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Jogo – Rolos da Cobra (Nó humano)

Um jogo para ser jogado em grupos de 15 a 25 pessoas, com múltiplas oportunidades para abordagens e aprendizados, podendo ser aproveitado para refletir sobre auto-organização, força de vontade, análise crítica e mais.

O desafio é formar e depois desatar um nó formado pelos participantes, garantia de risadas e engajamento, podendo acontecer ao ar livre ou em uma sala:

  • Faça um círculo com todos, peça que deem as mãos;
  • Cada um decora quem esta a sua direita e esquerda;
  • Após alguns instantes, peça que soltem as mãos;
  • Oriente que se misturem na área central do círculo;
  • Peça que se misturem de forma aleatória;
  • Se bem misturados, peça que todos parem onde estão;
  • Sem sair do lugar, dão as mãos aos mesmos colegas;
  • Se se necessário, eles podem aproximar-se do centro;
  • Não podem soltar as mãos, só circular por entre o nó.

É um dos jogos mais divertidos e com maior número de insights por minuto. É curto e, mesmo assim, rico em sutilezas e oportunidades para reflexão. Uso demais!

PRINCÍPIOS: Durante o jogo é possível debater sobre comando-controle, auto-organização, liderança construtiva, ainda mais sobre a necessidade e importância de conversas diárias (daily stand up meetings). O normal é que a partir de um ponto conhecido surjam imprevistos, atrasos e antecipações, riscos e oportunidades, que se não forem trabalhadas podem crescer ou sumir.

DICA: Não é certo que os participantes consigam desatar o nó, porque às vezes (raro) fazem um nó cego, com braços e sobreposições de difícil resolução. Nestes casos excepcionais, incomuns, proponha que dois participantes soltem brevemente os braços e segurem as mãos.

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Data Science – 90% dos dados foram gerados nos últimos 2 anos

No site da Berkeley, em uma página que apresenta o conceito e aplicação de Data Science, apresenta um estudo da IBM onde 90% dos dados existentes hoje foram gerados nos últimos dois anos. A origem são computadores, tablets, smart phones, sensores, instrumentos, dispositivos variados e equipamentos inteligentes.

Conforme o site da mindsource.pt , o crescimento exponencial de dados gera o desafio de processar e analisar volumes descomunais no intuito de transformá-los em informação e conhecimento. Na prática, há escassez de talento analítico e gerencial necessários para aproveitar ao máximo o Big Data, na habilidade em fazer as perguntas certas e processar os resultados da análise de forma eficaz.

Este é o substrato para o campo da ciência e do papel do cientista de dados, resultante da intersecção dos campos da ciência social e estatísticas, ciência da computação e design. Antigas e novas tecnologias como Big Data, DW, BI, Data Science, Machine Learning, IA, se propõe a organizar e analisar a essa volume descomunal e crescente de dados em informação, conhecimento e soluções, gerando valor aos interessados.

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No dia 25/07 tem uma palestra sobre Data Science puxado pelo Felipe Cabral lá no Nós Coworking, um cara pilhado e um local que dispensam apresentações – http://www.eventick.com.br/data-science

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A organização é da Data Science Brigade, uma publicação em português onde os palestrantes estão envolvidos, tratando sobre coisas que envolvem big e small data, usados para resolver problemas que importam – https://datasciencebr.com/

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Interessado em saber mais sobre Data Science em cursos digitais, talvez para chegar na palestra do Cabral com aquelas dúvidas em que precisamos de um papo cara-a-cara para resolver? Fica ligado nos cursos digitais da coursera e udacity:

 

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Um relato em primeira pessoa do 17º FISL

Ano passado no 16° FISL eu ainda não era professor na FACIN, mas me diverti muito no estande da DBServer, conversando com jovens e fazendo lightning talks, mas este ano submeti uma palestra, aprovada eque compartilhou uma visão geral sobre o novo profissional, equipe e projetos de TI – “SW livre, open source ou proprietário, sem metodologia não rola!”.

Como sempre, em eventos de todos portes, GU’s e CoP’s também, uma grande confraria onde reencontramos velhos e novos confrades, companheiros de jornada, rever muitos profissionais por quem tenho profunda admiração e respeito, pela liderança, engajamento, sempre ensinando e aprendendo.

Para quem não sabe, assim como o software, as palestras são livres, podendo ser assistidas a partir da página da programação do evento … se você não foi, pode assistir a todas – http://softwarelivre.org/fisl17

No caso do FISL, ninguém melhor para simbolizar esta percepção que o próprio Sady Jacques, mentor do FISL, fundador da ASL, entusiasta e defensor do valor intrínseco dos softwares livres, como no lema – A tecnologia que liberta!

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Impossível não andar pelos corredores de um evento de tecnologia no prédio 40 e não experimentar intensamente o maior valor de nosso ecossistema PUC-TPUC, o que Hwang cita como sendo o entrechoque de organismos vivos em uma floresta tropical como meio vital para geração de negócios, desenvolvimento e energia.

Quero então citar um amigo e colega de longa data, com quem tive a oportunidade de conversar longamente e uma jovem e querida liderança, presença constante na organização de eventos e GU’s, a quem havia prometido de coração presentear com o meu terceiro livro, profissional da KingHost, a Morvana Bonin.

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A palestra foi muito legal, iniciou com apenas umas 40 ou 50 pessoas, mas aumentou um bom tanto nos primeiros 15 minutos. Um palestrante veterano sabe quando a mensagem está valendo pelos olhos da galera, muitos jovens, pelo menos uns 10 estudantes de SI da FACIN/PUCRS, meus futuros alunos.

Reencontrei a jovem e talentosa Catarina Nogueira, com certeza um talento de quem vamos ouvir falar em eventos futuros. Em um ano com tantos eventos dedicado a maior participação feminina na TI, elas super bem representadas. Já havia ficado impressionado com sua objetividade e domínio, agora fiquei sabendo que estará participando de projetos em uma startup no TecnoPUC.

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Quem estava lá, ligado no 220 como sempre, cheio de boas ideias e visão de oportunidades de curto e médio prazos envolvendo o Diretório Acadêmico da Informática, dos alunos da FACIN, é o Pedro Casarão. Presença obrigatória em todos os eventos de tecnologia dentro do nosso ecossistema, assim como o Wagner Lague da TI do Hospital São Lucas.

Não posso listar a todos, a muitos só dei Alô, com outros tive a oportunidade de trocar muitas  informações e conhecimentos, profissionais com quem trabalhei, pareei em eventos, que curto e que não canso de trocar mensagens toda a semana, fiquei devendo uma leitura prévia que prometi ao Márcio, mas deu tudo certo.

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Centenas de palestras, áreas de comunidade, oficinas para crianças, FabLab, etc, e uma lojinha, como não consigo resistir a camisetas temáticas e coisas fofinhas, sai com uma dos mascotes e outra exortando fazer, ser e pensar diferente … 100% de acordo!

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Até 2017, quando o FISL fará 18 anos e atingirá a maioridade, estará imperdível!

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Relato do 1° workshop ToolBox 360º

Registro da primeira edição do workshop ToolBox 360°, um Sábado inteiro de compartilhamento em que o objetivo era demonstrar os diferentes usos e oportunidades dos 70 tópicos descritos no meu terceiro livro. O treinamento teve um custo de R$100, recebendo uma unidade do livro com seu encarte sintético e mais de oito horas de práxis e exercícios.

Só tenho a agradecer o apoio da DBServer ao acreditar no valor que meus livros poderiam agregar a nosso ecossistema. Foram iniciativas independentes que contaram com diferentes formatos de patrocínio ou aquisição de até 25% da primeira edição com o objetivo de viabilizar os projetos – SCRUM 360°, JOGOS 360° e TOOLBOX 360°.

A primeira edição do workshop TOOLBOX 360° só se viabilizou pela logística proporcionada mais uma vez pela DBServer. Se o livro é um guia de 70 boas práticas em projetos, operações e escritório, o treinamento busca explicar como juntar as peças, alguns roteiros conforme contexto, riscos e oportunidades.

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Fotos: Claudio Dias Junior

A programação foi seguindo a ordem proposta pelo livro, iniciando pelas premissas e modelo mental, seguindo com uma primeira layer de cada uma das metodologias-base que usamos (SCRUM, Kanban, Lean, Design Thinking e Lean Startup) para falar de princípios, colaboração, empatia e outras paradas.

Nessa viagem, falamos um pouco de cada estação, técnicas e artefatos para ideação, visão, estratégia, modelagem, planejamento, discovery e delivery, fechando com um tanto de gestão do conhecimento, desde retrospectivas a comunidades de prática, com o bom e velho Modelo Seci dos meus gurus máximos – Takeushi & Nonaka.

Os participantes foram: Adriana Germani, André Luis da Silveira, André Santos, Augusto, Carlos Giovani Rodrigues, Cássio Antoniazzi, Catarina Nogueira, Catarina Nogueira, Claudio da Silva Dias Junior, Cristiane Nogueira dos Reis, Denise da Silva Dariva, Eduardo Oliveira, Francielle Vareira, Gabriela Antunes, Gustavo Nogueira dos Reis, Henrique Zmuda da Silva, Joao Vicente, Luiz Carlos Santos Jr, Manoela, Marcelo Meruvia, Michel Gomes da Silva, Rafael Szarblewski, Renato Severo, Rodrigo Boehl e Thiago pinheiro.

Além destes, tive o prazer da presença dos colegas Cássio Trindade da PUCRS, Denize Vásques e Jonatan Baptista da DBServer, sempre parceiros de viagem.

A foto abaixo não contou com todos porque foi tirada apenas após o término, mas me dei conta apenas após alguns já terem ido embora … mas nas muitas fotos padrão profissionais tiradas pelo Claudio Dias Junior, acho que todos aparecem.

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Menção honrosa para o Business Model You do Batman, só podia ter DBServantes no meio dessa equipe  🙂  rsrsrsrsrsrsrsrs

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O maior insight que tive foi a oportunidade de em futuras edições fazer turmas segmentadas, com pessoas com interesse de igual interesse. Essencialmente interessados em projetos e operações relativo a desenvolvimento de software e outros como startups e iniciativas não TI, pois assim aprofundaria alguns temas.

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Dragon Dreaming (John Croft)

A primeira vez que li sobre a metodologia Dragon Dreaming eu achei que era uma viagem, alguns anos depois continuo achando uma viagem, pois apesar de curtir ambientação e rituais de raiz, tribais, sei bem a resistência de profissionais em relação ao treinamento e adoção de conceitos e técnicas de metodologias que propõem uma mudança muito mais sinuosa e fluidas.

Uma abordagem aderente ao escotismo e permacultura, mas um desafio de  introdução em médias e grandes empresas. Metodologias ágeis e congêneres propõem uma intensa quebra de paradigma, humana e cooperativa, mas mesmo assim mantem uma abordagem “urbana”, com certa parcimônia nas mudanças, sem rupturas. O Dragon Dreaming propõe algo mais transcendental, mais “root”, orgânico, uma frequência de energia que possuímos mas bloqueamos.

Uma metodologia inspirada na transcendentalidade de povos aborígenes da Austrália Ocidental, uma abordagem muito desafiadora para uma convivência urbana habitual que guarda distância protocolar entre colegas de trabalho, parceiros, clientes e fornecedores. O uso de inspirações e técnicas recheadas de simbolismos e princípios ritualísticos é um grande desafio à empresas e pessoas.

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Buscar conceitos seculares, tribais e aborígenes, exige um estado de espírito mais aberto, aceitando a criação de uma atmosfera mais franca, levando em consideração aspectos psicológicos relacionados a construção de grupos mais próximos e integrados de fato, ainda mais humanos, mas para isso exigindo baixar máscaras sociais que ainda são caras a maioria das pessoas.

Igual às metodologias ágeis, equipes e projetos são mais que tarefas e metas, são pessoas que precisam aprender a se reconhecer em seus pontos fortes e a desenvolver, é pensar em crescimento coletivo que vai muito além da simples soma dos seus indivíduos. A verdade é que a metodologia Dragon Dreaming é mais afeita a pessoas dispostas ao bem comum, por um mundo melhor e mais humano.

“Abordagem de sistemas vivos, baseando-se em idéias e inspirações da história, ciências, todas as culturas e tradições espirituais, para a criação de organizações e projetos extraordinariamente bem sucedidos para a Grande Virada do mundo, saindo de uma cultura doente e sem limites de crescimento para uma cultura que sustente o desenvolvimento da vida na Terra.”

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“O Dragon Dreaming é um método que  libera a sabedoria coletiva  e promove a capacidade de adaptação permitindo que indivíduos, grupos, empresas, comunidades, ONGs e órgãos do governo se ajustem de forma criativa e positiva a situações de mudanças rápidas e potencialmente caóticas. Aplicado há mais de 20 anos em projetos sociais, ambientais, institucionais e no planejamento estratégico participativo para projetos de desenvolvimento comunitário sustentável na Austrália, África, Papua Nova Guiné, Europa e agora no Brasil.”

O Karabirrdt

A ferramenta mais importante é o quadro chamado de Karabirrdt (do aborígene ‘Kara’ aranha, ‘birrdt’ teia), que gera um planejamento lúdico, como jogos de tabuleiro, com oportunidades e obstáculos à entender e resolver a cada passo. A principal ênfase está nos pontos de encontro das linhas da teia, chamados de Karlupgur, por onde fluem informações e recursos.

No site oficial brasileiro tem muita informação, com certeza pode ser uma grande fonte de inspiração. De fato, é fácil ver escoteiros e ONG’s usando esta proposta, pelos mesmos motivos que a origem e maior afeição diz respeito a projetos sociais, comunitário, pró-ecológicos, contextos que buscam a aproximação, a quebra das máscaras, conectar o eu interior – http://www.dragondreamingbr.org/

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Encontrei este material muito legal, um guia prático para quem quer ir além – http://www.esaf.fazenda.gov.br/acesso-a-informacao/centros-regionais/minas-gerais/guia-pratico-dragon-dreaming-v02.pdf

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O que é permacultura? Princípios ágeis para a sustentabilidade do planeta

Post de férias – “Permanent Agriculture” ou “Permanent Culture” foi proposta por Bill Mollison, professor australiano (1970), com um pacote de princípios e um framework que materializa tudo o que sabemos ser necessário para cessar de destruir o planeta e gerar um modelo mais sustentável. Uma rápida pesquisa mostra iniciativas legais no RS e Brasil, independentes e institucionais.

A proposta inicialmente dizia respeito a agricultura, com proposta de eliminação de monoculturas extensivas, optando pelo conceito de florestas produtivas, uma forma de estabelecer sistemas que parem de destruir o que resta e gradativamente comecemos a recuperar ecossistemas, fauna, flora e qualidade do ar, terra e água.

Permacultura é um sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza – Bill Mollison

Um movimento iniciado a favor de uma agricultura mais consciente, aos poucos foi migrando seus princípios e influência em outras áreas onde o ser humano gera desequilíbrio insustentável, como nas cidades, no relacionamento social. Seu idealizador, Mollison, viaja o mundo desde a década de 70 para difusão de suas ideias, preparando profissionais de diferentes áreas para implementação local.

Uma proposta 100% escoteira, por uma existência equilibrada entre o homem e o planeta terra, um grande desafio, que gera discursos inflamados mas que não conta com o apoio real da maior parte, quase totalidade, das empresas e governos. Todos mais preocupados em ganhos econômicos imediatos e desproporcionais que com a sustentabilidade de suas ações frente as futuras gerações.

Princípios como economia colaborativa, cooperativa, escambo, reciclagem e reaproveitamento de resíduos e excedentes, geração distribuída de energia limpa, aproveitamento racional das áreas, mantendo ecossistemas e valorizando a pequena propriedade e o mutualismo simbiótico com a terra, água, ar, fauna e flora. Na prática, não há novidades, a ONU, países, empresas e comunidades sabem o que fazer, apenas não há interesse, é mais fácil explorar sem limites.

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Valorizar a interação humana, ciclos curtos de feedback, eliminar o desperdício, privilegiar a integração e a diversidade, trabalhar um passo de cada vez, com soluções pequenas, baby steps, focando em adaptação permanente … impossível não analisar artigos e os diagramas representativos e não perceber o quanto trata-se de um releitura Lean para a agricultura. Uma abordagem forte e baseada em princípios que transformaram um framework inicial criado para agricultura sustentável para algo maior, relacionado a sociedade e cultura como um todo.

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A questão não é se é preciso ou não mudar o modelo de produção e econômico, social e político, mas quando esta mudança ocorrerá, se será em tempo hábil de reverter o que hoje parece inevitável ou não:

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Encontrei um artigo em portugues muito legal sobre este tema no site da FCA UNESP – http://www.fca.unesp.br/Home/Extensao/GrupoTimbo/permaculturaFundamentos.pdf

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Oficinas sobre agile ao ar livre é quase serem escoteiros por um dia

Não tem diferença entre aplicar jogos e dinâmicas sobre cultura Lean e método SCRUM ou um programa de escoteiros por um dia, a vibe é formação de times, planejamento pessoal, senso de liberdade com responsabilidade, liderança, papéis, tudo o que praticamos em um grupo escoteiro é a essência do que queremos em times auto-organizados.

Tive a oportunidade de realizar dinâmicas em oficinas vivenciais para turmas do S2Ba no CI, um pouco na sala do CriaLab e a maior parte do tempo nos gramados e sob as árvores do TPUC, uma turma era de jovens interessados na trilha de infraestrutura, banco de dados e desenvolvimento.

As oficinas tiveram agile games e desafios diferentes, mas a lógica era sempre fazer pensar sobre quem são os profissionais do século XXI e o quanto cada um deles está planejando sua carreira, o que vem fazendo por seus objetivos e onde querem chegar nos próximos 2, 5 e 10 anos.

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Quais as dinâmicas rolaram? Eu sempre me esforço para ter jogos novos para que aqueles jovens que já participaram das edições anteriores não repitam mais que um ou dois. Mas a grande maioria, quase totalidade, nunca haviam participado do S2B e tudo era novidade.

Tivemos o jogo dos escalpos e bandeiras, do boneco, Scrumia, Mashmellow Challenge, esquis, diferentes disputas entre equipes, comando-controle, invertendo a linha, além de muitas dicas sobre dinâmicas, técnicas e métodos. Foram momentos bem descontraídos e sempre puxando ganchos com o dia-a-dia de equipes de TI:

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Um dos participantes tinha mais de 1,80 Mts de altura e apenas 19 anos … tem meu respeito, 19 anos e já participando de um programa como o S2B Advanced, com planos e energia de causar inveja a muitos bons profissionais que estão acomodados a anos ou décadas na mesma rotina, insatisfeitos mas materializando inconscientemente a alegoria da caverna de Platão.