faça as perguntas no final, ou mesmo após o final;

7. No break, aproveite mais que o coffee: O espaço para café em eventos normalmente não são uma simples possibilidade para comer e beber, elas proporcionam momentos de networking e conversas descontraídas;

8. Seja natural, sem neuras: Se quiser trocar de lugar, por qualquer motivo, não faça reboliço, troque silenciosa e naturalmente, não se estresse e não atrapalhe os outros perguntando ou se desculpando por algo tão trivial;

9. No final, não saia correndo: Na maioria das vezes, a meia-hora após o término do evento é o momento que a mágica acontece, pois ficam alguns com dúvidas, sugestões, feedback, causos, oportunidades, parcerias, … aproveite;

10. Se der branco, seja um bom papagaio de pirata: Chamamos assim aqueles aspones que ficam atrás de políticos para aparecer na foto, fique um pouco mais, aproxime-se e acompanhe os debates pós-evento, garanto que não se arrependerá. Se não tiver nenhuma pergunta ou aparte, pelo menos fique por perto, na próxima já terá mais e maior fluência e proximidade com a galera;

11. Seja um confrade – Eventos de GU (Grupos de Usuários) e CoP (Comunidades de Prática), são verdadeiras confrarias. Nada mais prazeroso em um evento quanto receber e ser recebido por um sorriso e um cumprimento caloroso. Na maioria dos casos não somos “amigos” de se frequentar e sair, mas nos encontramos em seguidos eventos, temos semelhantes interesses, conhecemos e respeitamos a opinião e posicionamento uns dos outros;

12. Critique construtivamente, lembre que todos são voluntários: Uma das características de GU’s e CoP’s é que todos são voluntários, é muito fácil reclamar de um evento, mas ao invés disso, porque não ajuda um pouco, pergunte ao chegar se pode apoiar em algo, fique ligado. Um dos motivos de alguns GU’s ou CoP’s pararem de gerar eventos é porque possuem pouca mão de obra, se você não pode ajudar a organizar, então retribua a gentileza, boa vontade e colaboração de quem se dispôs a fazer, talvez ajudando ou se dispondo a ajudar naquele evento.

Durante e após o evento, valorize os palestrantes twitando, facebukando, linkeditando ou instagrandando, é uma forma de fazer com que essa galera que se dispõe se sinta realmente valorizado e volte outras vezes, eu por exemplo, sempre compartilho e posto no meu blog todos os eventos que organizo ou participo.

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Você não precisa fazer nada disso, mas se fizer vai perceber rapidamente a diferença que isso faz em todos os sentidos … curta a viagem, evite ficar só esperando para curtir o destino final 😉

GU e CoP’s, amo muito tudo isso!

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FACIN-GUMA aquecendo ainda mais as noites de verão

Uma noite quente de uma quarta-feira, dia 13/01/2016, um evento idealizado pela FACIN-PUCRS (Faculdade de Informática) em parceria com o GUMA-RS (grupo de usuários de métodos ágeis do RS). Muita gente, auditório da 516 do prédio 32 lotado, acho que tinha umas 3 ou 4 cadeiras sobrando, um evento antológico, uma discussão franca sob diferentes prismas sobre compartilhamento de conhecimento gerando publicações, convertendo tácito em explícito.

Grandes nomes da comunidade brasileira e geúcha de métodos ágeis – Rafael Prikladnicki, Paulo Caroli, Luiz Parzianello, Daniel Wildt, Dionatan Moura, Guilherme Motta, mais algumas dezenas de pessoas que admiro e são meus parceiros de estrada. Um evento de pura energia, compartilhamento, bom nível de interação e que ao final reteve pelo menos 20 pessoas batendo papos-cabeça sobre agilidade, comunidade, tecnologia e próximos eventos.

Sorteamos 10 livros, dois de cada – Agilidade do Prikladnicki, XP do Wildt, Dionatan e Lacerda, Direto ao Ponto do Caroli (parceiro de fé, que venho da praia e pegou o ônibus das 20:30 de volta) e os meus SCRUM 360 e JOGOS 360. Além disso disponibilizamos um código de promoção com direito a 20% de desconto para compras destes livros diretamente no site das editoras, é “agile_poa“. Esta promoção só vale para estes livros e seus ebooks, somente até o final do mês.

Iniciamos com um abrangente painel sobre este tema, abrindo os trabalhos, depois lightning talks de cada um dos autores, cada qual dado sua visão do processo ou do próprio conteúdo de seus livros e publicações, fechando com algumas P&R, sorteio e muita interação e networking ao final. Um começo de ano promissor para o primeiro evento GUMA, um primeiro evento na FACIN que organizo já como professor da casa. Que venham os próximos \o/

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Não me canso de repetir, GU e CoP são confrarias, são como amigos, mesmo os conhecidos ou menos que isso, porque mesmo não havendo uma apresentação e tal, há um empatia, um sorriso, uma energia. Muitos já são próximos, outros só conheço de vista, mas mesmo assim sabemos que vibramos na mesma frequência … curto muito tudo isso!  o/

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Agile Lifestyle e Anywhere – Dra Yael Dubinsky (IBM e Technion)

Faço neste post uma reflexão sobre algumas das percepções e publicações da jovem pesquisadora Dra Yael, sua visão de um Agile Lifestyle, construção claramente baseada em grandes mestres, vale a pena entender e ainda mais (se o seu  Inglês estiver afiado) inscrever-se e interagir, uma boa oportunidade de aprendizado e troca de conhecimento.

Dia 26/05, terça-feira, um evento sobre Agile com a Dra Yael Dubinsky do Depto de Ciências da Computação do Instituto de Tecnologia de Israel (Technion). Uma experiente colaboradora do Depto de Software e Serviços no Laboratório de pesquisas da IBM em Haifa. Autora dos livros Agile Aniwhere e Agile Software Engineering. A palestra será em Inglês, no dia 26/Maio, terça-feira, das 14:00 as 17:00 na sala 217 do 99A do TecnoPUC ==> clique aqui para se inscrever!

Na introdução de um dos seus livros, Agile Anywhere ou “Agile em qualquer lugar”, ela apresenta dez dicas para estabelecer um Agile LifeStyle, algo que acredito ainda mais, pois desde 2008 afirmo que agilidade não é para projetos, é para a vida, nosso maior projeto, o trabalho é apenas uma parte :o)

Acredito muito no que ela publica, tão inspiradora quanto uma coqueteleira com pensamentos de Schein, Argyris, Tuckman, Bandura e tantos outros mestres. Mudança exige esforço, energia, tempo, mas para realizá-la também é preciso método e colaboração. Ela divide suas dez dicas ou orientações em três grupos, relativos a alteração em características básicas de mudança, comportamento e emoções:

[1 a 4] – Sobre características da mudança ela oferece quatro sábias percepções, primeiro que tudo tem seu tempo e ficar empurrando além do possível atrapalha mais que ajuda, segundo que mudar com preparação prévia do substrato da mudança é mais eficaz que mudar de improviso e desorganizadamente, terceiro é o famoso baby-steps ao invés de querer mudar tudo ao mesmo tempo e o quarto é ter um foco inicial claro e ir expandindo como as ondas em um lago.

Opinião: Não só concordo, como uso diferentes fontes e argumentos para trabalhar mudança de forma a evitar rupturas, respeitando a cultura da organização e seu “timing”, iniciando com um piloto para gerar argumentos próprios e não externos, mudança é tanto mais eficaz quanto maior for a energia intrínseca que a move, com cases próprios, com erros e acertos, aprendendo a cada passo e crescendo de forma sustentável.

[5 a 7] – Quanto ao comportamento esperado durante a mudança, a quinta dica é priorizar e mudar uma coisa por vez de forma a poder perceber causa-efeito e aprender, a sexta é garantir retrospectivas ou lições aprendidas a cada passo sempre, a sétima dica é um dos princípios chave do Lean, qualidade é a base, responsabilidade de todos a cada passo.

Opinião: As reflexões e orientações da Yael quanto a comportamento perpassam algumas das bases do trabalho de Deming, Juran e Ishikawa, além claro do mestre Taiichi Ohno. Do ciclo PDCA, da tríade de Juran, do Lean Toyota do pós-guerra japonês temos a relevância da eliminação de desperdícios, foco naquilo que é mais valor a cada dia, o mantra Kaizen e Gemba sobre aprendizado e melhoria contínua em processos com qualidade desde o início e com o conceito aplicado de Poka-yoke.

[8 – 10] Quanto a emoções, temos a oitava dica fundamental relacionada a confiança de que todos estão engajados, são transparentes e acreditam nos princípios ágeis e seus desdobramentos, o nono é feedback contínuo 360º e crença de que este é o caminho, não é fácil, mas é evolutivo.

Opinião: Impossível não lembrar do Samuel Crescêncio e sua pirâmide Lean, contendo no topo seu principal valor – TRUST – incentivando equipes auto-organizadas, conscientes de seu papel e da importância do coletivo para atingir seus objetivos e resultados-chave. A construção de um ambiente de equidade e crescimento pessoal e profissional enquanto constrói e entrega o maior valor possível a cada iteração.  ==> clique aqui para se inscrever!

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GUMA + TecnoTalks = Nitroglicerina

Hoje a noite rolou o II GUMA Agile Games, uma edição em parceria com o TecnoTalks no TecnoPUC. Eramos ao todo 48 participantes e 10 pessoa na organização e facilitação de 6 jogos relativos a trabalho em equipe. Algumas equipes vieram montadas entre colegas, como a DBServer e RBS.

Mais de 50% eram profissionais do TecnoPUC, mas tínhamos uma galera da grande POA e até um colega da análise de sistemas que está radicado no nordeste, o Flávio Sákis. Um mix enorme de gente conhecida e querida, da DBServer, RBS, eCore, ADP Labs, SuperPlayer, TW, incubados RAIAR, …

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Cada jogo oferecia até 20 pontos à equipe que melhor desempenha-se e proporcionalmente com uma regra de três as demais ficavam entre 20 e zero. Desta forma, cada jogo pode trabalhar a sua pontuação e ao final converter.

Logo após a abertura, foram três horas em que cada equipe decidiu qual a ordem dos jogos acreditava ser a melhor para poder jogar o maior número deles e melhor pontuar. Alguns jogaram dois, outros três ou até quatro. O ranking foi:

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Um evento diferente, lúdico, com a adrenalina da competição, incentivando o mindset ágil. A premiação foi sensacional, teve duas vagas nos cursos workout da IonaTec, 10 agendas e 10 pendrives da grife PUCRS e carregador de celular, camisetas e caneca da MobilTec. Premiação de luxo! \o/

Rafael Chanin do Nós Coworking – Princípios Ágeis: Um jogo democrático sobre os princípios ágeis. Cada equipe recebia um princípio, enquanto uma equipe tinha que defend~e-lo, outra precisava derrubá-lo. Após este debate acalorado, as outras equipes se encarregavam em escolher quem melhor desempenhou seu papel. Uma técnica que se presta para debates de grandes grupos para discutir paradigmas, técnicas, práticas.

Alejandro Olchik da Ionatec – Management 3.0: O Managament 3.0, disciplina na qual o Olchik é mentor e agile coach, é rico em dinâmicas de quebra-gelo, warm’ups para energização, desenvolvimento de times. Foram realizadas diferentes dinâmicas, sempre com foco no desenvolvimento de times de alto desempenho.

Gislene Guimarães da Centrarte – Coaching: Uma dinâmica em que as equipes tinham que construir um barco com sucata, com a psicóloga e coach Gislene assessorada pela também coach Shinobu Takeuchi e a arquiteta Marinês Audy. Um jogo aparentemente simples, mas na prática bem complexo, pois envolvia diferentes momentos e constante feedback ao grupo e individuais, inclusive com técnicas de relaxamento e compartilhamento.

Georgina Reategui da ADP Labs – Construindo cidades: Um jogo com pelo menos 4 variações, um melhor que o outro, a partir de user stories, material, execução, desperdícios, vai-se executando os sprints, construindo uma cidade e somando entregas de valor. Eu conheci com a Alejandra Alfonso da Ten Pines, já apliquei outra versão na aceleradora da DB, tem este 3D da Georgina e outro com Lego.

Eduardo Klein da Mobiltec – Macondo: Um clássico, o Alfabeto Perdido de Macondo foi aplicado pelo Eduardo e Caliel, um Agile Game com três sprints com bugs e débito técnico, onde a estratégia e planejamento pode exigir adaptação a partir dos números que saírem nos dados. O mestre neste jogo é o Eduardo Peres, que tem uma página explicativa.

Jorge Audy da DBServer – Bamboo Challenge: Um jogo SCRUM com Release Plan e três sprints para a construção de um mastro auto-portante que suporte o hasteamento de uma bandeira … com os times tendo que comprar o material necessário e ganhando bônus por metro de mastro entregue e penalidades por desperdício.

A organização contou com um tão engajado time de apoio, com a Shinobu Takeuchi, Caliel Costa, Cesar Coutinho, Madison Padilha e Marinês Audy.

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fotos4No grupo do TecnoTalks no FaceBook postaremos muito mais fotos, as últimas logo abaixo são as três equipes campeãs, a terceira Sprint Racers, a segunda Xpiritos e a primeiríssima EquiPi:

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Agile Games, Team Building Games, IceBreakers, WarmUps

Jogos não são só para lazer, eles também são para lazer, mas são muito mais que isso. Jogos tem a missão de aproximar, de levantar e baixar barreiras. Servem para ensinar, aprender, para fixar, focar ou amplificar, deveriam ser mais usados nas empresas, mas muitas empresas veem funcionários como pessoas que estão ali para trabalhar, não para se conhecerem, menos ainda se divertir, isto seria perda de tempo (de trabalho).

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Muito antes e além do livro Gamestorming dos autores Dave Gray, Sunni Brown, James Macanufo, empresas visionárias já utilizavam jogos para incentivar a produtividade, promover desbloqueios criativos e a inovação e quebrar a rotina. Este post NÃO é sobre mesas de pebolim, sinuca, um PS ou xBox em salas de descompressão, essa é apenas a pontinha do iceberg.

Quem acredita nesta abordagem já ouviu e entende o conceito de aprendizado vicário, o quanto um jogo bem conduzido pode desenvolver senso de time, pode brincando ensinar ou destacar falhas que podem custar muito tempo e dinheiro para contornar. Sou escoteiro, logo é de se esperar que tenha uma crença muito forte no poder pedagógico dos jogos, essa abordagem remove montanhas.


Palavras de ordem, bordões e incentivos não formam times, times são formados por pessoas e é preciso algo mais que tarefas técnicas para gerar empatia, sinergia e alta performance. Desenvolvimento humano, desde seu aspecto individual, coletivo ao organizacional, envolve relacionamento e não discurso. Discurso pode mostrar o caminho, mas o mindset e zona de confortos trarão todos para fazer mais do mesmo.

Para quebrar paradigmas e mudar modelos mentais, diminuir o stress da mudança, mas acima de tudo fomentar que nossa gente se veja como gente. É comum em implantações ágeis haver conflitos e culpabilidades fúteis ou desnecessárias, alguém que acha que o outro fez de propósito … muitos jogos chamados de Team Buildings, IceBreakers e Warm’Ups nos ajudam a quebrar o gelo e fazer com que as pessoas se desarmem ao conhecerem-se um pouco mais.

Há é claro Agile Games que aportam muito conhecimento de técnicas, boas práticas, artefatos e regras, são games sofisticados criados para este fim, como o Mexendo com o fluxo, alfabeto perdido de macondo, extreme hour, aviões 2.0 e Scrumia, bamboo challenge, construindo cidades, …

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Mas há jogos divertidos e rápidos, tão importantes quanto os Agile Games, que possuem função tão relevante quanto os maiores, pois ajudam a trazer a atenção para aquilo que queremos tratar, geram vínculos, fazem a galera estar de corpo e alma na quele momento e local.

Antes de iniciar uma retrospectiva, um mini-evento ou reunião mais extensa ou muito importante, que tal mostrar para o cérebro de todo mundo que o que vai rolar é diferente e merece toda a atenção e comprometimento. Alguns se surpreendem em ver aquele cara ranzinza sorrindo e participando.

Já falei de vários destes jogos por aqui, há uma infinidade deles na web, pode-se procurar por variadas formas, como Agile Games, Team Building Games, IceBreakers, Warm’Ups, Group Games, … com um pouco de pesquisa se acha textos explicativos, fotos e muitos vídeos de equipes “trabalhando”.


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Se você é discípulo de Taylor e Fayol e chegou até esta frase, parabéns, pois deve estar sendo difícil ler isso tudo e não ficar pensando: “Esse cara deve ser comunista ou hippie, eu não pago salário para as pessoas serem felizes ou se verem como gente, eu pago salário para fazerem software, se quiserem se divertir, gerar sinergia, eles que vão beber cerveja depois do horário ou jogar futebol.”

A frase que eu uso é que não tem sentido trabalhar sem ter vontade de fazer o que fazemos com quem fazemos … e isso é possível. Somos diferentes sim, não somos um grupo de amigões, somos um grupo de profissionais unidos pelo destino naquela equipe, é preciso nos vermos como somos, nas diferenças e achar os caminhos para nos tornarmos um time de alta performance.

Quarta-feira que vem tem um evento inteirinho dedicado a esta ideia, inscreva-se no GUMA Agile Games Night e venha ao TecnoPUC aprender alguns jogos e como abordá-los em seus times para alavancar mais produtividade e satisfação em trabalhar com seus colegas – http://www.sucesurs.org.br/evento/ii-guma-agile-games-night

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II GUMA Agile Games – Edição TecnoPUC

Equipes de cinco integrantes serão colocadas a prova, você pode se inscrever já sabendo quem serão seus companheiros e batizar a equipe com um nome, mas pode também se inscrever e formar um time na hora. Serão pelo menos seis jogos disponíveis, cada equipe definirá sua estratégia, escolherá a ordem, fará seu melhor possível, acompanhará sua pontuação e tentará ser a melhor.

Uma competição na qual a cada jogo as equipes serão desafiadas em estratégia, raciocínio lógico, lei das probabilidades, senso coletivo, foco em valor, evitando o desperdício para computar o maior número possível de pontos. É a segunda edição de um evento em formato escoteiro, pois cada equipe terá que tomar decisões a cada momento e cada decisão será decisiva para a melhor pontuação.

Os jogos acontecerão em diferentes pontos do TecnoPUC, semelhante a uma gincana, mas com agenda aberta, é preciso tomar as decisões certas para não ficar em filas e aproveitar ao máximo o skill do time para garantir estarem no lugar certo na hora certa. O formato é uma forma do GUMA-RS dar as boas vindas à galera, pois passado o Carnaval iniciará uma agenda cheia de eventos em 2015.

Convites GUMA 25-02-2015

Clique aqui para ver o relato do I GUMA AGILE GAMES.

O apoio é do Tecnotalks, clique aqui para ver o relato da 6ª edição, uma gincana de jogos neste formato, mas com jogos mais casuais, enquanto agora teremos um foco maior em Agile Games.

Inscrições em – http://bit.ly/guma250215