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Uma aventura 360° no velho mundo

Uma semana em Lisboa, dois cursos Scrum 360°, com duas horas dedicadas às dez disciplinas proposta por mim como base para o workshop Toolbox 360°. O responsável por esta aventura é o empreendedor Diego Maffazzioli, hoje radicado em terras luzitanas e que me apresentou à galera da Scopphu.

A viagem iniciou com duas malas enormes de material didático, fundo de cena, para dinâmicas e conteúdo, a preparação da sala demandou mais de uma hora comigo e o Diego mandando bala, preparando as mesas para os trabalhos em grupos, os murais, antecipando tudo para que o workshop tivesse máximo aproveitamento.

Foi uma grande aventura, uma semana acordando cedo, o dia inteiro dedicado a compartilhar conhecimento, ao mesmo tempo em que buscava conhecer cultura e status da turma, entrando noite adentro debatendo com o Diego sobre entrar mais em embasamento no início, como projeto, TI bi-modal, estruturas organizacionais.

O segundo dia do primeiro workshop tratou de resgatar estes fundamentos e embasamento, enquanto o segundo workshop já teve todo este pacote incluído logo no início do primeiro dia. Um pivot que garantiu uma boa avaliação no primeiro, uma ótima avaliação na segunda turma, o que muito me orgulhou do apoio e parceria com o Diego.

Conhecer Lisboa nestas condições, zero turismo, 100% focado, foi uma grande aventura, o prédio da Olisipo destinado ao desenvolvimento humano fica junto ao complexo da Expo’98, um espaço futurista e mágico junto ao porto, contando com o oceanário e dezenas de prédios incríveis e instigantes.

A Scopphu e seu povo é algo de indescritível … as conversas, o almoço, me senti em casa, conhecer a todas(os) foi muito especial – empatia, confiança, simpatia, difícil explicar o que mais me cativou. Adicionalmente, curtiram meu trabalho, especialmente o Toolbox 360° … acho que ainda voltarei lá em breve!  \o/

Uma curiosidade é que a Scopphu tem uma página no seu site em que explica o que é o seu conceito 360° – “Nossa missão garantir que todos os profissionais de gestão de projetos e os futuros, acessem aos conteúdos mais atuais, aos melhores recursos e ferramentas”. É o destino, estava escrito (Maktub!), havendo uma empresa que possui um “Conceito 360°”, eu tinha mesmo que acabar batendo um papo  \o/

https://scopphu.com/sobre-nos-2/conceito-360/

Os poucos momentos de relaxamento foram agraciados com boas conversas, comida típica AlenTejana. Os coffee-breaks eram de outro mundo, do velho mundo, doces divinos, pastéis de nata, ovos moles, com a eterna preocupação de tentar ingloriamente não voltar com 10 Kg a mais 🙂 rsrsrsrsrsrsrs

Me senti em casa, entre amigos, parceiros de viagem, uma sede simples e a cada troca de informações a certeza de que estava impregnada de outro viés cultural. Mais confiança que oportunismo, mais focado em felicidade e menos pompa, menos aparência e mais práxis … voltei completamente apaixonado!

O complexo da Expo’98 é mágico e cativante, o povo é simpático e muito fofo, sempre solicitos, pró-ativos em educadamente ajudar, parece mesmo estarmos em outro mundo. Não lembro de ter percebido tantos sorrisos e simpatia por metro quadrado …

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Edição cooperativa do Workshop Toolbox 360°

Porque quem coopera cresce, primeiros workshops com equipes de todas as áreas organizacionais de uma cooperativa, como RH, controladoria, crédito, compliance, etc. Os workshops são o nivelamento proposto para a seguir iniciarmos uma fase de assessment e proposição baseadas em Lean e Kanban.

Um dia intenso, com diferentes compartilhamentos, dinâmicas e debates, com levantamento de desafios para 2019, riscos e oportunidades, um nivelamento para inicio de trabalho. As abelhinhas foram uma dinâmica alusiva ao mascote da cooperativa, entre outras dinâmicas com a missão de aliviar a barra em um workshop denso como este.

Mercado, fundamentos, moderadores, mediadores, métodos e então entramos nas 10 disciplinas, uma abordagem que propus como forma de estruturar o workshop em etapas, quatro delas sob um prisma humano e seis mais pragmáticas e mão na massa, pensei que iria mudar logo em seguida, mas acabou sendo muito consistente.

A cada edição, muitos aprendizados e a evolução continua e consistente do modelo proposto, fruto de muitos estudos e reflexões nos últimos 10 anos, desenvolvidos aos Sábados e Domingos, em eventos, algo compulsivo como também o Team Building Games (Jogos 360°), Scrum 360° e o Sobre os Ombros de Gigantes.

O jogo Desafio Toolbox é uma provocação que gera muitos debates, muitos insights, mas principalmente gera uma sensação de curiosidade e de oportunidade. Ele é uma parte importante do workshop, mais que isso, ele demarca a importância de uma boa Toolbox para profissionais do conhecimento e suas equipes.

O Toolbox Wall é uma proposta disruptiva, pura GC, mas 100% descentralizada e auto-organizada, conectando pessoas, compartilhando vivências e expertises. Já rodei em muitos eventos e muitas empresas, o resultado é sempre surpreendente.

 

 

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Segunda aula SI GP 2019/1 – EU S.A.!

A segunda aula é ainda compartilhando gerenciamento de projeto na forma de planejamento de carreira, gerando muita interação em debates sobre o planejamento e simulações de cada aluno … escopo, tempo, custo, riscos, qualidades. Na segunda aula retomamos as atividades elencadas para a execução dos planos de carreira, alguns focados em efetivação, alguns em trocar de empresa, de atuação, de área, de país, … um bom exercício sobre escopo em uma abordagem ágil.

Assim que os debates fecham, faço exercícios desafiando a percepção de nossas atividades frente ao modelo Cynefin, distribuindo aqueles Simples que deveriam ser no melhor estilo vai lá e faz, os complicados em que temos a quem recorrer, como coach ou o chefe, os complexos sujeitos a parcerias, experimentação, go-no go ou aprendizados e resignificação, e tem os caóticos, que se rolar exigiriam decisões difíceis e imprevisíveis.

cynefin

Após os debates, detalhamento e consolidação das discussões iniciadas na primeira aula do projeto EU S.A., depois do exercício de CYNEFIN, vamos para uma hora e meia iniciando com um overview de modelos e opções metodológicas, desde o PMBOK, PRINCE2, SCRUM, KANBAN, LEAN, XP, para entendermos o valor de aprender e experimentar novas técnicas, nem que seja para saber que existem e não são melhores que outras – TOOLBOX 360°. Amo muito meu trabalho!

SEGUNDA AULA

O jogo na disciplina é uma paixão, ver alunos que também são profissionais debatendo deznas de técnicas, valor comparativo entre umas e outras, em diferentes cenários ou diferentes rodadas atendendo o mesmo … não tem preço. Sexta-feira a noite e encerramos as 22:45, mas como sempre há um bom debate após o término, ficamos discutindo projeto, digo carreira, traçando cenários prospectivos, e a noite vai, nesta saimos os últimos mais de meia-noite da sala, últimos não no 32, mas no campus.

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Organizar workshops é muito mais que burocracia

As preliminares, pensar em como desenvolver, bolar um fundo de cena fofo, ter carinho por cada detalhe de forma que ele fale por si. Para um workshop de um dia, é muito prazeroso dedicar-se o dobro para sua preparação, organização, holisticamente (todo e partes). O material e seus kits, o fundo de cena, as dinâmicas, até mesmo um coffee que indique sustentabilidade, saúde, sabor e sinergia.

Aprendizado experiencial – Quem vê o jogo, o cosplay, os kits e o coffee, quem vê as fotos dos workshops pode ter a enganosa impressão de que é muita diversão e descontração, mas na verdade eu garanto que tudo isso é exatamente para compensar um volume de informação e compartilhamento em 360° que seria pesado demais para reter a atenção por tantas horas corridas.

Fundo de Cena – As mesas, a apresentação e as paredes trabalham em conjunto para formar um sutil fundo de cena, no passado recente era o Darth Vader no Banco Intergaláctico, o Pikachú na Pokedéx 360°, com frequência o Super Mario para falar de Toolbox e agora o meu predileto Scrum Prêt à Porter. Tornar um dia com denso conteúdo e processsamento em algo o mais leve possível é a meta!

Variado e interessante – Todos os workshops oferecem uma alternância entre conceitos, debates e práticas. O Toolbox 360° inicia com o jogo autoral Desafio Toolbox 360°, debates e exercícios sobre quatro disciplinas – pessoas, equipe, líderança e conexões – depois vem a técnica autoral de Toolbox Wall, fechando com as demais seis disciplinas pragmáticas – estratégia, modelagem, validação, planejamento, engenharia e desafios.

As 10 disciplinas organizacionais – São uma proposta conceitual baseada em muitos aprendizados, logo, também pragmática. Os propus no transcorrer de diferentes workshops Toolbox com o objetivo de estabelecer disciplinas onde métodos, técnicas e boas práticas possam ser percebidas e agrupadas.

Toolbox Wall – O mural foi proposto como uma técnica ativa e interativa de gestão do conhecimento, não é só um mural, tem vida, de forma que tenha gente se dispondo ou buscando ajuda para aprender, ensinar e crescer enquanto profissionais, times e organizações. Empresas que vivem conflitos entre a teoria e a prática ágil tem grandes dificuldades em dedicar tempo à fundamentos do Art Of Hosting, o mural pode ajudar a mudar isso.

Scrum Prêt a Porter é a nova versão de um curso 100% pragmático e vicariante, muito além do Scrum Guide porque reflete 10 anos de Scrum com muitas experiências, tentativas, aprendizados, erros e acertos que consolidaram uma lista de técnicas e boas práticas que ajudarão nos primeiros passos, reciclagem ou refletir sobre uma desejada e esperada melhoria contínua.

Os workshops de Lisboa serão pela Scopphu – https://scopphu.com/,  empresa de treinamento e consultoria ágil européia onde o Magno e o Pimentel também ministram seus cursos. Lá está também o amigo e velho conhecido do ecossistema TecnoPUC nos anos 2013 a 2017 – Diego Maffazzioli, hoje consultor e instrutor pela empresa.

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1° Toolbox na Educação no SENAC

No dia 27/02/19 a noite aconteceu o primeiro Toolbox na Educação na Faculdade SENAC por iniciativa da profª Aline de Campos, que fez as honras, deu as boas-vindas a casa e pareou comigo na facilitação. Presentes haviam professores do SENAC, PUCRS, IFRS, Dom Bosco, alunos e outros interessados pelo tema em debate, professores de graduação, ensino médio e fundamental, rede pública e privadas, consultores e facilitadores..

Muita gente querida, o tema era como e porque fazemos nosso planejamento de aula, pontos de atenção, fundamentos, objetivos. Logo após as boas-vindas e pacto inicial de participação e interação, fizemos um Fishbowl para aquecimento, seguido de debates em grupo no formato World Café com um giro, apresentação dos melhores pontos debatidos por grupo e consolidação … uma noite especial.

Meu maior orgulho em eventos aqui no Sul é sempre receber muitos amigos queridos, colegas, parceiros de eventos anteriores, muitos sorrisos e sempre a certeza de novos parceiros. A tempo, fazer um evento no SENAC é para mim um prazer especial, já fui patrono de uma turma, tenho especial carinho por professores da faculdade e da unidade de cursos técnicos.

O resultado foi uma pá de insights, uma noite proveitosa, divertida, materializada com uma mapa de melhores pontos e dicas para cada um dos quatro grupos e reflexões para os próximos Toolbox na Educação:

GRUPO #1

  • Seminários – prof propõe, aunos desenvolvem, prof complementa e introduz avanços;
  • Alternando conceitos pelo prof e a experiência dos alunos;
  • Sala invertida;
  • Uma visão de progressão durante o semestre, com autonomia para ir além e apoiando os que mais precisam;
  • Exercícios complementares com desafio maior para os que estão adiante não se desmotivarem;
  • Monitores;
  • Práticas sobre o conteúdo;
  • Grupos e sub-grupos dentro de cada conteúdo;
  • Problem Basis Learning.

GRUPO “Como fazer o aluno entrar no jogo?”

  • Diferenças entre infantil e superior;
  • Contrato (pacto) conforme contexto;
  • Diálogo / storytelling;
  • Apresentação de casos;
  • Cooperação / competição;
  • Expectativas;
  • Harward – Método de Casos – Prof desenvolve com os alunos casos reais ou fictícios usando facilitação visual, árvore de decisão – Aluno tem que estudar o caso, debater em grupos e o prof conduzirá a aula baseado em perguntas;
  • Quadros resgistram toda a discução.

GRUPO Edumix

  • Grupo no whatsapp – desafios durante a semana ou propostos durante a aula;
  • Desafios x Feedback;
  • Diagnosticar a expectativa do aluno;
  • Fazer a diferença em um clima de empatia;
  • Carência sistêmica do ato de planejar;
  • PDCL durante o semestre e aulas;
  • Planejamento flexível;
  • Iniciar apresentando o planejamento de aula;
  • Transformação da realidade – práticas da vida real;
  • Palestrantes;
  • Não é só para passar na disciplina;
  • Método Socrático;
  • Aprender a perguntar, aprender a aprender, aprender a construir;
  • Grupo de colaboração.

GRUPO Solução

  • Como sair da zona de conforto;
  • Metodologia Ativa – conteúdo atrativo;
  • No início apresentar os objetivos, conduzir técnicas e fechar ao final com aprendizados;
  • Ajudar o aluno através dsa problematização com propósito;
  • Criatividade, uso de vídeos, jogos, celular;
  • Provocar a troca de conhecimento.

PRÓXIMOS PASSOS

  • Medição de uso (tipo web analytics);
  • Tecnologia Zoom;
  • Debater EAD;
  • Interdisciplinaridade e sinergia inter-curso;
  • Aprendizado por Projeto;
  • Processos avaliativos;
  • Fazer enquete para definir metas para o próximo;
  • Situações além do conteúdo;
  • Dias de semana ou Sábado?

A Aline criou um atalho para o grupo – http://bit.ly/toolboxeducacao e abaixo alguns links de edições anteriores no TecnoPUC, PUCRS e F5 da GVDASA:

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Primeira aula SI GP 2019/1 – EU S.A.!

Minha primeira aula de GP é uma reflexão sobre o que é a essência do gerenciamento de projetos para a vida de cada um de nós, com a provocação de que haveria uma empresa além daquela onde trabalhamos e somos remunerados por aplicar todos estes conhecimento – EU S.A.!

Em qualquer projeto em que atuamos, nos esforçamos por ter clara a nossa missão, para aplicar anos de aprendizados para construir um plano baseado em objetivos inserido em um ambiente positivo com colegas, cliente, parceiros, stakeholders, usando de iterações para permanentemente ajustar e antecipar resultados de valor.

A noite inicia com uma apresentação da disciplina, organização, ementa, objetivos e bibliografias (mais tradicionais e mais disruptivas em GP), fechando esta primeira meia hora com a programação – datas, conteúdos, objetivos por blocos, provas – e um pacto de interação para transformarmos nossa sexta a noite em valor real para todos.

EU S.A. – NOSSO MAIOR E MELHOR PROJETO!

Após a apresentação da disciplina começamos uma sequência de debates e técnicas, começando pela realidade de cada um e sonhos, metas, objetivos (AS IS x TO BE), introduzo alguns conceitos e paradigmas básicos para um breve aquece, sempre recheado com muitos cases reais envolvendo empresas e profissionais.

O restante da noite, com intervalo entre 21:00 e 21:15, será perceber uma visão de gestão de projetos para nossa vida e carreira, seguindo um estrato Estratégico, Tático e Operacional, com um dois exercícios em cada uma destas abordagens.

ESTRATÉGICO – Sonho de cada um são o ponto de partida para materializar nosso Business Model You (Alexander Osterwalder), discutindo os nove campos com muito debate, troca de ideias, percepções e aproveitamento de drivers ágeis bastante úteis – fracionar, priorizar, compartilhar, antecipar, gerar valor, divertir-se em todo o caminho.

TÁTICO – Perfis profissionais na era do conhecimento, profissionais do conhecimento, perfil T, Pí e Comb. Debatemos mapas de competências, tangencio o conceito de Toolbox e introduzo brevemente as áreas do PMBOK para então fazer um brainstorming sobre atividades (escopo) para viabilizar nossos planos pára conquistar o mundo.

OPERACIONAL – Estamos encerrando a noite, mas não sem antes algum debate sobre a importância de buscar equilíbrio na gestão de nosso tempo, em evitar a procrastinação do que é importante versus a sedução do circunstancial e emergencial, o valor de retroalimentar e manter estes planos em mente e executá-los.

Esta foi a primeira noite, ninguém arredou pé, mesmo sendo véspera de carnaval. A preparação da sala é sempre uma aventura, pchegar uma hora antes, reorganizar a sala em ilhas asimétricas, distribuir o material, sempre ter jogos a mão (anti-sono), porque aula das 19:30 as 22:45 de sextas-feiras é um desafio divertido se assim decidirmos.

A cada aula vamos mergulhando mais e mais em conceitos e técnicas, sob diferentes prismas e abordagens, focando em planejamento como algo bom, natural, mas que facilmente é delegado ou procrastinado … neste caso, a força gravitacional das Zonas de Conforto, tal qual buracos negros, atraem para si até a luz e o senso de tempo.

Como me planejo? Quais as técnicas? Aprendo muito a cada interação com colegas professores em meus eventos de Toolbox na Educação, tanto quanto com as conversas com alunos, especialmente os debates com alunos antes e depois das aulas, chego quase duas horas antes e somos sempre os últimos a sair do prédio nas sextas-feiras.

“Me empenho e perco noites de sono bolando formas para que sejam interativas, o maior valor é trazer o mundo para dentro da sala de aula, sem teoreba, mas os desafios reais dos alunos. GP é para a vida, tudo o que vale para planejamento de projetos de SW, vale duplamente para a carreira, filhos, viagens, felicidade, … Desafios que não carecem de formalidade técnica e postits, mas 100% de mindset. Entender essa oportunidade, internalizar o valor que Design Thinking, Scrum, Kanban, Lean, XP e as 10 áreas de conhecimento do PMBOK gererão atitude e comportamento vencedores.”

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Scrum Prêt à Porter para DBServantes

O Agile Game do Scrum Prêt à Porter ficou ao mesmo tempo muito didático e muito fofo, estou adorando e a cada edição melhorando, não sei se vou voltar a aplicar os meus do Banco Intergáctico ou Pokedéx, acho que já ficaram na história.

O Prêt à Porter desde o quebra gelo, o storytelling, a construção do manequim, o planejamento para o Oscar e a execução das sprints gera todos os ganchos que necessito de uma forma mais lúdica e muito mais intensa em relação ao recado a passar.

Assim como o banco intergaláctico e a Pokedéx, contei com a arte e sensibilidade da Luisa e da Marinês para os desenhos do storytelling, os ATM’s do Banco Intergaláctico são uma obra de arte e agora a Mari vai montar meus manequins em escala com um material mais durável e chique.

Os que fiz e faço até aqui são recortes de caixas de servidores da Dell, sempre que acho uma a deriva para ser jogado fora lá no quinto do 99A eu pego e separo, porque eles se estragam e lá vou eu noite adentro fazer mais alguns para eliminar os que se danificam … Acho divertido essa parada de usar caixas, desenhá-las e recortar.

Os modelitos criados foram muito divertidos, nesta teve superman, modelitos pós-modernos like Andy Warhol anos 60, roupinhas casuais e um vestido com a saia toda rendada muito chique. Um Agile Game que exige preparação, organização, uma hora para start e uma hora para desmobilizar, mas vale cada minuto dedicado.

Sempre justifico um jogo pelo valor que agrega, os Agile Games que criei são lúdicos, para fixação, mas tem um papel fundamental para descontração em um workshop denso e pegado, com muita informação e compartilhamento de aprendizados por minuto … sem eles seria muito tenso, mas não deixam espairecer demais.

Estar entre colegas é diferente, já ministrei cursos os mais variados para milhares e milhares de profissionais, mas não estou acostumado a treinar colegas, isso me faz lembrar o tempo de RBS, porque treinar colegas é bem diferente de treinar clientes ou realizar workshops abertos … tem outra batida, links e contrapontos.

Ao contrário de outros workshops meus, neste eu foco mais em trabalho, avesso a meu estilo, não entro em mediadores e moderadores, modelos e teorias … todas vão aparecendo como observações a medida que avançamos, mas não tem páginas e imagens explícitas … o foco é SCRUM em 360°, acoplando tudo o mais necessário.